sábado, março 07, 2026

Debate reúne especialistas para discutir enfrentamento à violência contra a mulher em Salvador



Debate reúne especialistas para discutir enfrentamento à violência contra a mulher em Salvador


Evento propõe olhar multidisciplinar sobre políticas públicas, justiça, comunicação e rede de proteção às vítimas


O enfrentamento à violência contra a mulher será tema de uma mesa redonda que reunirá especialistas de diferentes áreas no próximo dia 10 de março, em Salvador. O debate propõe uma reflexão multidisciplinar sobre os desafios e avanços na proteção dos direitos das mulheres, reunindo profissionais da segurança pública, do direito, da comunicação e da gestão pública.


O encontro será realizado no auditório do Centro Estadual de Educação Profissional (CEEP) em Gestão Severino Vieira e contará com duas sessões de debate, programadas para as 14h e às 18h40. A atividade é voltada principalmente para estudantes dos cursos profissionalizantes da unidade e busca ampliar o conhecimento sobre as diferentes formas de violência de gênero e os caminhos para seu enfrentamento.


A mesa redonda, idealizada e organizada pela professora e advogada Isabele Pereira, tem como tema “Perspectiva Multidisciplinar no Enfrentamento à Violência contra a Mulher” e pretende discutir o papel das instituições, das políticas públicas e da sociedade na construção de ambientes mais seguros e respeitosos para as mulheres.


Entre os assuntos que estarão em pauta estão a violência doméstica, a desigualdade de gênero no ambiente de trabalho, a atuação do sistema de justiça, os riscos de revitimização durante processos judiciais e a importância da rede de proteção e acolhimento às vítimas.


Convidadas especiais


Na sessão vespertina, às 14h, participam a delegada plantonista da Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (DEAM), Argimária Soares, que abordará a violência doméstica e a aplicação da Lei Maria da Penha; a secretária da Secretaria Municipal de Políticas para Mulheres, Infância e Juventude (SPMJ), Fernanda Lordêlo, que apresentará as políticas públicas municipais voltadas ao enfrentamento da violência contra a mulher; e a professora e advogada trabalhista Isabele Pereira, que discutirá a violência e a desigualdade de gênero no ambiente de trabalho.


Também integram a mesa Joana Rodrigues, coordenadora do Comitê de Acompanhamento e Capacitação sobre o Protocolo para Julgamento com Perspectiva de Gênero, que falará sobre a revitimização de mulheres no sistema de justiça; a jornalista e comunicadora Driele Veiga, que trará reflexões sobre empoderamento feminino e o papel da comunicação no enfrentamento à violência; e a defensora popular Carine Morais, que abordará a importância da rede de proteção às mulheres vítimas de violência.


Sessão noturna


A segunda rodada de debates acontece às 18h40 e contará novamente com a participação da delegada Argimária Soares e da advogada Isabele Pereira. A programação também terá a presença da diretora de Políticas para Mulheres da SPMJ, Fernanda Cerqueira, que apresentará ações e estratégias do município voltadas ao enfrentamento da violência de gênero.


Também participam da sessão a advogada trabalhista e doutoranda Samantha Lins, que discutirá o Protocolo para Julgamento com Perspectiva de Gênero; a jornalista e apresentadora Adriana Planzo, que abordará a repercussão de casos de violência contra a mulher na mídia e o impacto da cobertura jornalística na percepção pública sobre o tema; além da defensora popular Carine Morais, que retorna ao debate para tratar da rede de proteção e do acolhimento às vítimas.


Objetivos do evento


Além de promover informação e reflexão, a mesa redonda busca ampliar o debate sobre as diversas formas de violência contra a mulher e fortalecer a conscientização sobre a importância da prevenção e do enfrentamento coletivo ao problema.


A proposta também é estimular o diálogo entre diferentes áreas de atuação e incentivar a construção de ambientes mais seguros, inclusivos e respeitosos para as mulheres, reforçando o papel da educação, das políticas públicas e da sociedade na defesa dos direitos das Mulheres.


Serviço


Mesa redonda: “Perspectiva Multidisciplinar no Enfrentamento à Violência contra a Mulher”

Data: 10 de março de 2026

Horários: 14h e 18h40

Local: Auditório do CEEP em Gestão Severino Vieira

Idealização e organização: professora e advogada Isabele Pereira

Público: estudantes dos cursos profissionalizantes da instituição e comunidade acadêmica. 


Pauta enviada pelo jornalista Fábio Almeida

RESTAURADOR DE IMAGENS SACRAS - ARTESÃO JOSÉ DILSON ''PIMENTA'' - JEREMOABO/BA

 

Nota da Redação deste BlogTalento que nasce da determinação: o restaurador de imagens Pimenta e o orgulho de Jeremoabo


Por José Montalvão

"Independência, Poder Judiciário e Ministério..." by Fábio Kerche

 

Independência, Poder Judiciário e Ministério Público
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Author Photo Fábio Kerche
2018, Caderno CRH
24 Views 
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ABSTRACT
Os estudos acadêmicos sobre a questão da independência do Poder Judiciário e dos juízes, tanto do ponto de vista normativo quanto descritivo, são razoavelmente desenvolvidos. A produção é significativa e discute os dilemas e as dificuldades da existência de um Poder de Estado com altas doses de autonomia em regimes...
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Datafolha: Flávio se consolida e empata com Lula no 2º turno

 

Datafolha: Flávio se consolida e empata com Lula no 2º turno

Por Igor Gielow, Folhapress

07/03/2026 às 12:22

Atualizado em 07/03/2026 às 12:34

Imagem de Datafolha: Flávio se consolida e empata com Lula no 2º turno

Filho de Bolsonaro marca 43%, ante 46% do presidente; ambos têm a mais alta rejeição entre os pré-candidatos

A pré-candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) se consolidou no campo oposto ao do presidente Lula (PT) na disputa presidencial deste ano, aponta o Datafolha. O senador fluminense se aproxima do petista nas simulações de primeiro turno e empata tecnicamente na de segundo, marcando 43% ante 46% do rival.

Na centro-direita, o governador Ratinho Jr. (PR) é o nome mais bem colocado entre os três lançados pelo PSD de Gilberto Kassab, mas muito distante do pelotão da frente na corrida.

A nova pesquisa é a primeira feita pelo instituto desde que Flávio foi lançado pelo pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, a partir da cadeia. Recebida inicialmente com ceticismo, dada a preferência do centrão pelo governador Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), a pré-candidatura se firmou.

 

O Datafolha ouviu 2.004 eleitores em 137 municípios de terça-feira (3) a quinta-feira (5). Com margem de erro de dois pontos para mais ou para menos, o levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob o código BR-03715/2026.

A cristalização de Flávio é visível quando o instituto pergunta a intenção de voto espontânea do eleitor, sem apresentar nomes. Ele não era citado na rodada anterior, de dezembro passado, e agora surge com 12%. Lula oscilou de 24% para 25%, e o próximo candidato citado é o inelegível Bolsonaro, com 3%.

O Datafolha testou cinco cenários para o pleito de primeiro turno e sete para o de segundo. Lula segue à frente em todos, mas sua vantagem está em queda.

Na primeira rodada, ele marca 38% ou 39% sempre —há um improvável cenário com o ministro Fernando Haddad (Fazenda) como nome do PT, marcando aí 21% ante 33% de Flávio. O senador do PL-RJ, por sua vez, flutua de 32% a 34% nos embates com Lula. Tarcísio, ainda testado, já escorrega para 21%.

No cenário hoje mais provável, Lula tem 38% ante 32% de Flávio. Ratinho Jr. vem a seguir com 7% e o governador mineiro, Romeu Zema (Novo), com 4%. Depois vêm Renan Santos (Missão, 3%) e Aldo Rebelo (DC, 2%). Rejeitam todos os candidatos 11%, e 3% dizem não saber em quem votar.

A jogada de Kassab de unir três postulantes do PSD e escolher um, por ora, não vingou para ameaçar Flávio. Ratinho Jr. vai melhor, de toda forma, que os governadores Ronaldo Caiado (GO) e Eduardo Leite (RS).

 
 
 
 
 

Na disputa de segundo turno, a dianteira de Lula sobre Flávio caiu de 15 para 3 pontos desde dezembro. O empate técnico, mas com uma distância maior, ocorre quando o nome na segunda rodada é Ratinho Jr.: o presidente derrota o governador por 45% a 41%, em cenário estável.

 
 
 
 
 

Do ponto de vista dos líderes na disputa, o perfil do eleitorado não difere muito do que se viu na polarização acentuada do pleito de 2018 para cá.

No cenário mais provável, com Flávio e Lula, o presidente mantém uma distribuição homogênea entre os estratos socioeconômicos, repetindo os destaques usuais: nordestinos, católicos, pessoas menos instruídas e que ganham menos —neste segmento, dos que ganham até 2 salários mínimos, tem 42% (margem de erro de três pontos).

Já o filho de Bolsonaro se destaca entre evangélicos, sulistas e moradores do Norte/Centro-Oeste, redutos que foram do seu pai. Sua melhor pontuação, 48%, é entre os 28% de evangélicos da amostra, estrato com margem de erro de quatro pontos.

Reforçando a polarização há a rejeição. Acumulando quase três mandatos completos, Lula marca 46% de pessoas que dizem que nunca votariam nele. Já Flávio, neófito em disputas nacionais, chega carregando o peso do sobrenome: 45% dizem rejeitá-lo liminarmente.

Ambos também são amplamente conhecidos: só 1% nunca ouviu falar de Lula e 7%, do senador. Aqui há alguma boa notícia para Ratinho Jr., que só tem 19% de rejeição e 38% de desconhecimento.

Concorrem para o cenário turvo para o petista hoje as nuvens que congestionam o céu da política brasileira. O escândalo do Banco Master por ora tem poupado o núcleo do governo, mas a percepção de corrupção acaba colocada na conta dele.

Além disso, o foco no ministro do Supremo Alexandre de Moraes, visto como algoz do ex-presidente por seu papel na investigação e julgamento da trama golpista, favorece Flávio. Mas só até certo ponto, dado que até aqui o entorno de Bolsonaro é mais citado no caso —a começar pelo ex-chefe da Casa Civil Ciro Nogueira (PP).

Outro escândalo, o do INSS, atinge não só o governo em si, mas o presidente: seu filho Fábio Luís está cada vez mais enrolado devido à sua ligação a um personagem central do caso, e os pesquisadores do Datafolha estavam em seu último dia de coleta de dados quando emergiu a movimentação de sua conta bancária.

Há incertezas econômicas também, a que se somam as dúvidas em torno do impacto da guerra no Oriente Médio. Ainda que, como se diz proverbialmente em Brasília, "o povo não come PIB", a perda de fôlego do indicador em 2025 devido às altas taxas de juros pode aumentar o azedume com o governo, particularmente na classe média, cujo consumo das famílias tem caído.

Também contribuem fatores mais intangíveis, como a celeuma em torno da homenagem feita pela rebaixada Acadêmicos de Niterói ao presidente no Carnaval.

A gordura acumulada no segundo semestre de 2025, oriunda da bem-sucedida campanha pela soberania no embate com Donald Trump, da conquista da simpatia do americano e da prisão de Bolsonaro, secou por ora.

Politica Livre

Datafolha: Lula tem 46% de rejeição, Flávio, 45%, e Ratinho Jr., 19%

 

Datafolha: Lula tem 46% de rejeição, Flávio, 45%, e Ratinho Jr., 19%

Por Gustavo Zeitel, Folhapress

07/03/2026 às 13:45

Atualizado em 07/03/2026 às 12:40

Foto: Ricardo Stuckert e Gabriela Biló/Divulgação/Arquivo

Imagem de Datafolha: Lula tem 46% de rejeição, Flávio, 45%, e Ratinho Jr., 19%

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), à esq., e o senador e pré-candidato ao Planalto Flávio Bolsonaro (PL)

O presidente Lula (PT) tem 46% de rejeição, e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), 45%, ficando empatados tecnicamente nesse quesito, segundo pesquisa Datafolha.

Quando os eleitores são questionados sobre em que não votariam de jeito nenhum no primeiro turno, Lula e Flávio têm os maiores índices dentre possíveis nomes para a disputa à Presidência.

Depois deles, em ordem de rejeição, aparecem Fernando Haddad (27%), Ratinho Jr. (19%), Tarcísio de Freitas (18%), Romeu Zema (17%), Eduardo Leite (15%), Renan Santos (14%), Ronaldo Caiado (14%) e Aldo Rebelo (12%).

O Datafolha ouviu 2.004 eleitores em 137 municípios de terça-feira (3) a quinta-feira (5). Com margem de erro de dois pontos para mais ou para menos, o levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob o código BR-03715/2026.

Quanto às intenções de voto, Lula lidera em todos os cenários de primeiro turno, mas a pesquisa registra um crescimento na candidatura de Flávio e, em segundo turno, há empate técnico entre eles.

Em dezembro, o Datafolha mostrou que Lula era rejeitado por 44% e Flávio, por 38%.

Nos últimos dias, o senador começou as sondagens para definir a equipe econômica de seu governo e seu respectivo programa. Em relação ao governo Lula, a preocupação maior é evitar que os escândalos do caso Master e do INSS sejam colocados na conta do governo.

Terceiro em índice de rejeição, Haddad só é considerado ao Planalto diante de uma hipótese de ausência de Lula, algo improvável —com 80 anos, o atual presidente já confirmou ser candidato à reeleição. Por isso, o atual ministro da Fazenda é cotado principalmente como candidato da esquerda ao Governo de São Paulo.

Os governadores de direita apresentam um patamar menor de rejeição. Dentre os cotados do PSD, Ratinho Jr. (PR) tem 19% nesse quesito, pouco mais que Eduardo Leite (RS, 15%) e Ronaldo Caiado (GO, 14%).

Trata-se de um índice semelhante ao dos governadores de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos, 18%) e de Minas, Romeu Zema (Novo, 17%).

Em janeiro, Tarcísio visitou Bolsonaro na prisão e disse que o seu interesse é disputar a reeleição em São Paulo. No mês passado, o presidente do PSD, Gilberto Kassab, reuniu os três governadores abrigados em seu partido e disse pretender organizar uma caravana com eles no estado de São Paulo.

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