terça-feira, fevereiro 23, 2010

Cai o secretário de finanças do desgoverno do tista de deda



Degola: corta-se a garganta ao condenado.


Hoje durante o dia várias pessoas telefonaram me informando, que o secretário de finanças da Prefeitura Municipal de Jeremoabo JOSE ANDRADE LIMA fora demitido sumariamente.

Dizem que o mesmo hoje entrou na prefeitura como secretário, e ao chegar ao seu bureau encontrou o decreto de demissão.

A rádio peão aumenta mais não inventa, pois desde o inicio do ano, que existe três secretários para ser demitidos, um já caiu, vamos aguardar os acontecimentos para saber quais são os outros.

Soube agora a noite que o secretário demitido mais conhecido como (Ítalo de Joãozinho), jogou merda no ventilador e acabou salpicando noutras pessoas, então na tentativa de abafar sacrificaram o mesmo, agora é saber se irão cortar as mordomias, ou só é uma demissão de mentirinha

Ainda segundo a rádio peão, a demissão de hoje é uma maneira do tista de deda ir se livrando dos " Lima".

Paulo Octávio renuncia ao governo do Distrito Federal

Isolado, sem partido e sem sustentação política, governador em exercício chega à conclusão de que não tem como se manter no cargo. Enquanto Arruda estiver preso, governo será exercido pelo presidente da Câmara Legislativa

Renato Araújo/ABr
Isolado, sem apoio político, Paulo Octávio resolve renunciar ao governo do Distrito Federal

Mário Coelho

Desta vez é para valer. Isolado, sem apoio político, o governador em exercício do Distrito Federal, Paulo Octávio, resolveu renunciar. A permanência do empresário como governador não chegou a durar duas semanas. Desde que assumiu o cargo após o afastamento do titular José Roberto Arruda (sem partido), ele já tinha prometido renunciar e depois voltou atrás. Nesta terça-feira, Octávio oficializou sua saída do governo. Em carta lida pelo vice-presidente da Câmara Legislativa, Cabo Patrício (PT), ele disse que deixa o GDF por falta de apoio do DEM e de outros partidos políticos.

No início da tarde, Paulo Octávio, sem sustenção política e ameaçado de expulsão, deixou o DEM. Logo depois, a cidade foi invadida pela notícia que ele renunciaria à vice-governadoria também. A informação acabou confirmada por assessores de Octávio. Enquanto esperavam a carta de renúncia chegar, os distritais estavam reunidos na sala da presidência. Quando o secretário de Comunicação, André Duda, trouxe o documento, os parlamentares desceram para o plenário.

A sessão foi aberta pelo oposicionista Cabo Patrício. O presidente Wilson Lima (PR), que assume imediatamente e interinamente a chefia do Executivo da capital do país, não deixou sua sala. Com a presença de 12 deputados, o petista leu o documento de seis páginas. Nele, Paulo Octávio deixa claro que saiu do governo por falta de apoio em todas as esferas políticas de Brasília.

“Dediquei-me, nos últimos dias, a realizar consultas junto a líderes partidários dos mais variados matizes. Busquei a interlocução com figuras representativas da sociedade. As negociações apenas tornaram mais claras para mim as dificuldades de garantir, neste momento, a tão necessária governabilidade para o Distrito Federal”, afirmou Paulo Octávio na carta de renúncia.

"Circunstâncias excepcionais"

Para Paulo Octávio, ficar no cargo exigiria “circunstâncias excepcionais”. Ele disse que seria “imprescindível” contar com apoio político de vários partidos para tentar evitar a intervenção federal. “Além disso, seria imperioso construir uma agenda mínima de consenso com amplo respaldo na sociedade. Ainda mais fundamental seria estabelecer os interesses da cidade acima das ambições políticas em meio às paixões do ano eleitoral. E, não menos importante, teria que receber respaldo do meu partido”, afirmou.

O empresário, que foi deputado federal e senador antes de ser eleito vice-governador na chapa pura do então PFL em 2006,disse que pretende “oferecer às forças políticas a oportunidade de restabelecer seu poder e, sobretudo, ao apaziguar os ânimos, garantir ao brasiliense a recuperação de sua auto-estima”. “Quanto a mim, deixo o governo, saio da cena político e me incorporo às fileiras da cidadania”, disse.

Na carta, Paulo Octávio disse que sempre sonhou ser governador do DF, e que trabalhou para chegar no cargo, “mas em situação de plena normalidade”. “Não posso, nem devo, contribuir de nenhuma maneira para gerar desagregação e desassossego para o brasiliense. Não tenho receios. Respondo, tranquilamente, por todos os meus atos. Minha história é longa em Brasília, aonde cheguei em 1962”, afirmou.

Com a saída de Paulo Octávio e a prisão de Arruda, o próximo da linha sucessória é o presidente da Câmara Legislativa. No seu terceiro mandato como deputado distrital, Wilson Lima (PR) foi eleito para o cargo com a renúncia de Leonardo Prudente (sem partido) em janeiro. Ele fica como chefe do Executivo enquanto a situação do governador afastado não tiver definição. Na quinta-feira, o Supremo Tribunal Federal (STF) julga o mérito do habeas corpus pedido pela defesa do governador. Em caráter liminar, o ministro Marco Aurélio Mello negou a liberdade ao governador afastado. “O excelentíssimo senhor presidente da Câmara Legislativa possui as atribuições constitucionais para exercer as funções de chefe do Executivo”, disse Paulo Octávio.

Leia a íntegra da carta de renúncia:

Excelentíssimo Senhor
Presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal
Excelentíssimos senhoras e senhores deputados distritais

Ao longo de duas décadas fui distinguido por servir ao Distrito Federal e a sua população. Durante esse período recebi apoio, consideração e a confiança dos eleitores dessa cidade que, em pleitos sucessivos, sufragou meu nome para deputado federal, senador e vice-governador.

Assumi, interinamente, o Governo do Distrito Federal com o propósito de colaborar para a superação da grave crise política que se abate sobre Brasília. Considerei desde o início que só poderia desempenhar essas funções se pudesse construir um possível consenso sobre a melhor maneira de vencer os atuais impasses.

Dediquei-me, nos últimos dias, a realizar consultas junto a líderes partidários dos mais variados matizes. Busquei a interlocução com figuras representativas da sociedade. As negociações apenas tornaram mais claras para mim as dificuldades de garantir, neste momento, a tão necessária governabilidade para o Distrito Federal.

Contudo, recebi manifestações de apoio e solidariedade de secretários, parlamentares, amigos, familiares, e de parte da população. Por essa razão, adiei por alguns dias o anúncio da decisão que há havia tomado. Diante dos desdobramentos recentes do processo político local, cheguei a uma conclusão definitiva.

Assim, por intermédio deste documento, comunico ao Presidente da Câmara Legislativa minha renúncia ao cargo de vice-governador do Distrito Federal. Assumi o Governo do Distrito Federal, de maneira interina, em condições excepcionalmente difíceis. O titular está privado de sua liberdade, por decisão judicial. No entanto, continua a ser o governo da cidade.

Pode, portanto, em tese, retornar às suas funções a qualquer momento. Não há sentido em aprofundar uma gestão nessas circunstâncias. Existem diversas obras, por toda a cidade, em fase de execução. São trabalhos contratados que possuem prazos e projetos definidos. Não deverão ser afetados pela situação política. É o que eu espero.

Permanecer no cargo, nas circunstâncias que chamei de excepcionais, exigiria a criação de condições também excepcionais. Imprescindível contar com apoio político suprapartidário para que todas as forças vivas do DF, juntas, pudessem superar a perspectiva de intervenção federal. Além disso, seria imperioso construir uma agenda mínima de consenso com amplo respaldo na sociedade. Ainda mais fundamental seria estabelecer os interesses da cidade acima das ambições políticas em meio às paixões do ano eleitoral. E, não menos importante, teria que receber respaldo do meu partido.

Nenhum dessas premissas se tornou realidade e, acima de tudo, o partido a que pertencia solicitou a seus militantes que deixem o governo. Sem o apoio do DEM, legenda que ajudei a fundar no Distrito Federal, e a qual pertenci até hoje, considero perdidas as condições para solicitar respaldo de outros partidos no esforço de união por Brasília.

Não é saudável para o governante, nem para os governadores, ver sua administração fragilizada. Sem que existam condições políticas, torna-se impossível permanecer à frente do Poder Executivo local, sobretudo, repito, em circunstâncias tão excepcionais.

Sempre sonhei ser governador do Distrito Federal. Trabalhei para alcançar esse objetivo. Mas em situação de plena normalidade. Não posso, nem devo, contribuir de nenhuma maneira para gerar desagregação e desassossego para o brasiliense.

Não tenho receios. Respondo, tranquilamente, por todos os meus atos. Minha história é longa em Brasília, aonde cheguei em 1962. Vivo aqui há 48 anos. Trabalho desde os 15. Aqui constitui família, aqui nasceram os meus filhos. Sou um legítimo candango.

Amo esta cidade. Conheço-a profundamente. Aqui estão minhas raízes e meu futuro. Por essas razões, decidi que o melhor a ser feito, neste momento, é deixar o honroso cargo de vice-governador do DF. O excelentíssimo senhor presidente da Câmara Legislativa possui as atribuições constitucionais para exercer as funções de chefe do Executivo.

Quero dizer que todos os esforços que realizei para garantir as condições mínimas de governabilidade tiveram como objetivo maior evitar que a autonomia política e administrativa do Distrito Federal venha a ser gravemente afetada por decisão judicial. Foi essa minha única motivação nos últimos dias.

Com minha renúncia, pretendo oferecer às forças políticas a oportunidade de restabelecer seu poder e, sobretudo, ao apaziguar os ânimos, garantir ao brasiliense a recuperação de sua auto-estima. Quanto a mim, deixo o governo, saio da cena político e me incorporo às fileiras da cidadania.

Que Deus ilumine nossas decisões e nossos atos.

Atenciosamente,

Paulo Octavio Alves Pereira

Fonte: Congressoemfoco

Entenda a tramitação do processo de impeachment contra Arruda

Mário Coelho

Após quase três meses depois de protocolados, os pedidos de impeachment contra o governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda (sem partido), começaram a tramitar efetivamente na manhã desta segunda-feira (22). A indicação do deputado oposicionista Chico Leite (PT) para relator dos processos por crime de responsabilidade deu a largada na fase crucial de admissibilidade, onde os deputados distritais vão analisar cada aspecto das denúncias que constam do inquérito 650DF, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que deu origem à Operação Caixa de Pandora.

Chegar no rito processual do impeachment não foi uma tarefa simples. Exigiu muita negociação nos bastidores da Câmara Legislativa entre deputados governistas e da oposição. E só começou a andar após a prisão do governador Arruda em 11 de fevereiro. Além da pressão política para colocar as investigações para debaixo do tapete, o ineditismo do caso também criou dificuldades, já que existem diferentes interpretações da legislação vigente.

A Lei 1.079/50 rege a matéria. Porém, por ser muito antiga, distritais governistas defendiam que a Lei Orgânica do Distrito Federal (LODF) servisse de bússola para o caso. Já deputados da oposição acreditavam que a melhor maneira era seguir decisões recentes do Supremo Tribunal Federal (STF) em pedidos de impeachment feitos em outros estados, especialmente no Maranhão e em Santa Catarina. Depois de muita discussão, chegou-se a um modelo híbrido.

Os deputados usam como base o parecer 41/10 da Procuradoria da Câmara. O texto, assinado pelo procurador-geral substituto Fernando Augusto Miranda Nazaré, divide o processo de impeachment em duas fases: admissibilidade e julgamento. Cada uma delas tem seus ritos e seus prazos, onde acusação e defesa expõe seus argumentos. De acordo com o parecer, o impeachment é, antes de tudo, um julgamento político. "A primeira faceta do impeachment evidencia a carga política que envolve o processo e julgamento", escreveu o procurador.

A fase de admissibilidade é divida em quatro momentos. Três deles já foram superados: apresentação da denúncia, juízo de prelibação - quando a Procudoria da Casa analisa os pedidos - e o exame pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Os pedidos aceitos pela Câmara foram formulados pelo advogado Evilázio Viana Santos, e pelos então presidentes do PT do DF, Chico Vigilante, e da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-DF), Estefânia Viveiros.

Com a criação da Comissão Especial, eleição de presidente, vice-presidente e indicação do relator, começou o quarto período da primeira fase. Ela é divida em seis subfases, sendo que a primeira já foi superada. A partir de amanhã (23), começa a contar o prazo de dez dias para o relator Chico Leite apresentar seu relatório. O petista vai concluir se a denúncia deve ser ou não analisada pelo plenário. Depois que o parecer for votado e aprovado na Comissão Especial, o texto será submetido ao colegiado. Para o processo prosseguir, precisa ser aprovado por dois terços dos deputados distritais.

Se o conjunto dos deputados distritais decidirem pela continuidade da análise, o governador tem 20 dias para apresentar sua defesa. Ele pode apresentar novas provas e solicitar a realização de diligências. Após Arruda se pronunciar, um novo prazo é dado, desta vez ao relator da Comissão Especial. Ele tem dez dias para entregar sua decisão. Se for referendado pelos colegas, vai novamente à plenário.

Este é o último momento dentro da fase de admissibilidade, de acordo com o rito estabelecido pela Procuradoria da Casa. O relatório da Comissão Especial é levado à plenário. Em votação nominal, os distritais vão decidir se haverá julgamento ou não. Para que o impeachment seja aprovado, é preciso que dois terços dos parlamentes - 16 - votem a favor do pedido de investigação. "Em caso de aprovação, o governador é afastado por 120 dias, com a suspensão do exercício das funções do acusado e da metade do subsídio ou do vencimento até sentença final", explicou o procurador. A partir desse momento, mesmo se decidir renunciar, o processo não para.

Julgamento

Com o governador afastado do cargo, o processo segue outro rumo. Junto com o Tribunal de Justiça do DF (TJDF), é formado um tribunal especial, composto por cinco distritais, cinco desembargadores - escolhidos por sorteio - e presidido pelo presidente do poder Judiciário em Brasília. A partir do momento em que o tribunal é formado, abre-se vista ao processo por 48 horas para o acusador e para o acusado se manifestarem. Testemunhas podem ser apresentadas.

Quando o presidente do tribunal especial receber todas as informações sobre o caso das duas partes, ele marca a data do julgamento. Para condenar Arruda, caso o processo chegue nesta fase, são necessários os votos de dois terços dos membros da corte de julgamento.
Fonte: Congressoemfoco

Paulo Souto (DEM/BA) denunciado por fraude à legislação eleitoral

O ex-governador Paulo Souto (ex-PFL e atual presidente do DEM da Bahia) e o ex-prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo (DEM), acham que política é a arte da enganação. Como todos os políticos do DEM e do PSDB, sempre que podem vomitam um mantra: “Lula e Dilma estão fazendo propaganda eleitoral antecipada”. Mas não olham para o próprio rabo. Ou melhor, olham, mas acham que são espertos.

Tanto Paulo Souto, quanto José Ronaldo acabam de ser acusados pelo Ministério Público eleitoral de "verdadeira fraude à legislação" por propaganda eleitoral antecipada. Não se trata de uma denúncia de partidos adversários. Trata-se de uma denúncia, com provas, da própria Procuradoria Regional Eleitoral.

Os dois “espertos” políticos do DEM da Bahia, utilizaram outdoors para veicularem propaganda eleitoral antes do prazo permitido por lei. Está na blogosfera.

Paulo Souto veiculou outdoors com a seguinte mensagem: "Nunca um político foi tão acessível. paulosouto.com. Novo site", acompanhadas com a sua fotografia no tamanho do painel. As placas foram instaladas na avenida Professor Magalhães Neto, na avenida Paralela, na avenida Garibaldi e na BR-324, todos em Salvador.

José Ronaldo veiculou em outdoor da empresa Bullos Outdoor a seguinte mensagem: “Feliz Ano Novo! Para você e a sua família, um ano de paz, saúde e realizações. joseronaldo.com.br”, também acompanhada com a sua foto, a mesma que ilustra o seu site pessoal. O outdoor foi instalado na avenida João Durval Carneiro, em Feira de Santana.

Segundo o procurador Regional Eleitoral substituto, André Luiz Batista Neves, autor das representações, a iniciativa de veiculação dos outdoors “se constitui em verdadeira fraude à legislação, ao difundir, em época proibida, o nome e a mensagem ou imagem de um eventual candidato, com o objetivo de facilitar a sua receptividade durante a campanha eleitoral”.

Nas duas representação, a PRE pede, por meio de liminar, que o TRE determine aos réus a retirada, em 48 horas, de todas as propagandas veiculadas irregularmente nos outdoors, sob pena de multa diária em caso de descumprimento. No julgamento do mérito das representações, a PRE pede a condenação ao pagamento de multa, que pode variar entre R$ 5 mil e R$ 25 mil para cada representado.

Falta agora pegar Geddel Vieira Lima.
# posted by Oldack/Bahia de Fato

GEDDEL PEGA "GARUPA" SEM CAPACETE E PEDE PARA SER PUNIDO


O ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima, foi flagrado neste fim de semana a cometer uma infração gravíssima de trânsito, em Bom Jesus da Lapa, no Vale do São Francisco baiano. De acordo com o site Vistonet, ele pegou carona em uma moto no último sábado (20) para vistoriar as obras de saneamento no bairro Maravilha. Conforme a foto, ele viajava na garupa do veículo sem capacete e vestimenta adequada. No seu Twitter, em resposta a uma seguidora, o pré-candidato ao governo do Estado pediu perdão pelo ato e declarou que espera sofrer punição. “Teria não justificativas, mas nenhuma verdadeiramente justifica. Resta-me pedir humildemente desculpas e submeter-me às sanções”, postou. Bahia Noticias


BRADESCO VENDE SEGURO CONTRA BALA PERDIDA

A Bradesco Seguros começou a vender títulos populares de acidentes pessoais em duas das favelas mais simbólicas do Rio de Janeiro e de São Paulo: Rocinha e Heliópolis. Por R$ 3,50 mensais, o seguro abrange inclusive balas perdidas. Em caso de morte, a família do segurado recebe R$ 20 mil. Quase 500 contratos já foram fechados. As informações são da coluna Radar, da Revista Veja.

Fonte: Sudoeste Hoje

Fotos do dia

A ex-participante do BBB Maíra Cardi acaba de renovar contrato com o SBT Ela apresenta, ao lado de David Brazil, o quadro "As Aventuras de David e de Maíra" O quadro passa no "Domingo Legal" Era só para fazer uma participação, mas ela agradou
Em abril, deve apresentar programa na TV Brasil Participante compete nua em corrida de trenó na Alemanha, durante evento Ideia é parodiar as Olimpíadas de Inverno, que acontecem no Canadá Funcionários observam o trânsito lento na rodovia Presidente Dutra, sentido São Paulo

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Paciente vai à consulta e rouba a médica

Léo Arcoverde
do Agora

AMERICANA -- Aproveitando-se do fato de estar com um pé machucado, um morador de rua foi ao Hospital Municipal de Americana, em Americana (127 km de SP), na noite de sábado, deu um nome falso e furtou, na manhã seguinte, um iPhone e dois celulares de uma médica da unidade, que estavam na sala de descanso do médicos. Ele foi preso, horas depois, na rodoviária.

Segundo o hospital, Luiz Carlos dos Santos Araújo, 29 anos, se apresentou como Fernando Ferreira de Lima, disse que estava sem documentos e que o ferimento no pé tinha sido aberto após um carro passar por cima dele. Ele chegou à unidade às 20h do sábado. Às 12h30 do domingo, três horas e meia depois de receber alta, ele foi detido com uma passagem comprada para Limeira (151 km de SP), cidade vizinha.

Segundo a polícia, que chegou até ele por meio de imagens do circuito interno do hospital, os celulares não estavam mais com ele. Em depoimento, de acordo com a polícia, ele negou ter cometido o furto.

Fonte: Agora


Apagão atrasa ação de revisão no juizado

Folha de S.Paulo

Desde o início do ano, panes quase diárias deixam o Judiciário sem sistema e, com isso, inacessíveis as informações de mais de 200 mil processos em tramitação e de outros 1,5 milhão arquivados.

O problema afeta, em especial, o JEF (Juizado Especial Federal), o maior da Justiça Federal no país, no qual todos os processos são virtuais. O juizado é destinado a casos de até 60 salários mínimos (hoje, R$ 30.600), envolvendo, principalmente, questões previdenciárias, como revisão de aposentadorias, pedido de pagamento de atrasados e até concessão de novas aposentadorias.

Sem acesso a essas informações, alguns magistrados estão sendo obrigados a reagendar suas audiências para 2011. A maioria foi agendada em 2009. Os JEFs, os antigos juizados de pequenas causas, foram criados justamente para agilizar o trâmite na Justiça.

Fonte: Agora

O cenário está mais para a vitória de Dilma Roussef revela CNT/Sensus

A centésima pesquisa de opinião pública divulgada pela CNT/Sensus (em 02/02/2010), além da sondagem das intenções de voto que determina as manchetes, revela um cenário favorável à candidatura Dilma Roussef.

Quem primeiro tratou do tema, explorando as informações da opinião popular sobre as instituições, foi Raymundo Costa (Valor Econômico), e depois o cientista político, professor da FGV/SP, Cláudio Gonçalves Couto, retomou o assunto. A certa altura ele afirma: “(...)o país parece que está superando o complexo de vira-latas a que se referia Nelson Rodrigues (...)este bom-humor tende a ser favorável ao governo no próximo pleito”.

A 100ª pesquisa CNT/Sensus – além de revelar um “inédito empate técnico entre a candidata governista e o principal postulante da oposição” – revelou o aumento de confiança do povo brasileiro nas instituições, a exemplo do governo, forças armadas, imprensa, justiça, polícia, serviço público. Apenas o Congresso Nacional atravessa o inferno astral, mas não é meu assunto aqui.

O campeão da melhora é o governo (aumento de confiança em 21,8%), o que é mais fácil de entender diante da popularidade do Governo Lula. Em seguida vêm as forças armadas (aumento na confiança de 18,4%) e a polícia (aumento de 13,7%). Até a confiança na imprensa aumentou (9,7%), o serviço público (8,5%) e a justiça (7,7%). O Congresso Nacional caiu 4,6% e todos sabemos o porquê da desconfiança popular.

Como analisa o cientista político Cláudio Gonçalves Couto, partindo da premissa de que a percepção popular é um bom mensurador, pode-se concluir que nos últimos dez anos nossas instituições têm melhorado em desempenho. Um exemplo: em abril de 2006 nada menos que 51,6% achavam os serviços públicos ruins, agora somente 37,8% têm essa avaliação.

E por que o “complexo de vira-latas” rodriguiano está sendo superado?

Porque 48% afirmam que a satisfação com o país está crescendo, contra 15% em março de 1998. Assim como 52,8% dizem que o orgulho de ser brasileiro está aumentando, contra 26%em setembro de 1998.

O cientista político considera o dado impressionante, já que a “satisfação com o país mais do que triplicou e o orgulho nacional dobrou”.

Então vem a conclusão que me deu certeza da vitória de Dilma Roussef:

“Voltando à questão eleitoral, este “bom-humor” com o país tende a ser favorável ao governo no próximo pleito, pois as críticas mais ácidas dos opositores tendem a ser percebidas como um antipático discurso de estraga-prazeres num momento em que o país se reconcilia consigo mesmo”.

No popular, este é o fundamento do “quem bate, perde”.
# posted by Oldack Miranda/Bahia de Fato

Eu sei quem é o autor da pichação “Emiliano vota em César Borges”

Um “anônimo” enviou a foto de uma pichação num muro de Salvador para o blog Política Livre. Nela estava escrito “Emiliano vota em César Borges”. O objetivo é passar a idéia de que tal pichação revelaria um clima de revolta no PT contra uma eventual aliança do governador Jaques Wagner com o senador César Borges, do PR. De quebra, faria uma intriga política com o nome de Emiliano.

Há outras pichações semelhantes em muros da capital baiana. Mas, a que faz referência ao deputado federal Emiliano José (PT-BA) não cola. É pública e notória a posição de Emiliano. Ele sempre defendeu o nome de Waldir Pires como candidatura própria do PT ao Senado.

A autoria da pichação é evidente. Saiu do DEM, foi paga pelo deputado ACM Neto, está na cara. O DEM da Bahia tem horror a essa idéia. Uma candidatura de César Borges numa chapa com Wagner é a pá de cal na vã esperança dos carlistas voltarem ao poder. Geddel Vieira Lima, do PMDB, deve estar se lamentando: “como é que eu não tive antes essa idéia?”

E com isso o nome de Emiliano José vai se alastrando. Esse ACM Neto é mesmo um bobo. Já recebi um e-mail com referência à intriga. E tem gente que acredita...
# posted by Oldack Miranda/Bahia de Fato

Mensaleiros em polvorosa

arlos Chagas

Polvorosa é o mínimo a dizer. Os mensaleiros estão mesmo apavorados, desde que o Judiciário livrou-se da casca da cautela e passou a demonstrar-se guardião da lei e da ética. Primeiro foi o Superior Tribunal de Justiça, mandando para a cadeia o governador de Brasília. Depois o Supremo Tribunal Federal, rejeitando o pedido de habeas-corpus para José Roberto Arruda. Caso quinta-feira confirme-se a tendência para manter o indigitado personagem enjaulado, abrem-se os horizontes para a aprovação da intervenção federal no Distrito Federal.

Isoladas, essas atitudes exprimem mudanças fundamentais no comportamento da Justiça, mas reunidas vão mais além: significam, ou significarão, que uma força nova afinal levantou-se no país para dar um basta à impunidade e à corrupção.

A partir daí é que começam a tremer os quarenta réus do mensalão, hoje em julgamento pela mais alta corte nacional de justiça. Pode ser que não passe desse primeiro semestre a etapa de tomada de depoimentos das testemunhas indicadas pelos mensaleiros. Tudo dependerá do relator, Joaquim Barbosa, dos mais ciosos ministros do STF.

Caso comecem a ser condenados os primeiros acusados da lambança promovida pelo PT, anos atrás, porque cada um terá uma sentença específica, a conseqüência será um grito nacional de alegria e alívio. Nem tudo estará perdido, em termos de defesa da causa pública. Se deputados perderão o mandato, se ex-ministros irão chorar lágrimas de sangue, se ex-dirigentes do PT curtirão o abandono final – é problema deles. Vamos aguardar.

Voltar, não volta

Além de inócuo, é perigoso ficar arriscando previsões sobre a decisão de tribunais. Os meretíssimos não gostam. Sentem-se ofendidos. De qualquer forma, vale arriscar. Continuando preso José Roberto Arruda, a crise em Brasília se transferirá em gênero, número e grau para o seu sucessor, seja quem for. Libertado, porém, alegará o direito de retornar à chefia do governo local, situação capaz de elevar a temperatura no Planalto Central a níveis jamais alcançados. Falar em perturbação da ordem pública será o mínimo, daquelas em que a cavalaria não resolve.

Há quem suponha a hipótese de uma negociação: Arruda continuaria de licença ou até renunciaria ao restante de seu mandato, podendo assim deixar a cadeia. O que não dá para imaginar é o Supremo Tribunal Federal abrindo um caminho da cela na Polícia Federal para o palácio do Buriti, sem interrupções. Voltar para o exercício do mandato, o governador só voltaria por milagre.

Prova de fogo

Se não tiver havido um adiamento, a comissão executiva do DEM estará reunida amanhã, aqui em Brasília, para expulsar de seus quadros o vice-governador Paulo Octávio. A ele caberá, antes da decisão, renunciar à filiação partidária. De qualquer forma, ficará ainda mais fragilizado em sua tentativa de permanecer à frente do Distrito Federal, já enfrentando quatro pedidos de impeachment na Câmara Legislativa.

Outro episódio nessa história de horror reside na própria Câmara Legislativa. Terá ela legitimidade para seguir executando suas funções, já que a maioria declarada forma na base de sustentação do governo local? E quanto aos nove deputados distritais flagrados com a mão na massa, nas meias, na cueca e na bolsa, recebendo propina? Terão o direito de permanecer no exercício de seus mandatos? Se por hipótese aprovada a intervenção federal, pelo Supremo, haveria uma forma de afastá-los? Ou de interromper os trabalhos legislativos locais?

Hilary em vez de Obama

O presidente Barack Obama decidiu não marcar a data em que visitaria o Brasil, pode ser que por conta de uma complicada agenda política, pode ser que como represália às recentes posições tomadas por nós em termos de política externa. Afinal, apoio e viagem programada do presidente Lula ao Irã, divergências com relação a Honduras, beija-mão a Fidel Castro e outras discordâncias não terão sido propriamente do agrado de Washington. Mesmo assim, para tentar aplainar arestas, desembarca em Brasília na próxima semana a Secretária de Estado, Hilary Clinton. Vem conversar com o chanceler Celso Amorim,mas não deixará de ser recebida pelo presidente Lula.

Fonte: Tribuna da Imprensa

Uneb denuncia atos de vandalismo em sítios arqueológicos em Paulo Afonso

A ação de depredação aos sítios arqueológicos de Paulo Afonso continua a preocupar gestores, arqueólogos e pesquisadores do Campus VIII da Universidade do Estado da Bahia (Uneb), sediado no município, que buscam apoio para preservar os 112 sítios catalogados nos povoados de Rio do Sal, Lagoas das Pedras, Mão Direita e Malhada Grande.

Em 2009, a Uneb, em parceria com a Secretaria Estadual do Meio Ambiente (Sema), inaugurou o Museu a Céu Aberto de Artes Rupestres com o objetivo de preservar os sítios arqueológicos da região, possibilitando que as pessoas conheçam a história dos povos indígenas do Nordeste, a exemplo dos grupos pré-coloniais de mais de nove mil anos atrás.

Antes do museu, as artes rupestres – códigos pintados por grupos originários da Bacia do São Francisco em rochas situadas no platô do cânion do Velho Chico – estavam sendo destruídas por extratores de granito, que usavam as rochas para confecção de paralelepípedos.

O último ataque de vandalismo aconteceu em janeiro deste ano, quando foi destruída a estrutura de um sítio arqueológico. Passarela e cercas de proteção foram quebradas, e as placas de identificação do local foram amassadas e perfuradas a bala.

A universidade está sensibilizando também os índios em relação aos problemas nos sítios arqueológicos.

Em janeiro, durante uma aula de campo do curso de Licenciatura Intercultural em Educação Escolar Indígena (Liceei) no Museu a Céu Aberto de Artes Rupestres, ministrado por Cleonice Vergne e pela também professora da Uneb Floriza Fernandes, os povos indígenas das etnias tuxá, tumbalalá, kiriri, kaimbé, pankararé e xukuru-kariri testemunharam a depredação.

Revoltados com a inércia das instituições responsáveis pela preservação do patrimônio histórico, os índios entregaram um documento ao procurador Samir Nachef, do Ministério Público Federal no município, reivindicando a abertura de uma ação judicial contra a depredação.

No encontro, que contou com a participação de representantes da Fundação Nacional do Índio (Funai), Nachef se comprometeu em buscar soluções para o problema.
Fonte: Tribuna da Bahia

Borges poderá fechar com Wagner

raul monteiro

O PT já comunicou “semi-oficialmente” ao governador Jaques Wagner (PT) e, na avaliação de seus líderes, teria percebido certa sensibilidade sua para analisar a situação, que não aceitará em hipótese alguma coligação nas eleições proporcionais (para a Assembleia e a Câmara dos Deputados) com novos aliados em detrimento dos tradicionais, a exemplo do PCdoB e PSB.

Embora afete, em alguma medida, partidos como o PP e o PDT, com esperança manifesta em se coligar com os petistas para enfrentar as urnas em outubro, a restrição imposta pelo partido do governador praticamente elimina da possibilidade de uma composição para as eleições de deputados o PR, partido do senador César Borges, em ritmo intenso de conversações com Wagner. O que significa dizer que, ainda que Borges se bandeie para o campo governista, seu PR não será beneficiário de nenhum acordo que contemple seus atuais e potenciais novos parlamentares.

Entre petistas, a avaliação é de que, numa coligação para federal, o PR tomaria de cara quatro vagas de deputados do PT, o que os petistas consideram um indigno genocídio parlamentar. No campo estadual, o quadro seria ainda mais dramático porque os republicanos têm seis candidatos colocados, três dos quais frontamente contrários ao governo, incluindo aí os deputados oposicionistas Sandro Régis e Elmar Nascimento, este último, sem segredo dos petistas, no campo dos desafetos quase pessoais do governador, desde que foi preterido para a secretaria estadual de Agricultura.

Fonte: Tribuna da Bahia

MP suspende Twitter de Wagner

A A PRE (Procuradoria Regional Eleitoral) na Bahia pediu a suspensão, por 24 horas, de todo o conteúdo informativo de uma página do microblog Twitter que divulga as ações do governador Jaques Wagner (PT) por considerar que foi cometida propaganda eleitoral antecipada. Foi pedido também o pagamento de uma multa que pode variar de R$ 5 mil a R$ 25 mil. A representação foi movida pelo PMDB, partido comandado no Estado pelo ministro Geddel Vieira Lima (Integração Nacional).

Depois de trabalhar pela eleição do governador, Geddel rompeu com Jaques Wagner e anunciou sua candidatura ao Palácio de Ondina (residência oficial do governo estadual). De acordo com o partido, na condição de chefe do Executivo, Jaques Wagner mantém uma página no Twitter para divulgar informações sobre sua candidatura à reeleição, além de projetos, programas e obras de sua gestão.

A assessoria de imprensa do governador negou que Wagner tenha perfil pessoal no microblog e alegou que a página mantida por profissionais de imprensa ligados ao gabinete do Palácio de Ondina apenas divulga a agenda de visitas do petista e ações de sua administração. A assessoria do governador disse também que o PMDB já foi frustrado pela Justiça Eleitoral em uma primeira liminar e que tenta se valer do expediente pela segunda vez.

O PMDB afirma que o Twitter do governador é atualizado por funcionários da Assessoria Geral de Comunicação Social do Governo do Estado da Bahia (Agecom). O partido recorreu à Procuradoria Regional Eleitoral depois de fracassar no TRE (Tribunal Regional Eleitoral) - a solicitação encaminhada por seus advogados foi indeferida. No endereço apontado pelo PMDB como alvo das irregularidades (www.twitter.com/imprensawagner), há uma foto do governador e uma informação: “Twitter oficial da assessoria de imprensa do Governador da Bahia Jaques Wagner.”

Na opinião do procurador regional eleitoral, Sidney Madruga, o governador, “notório pré-candidato à reeleição, agiu de forma deliberada no sentido de associar as ações políticas do governo ao seu nome e à sua imagem, com nítidos objetivos eleitorais, sempre buscando realçar os seus atributos como administrador”.

Nesta página, diz o PMDB, foram postadas mensagens de apoio ao governador – “Prefeito de Alagoinhas declara em praça pública apoio ao governador Jaques Wagner” – e informações sobre inaugurações e ações no Estado: “Wagner entrega mais três postos de saúde no município de Ribeirão do Lago” e “Wagner fala sobre a grande ocupação dos hotéis baianos como resultado da política do governo de incentivo ao turismo”.

Racha desagrada presidente

O racha na Bahia desagrada ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, antigo aliado de Wagner, que foi seu ministro do Trabalho e das Relações Institucionais. Geddel integrou as fileiras lulistas no segundo mandato do petista, depois de a aliança com o atual governador derrotar os aliados do falecido senador Antônio Carlos Magalhães. Em 2002, Geddel apoiou o candidato do PSDB, José Serra, e foi crítico do governo Lula em seus primeiros quatro anos no Palácio.

Petistas da cúpula do partido temem que o ministro da Integração Nacional esteja estimulando a divisão na Bahia, para afetar a pré-candidata do PT à Presidência, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, em detrimento de Serra, presidenciável tucano e governador de São Paulo.

Fonte: Tribuna da Bahia

Parlamento britânico diz que remédio homeopático não funciona

Redação CORREIO

O Parlamento da Grã-Bretanha anunciou nesta segunda-feira (22) o resultado da análise de eficácia de remédios homeopáticos.

O relatório da comssão de ciência e tecnologia do parlamento britânico afirma que os remédios homeopáticos são tão eficazes quanto placebo - substância sem ação, geralmente receitada por alguns médicos apenas para criar efeito psicológico nos pacientes.

A comissão concluiu que as explicações científicas para a homeopatia não são convincentes e recomendou que o governo britânico pare imediatamente de oferecer esse tipo de remédio no serviço público de saúde.

A homeopatia custa aos cofres públicos da Grã-Bretanha o equivalente a R$ 500 mil por ano. A quantia pode ser considerado irrisória dentro de um orçamento de R$ 300 bilhões destinados à área da saúde, mas os parlamentares afirmam que não é o dinheiro que está em jogo. O que eles querem é evitar que os doentes busquem a cura com medicamentos sem eficácia comprovada.

O deputado Phil Willis, presidente da comissão de ciência e tecnologia, afirma que nenhum estudo comprovou que as pílulas homeopáticas têm poder medicinal. Segundo ele, a homeopatia nem deve mais ser licenciada pelo departamento do governo que regula a fabricação de remédios. O deputado afirma que os remédios homeopáticos não passam de pílulas de açúcar.

A homeopatia, que foi criada por um médico alemão, no século 18, é a chamada medicina natural. e segundo os médicos homeopatas não tem contraindicação. A homeopatia se propõe a curar com substâncias que normalmente provocam efeitos semelhantes aos das doenças. Por exemplo, o remédio homeopático para insônia contém uma substância extraída do café para ajudar o paciente a dormir.

A doutora Charlote Mendes da Costa, da Associação Britânica de Homeopatia, não entende por que a comissão parlamentar não aceitou como evidência de eficácia dos produtos homeopáticos um estudo científico feito com 6.500 pessoas com diversas doenças. Segundo Charlote, elas se trataram apenas com remédios naturais, e mais de 60% dos pacientes ficaram curados.

A associação afirma que a homeopatia representa economia para o Ministério da Saúde porque custa menos de um décimo do preço de remédios industriais. Mesmo sem o apoio do governo, a associação de homeopatia vai continuar incentivando esse tipo de tratamento. As informações são do G1./Correio da Bahia

segunda-feira, fevereiro 22, 2010

Agaciel de novo, nos braços do povo?

Ex-diretor geral do Senado distribui calendários, cartazes e adesivos com sua foto e seu nome, mas jura que isso não significa que ele pretenda ser candidato a algum cargo eletivo

Calendário de Agaciel: um cargo público lhe daria imunidade parlamentar, mas ele jura que não está em campanha

Fábio Góis

O ex-diretor geral do Senado Agaciel Maia completou, no último dia 10, 33 anos de serviço público, em trajetória marcada tanto pela polêmica, com envolvimento com denúncias de trens da alegria e atos secretos, quanto pelo bom trânsito nos bastidores políticos de Brasília. Amigo do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), epicentro da maior crise da história da instituição, e apontado em sindicância como um dos responsáveis pela emissão de centenas de documentos sigilosos, as fotos e o nome de Agaciel migraram nas últimas semanas das páginas de política do noticiário para as ruas, em cartazes e adesivos de carro. Com a marca da autopromoção típica dos candidatos a cargos eletivos.

Um sinal de que, em pleno ano eleitoral, uma candidatura estaria a caminho. Afinal, depois de perder o cargo de diretor-geral, Agaciel se filiou ao PTC no início de outubro de 2009. “O futuro a Deus pertence”, despistou na ocasião.

Alguns meses depois, o futuro concedido por Deus materializou-se em cartazes como o que ilustra a reportagem. Ou em adesivos com o endereço do blog de Agaciel ou com os dizeres “Amigos do Agaciel”. O que significa tudo isso? O ex-diretor geral do Senado jurou ao Congresso em Foco, em entrevista concedida na sexta-feira (19) que não quer dizer candidatura. “Não sou candidato a nada”, garantiu o servidor do Senado, instalado em uma sala na Subsecretaria de Pesquisas do Instituto Legislativo Brasileiro (ILB), para onde foi transferido depois de afastado da Diretoria Geral pelo próprio Sarney. Em cima da mesa, chamava a atenção uma coleção de livretos infantis do dinamarquês Hans Christian Andersen, autor de clássicos como "O soldadinho de chumbo", "O patinho feio" e "A roupa nova do Imperador".

Segundo Agaciel, toda essa promoção gira em torno do blog que criou. “A construção desse blog é para dar vazão à minha atividade acadêmica, apesar de todo o trabalho que tenho. É uma atividade que quero desenvolver para não ficar parado. Eu prefiro me manter em movimento”, disse, adiantando que prepara um livro com detalhes da biografia de todos os senadores da história do Senado, desde a primeira sessão, “em maio de 1826”.

Ele acrescenta que, após décadas de trabalho sem ausências e “sem tirar sequer um atestado médico”, sentiu falta da rotina nas atividades legislativas da instituição – 14 anos só à frente da Diretoria Geral, por indicação de Sarney. “Foi o pior castigo que recebi. Imagine, depois de tanto anos de trabalho, ficar em casa, olhando para a empregada. Ou você bebe ou você engorda de tanto comer.”

Agaciel explicou que o material distribuído serve como divulgação de seu blog e de sua atividade “acadêmica”. E que a iniciativa é apoiada por um “patrimônio de amizade” construído em 35 anos de Brasília – natural de Brejo do Cruz, município da Paraíba, ele chegou a Brasília no final de 1974. “Você não vai encontrar ninguém em Brasília que vá dizer que eu fiz mal ou prejudiquei alguém”, disse o economista por formação, que chegou a ser aplaudido em seu retorno ao trabalho, em setembro de 2009. “O pessoal se dispôs a fazer a divulgação do blog.”

“Inferno astral”

O afastamento temporário como servidor efetivo, em junho de 2009, na verdade foi uma licença-prêmio de três meses (remunerada), formalizada no calor das denúncias que quase implodiram a atividade legislativa do Senado e quase tiraram Sarney da Presidência.

No ofício de licença, que recorre à Lei 8.112/90 do Regime Jurídico Único dos Servidores Públicos, Agaciel alega direito adquirido por assiduidade e faz sete “considerações” para justificar seu pedido de afastamento. Entre elas, menciona declarações feitas por senadores como Arthur Virgílio (líder do PSDB-AM) e Cristovam Buarque (PDT-DF), que o acusam de chantagem por meio do conteúdo dos atos sigilosos. “Os senadores Eduardo Suplicy [PT-SP] e Pedro Simon [PMDB-RS] negaram esse negócio de chantagem.” Versões à parte, fato é que a temperatura levou a pronunciamentos drásticos contra o ex-diretor.

Agaciel Maia deve ser preso, diz Arthur Virgílio

Senadores pedem afastamento de Agaciel e Zoghbi

Sobre as acusações que recebeu durante a crise do Senado, Agaciel é enfático. “É 99,9% de coloração política”, disse, em menção à vendeta que transpôs o terreno político e chegou às entranhas administrativas da Casa, em que grupos a favor e contra o ex-diretor até hoje travam velada disputa. Ele considera que a “guerra política” teve início depois que Tião Viana (PT-AC) perdeu para Sarney a corrida para a Presidência. A partir daí, grupos opostos foram formados e passaram a municiar a imprensa com informações comprometedoras, reciprocamente.

“Antes eu era unanimidade na Casa. Tenho documento assinado por todos os líderes partidários”, declarou Agaciel, referindo-se aos serviços de modernização e aprimoramento institucional que disse ter recebido o aval da totalidade dos senadores. “Sempre tive uma atividade acadêmica, não era só um burocrata administrativo.”

Segundo Agaciel, denúncias como a de que emitiu atos administrativos clandestinos para fins diversos e ocultou de sua declaração de bens uma casa de cerca de R$ 4 milhões não passam de notícias movidas por disputa política. “Passei por um inferno astral, paguei caro. E tudo era só insinuação, nada disso foi comprovado. Foi tudo provado ao contrário”, reclamou, lembrando que o Tribunal de Contas da União não viu irregularidades na propriedade, como apontou reportagem do jornal Folha de S.Paulo em 1º de março de 2009.

Periferia

Na terça-feira de carnaval, a reportagem obteve um exemplar do calendário 2010 no qual Agaciel aparece sorridente, com cabelo bem penteado e imagem da Ponte JK em segundo plano, adornada pelo já famoso pôr-do-sol da capital federal. Logo abaixo da foto, registra-se a frase “Que as bênçãos de Deus sejam constantes em seu lar”, com a assinatura destacando o sobrenome Maia em letras maiores em relação ao pré-nome.

O que parece uma peça de campanha (foto) foi encontrada em uma oficina de automóveis do Paranoá, bairro da periferia de Brasília. A estampa do material de campanha é típica dos aspirantes a parlamentar: foto bem tratada, dizeres afetuosos e “serviços” como calendário e telefones úteis (bombeiros, Polícia Militar, Procon etc).

Na parte inferior do cartaz, Agaciel disponibiliza seu endereço eletrônico. Uma rápida consulta ao site não é suficiente para perceber a clara orientação eleitoral. Mas aos poucos fica evidente o caráter de auto-exaltação do “blog”: em clique feito às 19h25 da última quinta-feira (18), o primeiro tópico era “8 habilidades essenciais para um bom administrador”, seguida em diagramação vertical pela frase “Hoje faz 33 anos que ingressei na carreira de servidor efetivo do Quadro de Pessoal do Senado Federal”.

Embora diante de todos os elementos de uma peça eleitoral, Agaciel diz que não se arriscaria a testar sua aceitação popular. “Eu não posso fazer futurologia, não me arriscaria a ser candidato sem saber se teria votos suficientes. Candidato todo mundo pode ser, mas tem de ser viável, ter voto”, observa, lembrando que “sempre ajudei todo mundo”.

A reportagem apurou que, ao menos entre os servidores do Senado, Agaciel reuniria quantidade significativa de votos. É o caso da auxiliar de limpeza Lucineide da Silva. “Eu não tenho candidato. Se ele for candidato, meu voto é dele. Garantido.”

Processos

Às voltas com processos na Justiça comum (“os da Justiça comum eu não tenho preocupação”), e sob risco de perder a vaga no Senado devido aos efeitos de um processo administrativo disciplinar (“não posso responder sobre isso”), Agaciel sabe que, caso disputasse eleição e fosse eleito, passaria a ter direito aos polêmicos foro privilegiado e imunidade parlamentar. Tal condição garante ao eventual réu em ação penal prerrogativas como ser julgado apenas em instâncias superiores da Justiça (Supremo Tribunal Federal e Superior Tribunal de Justiça) – o que, via de regra, tem facilitado a vida dos detentores de cargos eletivos.

Conhecedor da estrutura institucional que comandou por 14 anos e da simpatia que amealhou entre cerca de 10 mil servidores, Agaciel destaca que as denúncias não ganham espaço entre seus colegas. “Sai no jornal, mas ninguém acredita, porque as pessoas me conhecem e sabem que não fiz nada disso.” Quanto aos processos, ele resume: “Tenho ido a todos disposto a me defender.”

Agaciel defende sua atuação no comando administrativo do Senado lembrando que entregou o posto de diretor-geral com “dois cargos vagos há dois anos”. “Quando podia nomear parente, eu não nomeei.” Para ele, o desenrolar dos processos só o prejudicará se tiver conotação política. “Se for em cima de documentos e fatos, não vai ter problema.”

Integrante de um clã político arraigado no Rio Grande do Norte – com ramificações por estados como Paraíba e Rio de Janeiro, cujo mais notório representante é o ex-prefeito fluminense César Maia –, Agaciel é irmão do deputado federal João Maia (PR-RN). O ex-diretor-geral tem parentescos distantes com o também deputado Felipe Maia (DEM-RN), filho do líder do DEM no Senado, José Agripino (RN).

“São primos de diversas gerações que só me dão orgulho. É um orgulho tê-los como parentes. São exemplares como pessoas, pais de família e filhos”, disse César Maia em entrevista sobre o clã político dos Maia, por e-mail, ao Congresso em Foco.

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Interlegis empregou parentes de Agaciel em censo

Fonte: Congressoemfoco

Juízes acusados de desviar dinheiro para maçonaria

Procuradoria Geral da Repúbica recomenda aposentadoria compulsória de magistrados envolvidos em esquema para beneficiar Loja Grande Oriente do Mato Grosso

Presidente do TJ do Mato Grosso, Mariano Travassos, e outros nove juízes são acusados de desviar dinheiro do tribunal para a maçonaria

Catarine Piccioni, especial para o Congresso em Foco, e Eduardo Militão

O procurador-geral da República, Roberto Monteiro Gurgel, recomendou ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que sejam punidos com a aposentadoria compulsória o presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), Mariano Alonso Ribeiro Travassos, o ex-presidente da instituição José Ferreira Leite e mais oito magistrados do estado. Os dez são acusados de arquitetar e executar um esquema que desviou mais de R$ 1 milhão do tribunal para a entidade maçônica Grande Oriente do Mato Grosso (GOMT). O julgamento está marcado para a próxima terça-feira (23), no CNJ, em Brasília.

Além de Travassos e Ferreira Leite, são acusados o desembargador José Tadeu Cury e os juízes Marcelo Souza de Barros, Antonio Horácio da Silva Neto, Irênio Lima Fernandes, Marcos Aurélio dos Reis Ferreira, Juanita Duarte, Graciema Caravellas e Maria Cristina Simões.

O processo se originou na Corregedoria do TJMT. Segundo os autos do CNJ, tudo começou quando a entidade da maçonaria Grande Oriente do Mato Grosso criou uma cooperativa de crédito para seus irmãos associados. Era a Cooperativa de Crédito Maçônica, que atuava em parceria com a Cooperativa de Crédito Rural do Pantanal (Sicoob Pantanal). O grão-mestre da GOMT era o próprio presidente do tribunal, o desembargador Ferreira Leite.

Mas, em 2004, depois de vários depósitos em dinheiro, a cooperativa fechou. A Sicoob Pantanal foi descredenciada pelo Banco Central por indícios de irregularidades e falta de liquidez. Em crise, os maçons amargaram um prejuízo de R$ 1,17 milhão e passaram a tentar reduzir as perdas, inclusive recorrendo à Justiça.

Segundo o processo no CNJ, o problema começa aí. Os acusados Ferreira Leite, Tadeu Cury, Travassos, Souza de Barros e Reis Ferreira – valendo-se dos cargos que ocupavam no TJ durante a gestão 2003–2005 – receberam de forma privilegiada créditos oriundos do tribunal
e determinaram o pagamento irregular de verbas aos demais magistrados. Trata-se de dinheiro de benefícios, como férias indenizadas e licenças-prêmio.

A denúncia é de que os créditos eram em valores indevidos. Mais: os desembargadores eram orientados a prestar socorro financeiro à Grande Oriente do Mato Grosso, ainda combalida com os prejuízos decorrentes da cooperativa fechada.

Ou seja, para cobrir o rombo da quebra da cooperativa, os recursos do tribunal teriam sido desviados por meio do pagamento de créditos aos juízes e desembargadores.

Verbas devidas

Procurados pelo Congresso em Foco, a maioria dos magistrados não se manifestou. A assessoria do Tribunal de Justiça do Mato Grosso afirmou que Travassos, o presidente da instituição, só vai se pronunciar depois do julgamento. A juíza Maria Cristina Simões diz que apenas ajudou amigos que queriam socorrer irmãos maçons, mas que o dinheiro era dela. Irênio Fernandes afirma que os créditos pagos eram legais, embora sempre tenham sido distribuídos sem critério objetivo.

Os outros magistrados não retornaram os pedidos de entrevista. Mas, na defesa apresentada ao CNJ, negam ter cometido irregularidades. Na defesa, José Ferreira Leite afirmou ter ordenado o pagamento de verbas pendentes a todos os magistrados e que os valores recebidos por ele eram realmente devidos. Corregedor-geral à época, Mariano Travassos sustentou a inexistência de pagamento privilegiado aos magistrados e disse que não exercia a função de ordenador de despesas.

José Tadeu Cury alegou não pertencer aos quadros de qualquer entidade maçônica e negou ter efetuado empréstimo à Grande Oriente. Juiz auxiliar da presidência à época, Marcelo Souza de Barros afirmou que nunca expediu qualquer ordem de pagamento a magistrados e que apenas transmitia pleitos ao então presidente.

Também em defesa apresentada ao CNJ, Antonio Horácio da Silva Neto tentou demonstrar improcedência das acusações. Irênio Fernandes argumentou que os empréstimos concedidos à Grande Oriente foram legais e que nunca fez solicitações para receber créditos atrasados aos quais tinha direito. Marcos Aurélio Reis Ferreira negou vínculo entre o recebimento de seus créditos oriundos do TJ e o empréstimo à loja maçônica.

Sobre o recebimento de créditos, Juanita Duarte alegou não ter havido qualquer favorecimento devido ao fato de pertencer ao quadro administrativo do tribunal na época. Graciema Caravellas também rechaçou a ideia de favorecimento e afirmou não ter recebido as verbas para emprestá-las à maçonaria. Já Maria Cristina Simões afirmou ter atuado com ética durante toda a sua carreira e que somente posteriormente soube que o dinheiro emprestado por ela foi utilizado para socorrer pessoas lesadas pela quebra da cooperativa.

Juíza diz não saber onde errou

Créditos sempre foram pagos sem critério, conta juiz

Fonte: Congressoemfoco

A coisa tá pegando - malandro demais também se atrapalha...



DIÁRIO DA JUSTIÇA ELETRÔNICO – Nº 184 - Disponibilização: Segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010 Cad 1 / Página 95
Publique-se.
Salvador, 08 de fevereiro de 2010.
Bel. José Reginaldo Costa Rodrigues Nogueira
Juiz Convocado
SEGUNDA CÂMARA CRIMINAL
REPRESENTAÇÃO CRIMINAL N.º 0011570-56.2009.805.0000-0 (66584-2/2009)
REPRESENTANTES: GILSON SANTOS ANDRADE, ESAÚ GARCIA BOMFIM DE
SÁ E JOÃO BATISTA DE MATOS
ADVOGADO: ANTONIO FERNANDO DANTAS MONTALVÃO
REPRESENTADO: JOÃO BATISTA MELO DE CARVALHO, PREFEITO DE
JEREMOABO.
RELATOR: DES. CARLOS ROBERTO SANTOS ARAÚJO
D E S P A C H O
Oficie-se, com a máxima urgência, ao Juiz de Direito da Comarca de Jeremoabo-BA, solicitando o envio de cópias do inteiro
teor do mandado de segurança n° 277045-0/2009.
Logo após, encaminhem-se os autos à douta Procuradoria de Justiça, conforme determina o art. 284, do Regimento Interno
deste Egrégio Tribunal de Justiça.
Por fim, voltem conclusos para as apreciações cabíveis
Salvador, 19 de fevereiro de 2010.
DES. CARLOS ROBERTO SANTOS ARAÚJO
RELATOR

PAULO OTÁVIO DEVE RENUNCIAR HOJE

Com a prisão de Arruda, Paulo Otávio põe "as barbas de molho" e deve jogar a toalha hoje

O governador interino do Distrito Federal, Paulo Octávio, jogou a toalha e reconheceu que o sonho de governar Brasília é só um fetiche e que amor mesmo ele tem pelas suas empresas. Ele havia anunciado que não deixaria o cargo, mas fora convencido por amigos, familiares e assessores mais próximos a tirar do bolso a carta de renúncia. O anúncio oficial da sua saída deve acontecer nesta segunda-feira (22). Caso ele realmente desista do governo, quem deve assumir o posto é o presidente da Câmara Legislativa, deputado Wilson Lima (PR), mais um aliado de José Roberto Arruda.

Fonte: Sudoeste Hoje

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