quarta-feira, agosto 07, 2019

A demissão de Said Farhat e a morte de Petrônio Portela, os “operários da abertura”


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Said Farhat exigiu de João Figueiredo a redemocratização do país
Sebastião Nery
Jornalismo é o fato. A notícia, a informação. Depois é que vem a análise. O ideal é quando o jornalista pode dar a notícia em cima do fato. Mas, muitas vezes, a maioria das vezes, só decorrido algum tempo é que temos o fato em todos os seus dados, Como a lua, a informação não nasce de vez. Ela se vai corporificando aos poucos, através da costura de numerosos elementos dispersos.
Essas histórias que conto hoje não poderia ter contado no primeiro instante. Primeiro, para não expor as fontes de informação. Mas, principalmente, porque só agora a versão surge clara, redonda, luminosa. Como uma lua, cheia de consequências políticas.
FARHAT SE DEMITE – Logo depois dos incidentes de Florianópolis, o ministro Said Farhat, da Comunicação Social, entrou cedo no gabinete do Presidente Figueiredo.
Não podia continuar no governo e por isso apresentava seu pedido de demissão, que pedia ao Presidente para aceitar. Desde o primeiro instante, ele deixara claro que ia para o governo ajudar o Presidente em seu projeto de abertura política, único caminho viável para o Brasil transformar-se numa nação socialmente equilibrada e economicamente poderosa.
Figueiredo atalhou logo dizendo que aquele era, é e continuaria sendo o objetivo de seu Governo. Por isso, não estava entendendo o gesto do ministro e amigo.
Farhat pôs o dedo na ferida. Disse ao Presidente que dentro do Planalto não havia essa unanimidade que ele imaginava em torno do projeto de abertura, ao menos em torno do ritmo, da velocidade do projeto. Alguns tinham, dentro de si, um projeto diferente e sempre agiam em função disso. Com os episódios de Florianópolis, haviam chegado a um nível intolerável as disfarçadas ou indisfarçadas hostilidades a ele, Farhat. Por isso, achava que devia sair para que o Presidente pudesse montar uma equipe realmente unida.
Figueiredo cortou a conversa textualmente: – “Nós dois viemos para cá realizar juntos um projeto de Governo. Só sairemos juntos. Não aceito a demissão de maneira nenhuma”.
MORTE DE PETRÔNIO – Um jornal de manchetes sensacionalistas poderia ter noticiado assim a morte do ex-ministro da Justiça – “Petrônio Assassinado pelo Planalto”. A Bíblia ensinou que ao homem não é dado discutir os desígnios da Providência. Mas, a notícia humana, exata, da morte do “operário da abertura” (a inteligente manchete do Correio Braziliense), mostra que a candidatura de Petrônio à Presidência da República em 1984 é que foi a responsável por todos os equívocos médicos que deixaram um ministro da Justiça morrer com uma assistência médica tão minguada.
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Petrônio Portela era o candidato civil à Presidência
Primeiro, ele já tinha passado muito mal na noite de quinta para sexta-feira durante uma viagem de Florianópolis para Laguna onde foi representar o presidente. Volta de helicóptero para Florianópolis. Chega a Laguna, faz o eletrocardiograma, acusa o enfarte. Não aceitou ficar internado.
Petrônio exigiu dos médicos levarem-no para Brasília. Na Casa de Saúde Santa Lucia, o eletro acusa o enfarte em Santa Catarina mas Petrônio não aceita ficar internado. Em casa teve o segundo enfarte e não resistiu.
UM OBSTINADO – Como exigiu, sempre falavam em distúrbio gástrico, que era consequência e não causa. “Eu sempre fui obstinado”, ele me dizia na entrevista que o Correio Braziliense publicou. No fim de todo seu longo projeto de abertura estava, já mais ou menos pacífica, sua candidatura civil (a única até então aceita pelo sistema) para a sucessão de Figueiredo.
Petrônio sabia que, com um pulmão só, na hora em que entrasse em um CTI enfartado, temporariamente afastado do Ministério, os adversários de sua candidatura teriam o argumento definitivo: “É um doente, não pode”.
Ele se obstinou para derrotar a morte e ganhar o poder. Não conseguiu. E deixou a Nação perplexa e com medo da abertura sem seu operário.

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Mentira contra Paulo Afonso

Ascom -PMPA-


Foto: Ilustração
A matéria veiculada em um blog que fala sobre um empréstimo da Prefeitura de Paulo Afonso traz em seu bojo diversas inverdades, cujo objetivo é, e tão somente, desconstruir a imagem da administração municipal. Aqueles que sonham, um dia, sentar na cadeira do Executivo tentam em todas as esferas mascarar e verdade e os fatos, distorcendo o que de real existe.
VAMOS A VERDADE!
A reunião realizada pelo Prefeito Luiz de Deus com os parlamentares na manhã desta quinta-feira (6), tratou sobre uma alternativa para incremento de obras por meio de linha de crédito junto à Caixa Econômica disponibilizada especialmente para Prefeituras. Crédito esse propiciado pelo Governo Federal com juros muito baixos e totalmente dentro da legalidade, por meio do programa de Financiamento à Infraestrutura e ao Saneamento (FINISA).
Com a verba, a gestão poderá tocar diversos projetos ao mesmo tempo, aquecendo a venda no comércio e o mais importante: gerando emprego e renda para a população. Diversas frentes de trabalho possibilitam o crescimento da economia local, com dezenas de fornecedores diretos e centenas de indiretos, proporcionando desenvolvimento em diversas áreas.
Vale ressaltar que esse crédito do Governo Federal só é concedido às Prefeituras que estão aptas e são analisadas pelo Tesouro Federal, o que coloca Paulo Afonso em situação favorável, tendo em vista que possui contas equilibradas, pagamento de servidores e fornecedores em dia e, consequentemente, certidões positivas para contratar a referida linha de crédito. Quadro este totalmente incompatível do que foi noticiado na reportagem, que diz que a gestão estaria com débitos, demonstrando mais uma vez a tentativa de caluniar e difamar uma administração honesta e compromissada.
A recuperação do ICMS é realidade sim, e Paulo Afonso teve de volta valores que havia perdido nos seis primeiros meses do ano. Ao solicitar aos vereadores a aprovação do crédito na Caixa Econômica, o prefeito Luiz de Deus possibilita o aumento do investimento da receita da Prefeitura em outras áreas, que não a infraestrutura, como a saúde e educação, ofertando mais programas, ações e assim melhorando ainda mais a qualidade de vida de todos, como vem fazendo ao longo dos últimos três anos.

A Prefeitura de Paulo Afonso reforça o compromisso com uma imprensa livre, mas pautada na verdade e na veiculação de fatos com informações coerentes, combatendo inverdades, falácias e pronunciamentos que tenham cunho eleitoreiro, incentivando a criação de conflito com a comunidade. A gestão ressalta que as medidas jurídicas cabíveis serão tomadas para que a mentira não seja tratada como mero instrumento de caos social.

Será que somente o prefeito é culpado?

A imagem pode conter: texto.

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Ao ler matéria referente realização de prova de concurso a domicílio, aqui em JEREMOABO, não me surpreende o fato em si, já que diante deste desgoverno que aí está, nada a estranhar, pois entendo que está dentro da normalidade dos princípios da própria gestão e visão pessoal, a qual tem conceitos próprios para administrar a coisa pública, diferente daquilo que é a norma geral institucional (da legalidade) para o mesmo tema. Em face ao exposto, deixo até de criticar o Gestor Público e me volto para criticar a inoperância do Legislativo local, que de casa do povo só tem o nome, e mesmo assim, apenas os gastos de mais ou menos R&$ 232 mil reais todo mês, mas incapaz de defender com seriedade o povo que representa. A exemplo, os professores que hoje mendigam o cumprimento daquilo que lhe é de direito, classe essa, que cito apenas como referência, mas que tem demonstrado não ser digna de si mesma, seja pela desunião entre seus membros, seja por demonstrar para a sociedade, o não cumprimento do seu papel institucional e laboral que é: formar cidadãos conscientes, críticos, politizados, com capacidade para reconhecer e defender seus direitos, de forma coerente e claro, discernimento entre o certo e o errado, separando os anseios pessoais e entender que o bem coletivo a todos beneficia, ao tempo em que elimina o surgimento de discórdias, pois ali, a causa é comum a todos e não a um grupo que age isoladamente.
J.M.Varjão

Nota da redação deste Blog - A respeito desse seu comentário, início fazendo perguntas: Será que resolverá uma pessoa ter seu carro roubado, e ao invés de acionar a polícia ir fazer comentários na porta de um bar?

Será que resolverá o problema de uma pessoa  na estrada acidentada e o transeunte ao invés de encaminhar para o hospital, ficar lamentando numa praça qualquer?

Por analogia faço ainda a seguinte pergunta?
Será que todos os desmandos existentes na prefeitura de Jeremoabo, será algum dia resolvido se os vereadores ao invés de representar perante o Ministério Público ou mesmo ajuizar Ações na Justiça, ficar discutindo ou enxugando gelo nas ditas reuniões da Câmara?

É por essas omissões e outras, que o município está no fundo do poço como foi dito ontem por uma vereadora,  não adianta ficar malhando em ferro frio justificando o injustificável, dizendo que a culpa é do prefeito com a sua promessa de mudanças para pior.
Os vereadores são os freios do prefeito, o povo elege o prefeito, porém ao mesmo tempo elege os vereadores para que fiscalizem e usem a Lei como parâmetros, como bussola.
Tudo de certo ou errado que o prefeito faz é com o aval dos vereadores, a começar pela suplementação e liberação de recursos.

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