sexta-feira, junho 07, 2019

Piada do Ano! Ministério da Economia quer limitar supersalários do funcionalismo

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Charge do Kleber Sales (Arquivo Google)
Mônica BergamoFolha
A equipe técnica do Ministério da Economia estuda uma proposta para limitar os supersalários do funcionalismo público. O objetivo é limitar a remuneração, no máximo, à média salarial de funcionários em função semelhante no setor privado.
Em 2017, um estudo feito pelo Banco Mundial apontou que os servidores públicos federais do Brasil ganham 67% a mais do que um empregado no setor privado em cargo semelhante, com a mesma formação e experiência profissional.
ODEBRECHT – Por falar em salário alto, a Odebrecht recebeu com surpresa a notícia de que o ex-presidente da petroquímica Braskem e da produtora de etanol Atvos, José Carlos Grubisich, recorreu à Justiça para cobrar R$ 28 milhões da empreiteira— referente às duas últimas parcelas de um acerto que ele fez ao se desligar do grupo.
Grubisich, que trabalhou para a Odebrecht de 2001 a 2012, foi citado por pelo menos três delatores da empresa e está no acordo celebrado pelo doleiro Alberto Youssef como um dos que liberavam valores de propina para o PP.
Na época que a Odebrecht costurava o acordo com o Ministério Público Federal de Curitiba, o executivo também foi procurado para saber se queria integrar o grupo de mais de 70 delatores da empreiteira. Grubisich negou.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Dizer que vai reduzir os supersalários é uma espécie de Piada do Ano, porque eles só existem em função de decisões do Supremo. A Constituição de 1988 foi sábia ao reduzir os salários acima do limite, com determinação dupla, porque foi repetida nas Disposições Transitórias (Art.17). Mas o Supremo fez questão de esculhambar tudo, começando com a gratificação a ministro que participar do Tribunal Superior Eleitoral. Depois que arrombaram a cerca para passar um boi, passou logo a boiada, cheia de penduricalhos. Sempre que vejo alguém falando em reduzir supersalários, tenho  vontade de ir morar no Paraguai, que hoje é um país muito mais sério do que o Brasil.(C.N.)

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