terça-feira, março 26, 2019

Líderes de 11 partidos apoiam a reforma da Previdência, mas exigem modificações


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Charge do Bruno Galvão (arquivo Google)
Fernanda CalgaroG1 — Brasília
Líderes de 11 partidos divulgaram nesta terça-feira (26) na Câmara uma nota em apoio à aprovação da reforma da Previdência, mas defenderam modificações no texto enviado pelo governo. Os partidos se manifestaram contra as mudanças propostas pelo Palácio do Planalto para o pagamento do Benefício de Prestação Continuada (BPC), pago a idosos de baixa renda, e a aposentadoria rural.
Os 11 partidos são: PSDB, DEM, PP, PR, PRB, PSD, PTB, SD, MDB, Podemos e Cidadania. Juntas, essas bancadas somam 278 dos 513 deputados.
Considerada a principal medida para ajustar as contas públicas, a reforma da Previdência mexe nas regras de aposentadoria para a iniciativa privada e o funcionalismo público. Pelas estimativas do governo, se a reforma for aprovada da maneira como foi enviada ao Congresso, seria possível economizar R$ 1 trilhão em 10 anos.
MAIA DÁ FORÇA – Para o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), a retirada dos dois pontos sugeridos pelos partidos ajudará na tramitação da matéria na Câmara. “Eu acho que é uma boa iniciativa dos 11 partidos. Acho que os dois temas têm mais atrapalhado do que ajudado a discussão da reforma da Previdência. O BPC e a aposentadoria rural não são, do ponto de vista fiscal, o principal problema, mas, do ponto de vista de atingir as pessoas que mais precisam, são os que estão prejudicando mais o projeto”, afirmou Maia.
Em nota, as legendas justificaram que “qualquer reforma previdenciária deve ter como princípios maiores a proteção aos mais pobres e mais vulneráveis” e, por isso, decidiram “retirar do texto a parte que trata de forma igual os desiguais e penaliza quem mais precisa”.
A nota foi divulgada após uma reunião entre as lideranças partidárias, que negaram que seja uma retaliação ao governo federal, que está sob críticas em relação à articulação para aprovar a matéria.
DEFESA DOS POBRES – “Nós estamos cumprindo a nossa função, temos que defender os interesses dos mais desassistidos”, afirmou o líder do DEM, Elmar Nascimento (DEM-BA).
O líder do Podemos, José Nelto (GO), argumentou na mesma linha: “Não é retaliação. O papel da Câmara é defender os mais pobres. Estamos fazendo o que o povo está pedindo nas ruas”.
Pela proposta enviada pelo governo, idosos sem meios de se sustentar terão de aguardar até os 70 anos para receber integralmente o Benefício de Prestação Continuada (BPC). Atualmente, o benefício, no valor de um salário mínimo, é pago mensalmente à pessoa com deficiência e ao idoso com 65 anos ou mais que comprove não possuir meios de se sustentar, e nem de ter auxílio da família.
VALOR MENOR – O governo propõe o pagamento de um valor menor, de R$ 400, a partir dos 60 anos de idade. Se o idoso não tiver o tempo mínimo de contribuição para se aposentar pelo regime geral ao atingir 65 anos, ele continuará recebendo R$ 400 até completar 70 anos. Só a partir dos 70 anos é que passaria a receber um salário mínimo.
Ainda pelas regras apresentadas pelo governo, trabalhadores rurais, mulheres e homens, passam a ter a mesma idade para aposentadoria: 60 anos. Hoje, as mulheres no campo podem pedir aos 55 e homens, aos 60. O tempo de contribuição mínima passa de 15 para 20 anos.
OPOSIÇÃO – Praticamente no mesmo horário da manifestação a favor da reforma, líderes de partidos da oposição, entre eles PT, PSOL, PCdoB, PDT e Rede, lançaram um manifesto conjunto contra as mudanças nas regras da aposentadoria.
O grupo de oposição, que soma 133 deputados, afirmou no documento que irá trabalhar pela rejeição da proposta desde a sua tramitação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Já está definido. A proposta original do governo não tem a menor chance de ser aceita. Apenas isso. Está na hora do Plano B, mas ainda não existe. (C.N.)

DE QUEM ERA O CONTRATO? TRATADO DOS ESPERTOS.

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Foto Divulgação


DE QUEM ERA O CONTRATO? TRATADO DOS ESPERTOS.

O www.jeremoabohohoje.com.br, agora “dedemontalvao.blospot.com”, ao longo de sua história vem tratando dos problemas locais e problemas regionais e nacionais que repercutam entre nós sem medo e sem receio de contrariar interesses de quem quer que seja, apenas noticiando o fato que seja notícia deixando ao seu leitor ou autoridades constituídas, quando for o caso, emprestar suas interpretações.

No dia de hoje sob o título “MPF investiga fraude e superfaturamento em contrato para o transporte escolar”, noticiamos que o MPF na data de ontem, 25, instaurara IC – Inquérito Civil para investigar supostas contratações irregulares feitas pela prefeitura de Jeremoabo. Ninguém acusou alguém de qualquer coisa. O MPF, se for de sua competência e entender haver indícios para instaurar ação de improbidade administrativa ou ação penal, somente se saberá depois da conclusão do IC.

Quando o município de Jeremoabo encerrou o contrato de transporte escolar mantido com a Aliança Transporte de Passageiros e Turismo Ltda., alertamos que o encerramento unilateral do contrato e a contração de nova empresa sem licitação poderia gerar repercussão negativa. Na época, apenas alertamos o prefeito Derisvaldo a evitar práticas combatidas nas gestões anteriores a direcioná-lo para os princípios da legalidade e da moralidade administrativa desprezados pelos seus assessores. 

Como uma coisa leva a outra, para não dizer que não falei de flores e que o blog faz oposição sistemática, com base em dados colhidos na ação popular proposta pelos Vereadores de oposição contra o Município, o prefeito Derisvaldo e a nova empresa contratada que tramita na Justiça Federal de Paulo Afonso, n.1000611-14.2018.4.01.3306, procedemos uma imprensa investigativa a esclarecer melhor os fatos, coisa que me pôs sal na moleira, já que parece que o mundo é dos espertos.

No exercício do mandato do interino, e olhe que ele foi um dos autores da ação popular, o município de Jeremoabo contratou em Pregão Eletrônico a empresa Aliança Transportes de Passageiros e Turismo Ltda. para o transporte dos alunos da rede municipal de ensino escolar no período compreendido entre 03.2017 a 03.2018, pelo valor global de R$ 4.376.258,40 (quatro milhões e trezentos e setenta e seis mil e duzentos e cinquenta e oito reais e quarenta centavos), com valor mensal de R$ 364.688,20. Acontece que antes do encerramento do contrato, no mês de fevereiro de 2018, a Aliança Transportes de Passageiros e Turismo Ltda, artificialmente, solicitou um reequilíbrio contratual que não é coisa comum, obtendo um novo valor ano de contrato para R$ 4.802.332,80, ao custo mensal de R$ 400.194,40. Depois disso foi correr para o abraço e esticar o contrato por mais um ano, de 03.2018 até 03.2019.

Se o município de Jeremoabo poderia romper unilateralmente o contrato e contratar uma nova empresa com dispensa de licitação, isso é um problema interno da administração, do Prefeito e de seus assessores. Eu apenas alertei sobre o risco.  Com dados colhidos na mesma ação, vejo que os motivos que levaram a oposição bater as portas da Justiça Federal não são tão nobres quanto se pensa.

Nos meses de maio e junho de 2018, o faturamento mensal bruto da empresa Aliança Transporte de Passageiros e Turismo Ltda. em Jeremoabo foi de R$ 436.861,60 e R$ 421.110,40, acima do preço ajustado, enquanto a nova empresa contratada faturou nos meses de agosto, setembro e outubro do ano de 2018 os valores mensais de R$ 397.224,52, R$ 399.906,76 e R$ 399.906,76, respectivamente, e isso, pela matemática, houve redução de custos para o Município em relação aos preços praticados pela Aliança Transportes de Passageiros e Turismo Ltda.

Se é que o atual contratado é lesivo ao Município, significa dizer que nas administrações anteriores também ninguém foi tão bonzinho para o Município para bancar o discurso da moralidade pública. O MPF deveria incluir o contrato anterior para não ficar apenas no contrato atual. Pelo que se nota, a oposição não é tão boazinha como procurar demonstrar e a situação tem muito a corrigir. 

Quem se beneficiava com o contrato anterior e quem se beneficia agora?  O ruim é dois pesos e duas medidas. Cabe ao MPF verificar se houve prestação dos serviços pelas empresas contratadas e se houve lesão aos cofres públicos em ambos os contratos. O nosso compromisso é com Jeremoabo e não com grupos políticos.

Colaborador do heroico “Jeremoabohoje”.


Mais dinheiro para saúde perdido, onde Jeremoabo irá parar?

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Nada tenho a comentar, apenas lamentar e perguntar: onde esse povo humilde que necessita de saúde pública irá parar??

Carlos Bolsonaro avisa que querem enfraquecer seu pai “para conseguir chantageá-lo”


Resultado de imagem para carlos bolsonaro chargesDeu em O Globo    /    Charge do Aroeira (O Dia/RJ)
Filho mais próximo do presidente Jair Bolsonaro, o vereador Carlos Bolsonaro defendeu nesta segunda-feira a atuação de seu pai nas redes sociais, a despeito de postagens e afirmações polêmicas, corriqueiras nos perfis da família. “As pessoas que querem Bolsonaro longe das redes sociais sabem que é isso que o conecta com o povo, já que não tem mídia a seu favor”, escreveu.
Mais ativo dos filhos nas redes, Carlos resume seu pensamento dizendo que foi a atuação de Bolsonaro nas mídias sociais que lhe deu a vitória nas urnas, nas eleições presidenciais. Ele afirmou ainda que há pessoas que “o querem fraco e sem apoio popular para conseguir chantageá-lo”.
ELOGIO A MORO – Já nesta terça-feira, Carlos voltou a usar o espaço no seu perfil no microblog, desta vez para elogiar o pacote anticrime do ministro da Justiça, Sergio Moro, que protagonizou discussões públicas com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), que na semana passada chegou a dizer que Moro não entendia de política.
“O pacote anti-crime do Ministro Moro não é mera proposta de governo, é a principal demanda de nossa população! Enquanto o Congresso terá mais de 3 meses para aperfeiçoar a Nova Previdência seguindo os trâmites legais do Regimento interno da Casa de Leis, outros assuntos podem e devem ser levados adiante, principalmente aqueles que a sociedade anseia. Boa sorte, Brasil!”
TUITEIRO POLÊMICO – Em fevereiro, O Globo analisou 500 tuítes feitos por Carlos entre 15 de dezembro e 15 de fevereiro e constatou que 72,2% das postagens feitas pelo parlamentar são ataques . O alvo preferencial é a imprensa, mas também sobram bordoadas para a esquerda e até mesmo para aliados, como o ex-secretário-geral da Presidência Gustavo Bebianno.
Embora os ataques predominem, sobra espaço na rede social para que Carlos divulgue conteúdo institucional do governo ou elogie aliados. Os ministros Ricardo Salles (Meio Ambiente), Damares Alves (Direitos Humanos) e Santos Cruz (Governo) são alvos de menções elogiosas, assim como o guru da direita Olavo de Carvalho.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG 
– Melhor faria o filho 02 se cuidasse de seu trabalho como vereador no Rio de Janeiro e deixasse o pai governar em pai. Mas infelizmente Carlos Bolsonaro diz ser político, mas não tem a menor noção sobre o regime democrático. Comporta-se como se pertencesse à família real e fosse o príncipe-regente. Antigamente se dizia que isso é falta de Simancol; hoje em dia diz-se que ele está se achando.(C.N.)

Contra Bolsonaro, o Centrão quer resgatar a reforma da Previdência de Temer


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Kim Kataguiri diz que a reforma não tem chance de ser aprovada
Deu na Folha
Irritados com o presidente Jair Bolsonaro (PSL), líderes do Centrão começam a discutir a possibilidade de desenterrar a reforma da Previdência do governo Michel Temer (MDB) e votá-la como afronta ao Planalto. Desde a semana passada, integrantes de partidos que apoiam mudanças nas regras das aposentadorias mas que estão descontentes com o tratamento de Bolsonaro ao Congresso começaram a considerar ignorar a proposta do ministro Paulo Guedes (Economia).
Deputados e presidentes de partidos ouvidos pela Folha disseram que a ideia surgiu em conversas informais. Inicialmente, fizeram a avaliação de que o texto de Temer era menos duro, mais palatável e com projeções de economia mais factíveis e transparentes.
REDUÇÃO – Guedes quer economizar R$ 1 trilhão em dez anos. Em 2017, Temer previa poupar R$ 800 bilhões em igual período, e a proposta aprovada na comissão especial sobre a reforma na Câmara fechou o valor em R$ 600 bilhões.
Com o aumento da temperatura na relação entre Bolsonaro e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), os parlamentares viram na manobra uma forma de dar ao governo um recado de sua insatisfação política.
A ideia, segundo os líderes, ainda não havia sido levada a Maia até o fim da tarde desta segunda-feira (25). Maia negou haver a intenção de engavetar a reforma de Bolsonaro e ressuscitar a de Temer.
COM LÍDERES – O presidente da Câmara deve se reunir nesta terça (26) em almoço com líderes partidários para discutir a reforma.  Após o encontro, parlamentares do DEM, do MDB, do PSD, do PP, do PR e do PRB deverão declarar apoio a novas regras previdenciárias, mas com veto às mudanças na aposentadoria rural e no BPC, o benefício para idosos miseráveis. Deputados dirão que o texto do governo Bolsonaro é cruel com os mais pobres e os grupos mais vulneráveis.
Em relação à reforma de Temer, lideranças apontam que uma das facilidades seria que, já relatada por Arthur Maia (DEM-BA), está pronta para o plenário. Ela inclui alterações mais suaves no BPC e na aposentadoria rural.
DIZ KATAGUIRI – “A reforma encaminhada pelo governo [Bolsonaro] morreu, não tem chance de ser votada e aprovada”, afirmou à Folha o deputado Kim Kataguiri (DEM-SP).
“Mas acho que também tem um senso de responsabilidade de boa parte dos parlamentares, e mesmo a pressão dos governadores, que faz efeito. Acredito que talvez a gente retome o texto de Arthur Maia, o que resolveria o problema a curto prazo da Previdência e ao mesmo tempo o centrão não seria derrotado.”
Deputados que encabeçam o movimento dizem que as regras de transição da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) de Bolsonaro são muito complicadas —há três modelos que vigorariam juntos.
MODELO SIMPLES – Na proposta de Temer, há apenas um modelo: aumento gradual da idade mínima para aposentadorias. A transição é ainda mais suave —20 anos em vez de 10—, e o texto não contém a proposta de capitalização —a poupança individual para cada trabalhador.
“O Bolsonaro não disse que a reforma agora está nas mãos do Congresso? Então qual o problema de o Congresso ressuscitar a reforma do Temer?”, afirmou José Nelto (GO), líder do Podemos.
“O importante é passar uma reforma, não importa de quem ela seja”, disse.
Se a ideia de resgatar a proposta anterior for executada com sucesso, a estratégia funcionará como demonstração de força do Legislativo. Mas nem todos na Câmara acham essa uma boa ação política.
IMPOPULAR – Um correligionário do ex-presidente disse que, para o governo atual, seria ótimo se a reforma aprovada fosse a de Temer, e não a de Bolsonaro, uma vez que a medida é impopular. Para ele, a Previdência tem de ser carimbada como “a reforma do Bolsonaro”.
A PEC atual, porém, está travada na Câmara. O governo ainda tem dificuldade em conseguir formar a base aliada no Congresso Nacional.
Nem seu partido está convencido a chancelar a proposta, disse, nesta segunda, o líder do PSL, deputado Delegado Waldir (GO). “O governo tem de construir sua base.” Ele tem a avaliação de que, atualmente, o governo não tem nem os 55 votos do PSL. Para passar, a PEC precisa do apoio de 308 dos 513 deputados e de 49 dos 81 senadores, em dois turnos em casa Casa.
SEM RELATOR – Na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), o presidente Felipe Francischini (PSL-PR) ainda não tem uma nova data para indicar o relator. Ele adiou a indicação após pedidos de lideranças partidárias, até mesmo do PSL.
Diante do desgaste com o Bolsonaro e o bate-boca intenso, Maia considera ainda não indicar o relator da PEC e deixar a escolha para o governo.
Apesar da dificuldade de impulsionar a pauta de Bolsonaro, a equipe econômica é cética sobre a possibilidade de ressuscitar o texto de Temer.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – O mais interessante é o líder dizer que Bolsonaro não conta nem mesmo com todos os 55 deputados do PSL. Isso significa que a reforma subiu no telhado. (C.N.)

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Em cima da hora, Guedes cancela ida à reunião na Câmara sobre reforma da Previdência


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Guedes não teve coragem de encarar os deputados na comissão
Kelly OliveiraAgência Brasil
O ministro da Economia, Paulo Guedes, não participará de audiência na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados, na tarde desta terça-feira (26), para discutir a proposta de emenda à Constituição da reforma da Previdência (PEC 6/19). A participação na audiência constava na agenda do ministro. Nesta manhã, o compromisso foi modificado e consta a participação de Guedes, a partir das 14h30, da 8ª Reunião do Conselho de Governo, no Palácio do Planalto.
Em nota, o Ministério da Economia afirma que a equipe da Secretaria Especial de Previdência do Trabalho representará o ministro na audiência.
SUBSTITUIÇÃO – “O Ministério da Economia informa que a equipe técnica e jurídica da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho estará à disposição para representar o ministro Paulo Guedes na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados para esclarecer pontos da PEC 06/2019, nesta terça-feira, 26 de março. A ida do ministro da Economia à CCJ será mais produtiva a partir da definição do relator”.
Os parlamentares querem esclarecimentos sobre pontos da medida, a reforma previdenciária dos militares, a reestruturação da carreira das Forças Armadas e a necessidade de mudança do sistema de Previdência Social do país.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Pega muito mal esse procedimento. Deixar de cumprir a agenda, em cima da hora, é coisa de amador. Menosprezar a Câmara não é uma boa política, muito menos uma “nova política”. (C.N.)

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