quarta-feira, abril 22, 2026

Sistema S gera hoje no Brasil 7 empregos em cada 10, afirma José Roberto Tadros


 Tributação mais leve do consumo - a chave para o  crescimento - The Winners - Prime Leaders Magazine

Tadros dá destaque à importância da iniciativa privada

Vicente Limongi Netto

Primoroso artigo do presidente do sistema Confederação Brasileira do Comércio, Sesc e Senac, José Roberto Tadros, no Correio Braziliense desta segunda-feira (20/04), salientando a importância do “Sistema S, uma mobilização que integra o Brasil”. 

O líder empresarial destacou o vitorioso sistema da iniciativa privada que opera em sintonia com o Brasil. Há mais de 60 anos, Sesc e Senac participam do desenvolvimento econômico, educacional e cultural do país. 

Tadros enfatizou que o sistema S é responsável por empregar 7 em cada 10 brasileiros com carteira assinada. E assinalou: “É uma engrenagem que não conhece o repouso, operando 24 horas por dia, para garantir que a sociedade brasileira tenha acesso ao consumo, ao lazer e ao suporte essencial para a vida moderna”. 

ÀS ESCURAS – A iluminação pública do Distrito Federal foi trocada. Poderia ser um avanço. Mas o que se vê, na prática, é mais um retrato de má gestão, com serviço de baixa qualidade, manutenção falha e um rastro de problemas em todas as regiões administrativas.

A população paga, e paga caro. Iluminação pública não é favor, é
dever. E mais do que isso, é uma das bases da segurança pública. Quando falta luz, sobra espaço para o crime.

Na Asa Norte e em diversas outras regiões, a realidade é a mesma: ruas escuras, lâmpadas piscando e criminosos agindo sem qualquer constrangimento. O Estado simplesmente não está presente onde deveria.

ERRO ESTRUTURAL – E o absurdo se agrava, já há instalação de lâmpadas de LED com defeito. Ou seja, o erro não é pontual, é estrutural. Falta controle, falta fiscalização e sobra descaso com o dinheiro público.

Mas é preciso ser claro, a responsabilidade é do Governo do Distrito Federal. É o GDF quem gere a CEB IPES, quem contrata, quem fiscaliza, ou deveria fiscalizar. Quando o serviço falha, não é “o sistema”, não é “a empresa”, foi o governo que falhou.

A omissão diante desse cenário não é apenas incompetência administrativa, é responsabilidade política direta. Quem governa não pode terceirizar a culpa junto com o serviço. 

PAGANDO CARO – Enquanto isso, o cidadão segue pagando para viver no escuro,
exposto e inseguro. E quem agradece é a criminalidade, que encontra na ausência do Estado o ambiente ideal para prosperar.

Brasília hoje não enfrenta apenas um problema de iluminação pública. É uma questão de comando, de gestão e de responsabilidade. E isso tem endereço certo.

MENSAGEM – Para terminar, uma mensagem sintética do grande acadêmico Ignacio de Loyola Brandão:

Limongi prezado,

De longe te apoio, digo o mesmo. E esses podres que vão visitar o Bananinha e o Ramagem? Crime de Lesa pátria ou não?

Abs. Ignacio
(Sob o sol de Minas Gerais)


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