quarta-feira, junho 15, 2022

Lula imita Bolsonaro e insiste em limitar a liberdade de expressão dos jornalistas

Publicado em 15 de junho de 2022 por Tribuna da Internet

Lula: vamos ter que regular os meios de comunicação - YouTube

Ilustração reproduzida do site 247

Deu no Estadão

O PT é obcecado pela ideia de uma imprensa encabrestada. O partido jamais lidou bem com a liberdade – assegurada pela Constituição – que permitiu ao jornalismo profissional e independente revelar ao País os muitos erros administrativos e os crimes cometidos por seus próceres e apaniguados ao longo dos 14 anos em que esteve no poder.

Se durante todo esse tempo o PT não conseguiu moldar a imprensa à sua maneira, que fique claro que não foi por convicção democrática, mas sim por falta de apoio na sociedade e no Congresso.

ESCÂNDALOS – Fosse a imprensa “regulada” àquela época, talvez os brasileiros não tivessem tomado conhecimento de esquemas como o mensalão e o petrolão, apenas para citar dois grandes marcos da passagem do PT pela administração federal. Ao menos não com a extensão e a riqueza de detalhes com que esses escândalos ganharam a luz do dia.

A campanha eleitoral de 2022 trouxe o tema novamente ao debate público. Em entrevista ao portal Metrópoles, no dia 8 passado, Lula da Silva, atual líder nas pesquisas de intenção de voto para a Presidência da República, tornou a ameaçar o País com um projeto de “regulação da mídia” caso vença a eleição em outubro.

Todo mundo sabe muito bem do que se trata quando o ex-presidente fala em “regulação da mídia”: um eufemismo pouco sutil para a sujeição dos meios de comunicação ao tacão estatal.

“Ninguém quer censura”, disse Lula. “O que a gente quer”, prosseguiu o petista, “é que os meios de comunicação sejam efetivamente democratizados, que as pessoas possam ouvir a oposição, que tenha sempre o outro lado falando. Não pode ser um meio de comunicação que fala só um lado.”

TOTAL INSANIDADE – É um tanto peculiar essa ideia que Lula faz de “democratização” dos meios de comunicação. Ora, nos regimes democráticos as empresas de comunicação são totalmente livres para decidir o que e como publicar, e há múltiplos veículos de comunicação, que, a depender de seus valores e interesses empresariais, abordam os fatos sob diferentes ângulos.

A escolha do “lado”, como disse Lula, que essas empresas decidem focalizar, tanto em coberturas jornalísticas como em editoriais ou artigos de opinião, é uma decisão legítima que diz respeito única e exclusivamente ao veículo e à sua audiência, não ao governo de turno.

Não é concebível, numa democracia, que um veículo de comunicação tenha que tomar suas decisões editoriais não conforme os padrões jornalísticos, e sim segundo um modelo estatal de “equilíbrio editorial”.

EXISTEM LIMITES – Ademais, já há limites, éticos e legais para o trabalho dos veículos de comunicação profissionais e independentes. Os jornalistas profissionais são responsáveis pelo que publicam, e as empresas jornalísticas podem ser contestadas na Justiça e ter de responder por eventuais erros ou crimes contra a honra cometidos por seus funcionários.

Logo, se Lula, de fato, estivesse preocupado com uma “regulação da mídia que interesse à sociedade”, nem deveria pugnar pela proposta. Os interesses da sociedade já são resguardados pelas leis e pela Constituição. O que Lula quer é outra coisa. Quer subjugar veículos para que deixem de publicar o que ele não quer que seja publicado.

REDES SOCIAIS – O petista ainda afirmou que as mídias sociais digitais não podem “permitir que mentiras, inverdades, grosserias e ofensas façam parte da cultura brasileira”. É legítima a cobrança por maior responsabilização das chamadas big techs, mas Lula não é o mais indicado para encampar essa agenda. Há quem não se lembre, mas foi o PT que alçou a destruição de reputações por meio das redes sociais à categoria de arma política.

O 4º Congresso do PT, em 2011, marcado por ataques à imprensa, decidiu criar um núcleo de treinamento para a militância nas redes sociais, o que ajudou a abrir esse bueiro do qual saíram extremistas que hoje atacam adversários e turvam o debate público por meio de mentiras e distorções da realidade.

No ideal de uma imprensa subserviente e aduladora e na hostilidade que estimulam contra os jornalistas que ousam publicar o que não lhes convém, Lula e o presidente Jair Bolsonaro são irmãos siameses.

Até Flávio Bolsonaro percebeu que o TSE menosprezou o apoio das Forças Armadas

Publicado em 15 de junho de 2022 por Tribuna da Internet

www.seuguara.com.br/TSE/Forças Armadas/eleições 2022/

Charge do Miguel Paiva (Brasil 247)

Rafael Moraes Moura
O Globo

As Forças Armadas estão sendo “ignoradas” e “desdenhadas” pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nas discussões sobre a organização das eleições deste ano. É o que diz o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho “zero um” do presidente da República. Em conversa com a equipe da coluna, Flávio reforçou as críticas do ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira. O general disse na última sexta-feira (10) que as Forças Armadas não se sentem “devidamente prestigiadas” no debate sobre o processo eleitoral.

“O TSE está desconsiderando papel fundamental que as Forças Armadas têm em defesa do Estado Democrático de Direito, da nossa democracia”, disse Flávio à equipe da coluna nos corredores do Senado. “A instituição com a maior credibilidade no Brasil foi simplesmente ignorada, desdenhada.”

DEFESA E TSE – O Ministério da Defesa divulgou na semana passada suas “considerações sobre as respostas técnicas” do tribunal às sugestões que haviam sido formuladas pelos militares para as eleições. A nota foi uma forma de marcar posição e não deixar a última palavra com o TSE.

No ofício enviado ao TSE, o ministro da Defesa insiste que as sugestões feitas pelas Forças Armadas sobre “aperfeiçoamento e segurança do processo eleitoral” sejam apreciadas pela Corte Eleitoral.

Em resposta, o presidente do tribunal, Edson Fachin, divulgou um documento em que afirma já ter acolhido 10 das 15 propostas feitas pelas Forças Armadas para as eleições, uma informação que se desconhecia.

MAIS TRANSPARÊNCIA – “Qualquer coisa que nós possamos fazer para dar mais transparência e segurança ao processo eleitoral é válido. Eu, sinceramente, gostaria muito que o TSE também entendesse assim. Mas algumas pessoas no TSE colocam a vaidade pessoal na frente dessa importância de o eleitor médio, o cidadão comum, se sentir seguro na hora de votar”, criticou Flávio Bolsonaro.

Indagado pela equipe da coluna se se referia a Fachin, Flávio respondeu que sim.

“Não sei se é questão de vaidade, se é questão de maldade. Com tanta resistência em querer implementar medidas simples que não custam recursos, que podem passar essa credibilidade que o povo espera, isso sempre obviamente aumenta a desconfiança de que se está tentando esconder algo. E isso é muito ruim.”

DIZ O TSE – As sugestões acolhidas pelo TSE, em sua maioria, fazem referência à totalização e possibilidade de auditoria. A maioria delas, entretanto, já era prevista, como a atuação de empresa contratada por partido político para fiscalizar as eleições, ou a possibilidade de totalização paralela dos votos.

O TSE se meteu em um cabo de guerra com as Forças Armadas e o Palácio do Planalto ao convidar os militares para participar de uma comissão voltada para aumentar a transparência e a segurança do processo eleitoral.

O convite foi uma tentativa de dar maior legitimidade ao processo, uma vez que o presidente Jair Bolsonaro têm levantado suspeitas infundadas sobre as urnas eletrônicas, usadas pelos eleitores brasileiros desde a campanha de 1996. Até hoje nenhuma suspeita de fraude foi comprovada. Ainda assim, os militares vêm apontando vulnerabilidades que o TSE contesta.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 –  Caramba! Até Flávio Bolsonaro percebeu que o TSE 
menosprezou o apoio das Forças Armadas… E nesta briga inglória, falta transparência e sinceridade. A única proposta recusada dos militares sugeria uma transparência que o TSE considerou “exagerada”. Como se sabe, transparência só é exagerada no vestido da mulher dos outros. Em matéria eleitoral, quanto mais transparência, melhor.

E falta sinceridade ao TSE, ao dizer que, das 10 propostas das FFAA já aprovadas, “a maioria já era prevista”. Ora, trata-se de conversa fiada ou “jus embromandi”. Se eram previstas, por que não haviam sido adotadas? E ainda falta aprovar quatro sugestões dos militares, em análise. Ou seja, foram 15 propostas, e todas procedentes, que o TSE deveria agradecer, ao invés de menosprezar, como Fachin vinha demonstrando. Mas agora o ministro levou o troco e afinou, como se dizia antigamente, ao soltar notas oficiais se desculpando, três dias seguidos(C.N.)


Presidente da Câmara de Jeremoabo colocando o prefeito no seu devido lugar.

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Até que enfim Kaká acordou, tomou concientização que é presidente da Câmara de Vereadores de Jeremoabo, fazendo valer sua autoridade, desmentiu o prefeito em muitas bravatas, onde reproduzirei alguns desmentidos.
É uma vergonha um prefeito, uma "otoridade" não corresponder nem honrar o cargo que ocupa, passando todo o tempo ampaardo em inverdades.
O pior de tudo é que usa o serviço de rádio e sites para usar de engodos, e até contando piadas sem graças, onde por desconhecer o significado do meio ambiente sugeriu que os vereadores da oposição fossem construir uma escola no Razo da Catarina, triste de quem não estudou nem tem noção de cultura.
Quer a todo custo colocar na cabeça do povo menos esclarecido de Jeremoabo que foi ele que consegui a implantação da construção de uma Escola Modelo em Jeremoabo, esquecendo que  " Até 2022, mais 60 escolas serão construídas na Bahia. A informação foi anunciada pelo governador Rui Costa durante o #PapoCorreria, na noite desta terça-feira (10). "Serão todas escolas de grande porte e de alto padrão, com 35 salas de aula, biblioteca, laboratórios, auditório, quadra coberta e campo society, dando condições para os alunos aprenderem. Com essa completa reestruturação na infraestrutura da rede estadual, vamos permitir a prática esportiva e a educação com qualidade", afirmou Rui." (Fonte: SECOM - 10/12/2019 ).
O vereador Kaká inciciou seu pronunciamento apresentando documentos onde  os 13treze)vereadores aprovaram a construção da Escola Modelo ao lado da Escola José Lourenço, em nenhum lugar aprovarama Construir no Parque de Exposição em tão pouco demolir tal Parque, fato esse aprovado também pelo vereador Zé Miúdo; tentar demolir o Parque  dará um prejuizo para o município de R$ 2 milhões..
Mentir para o povo dizendo que o governador concordou  com a Construção da Escola no Parque de Exposição está usando de má fé, tentando jogar o governador contra o povo e contra os vereadores.
Kaká disse  já que o prefeito tanto fala em " pai da criança" que ele se preocupe com as escolas do município, a exemplo do Colégio São João Batista que o prefeito apresentou notas fias de material de construção e não colocou uma pá de cal, inclusive uma cuminheira está arriscado a cair na cabeça dos alunos a qualquer momento.
Deveria se preocupar com a Secretaria de Educação ganhando dinheiro indevido e ilícito.
O vereador Kaká também desmentiu o prefeito  concernente a emenda parlamentar do Deputado Federal Valmir Assunção atendendo pedido do Vereador Antonio Chaves e não do prefeito pinoquio.
Nota da redação deste Blog - Enviaram-me uma matéria de um site pago pela prefeitura para publicar as mentiras do prefeito, não irei perder meu tempo em comentar porque quem sabe dos problemas de Jeremoabo são os vereadores e o povo; só um vereador aprovar a derrubada de um Parque de Exposição construido com o dinheiro do povo, não merece comentários.
Espero que o Presidente da Casa dê andamento em todas as denúncias apresentadas pelos vereadores: Antonio Chaves, Neguinho de Lié e Erick.

terça-feira, junho 14, 2022

Vereadores denunciam supostos crimes praticados pelo prefeito de Jeremoabo.

 


Esse audio da sessão da Câmara de Vereadores de Jeremoabo realizada no dia (14.06), reproduzi parte de duas denúncias de crimes graves praticados pelo prefeito de Jeremoabo, oriundas dos vereadores Antonio Chaves e Zé Miúdo, onde o Presidente da Câmara está na obrigação de Comunicar o Fato ao Ministério Público Federal, o outro se ainda não ingressou com uma Ação Popular na Justiça de Jeremoabo concernente a demolição do Parque de Exposição está sendo omisso.

Começo a respeito da denúncia contra o prefeito e o Secretário de Administração por praticarem  supostos crimes de Peculato e crime de Responsabilidade por autorizarem o uso indevido dos ÔNIBUS ESCOLAR para trasportar times de futebol e transportes reliogiosos;  para ratificar o ato supostamente criminoso, transcrevo o que disse a Polícia Federal por ato semelhante praticado pelo prefeito de Itambé - Bahia:

"O prefeito Ivan Fernandes (foto), de Itambé, na região sudoeste da Bahia, admitiu que tem cedido ônibus escolares para viagens de religiosos nos finais de semana, mesmo sabendo que se trata de uma ilegalidade.

Quem paga a manutenção dos ônibus, motoristas e combustível é o cofre público municipal.

De acordo com o Fundo Nacional de Desenvolvimento Escolar (FNDE), o uso de transporte escolar deve ser exclusivamente para estudantes e atividades pedagógicas, esportivas, culturais e de lazer.
Conforme a PF, caso algum servidor pública seja responsabilizado, pode responder pelo crime de peculato, que é o uso indevido de bens públicos. O prefeito de Itambé também poderá responder pelo crime de responsabilidade e, se condenado, pode pegar de dois a 12 anos de prisão."

https://www.paulopes.com.br/2016/06/prefeito-cede-onibus-escolar-para-transporte-de-religiosos.html#.Yqkt3WDMLIU
Conselho e agua benta só é dado a quem pede, porém aconselho ao Presidente Kaká que é uma temeridade acobertar crime.
Quanto as palavras do vereador Zé Miúdo, foi desmentida em parte pelo vereador Antônio Chaves, muito embora o vereador depois tenha informado em off  que foi uma concessão do local para Construção  da Escola Modelo no Parque de Exposição.
Conforme palavras do Vereador Chaves o prefeito se alimenta em mentiras, acrescento a falta de escrúpulo e a irresponsabilidade para com a coisa pública.
O governador Rui Costra tenho certeza que não interferiu no Municipio de Jeremoabo desrespeitando a Câmara de Vereadores, porque o mesmo é um democrata, tem caráter, respeita a Constituição principalmente concernente a

competência  e autonomia de estados e municípios.

Como o prefeito desconhece a palavra escrúpulo não é de se duvidar que esteja usando o nome do governador de maneira indevida, sem autorização, e o pior na prática de atos criminosos. Jamais o governador iria tentar desrespeitar atos legais da Câmara nem tentar desmoralizar atos legais amparados na lei.
No audio ainda existem outras denúncias gravissimas.

Nova Lei do Impeachment poderá punir acusações levianas, afirma Lewandowski


Ricardo Lewandowski, ministro do Supremo Tribunal Federal - Metrópoles

Lewandowski quer restringir as denúncias de impeahment

Guilherme Amado
Metrópoles

O ministro Ricardo Lewandowski, que preside a Comissão formada pelo Senado para sugerir atualizações à Lei do Impeachment, revela que está sendo estudada a possibilidade de que pessoas que apresentem acusações “absolutamente infundadas” contra autoridades respondam criminalmente por isso.

Lewandowski adiantou que a ideia é de que esses falsos acusadores possam ser processados, como se tivessem cometido denunciação caluniosa, crime previsto no Código Penal.

ACUSAÇÕES INFUNDADAS – O ministro explicou à jornalista Mariana Oliveira, no podcast Supremo na Semana, que grande parte das acusações, com base na lei atual, não avançam por falta de embasamento legal ou mesmo fático, mas ainda assim, causam problemas para as pessoas que são alvo de acusações infundadas.

“Apesar de não prosperarem, pelo bom senso dos que são responsáveis por dar andamento a processos de impeachment, seja o presidente da Câmara ou o do Senado, essas falsas denúncias causam uma grande dor de cabeça para quem é acusado. Do ponto de vista moral, uma acusação desta natureza é muito grave. O processo não prospera, mas paira no ar, sobretudo entre a população, esta acusação de que a autoridade cometeu um crime”, disse Lewandowski.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Essa Comissão foi criada justamente para evitar que os presidentes da Câmara e do Senado possam ficar impunes no caso de simplesmente engavetarem pedidos procedentes para impeachment de presidentes da República e outras autoridades, inclusive ministros do Supremo. Nota-se que o resultado está sendo justamente oposto. Querem intimidar os denunciantes com um desnecessário agravamento da chamada denunciação caluniosa, que já existe e não é aplicada porque os pedidos de impeachment têm fundamento. Quanto à possibilidade de punir quem engaveta pedidos de impeachment, nenhuma palavra, Ah, Brasil!  (C.N.)


O Cafezinho



“Quem eles pensam que são?”, indaga novamente Bolsonaro, ao atacar Fachin, presidente do TSE

Publicado em 14 de junho de 2022 por Tribuna da Internet

Revista consegue acesso a auditoria do cartão corporativo do Bolsonaro:  veja o que o governo tentou esconder de você - Seu Dinheiro

Bolsonaro alega que eleição é assunto de segurança nacional

Deu na Folha

O presidente Jair Bolsonaro (PL) usou parte de fala a empresários nesta terça-feira (14) em São Paulo para mais uma vez atacar ministros do STF (Supremo Tribunal Federal), o sistema eleitoral e o ex-presidente Lula (PT). A fala ocorreu em evento de abertura de fórum de investimentos. “Quem eles pensam que são?”, disse o presidente, ao mais uma vez atacar o ministro Edson Fachin, atual presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

Ao sugerir que o Poder Judiciário conspira contra ele e citar o papel dos militares nos recentes questionamentos ao TSE , Bolsonaro disse que “eleições são questões de segurança nacional”.

QUESTÕES JUDICIAIS – A apuração das eleições, na verdade, é uma questão do Judiciário. É a Justiça Eleitoral que cuida de todo o processo pelo país por meio do TSE e de seus braços regionais, hoje sob a presidência de Fachin e, a partir de agosto, do também ministro Alexandre de Moraes.

No discurso de improviso aos empresários, Bolsonaro de novo ameaçou não cumprir decisões do STF, ao citar o tema do chamado marco temporal das terras indígenas, ainda sem prazo para votação no tribunal.

Ao dizer que não cumpriria decisões do STF, aumentou o tom de voz e disse: “Chega de bananas e demagogos na política brasileira”. E completou: “Ninguém pode tudo”.

SISTEMA ELEITORAL – Bolsonaro mais uma vez atacou o sistema eleitoral, disse não ter “nenhum medo de eleição” e fez uma série de críticas ao ex-presidente Lula, que lidera com folga as mais recentes pesquisas de intenção de voto.

Como mostrou a Folha, os militares só começaram a questionar o sistema eletrônico de votação no fim de 2021, sob o governo Bolsonaro, segundo informações do Ministério da Defesa e do TSE obtidas via LAI (Lei de Acesso à Informação). Patrocinada pela própria corte eleitoral, a entrada das Forças Armadas no debate sobre as urnas eletrônicas deu munição para Bolsonaro promover ataques ao processo eleitoral.

Desde o ano passado, os militares fizeram 88 questionamentos ao sistema de votação, além de 15 sugestões de mudanças nas regras do pleito. As Forças Armadas afirmam que, antes disso, não levantaram dúvidas sobre o processo eleitoral nem elaboraram estudos sobre a segurança das urnas.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Daqui até as eleições, Bolsonaro vai seguir na mesma ladainha. Com isso, mantém seus eleitores de cabresto na direita, mas não ganham novos adeptos de centro, que não apoiam radicalismos. Com esta estratégia errônea, fortalece o favorito Lula e também o candidato da terceira via. E isso pode ser fatal à sua reeleição. (C.N.)


MP solicita cancelamento do 'São João do Sessentão' em Wenceslau Guimarães

 Terça, 14 de Junho de 2022 - 17:05

MP solicita cancelamento do 'São João do Sessentão' em Wenceslau Guimarães
Foto: Reprodução/Notícias da Bahia

O Ministério Público (MP) estadual ajuizou nesta terça-feira (14) uma ação civil pública contra o Município de Wenceslau Guimarães e seis empresas, solicitando à Justiça que determine, imediatamente, o cancelamento do ‘São João do Sessentão’. O Município encontra-se em estado de emergência e tem previsão de gastar mais de R$ 1,2 milhão com a festa, que está programada para ocorrer a partir desta quinta-feira (16), até o domingo (19), na sede; nos dias 23 e 24 de junho, no povoado Cocão; e nos dias 1° e 2 de julho, no povoado Nova Esperança. 


Na ação, a promotora de Justiça Rita de Cássia Pires Bezerra Cavalcanti destaca que “não se mostra possível que o mesmo município que informou necessitar de ajuda e recursos para salvaguardar a sua população de catástrofe natural e que vivenciou um estado de calamidade televisionado para o Brasil inteiro anuncie, em poucos meses, a contratação de artistas com cachês que, somados, se apresentam incompatíveis com as dimensões, arrecadações, necessidades de primeira monta e saúde financeira”. De acordo com Rita Cavalcanti, a quantia prevista para a festa é superior ao que o Município recebeu do Governo Federal para ações emergenciais. Além disso, em apenas oito dias, Wenceslau Guimarães gastaria quantia superior a 32% do que destinou no ano inteiro de 2021 à saúde, resume a promotora de Justiça.

 

Rita Cavalcanti informa ainda que o valor anunciado para a realização da festa supera os gastos em saúde do primeiro quadrimestre de 2022. Para ela, há uma desproporcionalidade entre as ações prioritárias e o evento festivo, sobretudo em face do estado de emergência, “o que pode acarretar risco ao atendimento das necessidades primárias da grande parte da população”. Além disso, apesar de o Município destinar em Lei Orçamentária Anual a quantia de R$ 137.364,00 para a cultura, informou ao MP que as verbas para o ‘São João do Sessentão’ eram exclusivamente municipais sem informar a fonte de custeio.

 

A situação foi abordada pela promotora de Justiça em reunião com o Município e em recomendação que orientou o cancelamento do São João antes do ajuizamento da ação, mas, segundo ela, o Município manifestou o seu desejo de manter a festa programada e a indisposição para acordos extrajudiciais. O MP acionou também as empresas Top GC Produções Eirelli Ltda, Figueiredo Leite Koco ME, P3 Entretenimento Ltda, V Almeida de Oliveira Goes ME, Washington Alves de Souza ME e Alge Produção Musical Ltda. Na ação, foi solicitado ainda à Justiça que determine ao Município que não autorize e nem viabilize a realização de shows artísticos durante a data reservada para o ‘São João do Sessentão’; e que não ultime os contratos em preparação, realize quaisquer repasses de valores às empresas, suspendendo-se eventuais licitações inconclusas.


O órgão também pediu que a Justiça determine a imediata suspensão dos demais contratos em preparação e licitações não concluídas e cujos extratos de contratos não foram sequer localizados nos Diários do Município; a busca e apreensão dos aparelhos de sonorização; e a suspensão do fornecimento de energia elétrica para todo e qualquer local em que possam ser realizados os shows, expedindo-se ordem à Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia (Coelba).






Nota da redação deste Blog - Não sei se é o caso de Wenceslau Guimarães, porém existem prefeitos que nem para mentir servem, por exemplo o prefeito de Jeremoabo que desde que assumiu a prefeitura vem decretando estado de emergência, supostamente para fazer maracutaias nas Licitações, não tem cabimento no dia  16.05.2022 o prefeito de Jeremoabo baixou o DECRETO- 036/2022 - Declara Situação de Emergência nas áreas do Municipio Afetadas por estiagem - COBRADE - 1.4.1.1.0, conforme Portaria nº  260/2022  MDR ", amparado nisso estoura mais de R$ 1 milhão;


Até para obter sucesso como improbo deve contar com a miopia de quem deveria fiscalizar

Bolsonaro revela o objetivo do acordo com Moraes, que se recusa a confirmar ou negar


Bolsonaro não fala com jornalistas na saída do Palácio da Alvorada - O  Brasilianista

Moraes ia fechar o processo das fake news, diz Bolsonaro

Deu na Revista Exame
(Estadão Conteúdo)

O presidente da República, Jair Bolsonaro, disse nesta segunda-feira, 13, que tinha feito acordo com o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, no ano passado, para que ele encerrasse o inquérito das fake news. De acordo com Bolsonaro, o acerto teria ocorrido após as manifestações de 7 de Setembro, quando ele aceitou divulgar uma “Declaração à Nação”, na qual recuava dos ataques feitos a Moraes, a quem havia chamado de “canalha”.

Na semana passada, ao criticar Moraes – que é relator do inquérito das fake news -, Bolsonaro já havia mencionado a existência desse acordo, sem dizer do que se tratava.

CALOR DO MOMENTO – Na carta, Bolsonaro sustentava não ter tido intenção de agredir “quaisquer dos Poderes” e destacava que suas palavras tinham sido ditas no calor do momento.

“Eu assinei a carta. Eu me descapitalizei politicamente. Levei pancada para caramba em troca de um cumprimento do outro lado da linha. Coisa simples até, sobre esse inquérito que não tinha cabimento”, disse Bolsonaro na segunda-feira, diante do Palácio do Planalto.

Ao ser questionado por jornalistas se o acerto envolvia o encerramento do inquérito das fake news – que tem como alvo o presidente, seus filhos e aliados -, Bolsonaro confirmou. “Envolvia, sim. (Em) um ou dois meses, ia botar um ponto final. Lamentavelmente, do outro lado não veio nada. Lamentavelmente”, insistiu.

EFEITO TROVÃO – “Tínhamos o risco do Trovão voltar para cá, ser preso e o Brasil parar. Como vamos tratar o caso do Trovão? (Moraes disse) ‘Eu vou tratar dessa maneira’. Foi discutido ali. E nada foi cumprido. Nada, zero”, completou.

A referência de Bolsonaro é a Zé Trovão, líder dos caminhoneiros e apoiador do governo. Ele teve a prisão decretada por Moraes, antes mesmo das manifestações de 7 de Setembro.

Foi acusado de incentivar atos antidemocráticos e chegou a ficar foragido no México. A prisão de Zé Trovão foi revogada e hoje ele usa tornozeleira eletrônica.

SEM CONDICIONANTES – O ex-presidente da República Michel Temer – que ajudou a redigir a carta divulgada dois dias após o 7 de Setembro, a pedido do próprio Bolsonaro – desmentiu o sucessor, afirmando, em nota, não ter havido “condicionantes” para a produção daquele texto.

Procurado pelo jornal O Estado de S. Paulo, o ministro Alexandre de Moraes não se manifestou até o fechamento deste texto, no fim da noite de segunda-feira.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Muito deplorável essa situação. Bolsonaro faz uma acusação desse nível a Alexandre de Moraes, que foge da imprensa, não confirma nem nega o acordo. E Michel Temer, que é amigo pessoal de Moraes e jamais teve a menor intimidade com Bolsonaro, diz, genericamente, que “não houve condicionantes”. Em tradução simultânea, isso significaria que Bolsonaro simplesmente teria pedido arreglo a Moraes. Será que foi mesmo que aconteceu? Ou foram os militares que forçaram Bolsonaro a se desculpar? Somente Temer pode dizer exatamente o que aconteceu, mas certamente não o fará, porque não tem estatura moral para fazê-lo. (C.N.)   

O Cafezinho


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