quarta-feira, fevereiro 18, 2026

“Distração” dos procuradores lesou o governo paulista em R$ 1,5 bilhão


Secretário da Fazenda e Planejamento de São Paulo encerra XXIII Semana  Jurídica do TCESP | Tribunal de Contas do Estado de São Paulo

Equipe do secretário Samuel Kinoshita esqueceu de recorrer

Afanasio Jazadji

Não fosse o zelo e a independência do blog Tribuna da Internet e ninguém saberia que o governo de São Paulo já pagou a estratosférica quantia de R$ 7 bilhões de reais à empresa S/A Central de Imóveis e Construções e agora, por distração da assessoria jurídica da Fazenda estadual, foi condenada pelo Tribunal de Justiça a despender desnecessariamente mais R$1,5 bilhão como quitação de um dos maiores precatórios brasileiros.

Esse total de R$ 1,5 bilhão foi cobrado a título de juros moratórios e compensatórios, admitidos ilegalmente como devidos em decorrência de acordo firmado entre as partes em 2004, com descumprimento da emenda constitucional 30, em vigor desde 2000, e pela consolidada jurisprudência do STF.

ERROS SUCESSIVOS – Em 2004, durante governo do tucano Geraldo Alckmin, a Fazenda paulista, por meio da Procuradoria do Estado, errou ao concordar com esse acordo ilegal e, inexplicavelmente, há alguns meses, perdeu prazo para recorrer em dois processos relacionados com a mesma execução e que transitaram em julgado, beneficiando de vez os credores do chamado precatório do Parque Villa Lobos.

A empresa favorecida foi criada pela família de J.J. Abdalla em 1967, em Araçatuba, e era proprietária da área de 600 mil metros quadrados na cidade de São Paulo, na conhecida avenida Marginal Pinheiros, e que foi desapropriada durante o governo de Orestes Quércia, em 1988.

Esse imóvel foi usado pela Prefeitura de São Paulo como depósito de lixo por vários anos e nele hoje funciona o parque Villa Lobos.

FORA DA LEI – Em 1990, o Tribunal de Justiça de São Paulo, não levando em conta disposição infraconstitucional que obrigava o juiz a estabelecer valor fixo para remunerar os honorários advocatícios sucumbenciais em ações envolvendo o Poder Público, acolheu recurso da Central e decidiu que os honorários advocatícios seriam de 10% sobre o valor do precatório, com juros e correção monetária.

Em decorrência, o escritório de advocacia contratado pela empresa exequente já recebeu cerca de R$ 600 milhões (ou seja, mais de 100 milhões de dólares), uma estonteante fortuna paga pelo povo paulista, visto que a Fazenda do Estado não paga impostos, apenas os arrecada.

Aliás, contra essa teratológica decisão também não foi apresentado recurso…

MAIS INFORMAÇÕES – O Município de Araçatuba, sede da S/A Central de Imóveis e Construções, dirigida por José Augusto Calil Otoboni, ocupa uma área de 1.162 km2 e, de acordo com dados do IBGE, tem cerca de 208 mil habitantes.

O orçamento de Araçatuba para este ano estima receita de R$ 1,16 bilhão, bem menos do que os R$ 1,5 bilhão caberá ao Estado de São Paulo pagar à S/A Central de Imóveis e Construções.

A propósito, de se acrescentar que o maior município brasileiro em extensão territorial é Altamira, no Pará. Com uma área de 159,5 mil km2, é maior que muitos estados brasileiros e países como Portugal, Coreia do Sul e mais 150 outros. Sua população não passa de 150 mil habitantes, ou seja, tem menos de um morador por km2.

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NOTA DA REDAÇÃO DO
 BLOG – Afanasio Jazadji é jornalista, advogado e foi deputado estadual por 5 legislaturas. Por intermédio do escritório do advogado Luiz Nogueira, moveu ação popular contra a Fazenda do Estado de São Paulo, para impedir pagamentos irregulares nos chamados precatórios do Parque Villa Lobos. O advogado Luiz Nogueira conseguiu vitórias espetaculares na Justiça, porém jamais esperava que a Procuradoria simplesmente perdesse o prazo para apresentar recursos. Na prática forense, perder o prazo significa entregar o ouro aos bandidos, como se dizia antigamente. (C.N.)


Trânsito na avenida Beira Mar passará por alterações a partir de quinta

 

A partir desta quinta-feira pós-carnaval, dia 19, o trânsito no sentido Centro – praias, ficará com apenas uma faixa de tráfego

A alteração ocorre devido às obras do Complexo Viário Senadora Maria do Carmo (Foto: SMTT)

A Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT), informa que a avenida Beira Mar passará por alterações de trânsito a partir de quinta-feira, 19 de fevereiro, devido às obras do Complexo Viário Senadora Maria do Carmo, de responsabilidade do Governo do Estado.

De acordo com a SMTT, a partir desta quinta-feira, o trânsito no sentido Centro – praias, no trecho a aproximadamente 150m do acesso à CODEVASF, ficará com apenas uma faixa de tráfego.

Nesse período, até o dia 1º de março, o sentido praias – Centro, permanecerá com duas faixas de rolamento. A partir do dia 2 de março, a circulação deste sentido (praias – Centro) também passará a contar com apenas uma faixa para cada sentido de circulação, iniciando logo após o semáforo destinado a pedestres e ciclistas até 150m antes do acesso à CODEVASF. Assim, a partir do dia 2 de março, em ambos os sentidos de circulação contarão com uma faixa no trecho entre o semáforo para pedestres e ciclistas até 150m do acesso à CODEVASF. A medida é necessária para a conclusão dos ajustes na nova configuração viária.

Com a alteração, a SMTT orienta que os condutores programem seus deslocamentos com antecedência e redobrem a atenção ao trafegar pelo trecho e destaca que o acesso à avenida Tancredo Neves permanecerá sem alterações. Como rotas alternativas, a recomendação é utilizar as avenidas José Carlos Silva e Delmiro Gouveia.

Fonte: SMTT

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DJ carioca Bruninho Music faz a festa no penúltimo dia do Impacto de Carnaval – Sal da Terra 2026 no Centro de Salvador

 


                                  Crédito / Foto – Juliano Sarraf



O DJ carioca Bruninho Music foi a grande atração da noite desta segunda-feira (16/02) no Impacto de Carnaval – Sal da Terra 2026, realizado na Praça da Sé, no Centro Histórico da capital baiana. 

O projeto teve início na sexta-feira (13) e segue até esta terça-feira (17), reunindo música e evangelização em meio ao período carnavalesco.

Cantor, compositor, DJ e produtor musical, Bruninho Music tem como missão levar uma mensagem de alegria, fé e diversão por meio da música. Utilizando ritmos modernos como ferramenta de evangelização e conexão com o público jovem cristão, o artista comandou seu setup com energia e carisma, mixando sucessos que não deixaram o público parado e transformaram a praça em um grande momento de celebração.

O Impacto de Carnaval – Sal da Terra 2026 é promovido pela Igreja Batista Missionária da Independência, com apoio do Governo do Estado da Bahia, por meio da Superintendência de Fomento ao Turismo da Bahia (Sufotur), e tem como objetivo oferecer uma programação alternativa durante o Carnaval, levando música e mensagens de fé ao público.

A programação será encerrada nesta terça-feira (17), a partir das 20h30, com a apresentação do cantor de pagode gospel Marcos Semeadores, prometendo fechar o evento com mais um momento especial de louvor e celebração.


Pauta enviada pelo jornalista Fábio Almeida

A opinião ácida de “especialistas” sobre desfile que homenageou Lula na Sapucaí.

 



A opinião ácida de “especialistas” sobre desfile que homenageou Lula na Sapucaí. 

O DEDO DO LULA E AS DESPESAS FEDERAIS

“Dois ídolos do ódio racista que a direita promoveu no Brasil, Bolsonaro e Moro, usaram o dedo do Lula para expressar seus valores. Bolsonaro imprimiu e difundiu camisetas em que aparece a mão do Lula com quatro dedos, explorando o defeito físico do maior líder popular que o Brasil já teve. Moro, conversando com seus comparsas, se refere ao maior dirigente político que o país tem como “nine”, uma forma depreciativa de mencionar Lula. São duas formas de expressão em que se revelam personalidades desprezíveis, odiosas execráveis, de preconceito e de tentativa de desqualificação de um líder popular, de um operário, de um imigrante nordestino. Coisas que incomodam profundamente à direita brasileira e por isso ela se expressa, através de seus líderes, dessa forma.”  Emir Sader.

Para analisar o texto de Emir Sader ("O Dedo do Lula", especialmente a versão atualizada de 2019) à luz da distribuição das despesas do governo federal brasileiro — com ênfase no "gráfico de pizza" que destaca os pagamentos da dívida pública (juros e amortizações) como a maior fatia, beneficiando bancos e rentistas —, podemos seguir uma abordagem estruturada:

•   Resumo do argumento central de Sader: O texto usa o dedo mindinho perdido por Lula (em acidente de trabalho como operário) como símbolo do preconceito de classe e racial da elite brasileira branca (paulista/sulista). Essa elite, segundo Sader, domina instituições de poder (bancos, mídia, FFAA, empresas) e despreza origens populares, nordestinas e trabalhadoras. Bolsonaro e Moro representam esse ódio ao zombar do "defeito" de Lula, revelando uma ideologia que vê o trabalho manual (e quem o exerce) como inferior.

•   Incorporar os dados econômicos atuais: O "gráfico de pizza" famoso, elaborado pela Auditoria Cidadã da Dívida (baseado em dados oficiais do Painel Orçamentário do governo), inclui não só juros, mas também amortizações/refinanciamento da dívida (rolagem). Isso mostra os recursos destinados ao "Sistema da Dívida" como a maior fatia do orçamento executado. Em 2024 (dados mais detalhados disponíveis), o total pago foi R$ 4,648 trilhões, com: 

•   Juros e Amortizações da Dívida: ~42,96% (R$ 1,997 trilhão) — maior fatia, indo principalmente para bancos e investidores (nacionais e estrangeiros).
•   Previdência Social: ~21,16%.
•   Transferências a Estados/Municípios: ~11,07%.
•   Assistência Social: ~5,99%.
•   Saúde: ~4,16%.
•   Educação: ~2,95%.
•   Outras áreas (defesa, trabalho, etc.) ficam com fatias menores.

Para 2025 (dados preliminares de execução até jan/2026), a tendência se mantém semelhante, com dívida pública batendo recordes (R$ 8,6 trilhões, ~78-79% do PIB) e déficits impulsionados por juros altos.

Conexão entre o texto de Sader e a realidade orçamentária

Perpetuação do poder da elite financeira: Sader descreve a elite branca como dona dos bancos e do poder econômico. Os pagamentos da dívida (juros + rolagem) transferem trilhões dos impostos (pagos majoritariamente pela população trabalhadora) para credores — grande parte bancos privados (Itaú, Bradesco, etc.) e fundos de investimento. Essa "sangria" orçamentária beneficia exatamente a classe rentista que Sader critica: uma minoria privilegiada que não produz, mas acumula via especulação financeira.

Contraste de classe (e racial) simbolizado pelo "dedo do Lula": Lula representa o operário que perdeu o dedo no trabalho produtivo. Enquanto isso, a maior fatia do orçamento vai para rentistas que "ganham sem trabalhar" (juros sobre títulos públicos). Áreas que beneficiam o povo (saúde, educação, assistência — fatias mínimas) são sacrificadas para priorizar os bancos. Isso reforça a desigualdade que Sader denuncia: a elite despreza o trabalhador manual, mas o Estado (via dívida) garante seus privilégios.

Ideologia neoliberal e estrutural: Sader liga isso à escravidão (desqualificação do trabalho e dos negros). Hoje, o "Sistema da Dívida" atua como mecanismo moderno: altas taxas de juros (Selic elevada) enriquecem a elite financeira (majoritariamente branca e sulista), enquanto cortes em investimentos sociais afetam desproporcionalmente pobres, negros e nordestinos — o eleitorado que elegeu Lula.

Crítica ao gráfico oficial vs. cidadão: Fontes oficiais separam "despesas primárias" (previdência como maior) das financeiras (juros ~10-15%). Mas a visão da Auditoria Cidadã (incluindo rolagem) revela o privilégio real da dívida, alinhando-se à tese de Sader de que o poder econômico real está com os credores.

Essa análise revela que o preconceito descrito por Sader não é só simbólico (zombaria ao dedo de Lula), mas estrutural e econômico. A priorização da dívida pública sobre investimentos sociais perpetua o domínio da elite financeira criticada pelo autor, transferindo riqueza do povo (trabalhadores como Lula) para bancos. Uma política de auditoria da dívida ou renegociação de juros poderia reverter isso, alinhando-se ao "orgulho operário" que Sader defende.
Por Luis Celso Dirceu Lula


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terça-feira, fevereiro 17, 2026

"A corrupção no Judiciário e o caso dos magistrados aposentados pelo Conselho Nacional de Justiça (2008-2017)." by Moisés Lazzaretti Vieira

 

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Moisés Lazzaretti Vieira
Undergraduate | Universidade Federal do Rio Grande do Sul
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A corrupção no Judiciário e o caso dos magistrados aposentados pelo Conselho Nacional de Justiça (2008-2017).
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"A Desaposentação no Ordenamento Jurídico Brasileiro" by Bethsaida de Sá Barreto Diaz Gino

 

A Desaposentação no Ordenamento Jurídico Brasileiro
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Author Photo Bethsaida de Sá Barreto Diaz Gino
2016, Id on Line REVISTA DE PSICOLOGIA
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Receita vê indícios de que servidor entregou dados sigilosos de ministros do STF a terceiros

 

Receita vê indícios de que servidor entregou dados sigilosos de ministros do STF a terceiros

Por Adriana Fernandes, Folhapress

17/02/2026 às 15:19

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil/Arquivo

Imagem de Receita vê indícios de que servidor entregou dados sigilosos de ministros do STF a terceiros

Investigação mira funcionário da estatal Serpro cedido à Receita no Rio e outros 3 servidores

A Receita Federal encontrou indícios de que um servidor do Serpro (empresa estatal de processamento de dados) cedido ao Fisco acessou irregularmente os sistemas da Receita e entregou dados sigilosos de ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) e seus familiares para outras pessoas.

De acordo com nota do gabinete do ministro Alexandre de Moraes, do STF, quatro servidores foram alvos da operação da PF (Polícia Federal) sobre vazamentos de quebras de sigilo nesta terça-feira (17). Trata-se de Luiz Antônio Martins Nunes, Luciano Pery Santos Nascimento, Ruth Machado dos Santos e Ricardo Mansano de Moraes.

Nunes é servidor do Serpro no Rio.

De acordo com nota do gabinete do ministro Alexandre de Moraes, do STF, outros três servidores foram alvos da operação da PF (Polícia Federal) sobre vazamentos de quebras de sigilo nesta terça-feira (17). São eles Luciano Pery Santos Nascimento, Ruth Machado dos Santos e Ricardo Mansano de Moraes.

O STF ordenou que a PF realizasse busca e apreensão e quebra dos sigilos bancário, fiscal e telemático dos investigados, além recolhimento domiciliar durante a noite e afastamento imediato do exercício da função pública, entre outros.

A nota ainda afirma que as investigações iniciais da Receita Federal identificaram "diversos e múltiplos acessos ilícitos" ao sistema do órgão, "seguindo-se de posterior vazamento das informações sigilosas".

A Folha não localizou a defesa dos servidores.

A notícia de vazamento de dados da Receita ocorre na esteira do caso do Master, liquidado pelo Banco Central no ano passado e que já levou a operações da Polícia Federal em Brasília, São Paulo e outros estados.

De acordo com a apuração inicial, o funcionário do Serpro era alvo de outra investigação da corregedoria da Receita e da Polícia Federal sobre vazamento de dados.

Foi detectada uma sobreposição do mesmo servidor nos dois casos, o que fez as autoridades acelerarem a operação realizada na manhã desta terça-feira (17). Foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia.

O rastreamento feito pela Receita permitiu identificar acessos indevidos, quanto tempo durou a visualização das páginas e se os dados do Fisco foram baixados ou impressos.

O mapeamento dos acessos também levou em conta as pessoas que tinham autorização para entrar no sistema por meio de procuração.

Um robô foi utilizado para fazer o levantamento nos sistemas e verificar a quebra de sigilo de ministros e seus familiares (mães, pais, cônjuges e filhos). Trata-se de uma lista que envolve mais de 100 pessoas, como revelou a Folha.

A primeira parte do levantamento da Receita foi enviada ao ministro Alexandre de Moraes, que havia solicitado as informações. Foi com base nessa informações que a operação foi autorizada.

Moraes foi informado de que houve acesso à declaração da sua esposa, a advogada Viviane Barci.

O escritório dela foi contratado pelo Master por R$ 3,6 milhões mensais para auxiliar na defesa dos interesses da instituição, de acordo com informações divulgadas pelo jornal O Globo em dezembro.

Outros integrantes da Corte também foram informados que dados dos seus familiares foram consultados irregularmente. Estão na lista de possíveis alvos dos acessos indevidos as ex-esposas do ministro Dias Toffoli, Roberta Rangel, e de Gilmar Mendes, Guiomar Feitosa.

Auditores da Receita estão trabalhando no Carnaval para entregar o material completo a Moraes após o feriado.

A Receita, em nota divulgada sobre a operação da PF nesta terça (17), chamou a atenção para a existência de uma investigação prévia. "Além dos procedimentos no âmbito do inquérito, noticiados hoje, com base em informações prestadas pela própria Receita Federal do Brasil, há prévio procedimento investigatório em parceria com a autoridade policial, cujos resultados poderão ser divulgados oportunamente", diz a nota.

Há uma preocupação dos investigadores de que essa primeira investigação não seja comprometida.

De acordo com a Receita, o STF solicitou ao órgão em 12 de janeiro uma auditoria em seus sistemas para identificar desvios no acesso a dados de ministros da Corte, parentes e outros nos últimos três anos. O trabalho foi incluído em procedimento que já havia sido aberto no dia anterior pela Corregedoria da Receita Federal, com base em notícias veiculadas pela imprensa.

Segundo a Receita, desde 2023 foram ampliados os controles de acessos a dados, com forte restrição aos perfis de acesso e ampliação de alertas. Foram concluídos sete processos disciplinares no período, com três demissões e sanções nos demais.

A Receita ainda tem dez processos administrativos em andamento, de acordo com pessoas a par do tema.

Politica Livre

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