sábado, outubro 17, 2026

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Canais de apoiadores dividem ministros do TSE após caso Exército do Lula


Nunes Marques já não esconde parcialidade em suas decisões

Mariana Muniz
O Globo

Ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) avaliam que canais de WhatsApp mantidos por apoiadores de candidatos à Presidência da República não precisam de registro na Justiça Eleitoral para funcionar. O entendimento contraria a interpretação adotada pelo presidente da Corte, Nunes Marques, que utilizou a ausência de registro como um dos fundamentos para determinar a suspensão do canal “Exército do Lula”, ligado a apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Na última quarta-feira, Nunes Marques determinou o restabelecimento imediato do canal, administrado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG), e derrubou o prazo de 48 horas que havia estabelecido para seu retorno. A nova decisão, porém, não alterou a exigência de registro na Justiça Eleitoral, ponto central das críticas feitas por integrantes do tribunal à condução do episódio.

APENAS CANAIS OFICIAIS – Nos bastidores do TSE, a avaliação é que as regras eleitorais estabelecem a obrigatoriedade de registro apenas para canais oficiais das campanhas, sem alcançar iniciativas autônomas de apoiadores, parlamentares ou integrantes da sociedade civil. Para esses ministros, ampliar a exigência significaria submeter manifestações espontâneas de apoio político ao controle dos partidos e das campanhas eleitorais.

O entendimento foi discutido internamente na Corte em meio à controvérsia sobre o funcionamento do “Exército do Lula”, que teve suas atividades suspensas por determinação de Nunes Marques no último domingo. A interpretação defendida por integrantes do tribunal é de que não há previsão nas normas eleitorais para exigir que canais independentes sejam formalmente vinculados a uma candidatura.

RESTRIÇÃO – A avaliação é de que a exigência de registro deve ficar restrita aos canais administrados oficialmente pelas campanhas eleitorais, que estão sujeitos às regras específicas estabelecidas pelo TSE. Já os espaços criados por apoiadores, mesmo quando utilizados para divulgar conteúdos favoráveis a determinado candidato, não estariam automaticamente submetidos à mesma obrigação.

Como exemplo, integrantes da Corte mencionam canais vinculados a parlamentares e políticos que não integram formalmente as estruturas das campanhas presidenciais. Esses espaços, segundo essa interpretação, não precisam de registro prévio para continuar funcionando.

EXEMPLO – O caso do deputado federal André Janones, aliado de Lula, é citado como exemplo dessa distinção. A avaliação é de que o parlamentar, por não integrar formalmente a campanha petista, não poderia ser obrigado a registrar seu canal como se fosse um instrumento oficial da candidatura.

Ministros também apontam que canais ligados a outros políticos, como Carlos Bolsonaro, Pablo Marçal e Nikolas Ferreira, funcionam sem registro específico como canais oficiais de campanha. Para essa ala do tribunal, a exigência não poderia ser aplicada de maneira distinta a espaços de mobilização política semelhantes.

A divergência ocorre em meio a críticas internas à condução do episódio por Nunes Marques. Integrantes do TSE defendem que a controvérsia seja resolvida de acordo com os limites estabelecidos pela própria regulamentação eleitoral, sem a criação de novas exigências para a atuação de apoiadores nas redes sociais.

URGÊNCIA – Há ainda um incômodo com a ausência de uma deliberação colegiada sobre o tema. Embora ministros defendam uma interpretação mais restrita da obrigatoriedade de registro, a definição sobre a inclusão do assunto na pauta do plenário depende do presidente da Corte. Na terça-feira, o ministro Ricardo Villas Bôas Cueva pediu que o caso fosse analisado com urgência pelo plenário.

Nos bastidores, a avaliação é de que a discussão poderia ser resolvida pelo conjunto dos ministros, estabelecendo uma orientação uniforme para as campanhas de Lula e do senador Flávio Bolsonaro (PL). Até o momento, porém, Nunes Marques não submeteu a controvérsia sobre a obrigatoriedade de registro ao colegiado.

MUDANÇA NA REGRA –  Na decisão desta quarta-feira, Nunes Marques alterou a regra que previa um intervalo de 48 horas para a utilização de endereços eletrônicos registrados na Justiça Eleitoral entre o primeiro e o segundo turno. A mudança, feita por decisão da Presidência e sujeita à confirmação pelo plenário, permite que esses canais sejam utilizados imediatamente após a comunicação ao tribunal.

O ministro justificou a alteração pelas particularidades do segundo turno, que tem um período de campanha mais curto. A decisão também levou em consideração informações prestadas pelas áreas técnicas do TSE sobre o registro de outros canais de comunicação.

REGISTRO DOS CANAIS – A mudança, no entanto, não afastou a necessidade de registro dos canais considerados oficiais de campanha. No caso do “Exército do Lula”, Nunes Marques considerou suficiente a comunicação do endereço feita pela campanha petista e autorizou o restabelecimento imediato de seu funcionamento.

O presidente do TSE também estabeleceu que, enquanto não forem definidos critérios para identificar quando um canal deve ser considerado oficialmente vinculado a uma candidatura, a campanha de Lula poderá supervisionar o funcionamento do espaço administrado por Janones.


JEREMOABO ENTRA NA TREND DA WEB: Prefeito Tista de Deda Veste o Verde e Amarelo e 'Faz o L' Pelo Futuro do Brasil

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JEREMOABO ENTRA NA TREND DA WEB: Prefeito Tista de Deda Veste o Verde e Amarelo e 'Faz o L' Pelo Futuro do Brasil


Por José Montalvão


O sábado, 17 de outubro de 2026, começou movimentado no cenário político e digital de Jeremoabo. Alinhado com a grande mobilização nacional que tomou conta das redes sociais nesta reta final do segundo turno das eleições presidenciais, o prefeito Tista de Deda aderiu logo nas primeiras horas do dia à trend que vem viralizando em todo o país: vestir a camisa amarela da Seleção Brasileira e fazer o gesto do "L" com as mãos.

A iniciativa carrega uma mensagem de forte apelo simbólico e união nacional. O movimento busca resgatar o verde e o amarelo como símbolos pátrios de todo o povo brasileiro, reafirmando que a nossa bandeira, as nossas cores e o nosso orgulho nacional não pertencem a uma única facção ou vertente política, mas sim a todos os cidadãos que lutam por um país mais justo, democrático e próspero.

┌─────────────────────────────────────────────────────────────┐
│          A MOBILIZAÇÃO DIGITAL NESTE SÁBADO (17/10)          │
├─────────────────────────────────────────────────────────────┤
│ 🟨🟩 REASPOSSESSÃO DOS SÍMBOLOS: A camisa amarela da Seleção│
│    como representação de união de todos os brasileiros.     │
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│ 👆 ENGAJAMENTO NO 2º TURNO: O gesto do "L" reafirmando o    │
│    apoio à candidatura do presidente Lula na reta final.    │
├─────────────────────────────────────────────────────────────┤
│ 📲 ONDA DIGITAL: Convocação para ocupar o Instagram a partir │
│    das 9h da manhã em Jeremoabo e em todo o Brasil.         │
└─────────────────────────────────────────────────────────────┘

A Força das Cores Nacionais Pela Democracia

Ao vestir a camisa amarela e se somar ao movimento, Tista de Deda demonstra sintonia com o sentimento das ruas e com a juventude que vem liderando as manifestações nesta fase decisiva do pleito.

A mensagem é clara: o verdadeiro patriotismo manifesta-se no respeito à democracia, na defesa das políticas sociais que mudam a vida do povo sertanejo e no combate à desigualdade. Resgatar o verde e o amarelo é declarar que o Brasil pertence a todos os trabalhadores e trabalhadoras, do campo e da cidade.

Convocação Geral Nas Redes Sociais

A mobilização não para por aqui. A gestão e a militância política de Jeremoabo convidam toda a população, os jovens e os simpatizantes a entrarem nessa onda cívica:

"Hoje, sábado, a partir das 9h da manhã, vamos ocupar o Instagram vestindo as cores da nossa Seleção e fazendo o 'L' com as mãos! Tire sua foto, publique no seu perfil e mostre que Jeremoabo está pronta para seguir em frente!"

A reta final da eleição presidencial de 2026 se faz com alegria, coragem nas praças e presença forte nas redes sociais. É a força do povo de Jeremoabo mostrando que a nossa bandeira é a esperança de um futuro melhor!

José Montalvão

Funcionário Federal Aposentado, Graduado e Pós-Graduado em Gestão Pública, Pós-Graduado em Jornalismo. Membro da Associação Brasileira de Imprensa (ABI - Registro C-002025).

Blog de Dede Montalvão: Acompanhando a movimentação política de Jeremoabo, valorizando a democracia e trazendo a informação com velocidade e compromisso popular!


NOTA DA REDAÇÃO: Como não poderia deixar de ser, João Calixto Montalvão, direto de Aracaju-SE, compartilha desse mesmo sentimento com o amigo Tista de Deda, vestindo a nossa camisa amarela da Seleção Brasileira e fazendo o "L" pela democracia e pelo futuro do Brasil! 🇧🇷🟨🟩👆




O caso Vorcaro e o teste de credibilidade do jornalismo n Organização Globo

 



BR Pular navegação Pesquisar Criar 9+ Imagem do avatar Flávio Bolsonaro na Globo repetiu "tática Maluf" do 1º turno: mentiu, omitiu e fugiu | Toledo

 

🔥Renata Lo Prete perdeu a paciência com Flávio na sabatina do JN e precisou intervir várias vezes🔥


FLAVIO BOLSONARO NA REDE GLOBO

 

Redução da maioridade penal tem apoio de 89% dos eleitores de Flávio e 70% dos que votam em Lula

 

Redução da maioridade penal tem apoio de 89% dos eleitores de Flávio e 70% dos que votam em Lula

Por Tulio Kruse, Folhapress

17/10/2026 às 08:14

Foto: José Cruz/Agência Brasil

Imagem de Redução da maioridade penal tem apoio de 89% dos eleitores de Flávio e 70% dos que votam em Lula

Movimentos sociais defendem foco em educação e proteção de jovens

A redução da maioridade penal de 18 para 16 anos de idade tem apoio de oito em cada dez brasileiros, mostra pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (17). Enquanto a mudança na legislação recebe apoio da maioria de todos os segmentos da sociedade, a intenção de voto para presidente nas eleições de 2026 e a identificação política são os fatores mais associados à divergência de opinião sobre o assunto.

Entre aqueles que declaram voto em Lula (PT), que concorre à reeleição, o apoio à mudança no Código Penal é de 70%. Já entre os apoiadores de Flávio Bolsonaro (PL), que também disputa o segundo turno, o apoio é de 89%.

O índice mais alto de opinião favorável ao endurecimento da lei para menores de idade é entre os simpatizantes do partido de Bolsonaro, o PL: 93% apoiam a redução. Entre aqueles que declaram preferência pelo PT, o índice é de 73%.

O resultado aponta estabilidade em relação ao último levantamento sobre o tema, realizado em junho. As respostas favoráveis, contrárias, indiferentes e daqueles que não opinaram tiveram variação de um ponto percentual —dentro da margem de erro— ou mantiveram-se com o mesmo resultado.

A proporção daqueles que são contra a redução da maioridade penal, por exemplo, foi de 17% para 18% em quatro meses. A variação de um ponto significa estabilidade, mas mantém uma tendência de aumento das opiniões contrárias à medida observada desde 2006.

Outros 2% afirmaram que não sabem (em junho, eram 3%), e 1% afirmaram que eram indiferentes à medida —mesma proporção do último levantamento.

A pesquisa foi feita por meio de entrevistas presenciais com 2.520 pessoas de 16 anos ou mais no Brasil nos dias 13 e 14 de outubro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos no geral da amostra, com nível de confiança de 95%. Para questões políticas, a margem é de 3 pontos.

Mesmo apoiado por ampla maioria da população, o apoio à redução das maioridade penal segue em seu patamar mais baixo desde 2003, quando as medições sobre o assunto começaram a ser feitas pelo Datafolha.

O apoio ao endurecimento da lei alcançou seu ápice em abril 2015, quando 87% dos brasileiros se declaravam favoráveis à redução. Naquela ocasião, 11% dos entrevistados afirmavam ser contra a medida, e 1% não opinavam.

Segundo o Datafolha, hoje o rechaço à medida é maior entre os brasileiros que têm de 16 a 24 anos. Um em cada quatro (26%) nessa faixa etária é contrário à redução da maioridade. Os favoráveis alcançam 73% do mesmo público —eram 69%. A margem de erro é de seis ponto para esse segmento da população.

Há poucas variações de opinião quando se analisa fatores como sexo, renda familiar, escolaridade, cor da pele e região do país. A redução da maioridade é apoiada por 82% dos homens e 78% das mulheres no país.

Os entrevistados com ensino superior são aqueles com maior rejeição à proposta, na comparação com segmentos com menor grau de escolaridade —22% da população com estudo universitário afirmam ser contrários, e 76% favoráveis à medida. Entre aqueles que completaram o ensino médio, a rejeição é de 15% e o apoio é de 83%.

A grande maioria dos brancos (79%), pretos (80%) e pardos (81%) afirmam ser fávoráveis, e com proporções equivalentes de rejeição à mudança na lei. A margem de erro é de três pontos para os brancos e pardos, e de cinco para a população preta.

Campanha eleitoral

O assunto voltou ao debate público durante a campanha eleitoral deste ano. Na quinta-feira (15), Lula afirmou durante sabatina na TV Globo que é favorável à redução da maioridade penal para 16 anos em casos que envolvem crimes hediondos. Trata-se de uma mudança em relação a posicionamentos anteriores dele sobre o tema.

Já Flávio Bolsonaro incluiu em seu plano de governo a proposta de reduzir para 16 anos a maioridade penal para qualquer tipo de crime, e para 14 anos no caso de "crimes graves, como estupro, tráfico, tortura e assassinato".

Três dias após o primeiro turno das eleições, o candidato do PL citou a medida como exemplo das PECs (Propostas de Emenda à Constituição) que ele deve propor ao Congresso Nacional caso seja eleito.

A redução da maioridade penal tramita no Congresso Nacional e teve novo impulso em junho, quando foi aprovada na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara dos Deputados. A mudança da lei é analisada em comissão especial e enfrenta discussões quanto a sua constitucionalidade.

Na prática, a aprovação do relatório fez com que três PECs sobre o tema avançassem à análise da comissão especial.

A mais antiga é de 2015 e foi apresentada pelo então deputado Gonzaga Patriota (PSB-PE). A versão original da proposta reduzia para 16 anos tanto a maioridade penal como a civil. A versão final, desidratada, tratou apenas da idade mínima para responsabilização criminal.

A última movimentação da proposta foi em setembro, quando a comissão especial aprovou uma série de requerimentos para discutir o tema em audiências públicas. A avaliação sobre haver ou não amparo na Constituição para a proposta não é unânime

Não há prazo para que o texto seja apreciado e avance a plenário, onde precisa ser aprovado em dois turnos por três quintos dos deputados. Depois da análise da Câmara, a proposta tem de tramitar no Senado.

Politica Livre

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