segunda-feira, janeiro 01, 2018

Excesso de concorrentes adia a decisão final do concurso Piada do Ano 2017

Resultado de imagem para Piada do Ano charges
Charge do Duke (dukechargista.com.br)
Carlos Newton








Pré-candidato com baixa rejeição, Alvaro Dias apresenta suas teses de campanha

Imagem relacionada
Alta rejeição inviabiliza muitos candidatos, diz Alvaro
Rosana Hessel e Bernardo BittarCorreio Braziliense







Médicos recomendam que Temer permaneça em repouso nos próximos dias

Vasos de plantas colocados em corredor impedem a identificação de quem chega e quem sai
A agenda está vazia, mas há movimento no Jaburu
Deu na Agência Estado





Eleitor de Bolsonaro é o mais ativo nas redes, indica pesquisa do Datafolha

Resultado de imagem para Bolsonaro nas redes sociais charges
Charge do Edra (Arquivo Google)
Nelson de SáFolha







Eremildo, o idiota, ainda não entendeu a liberdade concedida a Pizzolato

Resultado de imagem para pizzolato charges
Charge do Simanca (Arquivo Google)
Elio GaspariO Globo/Folha









Estadão desmentiu o ministro da Justiça, que tentou defender o indulto de Temer

Imagem relacionada
Jardim está cada vez mais desmoralizado
Carlos Newton
###
P.S. 1 
– Por obrigação funcional, o ministro da Justiça deveria ter informações precisas sobre os decretos que o presidente assina, ao invés de engolir textos redigidos pelo subchefe de Assuntos Jurídicos da Casa Civil, Gustavo Rocha, ex-advogado de Eduardo Cunha e de outros integrantes do chamado “quadrilhão do PMDB”.
P.S. 2 – Em tradução simultânea, fica claro que Torquato Jardim foi enganado por Temer e pela gang do Planalto, que lhe forneceram informações erradas sobre os efeitos do indulto, fazendo o ministro desempenhar esse papel ridículo de tentar defender o indefensável. Torquato Jardim deveria pedir demissão e voltar ao escritório de advocacia, para tentar a recuperação de sua imagem profissional, hoje totalmente arrasada. (C.N.)

Nenhum ministro do Supremo respeita os prazos legais nos pedidos de vista

Resultado de imagem para supremo chargesRenan Ramalho e Maria Fernanda Erdelyi      /   G1, Brasília

Afinal, por que o gen. Villas Bôas não quer militares atuando contra o crime?

O comandante do Exército, general Eduardo Dias da Costa Villas Bôas (Foto: Geraldo Magela, Agência Senado)
Villas Bôas quer retirar os soldados das ruas
Deu no G1
###
NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Afinal, o que pretende o comandante do Exército, diante do caos na segurança pública? Quer manter as tropas nos quarteis, jogando futebol, vôlei e peteca? Não lhe envergonha transformar os militares em burocratas fardados, ao invés de adaptar as funções para servir à pátria na segurança pública, na engenharia de base, na assistência social e na formação dos jovens brasileiros. O que pretende o general Villas Bôas? Deveria ser mais explícito. (C.N.)



Charge 31/12/2017

Foto de início de ano novo em Jeremoabo.

A imagem pode conter: praia, atividades ao ar livre, água e natureza


Esta foto é apenas mais uma que há mais de 04 anos a população prejudicada vem reclamando sem que prefeito nenhum tome qualquer providências.
Se os outros ex-gestores nada fizeram, pior o gestor " interino" que de " pharmácia" só entende de mercúrio que é branco.

Esse atentado a saúde e a vida humana, fica localizada próximo ao Educandário de Zé do Rádio.
Observem atentamente a esse depoimento de uma moradora residente nessa rua, se é que posso chamar esse lixo de rua: " verdade todo final de semana é essa vergonha a casa da gente fica cheia de moscas eu que moro aqui no início da rua Jose Lourenço sofro com isso. Ninguém merece esse desgoverno interino do do demônio".

Isso não passa de uma espécie de extermínio em dose homeopática, vai matando o cidadão a longo prazo, e o pior, as autoridades responsáveis nenhuma providência tomam.

Infelizmente em Jeremoabo existe a Lei, porém não é respeitada nem cumprida, os primeiros a desrespeitarem são as " autoridades", se é que esses artista podem ser chamados de " autoridades".

É riste e lamentável, mas infelizmente é a pura verdade, essa é primeira notícia, do primeiro dia do ano de 2018 que sou obrigado a publicar.

domingo, dezembro 31, 2017

... tão incompetente quanto os que lhe antecederam...

A imagem pode conter: texto



O que os jeremoabenses podem esperar da política em 2018?

Por: Luiz Brito DRT\Ba 3.913


Foto: Divulgação
Bob Charles no Studio  da rádio Betel FM 104,9
Bob Charles no Studio da rádio Betel FM 104,9
Essa é uma pergunta difícil de responder em tempos tão incertos como os que estamos vivendo. Mais um ano que termina e Jeremoabo continuou seguindo os mesmos passos que atrasam a sua evolução. Os nossos representantes estão sempre mais preocupados com a vitória no próximo pleito do que com projetos que garantam a qualidade de vida das pessoas.
Sou um eterno otimista, mas antevejo ainda anos de dificuldades para os jeremoabenses baseado no jogo político que acompanho diariamente. Egos inflados, vaidades a flor da pele, interesses pessoais a frente dos coletivos, são os sintomas da doença política que campeia a vida dos jeremoabenses. Querem tirar um grupo para colocar outro, mas sem um projeto objetivo. Por outro lado, querem permanecer no poder, mas tampouco explicam as razões dessa permanência. Tudo se resume a cargos e salários de apaniguados que saqueiam os nossos cofres públicos e fazem falta para a educação, a saúde e a segurança pública.
Quem está fora quer entrar e quem está dentro não quer sair. Mas ninguém tem o propósito de servir às necessidades prementes do povo. É apenas um jogo de personalidades e vaidades alimentado pelo dinheiro que não se sabe de onde vem. Talvez quem seja mal atendido numa unidade de saúde pública, e agora pior com todos os PSFs fechados, e que não consegue arrumar um emprego digno para sobreviver possa explicar a origem dessa dinheirama toda utilizada no jogo político.
 Agora, não adianta culpar somente Tista de Déda, Anabel, Pedrinho de João Ferreira, Spencer e Chaves por esse quadro desanimador. O interino, nem deveria constar dessa relação, teve tudo para consertar os permanentes erros políticos que campeiam desde o seu compadre João Batista Melo de Carvalho, mas o fez. E em menos de um ano no cargo que lhe caiu no colo de mão beijada, se revelou tão incompetente quanto os que lhe antecederam, porque quem os coloca lá são os eleitores que, muitas vezes, vendem os seus votos e as suas consciências por um punhado de dinheiro ou de vantagens efêmeras. E se não houver uma mudança de mentalidade dos nossos eleitores na hora de escolher os seus representantes esse quadro caótico permanecerá. As escolhas precisam ser feitas baseadas na capacidade de servir de cada um dos candidatos. Não pela simpatia ou no montante de dinheiro que cada um deles irá distribuir durante a campanha.
A minha esperança é que depois de tantos casos de corrupção o povo acorde. Aprenda a escolher os seus candidatos baseados em valores essenciais como a ética, a capacidade de realização, o trabalho, o altruísmo e o humanismo. Mandem de volta pra casa os mal intencionados saqueadores dos nossos cofres públicos.
Pense nisso. Jeremoabo é ainda um dos melhores lugares para se viver no Planeta. Os meus sinceros desejos ao povo jeremoabense é que o amor prevaleça sobre o ódio. Que o bom senso vença a insanidade e os interesses coletivos se sobreponham aos pessoais.
Um 2018 iluminado para todos…!


Nota da redação deste Blog - Esta é a última matéria que público durante o ano de 2017.
É uma matéria escrita pelo meu amigo LUIZ BRITO mais conhecido como Bob Charles.
Nesta matéria o Bob detalha tudo que vem acontecendo em Jeremoabo e o que poderá acontecer; é uma matéria sem lado político, onde muitos não entendem, outros fazem questão de  não entender.
Vamos torcer para que Jeremoabo siga outro rumo, é que a verdade vença a mentira.


Em destaque

E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

Mais visitadas