terça-feira, abril 28, 2020

Brasil precisa desesperadamente que Bolsonaro saia da Presidência e Mourão assuma


Mourão: posição do governo é 'uma só', isolamento e distanciamento ...
Comparado a Bolsonaro, o vice Mourão é um tremendo estadista
Carlos Newton
Tenho pouca paciência para esses robôs humanos e mecânicos que infestam a Tribuna da Internet, escalados para defender a permanência de Jair Bolsonaro no poder. São profissionais, ganham para fazer o serviço, é compreensível. O mais curioso, para mim, é o repúdio ao vice-presidente. Nem Freud poderia explicar por que os defensores da intervenção militar preferem manter o capitão Bolsonaro, ao invés de apoiar o general Hamilton Aragão.
Por incrível que pareça, algumas pessoas ainda agem assim, parece que foram hipnotizadas pelo “mito”, que é um líder político mais falso do que uma nota de três dólares, mas se comporta admiravelmente como líder de seita.
QUESTÃO DE HIERARQUIA – Seria muito mais lógico se os fanáticos por Bolsonaro despertassem do transe e passassem a optar por Mourão, até mesmo por uma questão de hierarquia. É muito esquisito ver general obedecendo ordem de capitão, especialmente da categoria de Bolsonaro, que é um completo idiota, conforme o classifiquei aqui na TI, quando defendi o voto nele para impedir a eternização da primeira república sindicalista do mundo, que representaria um tipo de ditadura jamais visto na História Universal. Mas isso é outro assunto, qualquer dia voltaremos a ele.
Tenho desprezo por esse tipo de fanático político, que não consegue perceber a diferença entre um capitão tosco e desclassificado como Bolsonaro e um general altamente preparado como Mourão. E para sair dessa crise iniciada pelo coronavírus, o Brasil precisa desesperadamente que Bolsonaro deixe logo o poder e seja substituído por Mourão.
O MUNDO MUDOU – Em tradução simultânea, com a pandemia o xadrez da política mundial vai mudar inteiramente. Diante do imobilismo diplomático norte-americano, que só pensa em guerras e disputas pelo petróleo, gastando uma fábula para manter suas centenas de bases  militares internacionais, a China avançava abertamente com a construção da Nova Rota da Seda, para invadir a economia europeia através da Itália, já tendo se infiltrado na região industrial da Lombardia, epicentro europeu da Covid-19.
Mas a pandemia está alterando a situação. A China mentiu o tempo todo. Primeiro, escondeu a gravidade da situação; depois, usou a doença como marketing de eficiência, construindo um hospital ao vivo em apenas sete dias, quando seria muito mais rápido e barato instalá-lo em barracões militares etc. e tal.
O fato concreto é que contaminou o mundo e os Estados Unidos, que têm um terço dos contaminados, vão cobrar caro, junto com os europeus, especialmente França, Itália, Reino Unido, Alemanha e Espanha. Ou seja, EUA e União Europeia vão se unir comercialmente contra o dragão chinês.
BOLSONARO E MOURÃO – Nessa conjuntura, com Bolsonaro à frente, pateticamente submisso a Donald Trump ou qualquer outro presidente da matriz USA, o Brasil vai se arrastar na maior crise da História, sem conseguir competir com os produtores agrícolas americanos e europeus, que são altamente subsidiados. Vai ser uma tragédia anunciada, porque, na política externa, a filial Brazil ficará à margem do mundo, como mera sucursal dos EUA.
Caso nos livremos de Bolsonaro e o vice Mourão assuma, o quadro é outro, porque os militares são pragmáticos e não se comportam como sabujos da matriz USA.
Para enfrentar o bloqueio de americanos e europeus, a China terá de interromper a construção da Rota da Seda quando chegar ao Oriente Média e se unir aos gigantes do BRICS (Brasil, Rússia, Índia e África do Sul), além de outras nações em desenvolvimento.
SAÍDA DA CRISE – Não há outro caminho para o Brasil. Com o general Mourão no Planalto, poderemos deixar de ser filial e agir como nação independente no tabuleiro de xadrez da política internacional.
Até a Embraer será beneficiada, porque a China e os BRICS precisam de nossos jatos de passageiros, que hoje são mais baratos e confiáveis do que os novos modelos da Boeing, totalmente desprestigiados, porque avião pode tudo, menos cair.
Bem, amigos, é por essas e outras que defendemos que este país se livre logo de Bolsonaro e ressurja na política internacional com a grandeza que realmente possui, como o quinto maior em território, o sexto em população, a nona economia e um potencial de crescimento que nenhum outro país apresenta. E como dizia Ibrahim Sued, “sorry, periferia”.

Euclides da Cunha: Prefeito Dr. Luciano pode perder mandato em ação de improbidade

Euclides da Cunha: Prefeito Dr. Luciano pode perder mandato em ação de improbidade
Foto: Divulgação
O prefeito de Euclides da Cunha, Luciano Pinheiro Damasceno, mais conhecido como Dr. Luciano (PDT), pode perder o mandato e ter seus direitos políticos suspensos, em razão de uma ação civil por ato de improbidade administrativa movida pelo Ministério Público (MP-BA).

Dr. Luciano também foi denunciado ao Tribunal de Contas dos Municípios (TCM), pelo vereador Valdemir Dias (PSD), em razão de uma publicidade autopromocional com recursos da gestão municipal.

No mesmo sentido, na última quinta-feira (23), o MP-BA ajuizou a ação, pedindo antecipação de tutela para proibir o prefeito de realizar promoção pessoal às custas dos recursos públicos, assim como a condenação do mesmo no valor de R$ 1,8 milhão, a perda do mandato e a suspensão dos direitos políticos.

Um dia depois, na sexta (24), a juíza da Vara da Fazenda Pública concedeu as medidas liminares requeridas pelo MP-BA, proibindo o prefeito de realizar os atos de improbidade apontados na denúncia. Dr. Luciano será intimado para manifestar por escrito as suas justificativas, no prazo de 15 dias.

Caso seja condenado, após o trânsito em julgado, o prefeito de Euclides da Cunha poderá perder o mandato e ter os direitos políticos suspensos.

Bahia Notícias

Mello autoriza inquérito no STF para apurar acusações de Moro contra Bolsonaro


Mello autoriza inquérito no STF para apurar acusações de Moro contra Bolsonaro
Foto: Reprodução / Carlos Moura / SCO / STF
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Celso de Mello autorizou nesta segunda-feira (27) a abertura de inquérito para apurar declarações do ex-ministro da Justiça e da Segurança Pública Sergio Moro.

Ao deixar o governo, na última sexta (24), Moro apontou suposta interferência de Jair Bolsonaro em inquéritos da Polícia Federal (relembre aqui). Segundo o ex-ministro, o presidente decidiu trocar a direção-geral da PF porque gostaria de ter acesso a informações de inquéritos sobre a família Bolsonaro.

O pedido de abertura foi encaminhado na sexta-feira (24) pelo procurador-geral da República, Augusto Aras. O decano do STF foi sorteado relator do pedido, segundo o G1.

Segundo o ministro, os fatos narrados por Moro têm relação com o exercício do cargo, o que permite a investigação de Bolsonaro. Isso porque a Constituição impede que o chefe do Executivo seja alvo de apuração alheia ao exercício do mandato.

"Os crimes supostamente praticados pelo senhor presidente da República, conforme noticiado pelo então Ministro da Justiça e Segurança Pública, parecem guardar (...) íntima conexão com o exercício do mandato presidencial, além de manterem – em função do período em que teriam sido alegadamente praticados – relação de contemporaneidade com o desempenho atual das funções político-jurídicas inerentes à chefia do Poder Executivo", escreveu o ministro.

Com a abertura do inquérito, começa a fase de produção de provas. Aras pediu ao Supremo que a linha de investigação tenha início com o depoimento de Moro e que o agora ex-ministro apresente documentos que comprovem suas declarações.

Uma das medidas que podem ser tomadas no curso do inquérito é a quebra de sigilos telefônicos, por exemplo, para verificar a autenticidade da troca de mensagens entre Sergio Moro e Bolsonaro. Em pronunciamento, Bolsonaro afirmou que as declarações de Moro eram infundadas e que ele não havia tentado interferir na Polícia Federal.

Para a PGR, a fala do ex-ministro da Justiça e ex-juiz indica possibilidade de crimes como falsidade ideológica, coação no curso do processo, advocacia administrativa, prevaricação, obstrução de Justiça e corrupção passiva privilegiada.

Caso os fatos apresentados por Moro não sejam comprovados, ele poderia responder por denunciação caluniosa e crimes contra a honra.

Bahia Notícias

Madre de Deus: Ações que podem afastar Jeferson Andrade estão próximas de desfecho

Terça, 28 de Abril de 2020 - 00:00


Madre de Deus: Ações que podem afastar Jeferson Andrade estão próximas de desfecho
Foto: Priscila Melo/ Bahia Notícias
Duas ações movidas pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA) ameaçam o que resta do mandato do prefeito de Madre de Deus, Jeferson Andrade (PP). A mais antiga é a que corre desde junho de 2017 na 7ª Vara de Fazenda Pública e acusa Jeferson e outros réus de desvio de verba do erário municipal.

Na época do suposto crime, Jeferson era vereador, mas o Ministério Público solicitou uma liminar, entendendo que, diante das provas consideradas cabais, Jeferson e os demais acusados deveriam ser afastados cautelarmente de quaisquer funções públicas, o que foi deferido pelo juízo da 7º Vara em 12 de julho de 2018, resultando, naquela ocasião, na saída de Jeferson do cargo de prefeito de Madre de Deus.

Porém, apenas quatro dias depois, Jeferson retomou suas funções graças a uma decisão do desembargador Gesivaldo Britto, então presidente do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), que entendeu só ser possível o afastamento dos réus depois de proferida uma sentença condenatória. O ex-presidente está atualmente afastado da magistratura por acusações da Polícia Federal de envolvimento em um suposto esquema de venda de sentenças para favorecer a grilagem de terras.

Cassada a liminar, o processo retornou à 7ª Vara. O MP-BA reiterou as acusações e o pedido de afastamento imediato dos acusados de funções públicas. Finalmente, no dia 5 de março, depois de todos os trâmites obrigatórios serem cumpridos, aguarda-se para qualquer momento a sentença do caso.

A outra “espada de Dâmocles” sobre a cabeça do prefeito de Madre de Deus é a ação que corre na 6ª Vara de Fazenda Pública, também de autoria do MP-BA, que acusa Jeferson Andrade de fraude em licitação, em conluio com outros réus. Também neste caso é pedido o afastamento cautelar do prefeito, estando os autos prontos para decisão desde a última quinta-feira (23).

Bahia Notícias

Bolsonaro nomeia Mendonça como ministro da Justiça; Ramagem é confirmado na PF


Bolsonaro nomeia Mendonça como ministro da Justiça; Ramagem é confirmado na PF
Foto: Sérgio Lima / Poder360
Após dizer que poderia surpreender com sua nomeação para o Ministério da Justiça, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) manteve a escolha entre as apostas: o agora ex- advogado-geral da União, André Mendonça, será o substituto de Sergio Moro à frente da pasta. Sua nomeação foi publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira (28).

Imagem: Diário Oficial da União

No dia anterior, a Folha de S. Paulo noticiou que Mendonça havia sido convidado para assumir o posto. Antes dele, o nome mais cotado para a vaga era do atual ministro da Secretaria-Geral, o militar da reserva Jorge Oliveira.

O novo chefe da Justiça e Segurança Pública fez carreira na AGU. Ele estava na pasta desde 2000, quando encerrou seu trabalho como advogado concursado da Petrobras. Durante o governo Michel Temer (MDB), chegou a ser corregedor da AGU.

De acordo com o jornal, Mendonça chegou ao governo Bolsonaro por indicação do ministro da Controladoria-Geral da União (CGU), Wagner Rosário. Essa indicação foi apoiada pela bancada evangélica, uma vez que o ministro é também pastor da Igreja Presbiteriana Esperança de Brasília.

Por esse motivo, inclusive, ele está cotado para assumir uma das vagas que serão indicadas por Bolsonaro para o Supremo Tribunal Federal (STF). Em mais de uma ocasião, no ano passado, o presidente repetiu que indicaria um nome "terrivelmente evangélico" (lembre aqui). 

Transferido para o Ministério da Justiça com apoio da cúpula militar do governo e articulação do presidente da Corte Suprema, Dias Toffoli, Mendonça é nomeado sob a expectativa de que melhore a atual relação de Bolsonaro com o Poder Judiciário. O capitão irritou magistrados após participar de um ato que tinha, entre suas bandeiras, o fechamento do Congresso e do STF (veja aqui).

Para o lugar de Mendonça na AGU vai o atual procurador-geral da Fazenda, José Levi do Amaral. O jornal conta que ele é indicado pelo ministro da Economia, Paulo Guedes.

NOMEAÇÃO NA PF
A mesma edição do Diário Oficial traz ainda a nomeação do delegado Alexandre Ramagem, que é amigo dos filhos do presidente, como novo diretor-geral da Polícia Federal (PF). Delegado de carreira do órgão, Ramagem atuou como chefe da segurança de Bolsonaro quando ela era candidato à Presidência da República (saiba mais aqui).

Antes responsável pela Agência Brasileira de Inteligência (Abin), o delegado vai suceder Maurício Valeixo, cuja demissão na última semana impulsionou a saída de Moro do governo (saiba mais aqui e aqui). De acordo com o ex-ministro da Justiça, a mudança ocorre porque Bolsonaro quer interferir na PF, com acesso a informações sigilosas. (Atualizada às 7h20)

Bahia Notícias

'É liberdade de expressão', diz Bolsonaro sobre suposto esquema de fake news ligado ao filho


por Paulo Saldaña | Folhapress
'É liberdade de expressão', diz Bolsonaro sobre suposto esquema de fake news ligado ao filho
Foto: Reprodução / Revista Fórum
Ao ser questionado se a investigação da Polícia Federal sobre fake news que envolve seu filho Carlos pode ficar comprometida com a troca de comando no órgão, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse nesta segunda (27) que não há esquema de notícias falsas e sim liberdade de expressão.

"Meu Deus do céu. Isso é liberdade de expressão. Vocês deveriam ser os primeiros a ser contra a CPI das Fake News. O tempo todo o objetivo da CPI é me desgastar", afirmou Bolsonaro.

A Folha de S. Paulo mostrou no sábado (25) que a investigação da Polícia Federal sobre fake news, conduzida pelo STF (Supremo Tribunal Federal), tem indícios de envolvimento do vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ).

Os investigadores veem Carlos como um articulador do esquema de fake news e buscam agora provas que sustentam um eventual indiciamento do filho do presidente.

Esse inquérito foi considerado o estopim por Bolsonaro para exonerar Maurício Valeixo da diretoria-geral da PF, o que levou à demissão de Sergio Moro do Ministério da Justiça na sexta-feira (24).

Para o lugar de Valeixo, Bolsonaro pretende nomear Alexandre Ramagem, diretor da Abin (Agência Brasileira de Inteligência) e amigo de Carlos Bolsonaro.

"Me acusam de fake news desde antes da campanha. Me apresentem um post que seja fake news, post de piada não vale, meme, não vale. Apresente um post que prejudicou o [candidato do PT derrotado nas eleições, Fernando] Haddad", disse Bolsonaro.

A argumentação de Bolsonaro, de que se trata de liberdade de expressão, é semelhante à de Carlos.

Neste domingo, ao comentar reportagem da Folha, o filho do presidente afirmou: "Não é necessário esquema de notícia para falar o que penso sobre drácula, amante, botafogo, nervosinho, aproveitadores, sabotadores ou sobre quem quer que seja".

Segundo Moro, o presidente agia para interferir politicamente na atuação da polícia e tinha interesse em inquéritos em trâmite no STF.

Bolsonaro voltou a negar interferência a acusação. "Nenhum parente meu está sendo investigado pelo Supremo. O que tá de fake news é segredo de Justiça, ninguém sabe", disse. "Ele [Moro} teve carta branca na Justiça, eu não troquei nenhum superintendente, sugeri Rio e Pernambuco."

Questionado, Bolsonaro defendeu Ramagem. O presidente disse que o conheceu na campanha eleitoral de 2018 porque ele fazia parte da equipe de sua segurança como candidato.

"Ele ficou novembro e dezembro na minha casa, dormiu na casa vizinha, tomava café comigo. Aí tirou fotografia com todo mundo, foi num casamento de um filho meu. Não tem nada a ver a amizade dele com meu filho, meu filho conheceu ele depois", disse.

"E eu passei a acreditar no Ramagem, conversava muito com ele, trocava informações, uma pessoa inteligente, bem informada, e demonstrou ser uma pessoa da minha confiança. A partir do momento que tenho chance de indicar alguém da PF, porque não [o] indicaria?", afirmou Bolsonaro.

Bahia Notícias

segunda-feira, abril 27, 2020

Sergipe tem 211 casos confirmados e 11 óbitos por Covid-19

em 27 abr, 2020 21:26

Sergipe está com 211 casos confirmados de coronavírus (Foto: Freepik)
A Secretaria de Estado da Saúde divulgou na noite desta segunda-feira, 27, que Sergipe tem 211 casos confirmados de coronavírus e 11 óbitos provocados pela doença.
Mais cedo, a SES divulgou o décimo óbito de Covid-19 em Sergipe, um homem de 55 anos, residente em Rosário do Catete. Agora a noite, confirmou mais um óbito: um idoso de 92 anos, portador de Alzheimer, morador de Aracaju. Ele faleceu em domicílio, no dia 25 desse mês.
De acordo com a SES, hoje foram registrados 36 novos casos da doença. Aracaju aparece com 23 pessoas infectadas: são 10 mulheres com idades variando entre 25 a 83 anos, e 13 homens com idades de 18 a 92 anos. Itabaiana aparece com mais quatro casos: dois homens de 23 e 69 anos, e duas mulheres com 27 e 75 anos.
A Barra dos Coqueiros tem dois novos casos: um homem de 45 anos e uma mulher com 42 anos de idade. São Cristóvão também tem dois casos: mulheres de 23 e 36 anos. E Nossa Senhora do Socorro tem mais um registro: uma mulher de 48 anos.

Canindé de São Francisco com uma criança de seis anos; Areia Branca com um homem de 65; Ribeirópolis com o registro de homem de 75 anos; e Rosário do Catete com um homem de 55 anos (10° óbito no Estado), registram seus primeiro casos.
Até o momento, 45 pessoas já receberam alta e estão curadas. Foram realizados 1.960 testes e 1.749 foram negativados. Estão internados 21 pacientes, sendo nove em leitos de UTI (seis na rede privada e três na rede pública) e 12 em leitos clínicos (sete na rede privada e cinco na rede pública).
Panorama Covid-19 em SE
Confirmados: 211
Aracaju: 138
Estância: 14
Itabaiana: 10
Itabaianinha: 07
N Sra do Socorro: 07
São Cristóvão: 06
Simão Dias: 04
N Sra da Glória: 03
Barra dos Coqueiros: 03
Lagarto: 02
Propriá: 02
Pacatuba: 02
Itaporanga D’Ajuda: 02
Porto da Folha: 02
Capela: 01
Canindé de São Francisco: 01
Areia Branca: 01
Ribeirópolis: 01
Rosário do Catete: 01
Tomar do Geru: 01
Indiaroba: 01
Maruim: 01
Cristinápolis: 01
Negativados: 1.749
Receberam alta: 45
Óbitos: 11
Aracaju: 07
Simão Dias: 01
Itabaianinha: 01
Rosário do Catete: 01
Itaporanga D’Ajuda: 01

Com informações da SES
INFONET

Socióloga citada em discurso, diz que Bolsonaro não tem “compromisso real com a democracia”


Para Ilona, saída de Moro causará impacto profundo para o país
Deu na Folha
Após ser citada por Jair Bolsonaro em discurso na sexta-feira, dia 24, a cientista política e colunista da Folha Ilona Szabó de Carvalho afirma, em nota, que o compromisso do ex-ministro da Justiça Sergio Moro de combater a corrupção, o crime organizado e o crime violento jamais foi endossado pelo presidente da República.
“Sergio Moro chegou ao governo no auge de sua popularidade e, apesar de sair sob evidente desconforto, foi derrubado por um presidente sem compromisso real com a democracia”, diz a cientista política.
PRIMEIRO VETO – Em fevereiro de 2019, Ilona Szabó de Carvalho protagonizou episódio que marcou o primeiro veto de Bolsonaro ao então “superministro”, que havia sido nomeado com o compromisso de ter carta branca.
Após onda de ataques nas redes sociais e de pressão do próprio presidente, Moro revogou a nomeação de Szabó como membro suplente do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária O episódio foi lembrado por Bolsonaro em discurso na última sexta-feira, no qual acusou a cientista política de defender o aborto e a “ideologia de gênero”.
ACUSAÇÕES – “Nós sabemos que essa senhora ou senhorita tem publicações, as mais variadas possíveis, defendendo o aborto, ideologia de gênero entre tantas outras coisas que são em completo desacordo com as bandeiras que eu defendi, que os cristãos brasileiros também defendiam e até os ateus defendiam também”, disse Bolsonaro.
Com 15 anos de atuação, Szabó tem mestrado em estudos de conflito e paz pela Universidade de Uppsala, na Suécia, e é cofundadora e diretora-executiva do Instituto Igarapé, que produz pesquisas sobre segurança, justiça e desenvolvimento. Na opinião da especialista, a saída de Moro deverá causar um impacto profundo e de longo prazo para o país.
EM XEQUE – “Além de colocar em xeque a confiança e a autonomia dos órgãos responsáveis por fazer cumprir a lei, as consequências podem impactar as investigações que envolvem os filhos do presidente Jair Bolsonaro em acusações de corrupção e os episódios ainda não bem explicados envolvendo as relações familiares com as milícias”, afirma Szabó.
Em sua nota, ela diz que a gestão de Moro não pode se apropriar das recentes reduções das taxas de homicídio no país —”as tendências de queda começaram no início de 2018″, afirma—, mas elogia a criação de centros integrados de inteligência em todo o país e o lançamento de programas pilotos de prevenção à violência em municípios.
“Este é o momento de a sociedade brasileira, e as instituições republicanas em especial, observarem atentamente os próximos passos, sem admitir retrocessos para além daqueles já promovidos até aqui. Já fomos longe demais”, conclui Szabó.

Por que Bolsonaro ainda não nomeou o novo ministro da Justiça e o diretor da PF?


Está faltando tinta na Bic do Bolsonaro | Ruth de Aquino - O Globo
Charge do Chico Caruso (O Globo)
Pedro do Coutto
A situação política deve estar contendo a caneta na mão de Jair Bolsonaro, por não ter conseguido ainda nomear o substituto de Sérgio Moro nem tampouco escolher o novo diretor da Polícia Federal. Este sintoma é extremamente crítico para o Palácio do Planalto, na medida em que o impasse permanece tolhendo a disposição do presidente da República. Esta é a impressão na qual a opinião pública aguarda o resultado do problema.
Há ainda o fato de a Associação de Delegados da Polícia Federal anunciar sua disposição de recorrer ao Judiciário caso o presidente Bolsonaro conclua pelos nomes de pessoas muito ligadas à sua família e também pela obstrução que está sofrendo.
NINGUÉM ENTENDE NADA – É absolutamente incrível o que está acontecendo em nosso país. Escrevo este artigo no início da noite de segunda-feira, dia 27, e continuo aguardando uma definição que está custando a ser resolvida. Realmente, ninguém sabe o que está acontecendo no país.
Além das duas nomeações, aguarda-se o despacho do Ministro Celso de Mello autorizando  o inquérito reclamado pelo Procurador-Geral da República Augusto Aras contra o ex-ministro Sérgio Moro. Se autorizar, a tendência só pode ser uma: marcar a data do depoimento de Sérgio Moro sobre as acusações levantadas contra ele.
Dessa forma o Supremo Tribunal Federal iniciará o processo. O comparecimento de Sérgio Moro ao STF dará margem a uma repercussão ainda maior a respeito dos fatos que o levaram a deixar a Pasta.
ARTIGO DE MEDINA – Excelente o artigo do ex-deputado Rubem Medina sobre a questão colocada nas redes sociais e também quando do comício de domingo em Brasília, no qual surgiram faixas tendo como alvo a Corte Suprema e o Congresso Nacional. Os manifestantes Se posicionaram na presença de Bolsonaro a favor até de um novo Ato Institucional nº 5.
Medina destacou o contraste terrível entre a democracia de hoje e a ditadura implantada a partir de dezembro de 1968. O autor do texto indaga se aqueles que defendem o retorno do Ato 5 têm conhecimento de seus reflexos, sobretudo sufocando as liberdades públicas e os direitos humanos.
LEGITIMAR A TORTURA – O Ato 5 na verdade buscava legitimar as torturas e institucionalizar o peso do Estado na vida dos cidadãos. A tortura, digo eu, é a coisa mais hedionda que possa existir. Por isso quem defende a tortura e os torturadores pertence à extrema direita, como Bolsonaro, uma vez que só num regime ditatorial a tortura pode ser aplicada a torto e a direito.
Um terceiro assunto de hoje reservei para a entrevista do ministro Nelson Teich com a imprensa a respeito do coronavírus 19. Foi um espetáculo triste, pois ele e seus executivos limitaram-se a falar sobre intenções e não a respeito das medidas concretas indispensáveis ao enfrentamento da pandemia que alarma o país e o mundo.
Ao longo do encontro os representantes do Ministério da Saúde chegaram à conclusão de que o combate ao coronavírus tem de partir do SUS. Francamente o ministro Nelson Teich não demonstra um entusiasmo verdadeiro para enfrentar o desafio.

Bolsonaristas tentam desqualificar Moro e promovem campanha de fake news nas redes sociais


Charge do Frank (desacato.info)
Luiz Vassallo
Estadão
“Tenho visto uma campanha de fake News nas redes sociais e em grupos de whatsapp para me desqualificar”, afirmou, neste domingo, dia 26, o ex-ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro. “Não me preocupo; já passei por isso durante e depois da Lava Jato. Verdade acima de tudo. Fazer a coisa certa acima de todos”, diz.
O ministro tem sido ativo nas redes sociais desde que deixou o governo, e reiterado acusações e críticas ao presidente Jair Bolsonaro. Neste sábado, Moro compartilhou uma campanha do Ministério da Justiça. “Faça a coisa certa, pelos motivos certos e do jeito certo” foi o lema de campanha de integridade que fizemos logo no início no MJSP”, afirmou.
VAZA JATO –  Em seguida, no mesmo dia, foi a vez de Bolsonaro dizer, em seu Twitter: “A Vaza Jato começou em junho de 2019. Foram vazamentos sistemáticos de conversas de Sérgio Moro com membros do MPF. Buscavam anular processos e acabar com a reputação do ex-juiz. Em julho, PT e PDT pediram prisão dele. Em setembro, cobravam o STF. Bolsonaro, no desfile, fez isso”, diz a mensagem, que acompanha uma imagem do presidente ao lado de Moro”.
Moro respondeu. “Sobre reclamação na rede social do Sr.Presidente quanto à suposta ingratidão:também apoiei o PR quando ele foi injustamente atacado.Mas preservar a PF de interferência política é uma questão institucional,de Estadode Direito,e não de relacionamento pessoal”.
INTERFERÊNCIA POLÍTICA – Ao anunciar a saída do cargo, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, acusou nesta sexta-feira, dia 24, o presidente Jair Bolsonaro de tentar interferir politicamente no comando da Polícia Federal para obter acesso a informações sigilosas e relatórios de inteligência. “O presidente me quer fora do cargo”, disse Moro, ao deixar claro que a saída foi motivada por decisão de Bolsonaro.
Em seguida, o presidente exibiu mensagens que, segundo ele, demonstram a pressão do presidente para a troca de Valeixo. No conteúdo gravado no WhatsApp, o presidente mostra uma notícia sobre investigações contra deputados aliados para exigir a troca do diretor-geral da PF.
VAGA NO STF – Moro também exibiu uma conversa com a deputada federal Carla Zambelli, em que ela pede para que o ministro aceite uma vaga no STF em setembro, e também a troca na PF, pelo diretor da Abin. “Va em setembro para o STF. Eu me comprometo a ajudar. A fazer o JB prometer”. “Prezada, não estou à venda”, respondeu Moro.

Em destaque

Senado impõe sigilo sobre entradas de nomes ligados ao escândalo do Banco Master

Publicado em 10 de maio de 2026 por Tribuna da Internet Facebook Twitter WhatsApp Email Ouvidoria do Senado é comandada por Ciro Nogueira Ra...

Mais visitadas