quarta-feira, abril 08, 2020

Delegacia orienta sobre fake news nas redes sociais e em aplicativos de mensagens

Além do combate ao Coronavírus, há um outro que também vem sendo realizado dia a dia. O enfrentamento a disseminação de fake news em redes sociais e aplicativos de mensagens. A Delegacia de Repressão a Crimes Cibernéticos (DRCC), vinculada ao Departamento de Crimes Contra o Patrimônio (Depatri), orienta a população sobre como proceder para verificar se uma notícia é falsa ou verdadeira.
A busca pela informação diante de uma pandemia de um vírus pode desesperar muitas pessoas, mas é necessário ficar atento para levar em consideração apenas o que é veiculado pela imprensa e pelos órgãos oficiais. Assim, a DRCC traz orientações para a população identificar o que é uma informação falsa disfarçada de notícias e o que é um conteúdo verdadeiro, plausível e checado com fontes especialistas e oficiais.
A delegada Rosana Freitas explicou quais são os procedimentos que o cidadão deve observar para identificar as chamadas fake news. “Nós orientamos que leia a notícia até o fim, pois muitas vezes nas notícias falsas o título e o subtítulo não condizem com o texto. Cheque a fonte, o site, o autor do conteúdo; canais oficiais, utilizam links padronizados, com o ‘.gov’. Caso tenha dúvidas, digite o título e detalhes da notícia em um site como o Google, se ela for importante, provavelmente estará em outros sites de notícias”, detalhou.
Há ainda mais detalhes que devem ser observados. “Verifique se o texto divulgado contém erros de português e confira a data da notícia. E sempre desconfie de matérias sensacionalistas, pois veículos de comunicação com baixa credibilidade tendem a publicar notícias que despertam a curiosidade do leitor por meio do sensacionalismo. Portanto, a dica é evitar este tipo de conteúdo”, pontuou.
Outro importante alerta feito para a população é que repassar notícias falsas também pode responsabilizar criminalmente o autor do compartilhamento. “Pedimos à população que só compartilhe se tiver certeza de que a informação é verdadeira. A pessoa é responsável pelo que compartilha e pode responder criminalmente caso o conteúdo repassado seja falso”, alertou a delegada.
A população também pode reportar conteúdos falsos encontrados nas redes sociais, como complementou Rosana Freitas. “Na maioria das redes sociais, é possível classificar o conteúdo suspeito como ‘falso’. Ao fazê-lo o conteúdo poderá ser removido da rede”. Caso haja dúvidas de como proceder quanto a situações que envolvam notícias falsas, o cidadão também pode entrar em contato com o Depatri, pelo telefone (79) 3194-3100.

Fonte: SSP/SE

Jeremoabo: Prefeitura anuncia cancelamento do São João em decorrência da pandemia


Jequié: Prefeitura anuncia cancelamento do São João em decorrência da pandemia

Foto Divulgação Bahia Notícias

O Prefeito de Jeremoabo através Decreto publicado no D.O desta data 08.04, anunciou o cancelamento dos festejos juninos, festas de padroeiro e outras festas tradicionais tanto na cidade quanto na Zona Rural.  
O gestor anunciou que a medida visa concentrar recursos para o combate a pandemia de coronavírus.

Nota da redação deste Blog - Espera-se que o prefeito determine a Secretária de Educação que tenha bom senso, cumpra as determinações da OMS e do MS,  cancelando o RECADASTRAMENTO.
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Esse recadastramento simplesmente coloca em risco a saúde e a vida de todos que dele participar. 


Covid-19: Prefeito de Poço Verde decreta toque de recolher na cidade

O município afirmou que essa medida estrema precisou ser tomada após a confirmação de casos da Covid-19 em cidades vizinhas, a exemplo de Simão Dias, em Sergipe, e Adustina, na Bahia.(Foto: freepik)
O prefeito do município de Poço Verde, Everaldo Oliveira, baixou um decreto com medidas restritivas para combate ao novo coronavírus (Covid-19). Segundo o texto do decreto, publicado no Diário Oficial, fica determinado o toque de recolher desta quarta-feira, 8, até o dia 17 de abril, das 20h até às 5h do dia seguinte, para confinamento domiciliar obrigatório em todo o território do município. Com isso, fica proibida a circulação de pessoas, com exceção a circulação quando necessária para acesso aos serviços essenciais, mediante comprovação da necessidade ou urgência.
O município afirmou que essa medida estrema precisou ser tomada após a confirmação de casos da Covid-19 em cidades vizinhas, a exemplo de Simão Dias, em Sergipe, e Adustina, na Bahia. Ainda segundo o decreto, em caso de descumprimento da medida, poderá ocorrer a apreensão de veículos e a condução forçada de pessoas pelas autoridades municipais.
Dessa maneira, em razão do decreto, a administração municipal reforça que fica terminantemente proibido durantes os dias 8 e 17 de abril, das 20h às 5h, a circulação e permanência de pessoas nas praças públicas,  ruas, calçadões, espaços de lazer comunitário, estacionamentos coletivos e equipamentos de esportes municipais. A única ressalva são para serviços considerados essenciais, como hospitais e supermercados, mas procurando ao máximo evitar aglomerações nestes locais.
por João Paulo Schneider  e Verlane Estácio
Infonet

Adutora rompe e deixa Porto da Folha sem abastecimento de água

Nesta quarta-feira (8), a adutora localizada no município de Porto da Folha rompeu e deixou mais de 28 mil habitantes, tanto na sede como povoados da região, sem o serviço de abastecimento de água.
Leia mais no A8SE: http://a8se.com/r/o8GPP

Família que ouviu Bolsonaro é dizimada pela pandemia

Coronavírus: a festa que pode ter espalhado o vírus em uma família de SP e levado à morte de 3 pessoas
A estimativa é de que ao menos 14 convidados tiveram algum problema de saúde após a comemoração.

Delator relata que outra desembargadora do TJ-BA está 'morrendo de medo'

Delator relata que outra desembargadora do TJ-BA está 'morrendo de medo'
Foto: Jefferson Peixoto / Ag. Haack/ Bahia Notícias
O delator da Operação Faroeste, Júlio Cesar Cavalcanti, apresentou para o Ministério Público Federal (MPF) uma conversa que teve através do aplicativo Whatsapp com o advogado Vanderlei Chilante. Nas mensagens, Chilante diz que recebeu informações de Brasília de um acordo de Júlio, que nega que teria feito a delação e informa que a desembargadora Ilona Reis, do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) “estaria morrendo de medo”. 

A desembargadora pode estar no radar do Ministério Público Federal (MPF). O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) determinou que o Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) apure a atuação da desembargadora em uma decisão envolvendo a disputa de mais de 300 mil hectares de terras no oeste baiano. Segundo o pedido, Ilona Reis descumpriu decisões do plenário do CNJ referentes a disputa das terras, relatados pela conselheira Maria Tereza Uille. 

Conforme noticiado pelo Bahia Notícias, a comissão para apuração da conduta da magistrada será composta pelos desembargadores Eserval Rocha, Pilar Célia Tóbio e Moacyr Montenegro Souto (saiba mais). A apuração no TJ-BA deverá ser concluída em 60 dias. De acordo com o despacho do corregedor nacional de Justiça, ministro Humberto Martins, o TJ vai apurar possível falta funcional da desembargadora na condução de um agravo de instrumento sobre a disputa de terras do oeste baiano e não observar a determinação do CNJ. Júlio e Chilante teriam conversado sobre a atuação da desembargadora em um encontro no aeroporto de Salvador no dia 20 de fevereiro deste ano. 
Bahia Notícias

Para afastar possibilidade de impeachment, subprocurador deu um parecer vexaminoso


Vice-procurador eleitoral também desafia a ONU contra Lula ...
Vice-procurador alega (?) que o isolamento não incluía Bolsonaro
Carlos Newton
Como havíamos adiantado aqui na TI, terminava nesta terça-feira, dia 7, o prazo para o vice-procurador-geral da República, Humberto Jacques de Medeiros, encaminhar parecer sobre a notícia-crime apresentada pelo deputado federal Reginaldo Lopes (PT-MG) ao Supremo Tribunal Federal contra o presidente Jair Bolsonaro, por ter visitado comércios em Brasília e defendido o fim do isolamento social contra o coronavírus.
Lopes está pedindo o enquadramento do presidente no artigo 268 do Código Penal, que consiste em infringir determinação do poder público, destinada a impedir propagação de doença contagiosa – o crime tem pena reclusão de um mês a um ano.
ATENDENDO A PEDIDOS… – Embora outros 25 procuradores da República já tenham se manifestado formalmente contra o presidente Bolsonaro, o vice-procurador Medeiros não conseguiu superar a pressão do procurador-geral Augusto Aras.
Atendendo a pedidos, deu um jeitinho brasileiro e apresentou um parecer alegando que não há como imputar a Bolsonaro o crime de descumprimento de medida sanitária preventiva, porque não havia uma ordem dessa natureza vigorando, vejam a que ponto de desfaçatez chegamos.
“Não há notícia de prescrição, por ato médico, de medida de isolamento para o presidente da República”, argumentou absurdamente o ilustre vice-procurador Humberto Jacques Medeiros, saindo pela tangente e tirando o corpo fora, com uma tese que deslustra sua brilhante carreira profissional.
PARECER VEXAMINOSO – O parecer do representante do Ministério Público Federal pode ser considerado vexaminoso, porque não era necessária nenhuma “prescrição, por ato médico, de medida de isolamento para o presidente da República”, porque era pública e notória a existência de determinação nesse sentido a todos os brasileiros e estrangeiros que se encontrassem no país, entre os quais se inclui o capitão Jair Messias Bolsonaro, que ocasionalmente ocupa a Presidência da República.
Quanto ao fato de Medeiros ter pedido o arquivamento, nada de novo no front ocidental. É assim que o procurador tem de proceder, sempre que não tenha formado sua “opinio delicti” (opinião de que houve delito). Agora. o relator do processo no Supremo, ministro Marco Aurélio Mello, que decidir se arquiva o caso ou convoca julgamento. Vamos aguardar, portanto.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Quando saiu a notícia de que o vice-procurador Medeiros iria emitir o parecer, o procurador geral Augusto Aras se apressou em declarar que a escolha tinha sido feita “por distribuição”, como se a escolha tivesse sido mera coincidência. Mas na verdade Medeiros era apenas “o homem certo na hora certa”. E toca o barco, como dizia nosso amigo Ricardo Boechat. (C.N.)


Charge: Control S Comunicação
Vicente Limongi Netto
Aplaudo e endosso o expressivo artigo (Correio Braziliense-27/3) do presidente do Sindicato dos Servidores do Poder Legislativo Federal e do Tribunal de Contas da União (Sindilegis), Petrus Elesbão, intitulado “Cada um por si e o Estado contra quase todos”, repudiando manobras sorrateiras e demagógicas de deputados contra servidores públicos. Elesbão salienta com rigorosa clareza: “Por que tirar dinheiro de quem consome para salvar quem produz? Certamente  será um suicídio econômico”.
Nessa linha, é lamentável que o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, dê asas a essa colossal pantomima. Tudo indica que deputados obscuros como Carlos Sampaio, Alexis Fonteyne (conselheiro do Vasco, coitado do Vascão!), Marcel Vanhattem e Ricardo Izar, entre outros medonhos criadores da indecorosa PEC, foram infectados pelo vírus da patetice, do cinismo, da demagogia e dos holofotes fáceis, diante da desastrada iniciativa que pretende diminuir salários de servidores para ajudar no combate ao coronavírus.
FAZER CARIDADE… – É bom os transloucados Sampaio, Izar, Alexis etc. consultarem um infectologista. Devem achar cômodo fazer caridade com o chapéu alheio.
Por ora, a vil iniciativa foi derrotada. A emenda do partido Novo (leia-se: dos banqueiros) foi retirada da pauta da votação do “Orçamento de Guerra”.  Seguramente permanecerá derrotada, porque vai na contramão da legalidade e do bom senso.
Magistrados de tribunais superiores e outras respeitadas entidades de classe, a exemplo do Sindilegis, seguramente não permitirão que o imoral, inconstitucional, inconsequente, inacreditável e raquítico projeto ganhe fôlego nem ultrapasse o portão da sensatez.
O caso da pandemia mostra que os servidores públicos têm  o respeito dos brasileiros. Trabalham com dedicação. Contribuem para o crescimento do país. Como a maioria dos brasileiros, os servidores têm compromissos, obrigações e boletos a pagar. Muitos contribuem nas despesas de saúde, educação e vestuário também de filhos e netos.
É um absurdo cortar salários de quem movimenta a economia. O saudoso Carlos Lacerda lembrava que servidor público não ganha eleição. Mas atrapalha bastante.
Nesse sentido, se o Executivo, Legislativo e Judiciário desejarem realmente ajudar no combate ao coronovírus, ao invés de reduzir salários de abnegados servidores, poderiam abater outras despesas. Exemplos: cortar 50% dos gastos dos Palácios da Alvorada, Planalto, Buriti e residências dos presidentes da Câmara e do Senado; suspender o cartão corporativo das autoridades; colocar na garagem carros oficiais de autoridades e servidores de elite dos três Poderes; suspender vôos da FAB para atender a imensa turma de folgados engravatados; e extinguir suspender, por fim, o auxílio-moradia e outros penduricalhos.
As sessões e deliberações estão sendo virtuais. Ninguém precisa vir a Brasília.
Concluindo, o senador Fernando Collor manifestou irrestrito apoio, no facebook e no instagram, ao movimento #todoscontraocorona para transformar o milionário Fundo Eleitoral e o orçamento impositivo em fundos para combater o coronavírus. Os servidores gostariam de saber a opinião dos notáveis deputado Carlos Sampaio, Ricardo Izar e outros do melancólico time, sobre tal iniciativa.

Paulo Guedes conduz mal a economia e utitliza o coronavírus como justificativa


Paulo Guedes é “feioso” e destrutivo - CTB
Charge do Genildo (Arquivo Google)
Roberto Nascimento
O ministro da Economia, Paulo Guedes, pode ser tido como Posto Ipiranga, mas não é essa Brastemp que o presidente Jair Bolsonaro pensava que era. Guedes está gerindo mal a economia do país com essa receita neoliberal, que já vinha arrasando o Chile e também a Argentina, causando a derrota do presidente Mauricio Macri, que tentava a reeleição.
A situação estava tão ruim na terra de nuestros hermanos que o velho peronismo voltou e já decretou moratória de um ano no pagamento da dívida nacional.
VOTO NA ESPERANÇA – A mão que afaga é a mesma que apedreja, dizia o poeta Augusto dos Anjos. O povo vota na esperança, mas quando vê a sua situação piorar, retira o apoio e sai às ruas pedindo mudança. Vejam o caso da presidente Dilma Rousseff, acossada pelos movimentos de rua em 2013 e 2014.
Paulo Guedes, espertamente, já ensaia suas desculpas em cima do coronavírus, mas o fato concreto é que a economia patinava e patinou todo o ano de 2019 com a condução equivocada imposta por ele.
Suas pautas principais sempre foram em cima de restrições de direitos trabalhistas e previdenciários, para beneficiar empresários. E para tentar favorecer o segmento bancário, tentou implantar o regime de capitalização que deu errado no Chile.
COISA PÚBLICA? A pergunta que surge é a seguinte: por que os nomeados para cargos públicos, como Guedes, trabalham exatamente contra a coisa pública? Reside aí, a razão dos nossos males e o sofrimento do povo, principalmente dos brasileiros mais pobres.
Vejam o caso emblemático do Guedes. No início de março, acenou com um bônus da crise, da ordem de R$ 200,00 para os trabalhadores informais, que não poderiam trabalhar. Mas, o Congresso não gostou e aumentou para R$ 600,00, com aval do presidente, que se sensibilizou pela matéria.
PASSEANDO NA ORLA – O ministro Guedes, magoado por não ter sido ouvido no bônus dos trabalhadores informais, voou para o Rio de Janeiro e foi visto caminhando com a esposa, pela orla de São Conrado, uma das mais belas vistas do oceano Atlântico do Rio de Janeiro.
Estou começando a sentir vergonha do meu país, com tantas nulidades que nos governam.

Adustina no mapa da morte do Covid-19

O cidadão José Mario Parabeniza a Procuradora do Município de Jeremoabo

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Nota da redação deste Blog - Certos elementos deveriam entender que com o povo começando a exercer seu direito de cidadania e com a imprensa independente, a " Lei de Gérson", aos poucos está perdendo a validade.
Aproveito para informar a esse cidadão que não cito o nome para não contaminar o Blog, que esses processos que entraram contra a minha pessoa, não foram por desonestidade, improbidade ou fraude, mas sim por denunciar atos ante-republicanos contra a administração pública, mesmo assim até a presente data todos foram improcedentes.
Tenho orgulho e isso engrandece o meu currículo, por haver enfrentado diversas tentativas de processos por ter a coragem de na defesa dos sem voz, exercer o meu direito de cidadania, haver denunciado e continuar denunciando os usurpadores do erário público. 


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