domingo, maio 31, 2026
Flávio e Eduardo não pediam empréstimo a Vorcaro, o que faziam era pura extorsão
Publicado em 31 de maio de 2026 por Tribuna da Internet
Charge do Clayton (O Povo/CE)
Vicente Limongi Netto
Convenhamos, o rachadinha achocolatado é completamente despreparado para governar o Brasil. O clã Bolsonaro não presta. Iniciativas canalhas do senadorzinho do PL são de golpistas que dobram a espinha para governantes de países ricos e poderosos. Como fez agora, usando Donald Trump como escudo para tentar esconder suas manobras patifes com o facínora Daniel Vorcaro.
Sujeira e imundície marcam a destrambelhada campanha do senador. Desesperado, Flávio Bolsonaro tenta varrer a lama para baixo do tapete, enquanto Trump fica na dele, alimentando a sonhos e planos de sabujos como Flávio para que vençam as eleições.
ILUSÃO À TOA – Com essa estratégia, Trump até sonha em ter chances de transformar em subservientes republiquetas alguns países importantes como o Brasil. Mas as conversas melosas de Flávio com o banqueiro Vorcaro estão gravadas e fixadas na cabeça dos eleitores.
O cretino Flávio se humilhou pedindo dinheiro a Vorcaro, a pretexto de acelerar o filme sobre o pai dele, também golpista, condenado e preso, Jair Bolsonaro. “Aqui você tem um irmão para sempre”, derramou-se Flávio, jurando amor eterno ao mafioso banqueiro.
O fujão cassado Eduardo Bolsonaro, igualmente guloso com dinheiro alheio, pediu a Vorcaro que mandasse para ele, nos Estados Unidos, parte do dinheiro do filme do pai, de acordo com informações do site Intercept Brasil. “Mande o máximo de recursos”, exigiu, aflito. Segundo o Intercept Brasil, como apurou o Estado de São Paulo. Eduardo mora em casa alugada por 30 mil reais mensais. As ratazanas moram bem, usando o dinheiro dos outros, é claro.
PÉ FRIO – Flávio rachadinha passou a usar a camisa da seleção brasileira. Forte indício de azar brabo pela busca do hexa e uma infâmia desonra contra a camisa verde e amarela.
É preciso entender que os objetivos de Trump são mais econômicos do que políticos
Publicado em 31 de maio de 2026 por Tribuna da Internet

Charge do Cláudio de Oliveira (Folha)
Roberto Nascimento
A estratégia do presidente Donald Trump e de Marcus Rubio, secretário de Estado, é reduzir as exportações de produtos agrícolas do Brasil para a China, para favorecer o agronegócio norte-americano, equilibrar a balança comercial, diminuir a rejeição a seu governo e reconquistar votos no interior do país.
Ou seja, trata-se de uma estratégica com efeitos políticos e econômicos, para fortalecer o Partido Republicano nas próximas eleições parlamentares, preparando o terreno para sucessão de Trump.
SUCESSÃO DE TRUMP – No ano que vem, já deve se iniciar a disputa entre o vice presidente, JD Vance, e o secretário Marco Rubio num duelo gigante para saber quem será indicado pelo Partido Republicano para concorrer a presidência com o candidato do Partido Democrata. A briga vai ser da cintura para baixo.
A viagem de Trump à China foi para pedir ao presidente chinês, Xi Jinping, que compre mais produtos agrícolas dos EUA. Como se sabe, as ações da diplomacia dos países e até mesmo as guerras sempre têm um foco mais econômico do que político. Assim, a venda de armas, a reconstrução dos países arrasados pelas bombas e as exportações de produtos industriais e agrícolas são a base da riqueza das nações, especialmente os Estados Unidos.
Trump, Rubio e JD Vance não estão nem um pouco preocupados com PCC e CV nem com o Cartel de Sinaloa no México, também rotulado de organização terrorista.
LEDO ENGANO – Se alguém da direita pensa que Trump vai invadir a Baia da Guanabara com seus navios de guerra, como pediu Flávio Bolsonaro para atacar os barcos com drogas como fizeram no Caribe estão muito enganados ou acreditam em Papai Noel.
Nenhum soldado americano, nem tanques ou helicópteros vão ocupar as comunidades cariocas controladas por traficantes e milicianos, para impedir que essas células do crime enviem drogas para os EUA, zero de chance. A mesma situação nas áreas paulistas da Paulicéia desvairada, redutos controlados pelo PCC.
Não adianta Flávio Bolsonaro tentar espalhar o medo de uma invasão norte-americana. Ora, Donald Trump tem mais o que fazer. O principal objetivo dele é multiplicar sua fortuna no tempo que lhe resta na presidência dos Estados Unidos. O resto não tem pressa.
É preciso entender que os objetivos de Trump são mais econômicos do que políticos
Publicado em 31 de maio de 2026 por Tribuna da Internet

Charge do Cláudio de Oliveira (Folha)
Roberto Nascimento
A estratégia do presidente Donald Trump e de Marcus Rubio, secretário de Estado, é reduzir as exportações de produtos agrícolas do Brasil para a China, para favorecer o agronegócio norte-americano, equilibrar a balança comercial, diminuir a rejeição a seu governo e reconquistar votos no interior do país.
Ou seja, trata-se de uma estratégica com efeitos políticos e econômicos, para fortalecer o Partido Republicano nas próximas eleições parlamentares, preparando o terreno para sucessão de Trump.
SUCESSÃO DE TRUMP – No ano que vem, já deve se iniciar a disputa entre o vice presidente, JD Vance, e o secretário Marco Rubio num duelo gigante para saber quem será indicado pelo Partido Republicano para concorrer a presidência com o candidato do Partido Democrata. A briga vai ser da cintura para baixo.
A viagem de Trump à China foi para pedir ao presidente chinês, Xi Jinping, que compre mais produtos agrícolas dos EUA. Como se sabe, as ações da diplomacia dos países e até mesmo as guerras sempre têm um foco mais econômico do que político. Assim, a venda de armas, a reconstrução dos países arrasados pelas bombas e as exportações de produtos industriais e agrícolas são a base da riqueza das nações, especialmente os Estados Unidos.
Trump, Rubio e JD Vance não estão nem um pouco preocupados com PCC e CV nem com o Cartel de Sinaloa no México, também rotulado de organização terrorista.
LEDO ENGANO – Se alguém da direita pensa que Trump vai invadir a Baia da Guanabara com seus navios de guerra, como pediu Flávio Bolsonaro para atacar os barcos com drogas como fizeram no Caribe estão muito enganados ou acreditam em Papai Noel.
Nenhum soldado americano, nem tanques ou helicópteros vão ocupar as comunidades cariocas controladas por traficantes e milicianos, para impedir que essas células do crime enviem drogas para os EUA, zero de chance. A mesma situação nas áreas paulistas da Paulicéia desvairada, redutos controlados pelo PCC.
Não adianta Flávio Bolsonaro tentar espalhar o medo de uma invasão norte-americana. Ora, Donald Trump tem mais o que fazer. O principal objetivo dele é multiplicar sua fortuna no tempo que lhe resta na presidência dos Estados Unidos. O resto não tem pressa.
Projeto absurdo tenta subordinar à AGU os advogados das agências reguladoras
Publicado em 31 de maio de 2026 por Tribuna da Internet

Projeto sobre AGU afeta a independência das agências
Valéria Saques e Raimundo Rômulo Monte
Blog do Fausto Macedo
Em 12 de maio, a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei Complementar 337/17, que centraliza na Advocacia-Geral da União a representação jurídica das agências reguladoras, do Banco Central e das universidades federais.
O projeto tramita como mera “atualização organizacional” da advocacia pública federal. Na verdade, é bem mais que isso. Uma agência reguladora independente não pode ter os mesmos advogados do governo que ela regula. Quando isso acontece, a fiscalização vira pura formalidade.
SOLUÇÃO ACERTADA – A Constituição de 1988 criou a AGU para resolver um problema específico: o Ministério Público não podia fiscalizar o governo e defendê-lo em juízo ao mesmo tempo. A solução foi criar uma instituição separada, dedicada exclusivamente à advocacia da União, representando os seus interesses.
Durante os debates da Assembleia Nacional Constituinte, ainda se discutiu uma emenda para incluir “a administração em geral” no escopo da consultoria jurídica a ser realizada pela AGU. Rejeitada. Não competiria à AGU representar autarquias e fundações públicas, mas apenas a União e o seu Poder Executivo – o presidente, e seus ministros de Estado.
Foi assim que emergiu a redação atual do art. 131 da Constituição: “A Advocacia-Geral da União é a instituição que, diretamente ou através de órgão vinculado, representa a União, judicial e extrajudicialmente, cabendo-lhe, nos termos da lei complementar que dispuser sobre sua organização e funcionamento, as atividades de consultoria e assessoramento jurídico do Poder Executivo”.
STF CONFIRMOU – Dois parágrafos que previam a absorção dos procuradores autárquicos pela AGU também foram rejeitados. O STF confirmou em 1990, no Mandado de Injunção n. 188, que essa absorção havia sido “proposta à Constituinte, mas explicitamente recusada”.
Em 1993, o presidente da República vetou o artigo 19 da atual Lei Orgânica da AGU, que tentava o mesmo movimento, por inconstitucionalidade material. Em 2014, o STF reafirmou no RExt 602.381, com repercussão geral: a Procuradoria-Geral Federal integra a Advocacia Pública, mas não a Advocacia-Geral da União.
O projeto hoje discutido, no entanto, vai além da mera incorporação das procuradorias e dos procuradores autárquicos à AGU. O §2º do art. 4º do substitutivo autoriza o advogado-geral da União a avocar quaisquer matérias jurídicas de interesse da AGU para si.
É PODER DEMAIS – Com as procuradorias das universidades, das agências reguladoras e do Banco Central absorvidas pela instituição, isso significa que o AGU, cargo de livre nomeação presidencial, poderá retirar de qualquer uma delas o controle sobre sua própria defesa judicial – inclusive em processos que envolvam diretamente o governo que o nomeou.
A lógica é simples e grave: a agência toma a decisão regulatória; o governo, por meio do AGU, conduz sua defesa em juízo. A independência regulatória vira fachada.
O relator declarou não haver controvérsia sobre a constitucionalidade. Seu parecer, porém, apoia-se em uma única referência doutrinária e omite o trecho em que a própria autora reconhece que a unificação “dependerá, quiçá, de alteração constitucional”. Ignora ainda os pareceres de Carlos Ayres Britto, Marcelo Neves e José Afonso da Silva, todos concluindo pela inconstitucionalidade da proposta.
MARCO LEGAL – A independência das agências reguladoras não é abstração jurídica. É o que garante que a Anatel possa multar uma operadora mesmo que o governo prefira não fazê-lo, que o Banco Central mantenha a política monetária sob pressão política, que uma universidade federal sustente em juízo posição contrária à do ministério ao qual está vinculada.
Esse desenho levou décadas para ser construído. O Marco Legal das Agências Reguladoras, aprovado em 2019, o reafirmou: procuradoria própria, sob controle do dirigente da entidade, não do advogado-geral da União.
Há um caminho legítimo para quem quer unificar a advocacia pública federal: propor emenda constitucional e enfrentar o debate. O que não é possível é fazer por lei – e por avocação – o que a Constituição, há 40 anos, deliberadamente veta.
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