domingo, fevereiro 16, 2014

Para o desgoverno de Jeremoabo universitário é nome feio, é ilícito




Este é o motivo pelo qual anafel foge da educação como o cão foge da cruz...

Enquanto no Brasil o programa Ciência sem Fronteiras do governo federal está ofertando até 75 mil bolsas de estudo para mobilidade internacional (intercâmbio) na graduação e na pós-graduação, em Jeremoabo cidade onde não existe faculdade, o desgoverno municipal dificulta a vida dos estudantes universitários.
Como é do conhecimento de todos em Jeremoabo não existe Faculdade, os desgovernos municipais não mostram qualquer interesse em trazer uma para o município, pois o povo adquire cultura e irá influenciar os eleitores de cabrestos.
A maioria da população jeremoabense sobrevive de aposentadoria do INSS, tanto urbana quanto rural, de bolsa família ou outros benefícios parecidos.
A maioria dos empregos existentes é na base do salário mínimo, dificultando assim as condições de estudo nas cidades circunvizinhas, mesmo assim através de milagres só na cidade de Paripiranga existem mais de duzentos universitários oriundos de Jeremoabo, em Paulo Afonso também existem alunos e até noutras cidades mais distantes.
O maior empecilho para esses deslocamentos é o transporte, que dificulta ainda mais a situação financeiras desse abnegados em busca de cultura, em busca do saber e posteriormente da independência.
Diante de todas essas dificuldades e mendicância por aquilo que é de direito, o desgoverno municipal de Jeremoabo, resolveu ceder algumas migalhas, doando ônibus do município em quantidade insuficiente,  insinuando   que os alunos transformem os bancos dos ônibus apropriados para dois passageiros, em três lugares.
Se o caso não fosse trágico, humilhante e irresponsável, eu diria ser hilariante.
Entendo muito bem a preocupação do desgoverno com os jovens que procuram estudar, é como diz Jô Soares: “ o maior inimigo de um governo é um povo culto.”

"No dia que o povo acordar, os governantes não conseguirão dormir." Autor desconhecido.



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Cidades pequenas gastam excessivamente em festas

Luiz Brito DRT/BA 3.913
Fotos: Ricardo Pereira 
Quanto custa o Folia de rua e os festejos juninos às Prefeituras do interior? Nada contra o Carnaval nem São João. Tudo contra o uso indevido de dinheiro num município onde não existe nem água para se beber e as pessoas têm que fazer protesto dormindo defronte ao cartório para conseguir uma certidão negativa, casos registrados em Jeremoabo, a terra da Jurema em flôr. Críticas vão sempre existir pelos gastos excessivos em festejos, mas algumas cidades mesmo pequenas, casos de Jeremoabo e Glória, têm despendido um bom dinheiro em festas, em detrimento dos financiamentos de saúde, educação e segurança. 
Agora mesmo  entre os dias 31 de janeiro  e 01 e 02 de fevereiro,a prefeitura de Glória realizou o primeiro Pré-Carnaval  de sua centenária história. Sucesso absoluto. A cidade tem um dos mais bonitos balneários da 10ª região, o Cantos das Águas, entretanto, não tem um hospital, pior, não tem sequer uma maternidade.  Assim, os serviços da antes famosa e ainda útil "parteira" ainda estão em voga naquele município. Manda o bom senso que primeiro se encha a barriga. Depois se faça a festa.
Comentando:
Em Jeremoabo o nome festa já se tornou meio de vida, principalmente o superfaturamento que vai além dos festejos juninos.
Basta olhar as licitações e logo aparecerá quantidade exorbitante de dinheiro para festejos durante todo ano, principalmente na zona rural.
 Enquanto isso, falta dinheiro para água, falta dinheiro para.
transporte dos universitários e falta dinheiro para tapar os buracos da cidade.


Com o atual desgoverno que se apoderou de Jeremoabo

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por Mariana Sallowicz/Agência Estado

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Foto: Beto Jr / Correio*
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STF julga na 5ª recursos que podem livrar petistas de crime de quadrilha















Colunista

A insidiosa perseguição ao PT e aos movimentos sociais

ALBERTO CANTALICE,

Toda a sorte de intrigas e calúnias é disparada sobre as forças de esquerda. Não se curvar aos ditames desse consórcio das classes dominantes é o que se deve fazer









Noblat viaja e compara Dilma a Sininho

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GLOBO: FREIXO NÃO ESTÁ ACIMA DO BEM E DO MAL







 



Filho do Vereador Bado se envolve em acidente com vítima fatal em Antas-BA

[Fonte: chicosabetudo

Na manhã de ontem (15/02), um grave acidente envolvendo o filho do vereador Bado, Ronaldo Leonardo Carvalho Santana Rosa, 22 anos, resultou na morte de um adolescente residente na cidade de Antas/BA.

Everton Bezerra da Silva, 16 anos, que conduzia uma moto, morreu ao ser atingido pelo carro dirigido por Ronaldo Leonardo, na BA 390, próximo à entrada da cidade.

Uma criança de 8 anos que vinha com Everton na moto, foi arremessada em direção a um matagal e felizmente nada sofreu, no entanto, Everton, conhecido como Binho, não resistiu a gravidade dos ferimentos e acabou falecendo no local..







Reinaldo prevê vitória do PT nos embargos

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STF: semana decisiva pode selar destino de Barbosa

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O partido da suprema corte

Achando-se semideuses, ministros nomeados por influência política extrapolam e assumem palanques como se militantes fossem
Um país em que ministros da sua  Suprema Corte saem do sério rotineiramente, metendo os pés pelas mãos, batendo boca e hostilizando partidos, é um país destituído de qualquer segurança jurídica, eis que esses supremos magistrados seriam por dever de ofício inteiramente infensos a qualquer manipulação tendenciosa, mesmo que tenham sido nomeados por suas ligações políticas. E, se assim fossem, seriam eles guardiões inabaláveis dos direitos pétreos de cada cidadão, independente de cor, raça, ideologia, filiação partidária ou orientação sexual.
Como quase todos esses ministros são elevados aos píncaros muito mais por articulações políticas do que pelo superior saber jurídico, tendem a se mover sob impulsos facciosos.Ou na reafirmação da fidelidade a quem lhes outorgou as prebendas, ou, segundo o paradoxo registrado desde Confúcio, para negar seu cordão umbilical.
Desde que a Tv Justiça entrou no ar naquele 11 de agosto de 2002 o que se cognomina liturgia do cargo sofreu um arranhão profundo. Como todos os seres humanos dotados de um incontida carga de exibicionismo, os ministros do STF passaram a cuidar mais do penteado, dos óculos e das inflexões vocais. Afinal, são apenas 11 os reais detentores de todos os poderes, inclusive legislativos, de onde assimilarem por encanto personagens midiáticas de semideuses,  grandes protagonistas em sintonia com o avassalador domínio das comunicações.
Essa espetacularização da corte maior serviu não apenas para o aparecimento de fãs clubes de magistrados, mas também ofereceu cenas de grande apelo de audiência, como o bate boca entre Gilmar Mendes e Joaquim Barbosa, que até hoje rola na internet com números competitivos de visualizações.
Serviu para mostrar também com relevo exuberante o nível de autoendeusamento desses magistrados num desprezo por normas e condutas exigidas dos demais mortais.
Quanto o ministro Gilmar Mendes, no STF desde os 47 anos, ameaçou o juiz Fausto De Sanctis para forçar por duas vezes a soltura do banqueiro Daniel Dantas, pego com a mão na massa num tentativa de suborno devidamente filmada, ele se dizia indiferente ao "populismo jurídico", eufemismo usado para blindar suas decisões, fossem elas justas, corretas, ou sabidamente insustentáveis.
Se perguntarem hoje a quem tem o mínimo de interesse pela coisa pública, vai ser mais fácil ouvir a escalação dos ministros do presumivelmente sóbrio Supremo Tribunal de que dos auxiliares diretos da presidenta ou dos governadores do seu Estado.
Esse autoendeusamento engendra uma consciência de exceção semelhante aos dos cabeças de uma ditadura. E lhes embala em tais poderes difusos que cria por si, em movimentos silentes,  uma casta togada, tutora de toda a vida do país.
Não surpreende, portanto, que o ministro Gilmar Mendes, do corpo jurídico do Executivo nas épocas de Fernando Collor e Fernando Henrique, tenha extrapolado mais uma vez, de forma acintosa e arrogante, escrevendo para o senador Eduardo Suplicy para reclamar das "vaquinhas" destinadas a juntar a grana necessária ao pagamento das multas a petistas no chamado processo do "mensalão".
No caso, ele não se conteve em criticar a solidariedade recebida de punidos num processo indiscutivelmente político, num ritual direcionado, bem diferente do seu precedente, o "mensalão tucano de Minas Gerais". Foi mais além, à semelhança de um provocador barato e sem compostura de alguma claque boçal, e meteu o punhal no coração alheio, ao valer-se da ironia de mau gosto para sugerir que os mesmos dirigentes presos arrecadem dinheiro também para pagar R$ 100 milhões presumivelmente desviados dos cofres públicos.
É essa personificação dos deuses, conforme ressaltei antes, que dá ao ministro Gilmar Mendes o óleo de peroba para exibir a cara de pau  partidária e lançar-se em provocações a "adversários",  atitudes que não se enquadram na liturgia do seu cargo.
Tem ele autoridade para falar em zelo pelo dinheiro público quando foi sabido e notório o seu empenho para livrar o banqueiro corruptor Daniel Dantas da cadeia, tanto como brindou com um esmerilado habeas corpus o indefectível Paulo Salim Maluf, o mais audacioso dos dilapidadores do Erário? No caso do banqueiro ele usou até da condição de presidente do Conselho Nacional de Justiça para esmagar a pena incorruptível do juiz paulista em lances que deixaram constrangidos até seus colegas de pleno.
Essa nova agressão ao decoro da Corte Suprema reacende obrigatoriamente a discussão sobre os poderes "infalíveis" de ministros nomeados para o exercício de um cargo de forma incontestável, absolutista, por anos a fio: nomeado por Fernando Henrique no final do governo a que serviu na juventude dos seus 47 anos, Gilmar Mendes permanecerá dando as cartas por 23 anos, tempo maior do que o registrado pela ditadura militar.
Ao contrário dos generais, porém, ele têm a cobertura de uma toga muito mais possante do que as fardas e os coturnos. Sua blindagem constitucional é um contrassenso que ninguém ousa questionar, como são igualmente intocáveis seus colegas cujo caminho de ascensão não decorre de nenhuma exigência maior, nem mesmo da progressão de carreira. Isto é, por situações incidentais e provavelmente indiferentes ao rigor dos poderes de que desfrutarão, esses personagens da suprema arrogância tomam acento no topo dos destinos jurídicos do país como se fossem vestais vitalícias.
O absolutismo nunca combinou com regimes emanadas pelo povo e por delegação deste exercidos. Se ninguém acordar para isso, os critérios para a seleção de ministros derraparão mais ainda e a sociedade não terá nunca mais a quem confiar seus direitos, já que não tem mais serventia se queixar ao bispo.
E não surpreenderá se ganhar corpo e poder decisório ainda mais incontestável na penumbra dos podres poderes a legenda imaginária do PSTF,  - Partido do Supremo Tribunal Federal.

Postado por Pedro Porfírio às 00:00



Ruído no TJ-BA

por Samuel Celestino
Ruído no TJ-BA
Há muito ruído no mercado de notícia, envolvendo informações que atingem diretamente o Tribunal de Justiça da Bahia. Notícias, aliás, que já foram comentadas pela ex-ministra do STJ e ex-corregedora do CNJ – Conselho Nacional de Justiça – Eliana Calmon (candidata a senadora pelo PSB) envolvendo magistrados do judiciário. Tudo está em torno de vendas de sentença, cujas investigações estariam a cargo do Ministério Público Federal, da Policia Federal e do próprio CNJ. Investigações que, supostamente, estariam em reta final e atingiriam desembargadores – seis ao todo – e juízes do primeiro grau. Insisto que são rumores, por enquanto, daí seria leviandade revelar nomes. 



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