domingo, setembro 18, 2022

Lira só fica presidindo a Câmara se Bolsonaro vencer; caso contrário, volta ao ostracismo

Publicado em 17 de setembro de 2022 por Tribuna da Internet

TRIBUNA DA INTERNET | Lira reage à pressão e envia ao Conselho de Ética 22  representações contra deputados

Charge do Miguel Paiva (Brasil 247)

Vicente Limongi Netto

A colunista Denise Rothenburg (Correio Braziliense – 17/09) antecipa a disputa, desde já acirrada, para a próxima presidência da Câmara. Com Bolsonaro reeleito, o deputado Arthur Lira mantém chances de permanecer no cargo. Com Lula eleito, porém, segundo Denise Rothenburg, surgem fortes os seguramente deputados eleitos Roseana Sarney e Eunício Oliveira, para o lugar de Lira.

Nessa linha de saudáveis especulações, creio que o Senado deve entrar na rinha. Eleito Lula, Renan Calheiros é forte candidato, quase imbatível, para o lugar de Rodrigo Pacheco.

DESISTÊNCIA – A colunista Ana Maria Campos (Correio Brasiliense – Eixo-Capital – 17/09) informa que o candidato Zélio Maia desistiu da disputa à Câmara Federal, pelo MDB de Brasília, alegando “desequilíbrio na distribuição de recursos do partido”. A queixa é nacional.

Denúncias de privilégios dentro de todos os partidos crescem e assustam observadores políticos, autoridades e eleitores. O bilionário Fundo Eleitoral entrou na campanha para forrar os bolsos de espertalhões, enquanto milhões de brasileiros passam fome, sem esperanças de dias melhores.

Também expurgados das eleições, José Reguffe e Cristovam Buarque estão abraçados nas recordações das campanhas partidárias. Para tentar aliviar a profunda solidão política, resolveram sair das catacumbas da depressão, para aparecer com ar de altivos, na imprensa, declarando apoio a determinados candidatos. São fantásticos apoios do contra. 

DOIS DESGRAÇADOS –  O ordinário e covarde Victor Possobom, agressor de seu enteado de apenas quatro anos, com filmagens feitas no condomínio do Rio de Janeiro, foi preso e passará pela inacreditável e injustificável audiência de custódia. De bom ele não tem nada, apenas parte do sobrenome.

E a oportunidade que surge para o advogado do criminoso alegar que o cliente é boa gente e faz tratamento psiquiátrico. Assim, é só pagar a fiança e ir flanar na praia. Um escárnio que o bom senso e as pessoas de bem não suportam mais;

Outro desgraçado é o racista espanhol Pedro Bravo, que insultou o craque brasileiro Vinicius Júnior. O desajustado torcedor precisa ir ao cartório trocar o sobrenome para, por exemplo, Energúmeno, Patife, Parlapatão, Estrupício ou Excrescência, pois não merece se dizer Bravo. Seu atual sobrenome é uma piada de mau gosto.


Lula dá um aviso aos militares: ‘Não queremos Forças Armadas se metendo nas eleições’

Publicado em 17 de setembro de 2022 por Tribuna da Internet

Lula fez discurso na chamada Boca Maldita, em Curitiba

Luana Melody Brasil
O Tempo

Em comício realizado em Curitiba, capital paranaense, na manhã deste sábado (17), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato ao Palácio do Planalto pelo PT, declarou que em eventual terceiro mandato dele, as Forças Armadas vão voltar a “ter o papel nobre que está definido na nossa Constituição Federal”.

“As nossas Forças Armadas não tinham que estar preocupadas em fiscalizar urna. Quem tem obrigação de fiscalizar é a Justiça Eleitoral, os partidos políticos e os candidatos”, disparou Lula, em crítica indireta ao presidente Jair Bolsonaro (PL), principal adversário na disputa presidencial e que tem instigado o Ministério da Defesa e as Forças Armadas na fiscalização do processo eleitoral.

SEM TUTELA – “Queremos Forças Armadas preparadas, equipadas e bem treinadas para ninguém se meter a invadir o Brasil”, continuou Lula. “Nós já lidamos com as Forças Armadas e a tratamos com muito respeito. E é preciso que alguns de lá trate a sociedade com respeito porque nós não precisamos ser tutelados.”

O ato de campanha do PT ocupou quatro quadras na Boca Maldita, no centro da cidade, e teve forte esquema de segurança. Todos os participantes passaram por revista e as ruas laterais foram fechadas para o trânsito.

“Tem gente que pensa que eu fiquei com ódio de Curitiba, porque eu fiquei preso aqui. Se vocês soubessem, a cadeia me fez aprender a amar Curitiba, porque foi ali na cadeia que eu conheci a Janja e foi aqui que nós decidimos nos casar. Tenho muito carinho por homens e mulheres dessa cidade, desse estado, que ficaram 580 dias pedindo a minha liberdade”, disse.

Ao final do discurso, cercado de seguranças, Lula desceu para cumprimentar o público.

Bolsonaro fez motociata em Garanhuns, terra de Lula, e depois foi atacar o PT em Caruaru

Publicado em 17 de setembro de 2022 por Tribuna da Internet

Presidente Jair Bolsonaro (PL), candidato à reeleição, discursou em Caruaru, Pernambuco, neste sábado (17) - Foto: Reprodução/Facebook

Bolsonaro disse que PT só pensa no povo na hora da eleição

Deu em O Tempo

Faltando duas semanas para 2 de outubro, dia do primeiro turno das eleições gerais, o presidente e candidato à reeleição Jair Bolsonaro (PL) foi a Garanhuns para uma motociata com apoiadores, na cidade do agreste pernambucano onde nasceu o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), principal adversário de Bolsonaro na disputa à Presidência.

De Garanhuns, Bolsonaro seguiu com aliados estaduais, entre eles o ex-ministro do Turismo Gilson Machado, candidato ao governo de Pernambuco, para Caruaru, onde discursou e fez críticas aos governos petistas, neste sábado (17). O vídeo foi transmitido numa live nas redes sociais do presidente.

AUXÍLIO BRASIL – “Eles não pensam nos mais pobres. Só pensam em época de eleição para tirar voto dos mais necessitados”, disse o chefe do Executivo federal, tecendo críticas também ao Bolsa Família, que no governo atual foi substituído pelo Auxílio Brasil, e acusando parlamentares do PT de terem sido contra a aprovação do “bônus” de R$ 200 no benefício social até dezembro.

No discurso, falou também que a pandemia causou muitos problemas ao país e agravou o desemprego, porque prefeitos e governadores resolveram fazer lockdown, parando todas as atividades.

“Repito, eu não fechei nenhuma casa de comércio no Brasil, não fechei nenhuma escola”, completou Bolsonaro, referindo-se à pandemia do coronavírus.

PT EVITOU CONFLITO – Um dirigente do PT em Garanhuns e primo de Lula, Eraldo Ferreira, contou à reportagem do jornal O Globo que orientou correligionários e militância para que não saíssem de casa e evitassem conflito.

“Reunimos a militância e suspendemos as atividades. Amanhã não é dia de ninguém ir para a rua. Também orientamos a evitar roupa vermelhas, as bandeiras e qualquer coisa que possa dar origem a uma confusão. Não duvido que queiram criar algo e por isso nós não vamos para a rua”, afirmou Ferreira ao jornal.

Enquanto Bolsonaro estava fazendo campanha em Pernambuco, Lula fez o mesmo em Curitiba, no Paraná.

‘Só se Lula for doido vai nomear um neoliberal na Fazenda’, diz o coordenador da campanha

Publicado em 18 de setembro de 2022 por Tribuna da Internet

Entrevista com Luiz Dulci, ex ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República - CNTE - Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação

Dulci admite que haverá segundo turno e será muito duro

Guilherme Balza
GloboNews

O ex-ministro Luiz Dulci, coordenador da campanha de Lula, afastou a possibilidade de Lula indicar, num eventual terceiro mandato, um ministro da Fazenda de viés liberal. Dulci afirmou que a vitória petista no primeiro turno é improvável e mesmo a eleição de Lula, para ele, não está garantida. Ainda assim, o ex-ministro já enxerga um movimento do mercado financeiro de tentar pautar um possível futuro governo petista.

“Os nomes indicados [pelo mercado] são todos expressões do pensamento econômico neoliberal. Armínio Fraga etc. Não estou negando que essa grande soma eleitoral seja importante para ganhar a eleição, mas só se o Lula for doido que vai designar um Ministério da Fazenda – com a crise econômica que ele vai enfrentar se ele ganhar as eleições tomando posse –, nomear um economista neoliberal, que pensa o contrário do que todos nós pensamos, mas eles vão pautar”, disse.

REUNIÃO VIRTUAL – A declaração foi dada em uma reunião virtual com mais de 600 intelectuais do campo de esquerda na noite desta sexta-feira (16). Estavam presentes os economistas Luiz Gonzaga Belluzo e Luiz Carlos Bresser-Pereira, o ex-ministro da Educação Renato Janine Ribeiro, o sociólogo português Boaventura Sousa Santos e a jurista Carol Proner, além de ex-reitores e representantes de movimentos e entidades.

O ministro citou o primeiro mandato de Lula, quando o escolhido para o cargo foi Antonio Palocci, um quadro histórico petista, mas que executou uma política econômica considerada liberal. “Em 2003, de certa forma, eles [o mercado] pautaram e conseguiram impor os seus objetivos.”

Há um entendimento na coordenação da campanha de que o principal predicado para o titular da Economia seja capacidade de diálogo com o Congresso. A escolha, no entanto, será de Lula.

ATÉ ALCKMIN? – Especula-se que no radar do ex-presidente estejam o ex-senador Wellington Dias e o ex-ministro da Saúde Alexandre Padilha. Ambos têm participado de conversas com setores do mercado financeiro e do empresariado há alguns meses.

O nome de Geraldo Alckmin também é especulado, mas a escolha criaria um embaraço para Lula se eventualmente precisar demiti-lo do cargo.

Dulci participou de todas as coordenações das campanhas presidenciais petistas de 1989 até hoje, à exceção da disputa em 1994, quando ocupava o cargo de Secretário de Governo na Prefeitura de Belo Horizonte. Ele foi ministro-chefe da Secretaria-Geral nos dois mandatos de Lula, além de ser um dos principais conselheiros do ex-presidente.

MAIS ENGAJAMENTO – Na reunião com os intelectuais, Dulci convocou os presentes a se engajarem nas eleições. “Mesmo pesquisas feitas por nós mostram que há dificuldades eleitorais a serem superadas, sobretudo a vitória no primeiro turno não está garantida (…) Acho que o mais provável neste momento é ter segundo turno. Vai depender muito do esforço nosso nessa reta final pra ganhar no primeiro.”

O coordenador da campanha disse que está em curso uma ofensiva de Jair Bolsonaro e que muitos eleitores de Lula estão com medo de se exporem.

“As mentiras políticas em escala industrial estão fortíssimas. Eles estão mandando para 15 milhões de endereços eletrônicos, sobre os quais nós não temos controle. Há muitos desses endereços que nós não temos acesso. Uma parte, sim. Em 2018 não tínhamos nada. Agora temos a uma parte. No Rio de Janeiro, a informação que a gente tem de gente séria, criteriosa, é de que haveria 50 mil pessoas contratadas nas igrejas evangélicas, pentecostais, algumas delas, fazendo campanha de casa em casa. Tem o risco de ter segundo turno. Se tiver segundo turno eles vão chegar bastante legitimados.”

CORRELAÇÃO DE FORÇAS – Dulci prevê que a disputa eleitoral, se superada, vai apenas preceder um outro embate, mais difícil ainda, na avaliação dele.

“Nosso desafio é ganhar eleição? é. No primeiro turno? é. É tomar posse? é. Mas o desafio também é de construir uma correlação de forças que sustente Lula, eu insisto nisso, para fazer reformas moderadas, mas são reformas. As oligarquias brasileiras já estão tentando dizer que não dá para ser Bolsonaro, então tem que ser Lula, mas um Lula com uma política econômica atrasada, que não pode ser progressista, com menos políticas sociais, que não crie, por exemplo, impostos sobre grandes fortunas, impostos sobre dividendos, eles não querem.”

Em uma autocrítica dos governos Lula e Dilma, Dulci afirmou que o PT não foi capaz de criar mobilização popular para reformas mais ambiciosas ou mesmo para evitar o impeachment de 2016.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Bem, se o próprio coordenador da campanha de Lula, apoiado em pesquisas internas feitas pelo PT, garante que vai haver segundo turno, é impressionante que ainda haja quem pense (?) que Lula vai ganhar no primeiro turno… Como diziam os irmãos Ringling, os reis do circo, a cada 30 segundos nasce um otário. O mais interessante na matéria, porém, é Luiz Dulci admitir que a eleição não será fácil no segundo turno. (C.N.)

Aliados acham muito difícil Bolsonaro se “recolher”, caso não consiga a reeleição

Publicado em 18 de setembro de 2022 por Tribuna da Internet

Bolsonaro em São Paulo, discursando sobre as quatro linhas

Igor Gadelha e Flávia Said
Metrópoles

Aliados e auxiliares de Jair Bolsonaro avaliam, nos bastidores, ter sido apenas retórica política a declaração do presidente de que irá se “recolher”, caso perca as eleições deste ano. “Se essa for a vontade de Deus, eu continuo. Se não for, a gente passa aí a faixa e vou me recolher, porque com a minha idade eu não tenho mais nada a fazer aqui na Terra se acabar essa minha passagem pela política em 31 de dezembro do corrente ano”, disse Bolsonaro em um podcast voltado ao segmento evangélico na segunda-feira (12/9).

Em conversas reservadas, auxiliares presidenciais dizem que Bolsonaro demonstra disposição em “liderar a oposição” a um eventual governo Lula, mesmo sem cargo eletivo.

Segundo esses aliados, como líder da oposição, Bolsonaro se manteria em evidência para tentar voltar ao Palácio do Planalto nas eleições presidenciais de 2026, quando estará com 71 anos e Lula já terá 80 anos.

NAS QUATRO LINHAS – Em comício no interior de São Paulo, nesta quarta-feira (14/9), o presidente disse que, após as eleições de 2022, “todos jogarão dentro das quatro linhas da Constituição”.

A expressão costuma ser usada por Bolsonaro para indicar que vai agir dentro da legalidade e dos preceitos constitucionais. Ele também a utiliza para atacar adversários quando agem em desacordo com o que o presidente defende ou prega.

 “Nós defendemos o funcionamento de todas as instituições, mas aqueles que ousam sair fora das quatro linhas — não interessa de qual Poder seja — têm que ser trazido para dentro das quatro linhas”, afirmou ele. Na sequência, ele acrescentou que o Brasil não aceita a ditadura e vai ter liberdade “a qualquer preço”.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Numa leitura superficial de seu comportamento, pode-se dizer, sem medo de errar, que Bolsonaro aparenta ser bipolar. Um hora ele diz determinada coisa, em outra sai por uma vertente contraditória, é um verdadeiro enigma humano. Se fosse mais contido em palavras e atitudes, estaria sendo reeleito facilmente. Se perder, a culpa será exclusivamente dele(C.N.)

Intensifica-se na TV a luta de Lula para vencer no 1ºturno e Bolsonaro tentando ir para o 2º turno

Publicado em 18 de setembro de 2022 por Tribuna da Internet

Disputa na TV é mais decisiva eleitoralmente do que nas redes

Pedro do Coutto

Reportagem de Rafael Galdo, O Globo deste sábado, destaca muito bem a luta que está sendo travada no horário eleitoral na televisão envolvendo ataques de Lula contra Bolsonaro e de Bolsonaro contra Lula sob o ponto de vista de que lulistas se empenham para que o ex-presidente vença no primeiro turno, alcançando maioria absoluta, enquanto os bolsonaristas tentam fazer com que a sucessão presidencial não ocorra em 2 de outubro – daqui a duas semanas – e sim em 30 de outubro.

A intensidade dos ataques se ampliou, assinala Rafael Galdo, e, conforme eu havia previsto, o campo da televisão é muito mais sensível e decisivo eleitoralmente do que as redes sociais da internet. Estas últimas funcionam muito bem para eleição de deputados, mas para o voto majoritário, a amplitude da televisão, como está sendo comprovado, é muito maior.

EXPECTATIVA – A semana que começa aguarda movimentações, principalmente no PDT, a partir da área antiga do brizolismo, no sentido de que os eleitores que votaram em Leonel Brizola no passado votem agora em Lula e não em Ciro Gomes. Leonel Brizola Neto está coordenando um documento, relembrando que na campanha de 1989, quando Lula superou Brizola em 1% no primeiro turno, no combate final contra Fernando Collor, Brizola participou ao lado de Lula e transferiu os seus votos para ele.

Embora não tenha sido suficiente para derrotar Fernando Collor, lembra Leonel Brizola Neto, o exemplo de seu avô fica na história política do país. Ciro Gomes, claro, vem resistindo à pressão e a incógnita é se a sua resistência impedirá ou não alguma transferência de votos de eleitores que hoje estão com ele para o ex-presidente da República.

A senadora Simone Tebet, por seu turno, reagiu à investida pelo voto útil e disse que tal pressão pode dificultar a composição política para o turno final. Com isso, deixou claro que o MDB pretende negociar o apoio no desfecho final. A maior parte do MDB, entretanto, já se encontra apoiando Lula da Silva.

MORO E BOLSONARO  – Na noite de sexta-feira, no programa Em Pauta da GloboNews, Demétrio Magnoli revelou ter chegado ao seu conhecimento que o ex-ministro Sergio Moro formalizou o seu apoio a Jair Bolsonaro. Moro é candidato ao Senado pelo Paraná. Na última pesquisa do Datafolha encontrava-se atrás de Álvaro Dias na disputa pelo cargo.

O reflexo do apoio de Sergio Moro deve ser aguardado, pois terá algum efeito. Também no programa foi colocada uma questão analisada por Eliane Cantanhêde e Flávia Oliveira sobre  a perspectiva de o ministro Paulo Guedes ingressar mais fortemente na campanha de Bolsonaro para destacar realizações na área econômico-social.

CORTES – Na edição de ontem de O Globo, Geralda Doca descreve a atuação do governo Bolsonaro no plano social. Não são positivas as ações. Por inspiração do Ministério da Economia, é claro, o governo cortou em 93% a verba do projeto Casa Verde e Amarela que substituiu o Minha Casa, Minha Vida, herdada do governo anterior.

Cortou verbas do programa Farmácia Popular e atingiu também os setores de Saúde e Educação. Difícil o autor desses cortes pedir votos com base em tais decisões.


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