sexta-feira, junho 07, 2019

No dia Dia “D” de 1944, os violões da primavera tocaram esta manhã em surdina


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Veterano de 97 anos refaz o salto de paraquedas na Normandia
Pedro do Coutto
Líderes mundiais comemoraram a passagem dos 75 anos do dia “D”, assim chamado e que marcou a invasão da Normandia pelas forças aliadas, em 6 de maio de 1944, contra o Nazismo de Hitler que havia ocupado a França desde 1940. Foi uma passagem heroica que ficará marcada para sempre na história universal como uma batalha importantíssima e essencial para libertar a França do jugo da Alemanha de Hitler.
O título desta matéria destaca um verso de poema de Verlaine que funcionou como senha das forças democráticas e de libertação, avisando a não menos heroica resistência francesa que as forças aliadas estavam a caminho.
PELO RÁDIO – A senha foi reproduzida numa canção transmitida pelo rádio e que proporcionou imediata mobilização das forças da resistência. Foi uma página escrita com sangue dirigida a toda a humanidade. O hediondo Nazismo estava desmoronando.
Cento e cinquenta mil homens desembarcaram com água até a cintura, carregando armamentos para destruir as linhas alemães do solo francês. Setenta e cinco anos depois, a outra face da história e do tempo.
Participaram das comemorações na Normandia de hoje antigos combatentes que estiveram presentes no episódio. Um deles, o americano Fernando A. Torres, de 97 anos que apresentou um relato da batalha. Os que sobreviveram ao tempo, claro, se emocionaram ao assistir os discursos feitos principalmente de Emanuel Macron.
SURPRESA – Os nazistas esperavam que a invasão viesse de Dover para Calais , menor trecho entre Inglaterra e França, porém os aliados desembarcaram na Normandia. O general Rommel fora encarregado de lutar contra a ocupação, mas fracassou. Como havia fracassado na África e meses depois da Normandia, Rommel participaria do atentado contra Hitler. Mas esta é outra questão.
O fato é que sobreviventes da Normandia puderam dar seu testemunho numa narrativa detalhada dos outros quinze dias que se passaram quando as defesas alemães desistiram de combater.
STALINGRADO – A reportagem de Lucas Neves, Folha de São Paulo de ontem revela  precisamente os acontecimentos que envolveram a batalha que se estendeu em terras francesas por duas semanas. Foram personagens e testemunhas da história. Os que tombaram na batalha são exemplo da luta heroica que marcou o dia “D”. Mas, sob o ângulo da Rússia, mais importante do que a invasão da Normandia foi a batalha de Stalingrado, cidade que hoje se chama Volvogrado.
Para os russos a chave para decretar o fim do Nazismo foi a batalha que durou seis meses, na cidade estratégica de Stalingrado. Enfim, penso eu, foram os dois episódios mais dramáticos da luta contra o Nazismo, que deixou marcada na história um período hediondo da vida humana, ressaltando-se que o Nazismo de Hitler constituiu a maior violação dos direitos humanos na história universal.

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