sábado, maio 02, 2020

No 1º de maio, Lula esquece os trabalhadores, apoia Bolsonaro e ataca o Supremo


Lula critica Teich: "Não disse nada que desperte expectativa na ...
Lula diz que ministro do Supremo não pode mandar no presidente
Pedro do Coutto
Quanto à postura que Lula assumiu, a surpresa é grande, principalmente no Dia do Trabalhador cuja condição estava e está presente na bandeira do partido que formou e com o qual recebeu três derrotas e obteve quatro vitórias nas urnas. Mas esta é outra questão. O importante, vale frisar, é que os trabalhadores e trabalhadoras do país de fato não puderam comemorar a data, como acontece todos os anos. O desemprego é alto, subiu em abril e atingiu, de acordo com o IBGE 12,9 milhões de pessoas.
Isso, de um lado. Já seria motivo suficiente para entristecer os que vivem de seu trabalho e agora se encontram expostos a uma perspectiva de redução salarial acompanhada da diminuição das jornadas de trabalho.
O PIOR DA HISTÓRIA – A jornalista Flávia Oliveira, na edição de ontem de O Globo, publicou artigo classificando o 1º de maio de 2020 como o pior da história.
Vamos falar agora a respeito do apoio de Lula a Jair Bolsonaro. A Folha de São Paulo publicou nesta sexta-feira uma entrevista do ex-presidente ao canal UOL, que também pertence à FSP. Na entrevista, Lula da Silva condenou a decisão do Supremo que impediu a posse de Alexandre Ramagio como diretor geral da Polícia Federal.
Lula sustentou que o presidente da República tem mais autoridade do que um ministro do STF. Não levou em conta que o problema não reside nessa perspectiva. Lula a mim parece que está confrontando o episódio atual com aquele que impediu sua posse como chefe da Casa Civil da presidente Dilma Rousseff.
LANCE DE DADOS – No plano essencialmente político, Lula fez um lance de dados para se aproximar do presidente Jair Bolsonaro. Tenta assim um reflexo de seu apoio na direção do governo de hoje, uma vez que não pode criticar a administração Bolsonaro porque isso seria dar razão ao ex-ministro Sérgio Moro – um ex-ministro que quando juiz em Curitiba o condenou a prisão e teve a decisão mantida pelo Tribunal Regional Federal da 4ª região e pelo Superior Tribunal de Justiça.
Portanto, realmente o ex-presidente não tem razão alguma para se alinhar com Sérgio Moro. Procurou assim uma aproximação com o Palácio do Planalto, provavelmente na esperança de encontrar uma estrada que o leve para o plano político de hoje em dia.
Lula, tenho a impressão, acha possível seu retorno às urnas algum dia. O lance do ataque ao Ministro Alexandre de Moraes tem como objetivo paralelo insinuar uma hipótese de Brasília necessitar de seu apoio nas urnas deste ano. Não só nas urnas deste ano, mas também nas urnas de 2022.
APENAS UMA ILUSÃO – Entretanto, essa hipótese é uma ilusão, porém uma ilusão capaz de realimentar sua presença no palco político até o final do mandato do presidente Bolsonaro.
Lula sabe muito bem não poder ser candidato pela legislação em vigor. Mas o sonho é capaz de devolver a ele o entusiasmo perdido na operação Lava Jato. Lula pode fazer o que quiser, mas no fundo ele sabe que o PT jamais poderá seguir uma orientação sua voltada para impulsionar o esquema político de Bolsonaro.
Em todo caso, a antecipação da campanha para 2022 abre uma brecha na esperança perdida. Lula está perfeitamente ciente que o quadro nacional na disputa do Palácio do Planalto já tem uma figura disposta a ir às urnas para chegar à presidência da República.
DÓRIA NA OPOSIÇÃO – Trata-se do governador João Dória que vem fazendo sua campanha na base da oposição ao governo Bolsonaro. Esse é o panorama de hoje e portanto constitui uma impressão remota do que poderá acontecer no caminho para o Planalto.
Política é algo extremamente mutável. Basta citar o exemplo de Sérgio Moro: de avalista de Bolsonaro transformou-se numa verdadeira onda de oposição ao governo do qual fazia parte.
Em política uma distância de dois anos representa um cenário capaz de mudanças repentinas e de problemas que se levantam pelos caminhos.

sexta-feira, maio 01, 2020

Confira a atualização dos casos de #coronavírus no Brasil de 01/05

 ATENÇÃO 

Confira a atualização dos casos de #coronavírus no Brasil de 01/05.

Informe-se em saude.gov.br/coronavirus

O Vírus não liga para bravatas

ACOLÁ LULA LÁ BRASIL A CÁ RAMAGEM


"O juiz não é nomeado para fazer favores com a Justiça, mas para julgar segundo as leis" (Platão).
Em artigo de doutrina sob o título Roma Locuta, Causa Finita (Roma falou, está resolvida) publicado na Revista Jus Vigilantibus, 11.06.2009, tive a oportunidade de transcrever entendimento do Prof. Cláudio Lembo sobre o risco da ditadura da toga: “A ditadura da toga é a mais perigosa das ditaduras, porque é difícil de ser combatida”.
O tema me veio a atenção em face da decisão do Min. Alexandre de Moraes, do STF, aquele indicado pelo ex-presidente Temer que apreciando MS impetrado pelo PDT, de nº. 37.097-DF, deferiu medida liminar suspendendo os efeitos do ato do Presidente da República, Jair Bolsonaro, que nomeara o delegado da polícia federal Alexandre Ramagem Rodrigues para exercer o cargo de Diretor-geral da Polícia Federal.
No meu entendimento falta adjetivos qualificativos a se atribuir a destrambelhada administração de Jair Bolsonaro que já reúne em torno de si fatos típicos criminais a ser responsabilizado penalmente por crimes de ação e omissão, a sofrer Impeachment, e quiçá, ser levado ao Tribunal Internacional Penal com sede em Haia, contudo, no ato de nomeação do Diretor da PF a CF lhe ampara, como amparava a nomeação do ex-presidente Lula pela ex-presidente Dilma, suspensa por decisão monocrática do Min. Gilmar Mendes, a nomeação de Cristiane Brasil pelo ex-presidente Temer para o cargo de Ministro do Trabalho, suspensa por decisão da Ministra Carmen Lúcia, então Presidente do STF. Não há diferenciamento entre os casos citados posto que no Estado Democrático de Direito a Constituição Federal se sobrepõe a todos, reservando-se os Poderes da República Federativa do Brasil e suas respectivas competências.
A CF no art. 2º dispõe que “São Poderes da União, independentes e harmônicos entre si, o Legislativo, o Executivo e o Judiciário”. Já a mesma Carta no seu art. 84, XXV, diz ser da competência privativa do Presidente da República prover e extinguir os cargos públicos, na forma da lei. No caso específico, a nomeação do cargo de Diretor Geral da PF tem regulamentação pela Lei Federal nº. 9.266, de 15.03.1966, a qual, no art. 2º.-C, diz que “O cargo de Diretor-geral, nomeado pelo Presidente da República, é privativo de delegado de Polícia Federal integrante da classe especial”. Somente haveria violação ao ordenamento constitucional, leia-se, ao princípio da legalidade, se o nomeado não fosse delegado de Polícia Federal integrante da classe especial.
No ordenamento constitucional nós temos os atos vinculados e os atos discricionários.
Quando o Presidente da República, Governador ou Prefeito nomeia Ministro, Secretário de Estado ou Secretário Municipal, ele estará exercendo um ato discricionário que foge ao controle do Poder Judiciário por ser de sua livre escolha. No caso do Presidente, dada a previsão do art. 84, I, c.c. com a 2ª parte do inciso II do art. 37, todos da CF, quando ele nomeia, seja Ministro, presidente de estatal, de autarquia federal e etc.., ele o faz de forma pessoal, pois os cargos são de sua livre escolha, são os chamados cargos admissíveis “ad nutum”, de livre nomeação e exoneração sem necessidade de explicação a quem quer que seja.
Na 2ª parte do inciso II do art. 37 citado encontramos: “..... ressalvadas as nomeações para cargo em comissão declarado em lei de livre nomeação e exoneração;”. Os cargos de provimento em comissão, os chamados cargos de confiança são de livre escolha dos mandatários,
Se eu condenei a intromissão do Ministro Gilmar Mendes ao impedir a posse do ex- e eterno presidente Lula, também condenei a suspensão da posse de Cristiane Brasil e pelo mesmo entendimento na interpretação constitucional condeno a recente intromissão do Min. Alexandre de Moraes na suspensão da posse de Alexandre Ramagem Rodrigues para exercer o cargo de Diretor-geral da Polícia Federal, cujo ato é da competência privativa do Presidente da República. Não importa quem esteja ocupando o cargo de Presidente da República que tem natureza transitória. O que importa é supremacia da Carta Federal de 1988, a Constituição Cidadã de Ulisses Guimarães, a garantia do Estado Democrático de Direito e o respeito as Competências privativas de cada Poder da União e dos Estados Federados.
O STF não é de agora que vem se colocando como um supra poder, acima do Executivo e do Legislativo, acima do bem e do mal. Reiteradamente vem rasgando a nossa mais não virgem imaculada, a CF, a exemplo da antecipação do cumprimento da pena antes do trânsito em julgado da sentença penal condenatória ou no acolhimento da antecipação do cumprimento da pena depois da condenação pelo Tribunal do Júri. Em verdade, a suspensão da posse de um Ministro de Estado tal como aconteceu é uma decisão teratológica que sequer merecia cumprimento.
Quem é contra Bolsonaro aplaude Alexandre de Moraes, como o PDT de Ciro, autor do MS, Mirian Leitão, defensora dos interesses da Globo em seu blog, edição de 20.04.2020, que entende ser defesa de princípios e alguns incautos parlamentares e oposicionistas que são incapazes de entender que o que importa é preservar o Estado Democrático de Direito e a Supremacia da Constituição sobre as instituições. Dentre os que aplaudiram e aplaudem Alexandre de Moraes temos congressistas como o Sen. Randolfe Rodrigues (Rede-AP) que votou contra Dilma, Erika Kokay (PT-DF), Joice Hasselmann (PSL-SP), ex-da linha de frente governista e tantos outros.
O BBC News colheu opiniões de juristas sobre o caso Ramagem e enquanto o ex-ministro do STJ Gilson Dipp defende o posicionamento do Ministro Alexandre, os professores de direito Eloisa Machado (FGV) e Rafael Mafei (USP), estes críticos de Bolsonaro divergem do posicionamento do Ministro, pois o ato de nomeação (diretor da PF) é um ato discricionário e político que compete ao Executivo, não tendo o Judiciário competência para fiscalizar a indicação em si (Mafei). Evidentemente que a ingerência do Judiciário no ato administrativo da competência do Poder Executivo afronta o princípio da divisão entre os Poderes da República
Há na sociedade brasileira e em nossas Cortes de Justiça a exacerbação do moralismo, o que não é de agora, que não guarda relação com a moralidade, como também o art. 37 da CF em seu “caput” não se constitui como norma autônoma, posto que ela se limita apenas a anunciar princípios, não sendo norma constitucional supra do corpo da Carta Federal ou que venha se sobrepor as todas demais normas constitucionais por se tratar de norma meramente informativa de princípios que devam ser observados pelo administrador público em todos os níveis, como também princípios não são leis.
Se fosse enumerar as decisões do STF usurpando a função legislativa do Congresso Nacional e violando os direitos e garantias constitucionais dos cidadãos seria necessário um jornal. De outro lado, a organização criminosa denominada República Judiciária de Curitiba sustentada pela grande mídia golpista, financistas nacionais e estrangeiros com tentáculos em várias Cores de Justiça, um dos artífices do Golpe de 2016, nos obriga a repensar os limites do Poder Judiciário e conceder poderes ao Senado da República a impor limites dentro de regras preestabelecidas.
O que me espanta é que constitucionalistas bastantes conhecidos e comprometidos com a supremacia da Constituição, no presente caso Ramagem se resguardem de condenar a intervenção indevida do judiciário ou quando se manifestam não tomam uma oposição clara e firme, o que não deveria acontecer, até porque o cargo da Presidente da República é de natureza temporária, o que vale dizer, hoje temos ali uma extremistas de direita, amanhã poderemos ter um liberal, um socialista e assim por diante e todos estarão a defender a ordem constitucional sem interferências indevidas.
O STF deve se limitar interpretar a norma constitucional por ser ele, em tese, guardião da Constituição Federal, porém quando os seus Ministros se colocam acima do bem e do mal e de todos desprezando as competências constitucionais se colocando acima dos Poderes Executivo e Legislativo, põe em risco sua credibilidade e criam constantes crises institucionais, o que é um risco para a Nação.
Em artigo de doutrina sob o título “Tribunal de Instrução” publicado em vários sites jurídicos defendi a criação do Tribunal Constitucional a exercer o controle da CF, como um Poder supra, sem se imiscuir em questiúnculas ou se apresentar como esquina dos Poderes, do qual extraio:
Marco Aurélio Dutra Aydos (Procurador da República, Mestre em Direito (UFSC) e Filosofia pela New School for Social Research, NY, EUA), em artigo para o Observatório da Impensa (http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/…/cid111120032.…), comentando sobre matéria de Clóvis Rossi, prestigiado articulista da Folha de S.Paulo, sobre o escândalo Jobim no STF, que revelou solenemente ter fraudado a soberania popular em conchavos de gabinete que introduziram artigos não votados na Constituição de 1988, assentou:
“Assistir à "Justiça em Ação" ainda é um duríssimo "choque de realidade". A primeira reação é de constrangimento. Depois dá uma certa tristeza. E então nos damos conta de que o Supremo Tribunal Federal tem a cara do Brasil. Nas instituições políticas e judiciais brasileiras estão pessoas que nos causam constrangimento, outras que nos causam certa tristeza e pessimismo, quando chegamos a pensar que a coisa não tem mais jeito, até que – como se fora por milagre – encontramos alguns que estão na luta pela construção dessa "afeição" pela Constituição, que é o único fundamento sólido de uma democracia.”
Paulo Afonso, 01 de maio de 2020.
Antonio Fernando Dantas Montalvão.
OAB.Sec.-BA 4425.
OBSERVATORIO.ULTIMOSEGUNDO.IG.COM.BR

Ministros do Supremo rebatem Bolsonaro e saem em defesa de Alexandre de Moraes

Ministros do Supremo rebatem Bolsonaro e saem em defesa de Alexandre de Moraes

Saiba como sustentar oralmente nas sessões virtuais e por ...
No plenário virtual, houve muitos elogios a Alexandre de Moraes
Matheus TeixeiraFolha
Após os ataques do presidente Jair Bolsonaro ao ministro Alexandre de Moraes na manhã desta quinta-feira (30), os ministros Luís Roberto Barroso e Gilmar Mendes logo saíram em defesa do colega de STF (Supremo Tribunal Federal). À tarde, na sessão da corte e sem se referir diretamente às declarações do chefe do Executivo, outros ministros do Supremo também fizeram questão de elogiar Moraes.
No julgamento desta quinta, o próprio ministro mandou recados ao Palácio do Planalto. Ao votar em uma discussão sobre as consequências do novo coronavírus, Moraes disse que o Brasil só terá esperança de sair da crise se houver liderança para conduzir o processo.
COM REGRAS TÉCNICAS – “E esperança se dá com liderança. Quando nós que exercemos cargos públicos, possamos olhar para a população e afirmar que estamos fazendo o melhor com base em regras técnicas, regras de saúde pública, regras internacionalmente conhecidas. E não com base em achismos, com base em pseudomonopólios de poder por autoridade”, disse Moraes.
Moraes também cobrou coordenação do governo federal com prefeitos e governadores no combate à doença. “O Brasil já chega quase a 6 mil mortos. Enquanto os entes federativos continuarem brigando, judicialmente ou pela imprensa, a população é que sofre. A população não está muito preocupada com a divisão de competências administrativas ou legislativas, a população quer um norte seguro para que ela tenha saúde”, disse.
BOLSONARO INSISTE – No início da manhã, em entrevista em frente ao Palácio da Alvorada, Bolsonaro fez duras críticas à decisão de Moraes de suspender a nomeação de Alexandre Ramagem para a direção-geral da Polícia Federal. Bolsonaro afirmou que o despacho foi “político” e quase gerou uma crise institucional.
Horas depois da afirmação do presidente, Barroso enviou uma declaração a jornalistas em que elogia Moraes. “O ministro chegou ao Supremo Tribunal Federal após sólida carreira acadêmica e de haver ocupado cargos públicos relevantes, sempre com competência e integridade. No Supremo, sua atuação tem se marcado pelo conhecimento técnico e pela independência. Sentimo-nos honrados em tê-lo aqui.”
Gilmar, por sua vez, usou as redes sociais. “As decisões judiciais podem ser criticadas e são suscetíveis de recurso, enquanto mecanismo de controle. O que não se aceita — e se revela ilegítima — é a censura personalista aos membros do Judiciário. Ao lado da independência, a Constituição consagra a harmonia entre poderes.”
TOFFOLI ELOGIA MORAES – O presidente do Supremo, ministro Dias Toffoli, ressaltou que é testemunha da dedicação de Moraes “ao direito e à causa pública”. “Fica aqui meu carinho e meu abraço ao querido colega e amigo ministro Alexandre de Moraes”, disse.
Sem citar os ataques de Bolsonaro, os ministros do STF fizeram questão de elogiar Moraes. A ministra Cármen Lúcia afirmou que o colega “honra a magistratura brasileira” pela sua responsabilidade e pelo “vasto conhecimento que faz com que o Brasil saiba que há, sim, ótimos juízes”.
O ministro Luiz Edson Fachin foi na mesma linha e disse que se sente honrado em integrar o STF ao lado de Moraes. “Faço três cumprimentos, em primeiro lugar ao nosso eminente colega Alexandre de Moraes, cuja contribuição intelectual e acadêmica foi realçada da tribuna virtual e espelha aquilo que de real tem em todos os estudante e estudiosos do Brasil”.
MAIS DEFENSORES – Outros ministros, como Marco Aurélio Mello, também criticaram os ataques de Bolsonaro a Moraes, que, um dia antes, suspendeu a nomeação de Ramagem sob o argumento de que o presidente não observou os princípios da impessoalidade, da moralidade e do interesse público.
A Ajufe (Associação dos Juízes Federais) também se manifestou, mas também não fez referência direta a Bolsonaro. Para a entidade, “é inadmissível que uma autoridade pública não reconheça o princípio basilar ou queira se sobrepor à realidade constitucional” de que o Judiciário é um dos poderes da república.
“O direito à livre manifestação está previsto na nossa CF, e é aceitável que se mostre insatisfação, porém jamais este descontentamento pode gerar agressões e ofensas.”
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG 
– Bolsonaro não tem juízo, mesmo. Resolve comprar uma briga contra um ministro do Supremo justamente quando existem ações em andamento no tribunal que podem causar seu impeachment. Realmente, nem Freud poderia explicar o comportamento do presidente brasileiro. Se aceitasse se submeter a análise, Bolsonaro certamente fundiria a cuca do psicanalista(C.N.)

Brasil perde Ruy Fausto, um dos mais reconhecidos intelectuais do país

O Brasil perdeu nesta sexta-feira um de seus maiores intelectuais, o filósofo Ruy Fausto, que faleceu aos 85 anos, de um infarto, enquanto tocava piano em sua casa, em Paris. Ele era um grande apreciador de jazz e tocava frequentemente

Sergipe já contabiliza 517 casos de Covid-19 e 14 óbitos















A Secretaria de Estado da Saúde de Sergipe divulgou o boletim epidemiológico do coronavírus (Covid-19) nesta sexta-feira, 01, através do Ministério da Saúde;
De acordo com o boletim divulgado, o número de casos confirmados no estado subiu para 517 no estado.
O número de óbitos também cresceu, 14 no total. Ainda hoje a SES irá divulgar o boletim com o detalhamento completo do Coronavírus em Sergipe.
Maycon Fernandes/Jornalista

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