sábado, maio 27, 2023
Roberto Jefferson confessa ter disparado 50 tiros contra policiais
Sexta-Feira, 26/05/2023 - 20h46
Por Redação

O ex-deputado federal Roberto Jefferson confessou nesta sexta-feira (26), que atirou cerca de 50 vezes e arremessou três granadas de luz e som contra policiais federais que foram prendê - lo, em sua residência, O caso aconteceu no dia 23 de outubro de 2022. Na confissão, Jefferson afirmou que não teve a intenção de matar os policiais, porém dois agentes da PF ficaram com ferimentos leves.
O ex-parlamentar revelou ainda que está arrependido por ter atirado e pediu desculpas aos policiais que foram à casa dele para cumprir uma ordem de prisão. O interrogatório de Jefferson durou cerca de duas horas na Justiça Federal.
Ele é acusado pelos crimes de tentativa de homicídio contra os quatro agentes federais, resistência qualificada e posse ilegal de arma e de três granadas adulteradas.
Em seu depoimento, Roberto Jefferson confirmou que utilizou os artefatos contra os policiais.
“Eu estava no meu quarto no celular quando vi os policiais chegarem pela câmera de monitoramento. Peguei a carabina que fica do lado da minha cama e a bolsa com os três artefatos. Fui pra varanda. Eles disseram que foram me prender e fazer busca na minha casa. Eu disse que não ia, que estava sendo perseguido pelo Alexandre de Moraes, e falei pra eles saírem de lá. Um policial pulou o portão”, declarou Jefferson na audiência.
Questionado sobre um possível arrependimento pelo o ato cometido, o ex-deputado federal afirmou que “sim”.
“Hoje eu não repetiria. Estou preso, afastado da minha casa, da mulher que eu amo”.
Após a audiência, a juíza federal Abby Ilharco Magalhães abriu prazo para alegações finais do MPF e da defesa. Depois das alegações das duas partes, a juíza vai decidir se Jefferson vai a júri popular.
PF fez tomografia e raio-X em cavalo de ouro e cobre de Michelle Bolsonaro
Sexta-Feira, 26/05/2023 - 21h36
Por Redação

O Instituto Nacional de Criminalística da Polícia Federal( PF) concluiu um laudo que apontou o cavalo em miniatura, presenteado pelo governo da Arábia Saudita ao ex - presidente Jair Bolsonaro (PL) e à ex- primeira - dama, Michelle Bolsonaro equivale a R$ 24.855,62 e é composto majoritariamente por cobre.
Os peritos chegaram ao valor, após submeterem e analisarem peças em “análises” físicas, químicas e mineralógicas. Um raio - X e a tomografia computadorizada também foram utilizados nos procedimentos realizados no último dia 15.
"As imagens foram analisadas em todos os planos anatômicos (coronal, axial e sagital), conjuntamente ao processamento de reconstruções tridimensionais do corpo da escultura, 3 (três) membros e base, a fim de subsidiar a análise do material questionado", disse o laudo.
Os "exames" pontuaram ainda que a escultura é composta por " material maciço e sem partes ocas" e formada por diferentes metais preciosos.
"No âmbito da superfície do corpo da escultura do cavalo, mais especificamente nas porções metálicas de cor dourada, verificou-se uma composição majoritária de cobre (89,02 a 94,18%), prata (3,44 a 6,27%) e ouro (1,39 a 3,90%)", detalha o documento.
O cavalo que a família Bolsonaro ganhou de presente chegou até a ser danificado, de acordo com o Instituto Nacional de Criminalística.
"O material apresenta danos posteriores, indicativos de manuseio incorreto e que abrangem a sua embalagem própria de acondicionamento. Esses danos prejudicam a sua estética e impedem o seu uso expositivo, ornamental e/ou para composição de acervo, necessitando de reparos", apontaram os peritos.
Juíza Hardt atende Toffoli e manda suspender ações contra Tacla Duran

Ações criminais foram suspensas, mas não foram extintas
Deu na Folha
A juíza Gabriela Hardt, da 13ª Vara Federal de Curitiba, mandou suspender os processos contra o advogado Rodrigo Tacla Duran, conforme determinado do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Dias Toffoli. A magistrada mandou que cópias das duas ações da Operação Lava Jato sejam enviadas ao STF.
Com a decisão, ela atendeu a uma determinação de Toffoli, que herdou a relatoria dos processos do ministro Ricardo Lewandowski após a aposentadoria dele, em abril.
ORDENS DE LEWANDOWSKI – Nessa decisão, que consta em despacho de terça-feira (23), Toffoli disse que ordens anteriores de Lewandowski determinando as suspensões não estavam sendo respeitadas.
Tacla Duran trabalhou para a Odebrecht entre 2011 e 2016, e foi acusado na Operação Lava Jato de movimentar R$ 95 milhões para a empreiteira e lavar ao menos R$ 50 milhões por meio de suas empresas na Espanha e em Cingapura, que emitiu notas fiscais frias para Odebrecht e outras empreiteiras, como a UTC.
Desde 2017, o doleiro tem feito acusações contra o ex-juiz e atual senador Sergio Moro (União Brasil-PR) e o ex-procurador e deputado federal cassado Deltan Dallagnol (Podemos-PR) no que teria sido um caso de extorsão.
NO SUPREMO – Por citar o nome de Moro e Deltan, o caso foi enviado ao Supremo em março passado. Em 2019, Tacla Duran disse ao colunista Jamil Chade, do UOL, que “pagou para não ser preso” e citou uma tentativa de extorsão de US$ 5 milhões.
Moro e Deltan sempre negaram as acusações e têm dito que o caso já foi investigado anteriormente e arquivado por falta de provas.
Hardt assumiu provisoriamente os casos da Lava Jato nesta semana com o afastamento do colega Eduardo Appio, por ordem da segunda instância. O magistrado é investigado por causa de telefonema atribuído a ele feito ao filho do ex-relator da operação, no qual teria fingido ser um funcionário da Justiça.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Tacla Duran está foragido na Espanha há quase dez anos. Por videoconferência, prestou depoimento à CPI da JBL para acusar Moro e Dallagnol. Na ocasião exibiu fotos de celulares como provas. Mas logo se percebeu que eram provas forjadas e Tacla Duran preferiu sumir do mapa. Agora, a fortuna que amealhou com a corrupção das empreiteiras está diminuindo e ele precisa reforçar o caixa, mas Lewandowski suspendeu os processos contra ele. Para ajudar Tacla Duran, o juiz petista Eduardo Appio desrespeitou Lewandowski e colheu novo depoimento do doleiro, por videoconferência, cujo teor vale o mesmo que uma moeda de três dólares. Mesmo assim, a imprensa amestrada vive a enaltecer o doleiro, chamando-o de “advogado” ou “consultor” da Odebretch, e apregoando que ele teria provas contra Moro e Dallagnol, mas é Piada do Ano. Por fim, as ações criminais contra o doleiro estão apenas suspensas. Não foram extintas. (C.N.)
O Coronel Pai Deri" delira em querer afastar Delegado para não apurar suas trambicagens com o dinheiro público.
O preteito de Jeremoabo convidando um cidadão para entrar no trio, só não informou qual tipo de trio.
Os comentários em Jeremoabo é que o prefeito Deri do Paloma querendo assumir o lugar do Prefeito de Sucupira Odorico Paraguaçu irá tentar transferir o Delegado de Polícia que apura crimes cotra erário publico praticado por uma suposta organização criminosa em que há fortes evidências que o prefeito participa.
Qual a justificativa o Odorico Paraguaçu de Jeremoabo irá apresentar ao governador Jerônimo ou ao Secretário de Segurança Pública?
Será que é para impedir que a polícia desbarate uma suposta organização criminosa implantada na adminstração municipal de Jeremoabo?
Haja oleo de peroba para passar na cara desse povo sem escrúpulo.
Essa missão do prefeito será impossóvel, não passará de um " delírio", o delegado não é empregado do Governador e sim do Estado.
Ser Delegado de Polícia é criar inimigos e inimizades apenas por exercer sua função e cumprir a lei.
O delegado está simplesmente cumprindo a lei por determinação do Desembargador do Tribunal de Justiça da Bahia a pedido do Ministério Público Estadual por ato de corrupção em Jeremoabo com repercussão geral.
Considerando que o prefeito de Jeremoabo além de incompetente é sem noção, informarei o que acontecerá quando um improbo injustamente tenta transferir um Delegado de Polícia em beneficio de uma organizaçao criminosa:
Justiça do Pará pede explicações sobre transferência de delegado Fonseca para o Marajó
O tribunal de Justiça do Pará (TJPA) concedeu liminar favorável ao ex-prefeito de Oriximiná, Delegado Fonseca, reconhecendo irregularidades na sua transferência para a delegacia civil do município de Santa Cruz do Arari, na Ilha de Marajó.
A decisão foi tomada pela juíza Natasha Veloso, da Comarca de Santa Cruz do Arari, que pediu ainda explicações da delegacia geral e da procuradoria-Geral do Estado em um prazo de 10 dias.
https://www.blogger.com/
Será que o Governador Jerônimo irá macular sua biográfia cometendo injustiça para satisfazer um prefeito aloprado em beenfício de uma organização criminosa denúnciada por veredores da oposição e relatada por um Desembargador?
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