quinta-feira, maio 25, 2023
Lula liberou R$ 1 bilhão para deputados votarem o arcabouço fiscal “pelo Brasil”
Publicado em 25 de maio de 2023 por Tribuna da Internet

Governo nem se preocupa, pois sabe que Lira vai resolver
Daniel Weterman
Estadão
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva liberou R$ 1 bilhão em emendas parlamentares no dia da votação do arcabouço fiscal. Foi a maior liberação de recursos feita em um único dia do ano. Nas horas que antecederam a votação, o Estadão flagrou deputados reclamando da articulação política do Planalto e pedindo emendas e cargos no cafezinho da Câmara.
“Pelo Brasil, né?”, afirmou o deputado Igor Timo (Podemos-MG), vice-líder do governo, dando uma gargalhada.
PARA PREFEITURAS – A liberação atendeu deputados e senadores e foi feita às custas do Ministério da Saúde, responsável por 99% das liberações (empenhos, no jargão técnico) feitas na terça-feira, 23. Agora, o dinheiro (R$ 1,052 bilhão) está pronto para cair no caixa das prefeituras indicadas pelos congressistas.
Os partidos mais beneficiados foram PT, MDB, PSD e União Brasil, que compõem a base do governo e ainda possuem integrantes insatisfeitos com o tratamento dado pelo Planalto ao Legislativo.
As emendas individuais são impositivas, ou seja, o governo é obrigado a pagar conforme a indicação dos deputados e senadores. O Executivo tem, no entanto, controle sobre o momento da liberação. Além desses recursos carimbados, o governo Lula começou a liberar no mesmo dia recursos herdados do orçamento secreto, esquema revelado pelo Estadão e extinto pelo Supremo, que agora está no guarda-chuva dos ministérios, mas ainda atende a pedidos dos parlamentares.
BAIXO CLERO – Às 14h30 de terça-feira, horas antes da votação, deputados do baixo clero estavam ansiosos com o acordo que viria para a aprovação da nova regra fiscal. O acordo estava sendo negociado na residência oficial do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), com líderes partidários e interlocutores do Palácio do Planalto.
Distante dali, no cafezinho do plenário da Câmara, que fica atrás do local onde ocorrem as votações, um grupo de deputados se juntou e pintou o retrato mais fiel de como funciona o Congresso.
“O governo só mandou abacaxi para o Rio de Janeiro. Não tenho motivo para votar com esse governo sem que ele me ajude”, disse o deputado Chiquinho Brazão (União Brasil-RJ), queixando-se do tratamento dado pelo governo para ele até aquele momento.
FOI LOGO ATENDIDO – Procurado pelo Estadão, o parlamentar repetiu a queixa. “O Rio de Janeiro precisa de muitos recursos e o governo precisa atender o nosso Estado. A gente faz política na política, e política se faz com o quê?”. Chiquinho Brazão votou a favor do projeto e foi contemplado com liberações no mesmo dia. Ele, porém, diz ter votado de acordo com sua convicção.
Na conversa flagrada pelo Estadão, Brazão reclamava de ter dado um “gesto” a Lula no fim do ano passado, ao votar favoravelmente à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Transição, e ser pressionado a dar um novo “gesto” no arcabouço fiscal sem receber um sinal em troca. “
Meu irmão, vamos começar a contaminar essa porra toda. Preciso de apoiadores na fala”, afirmou ele aos interlocutores, conclamando os colegas a não dar sossego para o governo no plenário a partir de agora.
ESTÁ RESOLVENDO – No momento em que Brazão falava, entrou na roda o deputado Silvio Costa Filho (Republicanos-PE). “O Celso tá cuidando lá. Isso tá se resolvendo”, disse. Celso é o deputado Celso Sabino (União Brasil-PA). Ele é ligado a Lira e ao líder do União Brasil na Câmara, Elmar Nascimento (BA), favorito para ser o candidato do grupo à presidência da Casa em 2025.
Até o dia da votação, o governo Lula pagou R$ 4,7 bilhões em emendas parlamentares, de um total de R$ 36,5 bilhões previstos para o primeiro ano, incluindo recursos indicados individualmente pelos parlamentares, pelas bancadas estaduais e pelas comissões do Congresso.
O valor inclui verbas do orçamento secreto negociadas pelo ex-presidente Bolsonaro que ainda não haviam sido pagas. Outra parte, que foi colocada no guarda-chuva dos ministérios após o STF derrubar o orçamento secreto, também começou a cair. De R$ 9,8 bilhões dessa parte, o governo liberou R$ 1,4 milhão para pagamento na terça-feira, sinalizando que as coisas vão começar a andar.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Como se vê, nada mudou, está tudo como antes no Quartel de Abrantes. É a nova velha política em ação. (C.N.)
Marina Silva provoca Lula, dizendo que jamais praticou “ética de conveniência”
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Marina, a neopatricinha, assume o monopólio da ética
Camila Turtelli
O Globo
Diante do que considera “esvaziamento” do seu ministério, Marina Silva disse que a nova estrutura proposta pelo Congresso vai “fechar portas” para o governo Lula. A ministra fez também críticas sobre a retirada da responsabilidade da demarcação de terras indígenas do Ministério dos Povos Indígenas para o da Justiça.
O relatório com as mudanças foi aprovado na Comissão Mista na madrugada desta quinta-feira. Convidada a falar na comissão do Meio Ambiente da Câmara, Marina também fez acenos ao presidente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (Ibama), Rodrigo Agostinho, atualmente alvo de críticas do Congresso e de autoridades do Norte do país, após o instituto vetar a exploração de petróleo no Foz do Amazonas.
IMAGEM NO EXTERIOR – Para a ministra, a credibilidade do presidente Lula (PT) não será o suficiente para garantir a boa imagem ambiental do país no exterior: —Vão questionar, “mas a sua lei não permite, as estruturas foram mudadas. A estrutura do seu governo não é essa que você ganhou as eleições, é a estrutura do governo que perdeu” e isso vai fechar todas as nossas portas — disse Marina.
Relator da medida provisória sobre a reestrutura dos ministérios, o deputado Isnaldo Bulhões (MDB-AL) fez uma série de mudanças na estrutura das pastas, mudando órgãos e funções. O Ministério do Meio Ambiente foi um dos que foi esvaziado. O Cadastro Ambiental Rural (CAR), por exemplo, foi transferido para o Ministério da Gestão, enquanto a Agência Nacional das Águas (ANA) passa a ser vinculada ao Ministério do Desenvolvimento Regional.
— É um erro estratégico tirar do Meio Ambiente, do Serviço Florestal, e levar o Cadastro Ambiental Rural para o Ministério da Agricultura, em prejuízo a tudo o que estamos conseguindo nesses quatro meses de governo — disse Marina.
MARINA NA CONTRAMÃO – Em entrevista à GloboNews, o deputado Isnaldo Bulhões rebateu a ministra e disse que ela está na contramão de outros integrantes do governo.
— A ministra Marina está se posicionando fora do contexto. Indo de encontro ao posicionamento do governo. Quando ela diz que a política ambiental está sendo esvaziada, isso não é verdade. As funções estão sendo preservadas — rebateu o relator da MP.
Marina foi à comissão acompanhada do presidente do Ibama, Rodrigo Agostinho. O órgão é atualmente alvo de forte críticas vindas, principalmente, do Congresso, após o instituto vetar a exploração de petróleo do Foz do Amazonas.
PERDA DA CÂMARA — “Só vim entender por que Agostinho não se reelegeu depois. Foi uma perda muito grande para essa Casa (Câmara) ele não ter ser reeleito. Mas compreendi que ele seria fundamental como presidente do Ibama, no governo Lula, nesse momento tão desafiador para história do país” — disse Marina, logo no início da sua fala, ao se referir ao presidente do Ibama.
Agostinho foi candidato a deputado federal em 2022, mas não se reelegeu. Ele foi nomeado presidente do Ibama por Marina em janeiro deste ano. A negativa do instituto provocou uma forte reação que levou ao pedido de desfiliação do senador Randolfe Rodrigues, líder do governo no Congresso, do partido de Marina, a Rede.
Enquanto isso, a Petrobras divulga comunicado ao mercado em que informa que vai protocolar, ainda nesta semana, pedido ao Ibama para reconsiderar a negativa de licença ambiental para perfurar um poço na Bacia da Foz do Amazonas, em águas profundas do Amapá.
ÉTICA DE CONVENIÊNCIA – Ao falar na comissão da Câmara, a ministra afirmou que é preciso ter coerência ao defender questões relacionadas ao meio ambiente.
— A gente tem que ser coerente. É muito fácil defender meio ambiente no ambiente dos outros. Difícil é defender meio ambiente no ambiente da gente. E foi isso que eu sempre fiz. Aprendendo com Chico Mendes, que era um cearense seringueiro, aprendendo com a academia, com meu tio mateiro, com minha avó parteira, com meio tio seringueiro. Aprendendo que a gente tem que ter a ética, não a de conveniência, mas a ética dos valores. Não é ética de circunstância: “aqui eu defendo a sustentabilidade, lá no meu estado eu não vou defender” — alegou a ministra, concluindo:
— Essa mancha eu não tenho no meu currículo de ter tido ética de conveniência.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Marina Silva é a nova versão da “Soninha Toda Pura”, personagem criada pelo dramaturgo Ilclemar Nunes. Vai dar muito trabalho a Lula, vetando obras e empreendimentos importantíssimos para o país. Ainda mais agora, quando está assumindo o monopólio da ética. Ou seja, o que ela acha é ético; o que os outros acham é antiético. Vai ser duro aturar sua ditadura ambiental. (C.N.)
Em marcha fúnebre, sepultura da Lava Jato se mantém como altar de disputas políticas
Publicado em 25 de maio de 2023 por Tribuna da Internet

Charge do Zé Dassilva (NSC Total)
Bruno Boghossian
Folha
O afastamento do juiz Eduardo Appio deu à Lava Jato mais um atestado de óbito para sua coleção. O conflito entre o magistrado responsável pelos processos em Curitiba e os desembargadores do TRF-4 contribui para a autópsia de uma operação que nasceu e morreu como joguete de vontades políticas.
A Lava Jato já estava morta quando Appio assumiu a função, em fevereiro. Os excessos cometidos pela força-tarefa desde as etapas iniciais, os arranjos revelados pela Vaza Jato, as sentenças anuladas, os acertos do mundo político para frear investigações e a aliança com o bolsonarismo cavaram esse túmulo.
MOTIVAÇÃO POLÍTICA – A longa marcha fúnebre começou na origem de uma operação que se alimentava do voluntarismo e aceitava exibir uma indisfarçável motivação política. No artigo em que lançou as bases da Lava Jato, Sergio Moro descrevia a tarefa de corrigir a máquina do poder de fora para dentro.
O raciocínio se refletiu nas ferramentas usadas por investigadores, nos métodos para obter provas e na escolha dos alvos da operação. Os abusos praticados a partir dessa doutrina deram fôlego à Lava Jato, mas logo provocaram sua asfixia.
Num golpe do destino, a operação definhou porque perdeu sustentação política. As infrações cometidas pela força-tarefa fortaleceram uma coalizão interessada em reagir à Lava Jato, e a situação piorou de vez quando seus protagonistas buscaram abrigo partidário e eleitoral com o grupo que se beneficiou de suas ações.
ALTAR POLÍTICO – Desde então, a sepultura da Lava Jato se mantém como uma espécie de altar político frequentado tanto por guardiães como por detratores.
Ao assumir os casos remanescentes, Appio exibiu simpatias partidárias, se lançou numa cruzada para rever atos passados e decidiu investigar integrantes da Lava Jato —o que seria legítimo, não fossem as suspeitas de que ele buscou atalhos nesse caminho.
A reação partiu do consórcio que, por anos, se dispôs a preservar até as ilegalidades da operação: antes mesmo de uma apuração conclusiva, o TRF-4 afastou o juiz.
Quem quiser falar com o prefeito de Jeremoabo só no fundo do quintal de sua residência
Rebaixaram o Fábio Original para Fábio Generíco, agora querem colocar como boi de piranha.
O " Pai Deri" tem artimanhas de Satanás, para permanecer no poder não está olhando para os meios já que os fins é o imprtante para obter êxito na sua tramoia.
Para " Pai Deri" ética, lealdade e escrúpulo são palavras que não não faz parte do seu dicionário; se não poupa os familiares poir estarnhos.
O seu vice-prefeito Fábio da Farmárcia além de ser amador na política não passa de figura decorativa, a unica oportunidade que tem nesse (des)governo é sair em fotos com o prefeito autopromovendo-se as custas do dinheiro púbico, ato esse que contraria o Art. 37 da Cosntituição Federal, que no dia que o Ministério Público resolver defender a Constituição, ambos com certeza serão penalizados e ficarão inelegível por 08(oito) anos, isso porque " Pai Deri" não quer se afogar sozinho.
As eleições estão chegando, a única bala de prata que o preefito Deri do Paloma dispõe para permanecer no poder e tentar amenizar a conta que já começou a chegar é tetar eleger o seu sobrinho não importando os meios nefastos; para isso tem que levar o Fábio Genérico em banho maria o máximo que poder para quando não houver chance de se candidatar descartar jogando no lixo da traição.
Usando da sua façanha satânica irá induzir o seu vice prefeito pular para o PT o que não passará de um estranho no ninho.
Como o Fábio Generico nunca teve nem tem coragem sde enfrentar uma eleição sozinho, só terá dois caminhos, o primeiro é continuar servindo de cobaia para o grupo de Deri do Paloma, o segundo é abandonar a política.
AGU tenta anular decisão que tirou petista da Apex por não falar inglês fluentemente
Publicado em 25 de maio de 2023 por Tribuna da Internet

Jorge Messias, da AGU, não aceita a demissão de Viana
Nicholas Shores
Veja
Em recurso ao TRF-1 contra a decisão que tirou Jorge Viana da presidência da Apex Brasil por não falar inglês, a AGU argumentou que o histórico de participação por mais de sete anos do petista na Comissão de Relações Exteriores do Senado o credencia ao cargo.
A Advocacia-Geral da União disse que, mesmo antes da liminar que suspendeu a posse de Viana e a retirada do inglês do rol de exigências ao presidente do órgão, era possível comprovar sua aptidão com “experiência profissional no Brasil, de no mínimo dois anos, que tenha exigido conhecimento e utilização do idioma”.
MISSÕES AO EXTERIOR – “A segunda hipótese é justamente a preenchida por Jorge Viana, (que), ao longo do mandato, participou de 29 missões no exterior, incluindo inúmeras participações como representante do Parlamento brasileiro em conferências das Nações Unidas”, afirmou a AGU em nota.
O órgão também escreveu em seu recurso que a juíza Diana Wanderlei, da 5ª Vara Federal Cível do Distrito Federal, criou para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva uma obrigação inexistente na lei para seguir o estatuto interno da Apex.
“Ora, o presidente da República não integra os quadros funcionais da Apex Brasil para que houvesse incidência estatutária a si. A prerrogativa do presidente da República se insere no âmbito de discricionariedade própria que lhe é imanente, tanto como chefe de Estado quanto como chefe de Governo”, disse a AGU.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Jorge Viana não fala fluentemente, mas tem noções básicas de inglês, por ter curso superior, já que é formado em Engenharia. Parece Piada do Ano a demissão de um executivo por não ser fluente em inglês num país em que o presidente sempre se orgulhou de jamais ter ido um só livro. (C.N.)
Projeto de deputado de Pernambuco é uma boa sugestão para acabar com a buraqueira do Bairro Romão em Jeremoabo..
“Há algo de podre no reino da Dinamarca
Foto Divulgação - Vitória Farias
O reinado desse atual (dse)governo de Jeremoabo consegue ser mais podre que qualquer reinado (indivíduo) ignorante e sem caráter em todo mundo!
"A famosa frase, título desta coluna, é retirada da clássica peça de William Shakespeare e trata-se de um alerta para que o personagem Hamlet perceba a situação de perigo em que se encontra.
Após esta cena, ele passa a se comportar como um louco incapaz de compreender o que se passa ao seu redor, no intuito de meramente não ser eliminado e poder sobreviver, e se preparar para a reação contra o principal algoz,"
O TCM-BA pela segunda vez colocou para julgamento as esdrúxulas Contas Anuais da prefeitura de Jeremoabo concernente ainda ao ano de 2020, hoje pela segunda vez foi retitada de pauta novamente concorrendo assim a piada do ano.
Por alguma razão, que ainda não se tem certeza algo de mais podre ainda está existindo no reinado de " Pai Deri" .
O povão de Jeremoabo, como imaginado, ainda estará se perguntando “o que há de podre no reino de Jeremoabo?”. A caveira, se não fosse tão diminuta na hierarquia animal, talvez soubesse responder.
Vereador Neguinho de Lié disse que implantaram uma organização criminsa na prefeitura de Jeremoabo.
Em destaque
EDITORIAL: Sapateiro, Não Vá Além da Sandália – A Responsabilidade por Trás da Festa
Por José Montalvão Existe um provérbio clássico, vindo do latim ne sutor ultra crepidam , que diz: "Sapateiro, não vá além da sandália...


