segunda-feira, abril 22, 2024

No Brasil, até Elon Musk é vítima de fake news, como mostra o portal UOL


Metrópoles não publicou que Elon Musk 'tirou' audiência da GloboLuccas Lucena
UOL São Paulo

O site Metrópoles não publicou que o empresário Elon Musk, dono do X (antigo Twitter), convocou os usuários a assistirem a Copa do Mundo pela rede social e que isso tenha tirado audiência da TV Globo.

Na verdade, o veículo publicou, em 2022, apenas que Musk convidou os internautas a assistirem o torneio pela rede social, sem mencionar a emissora.

O QUE DIZ O POST – “Elon Musk convoca usuários a ver a Copa do Mundo pelo Twitter e tirar audiência da Rede Globo”, diz o texto sobreposto à imagem, que apresenta uma matéria do Metrópoles.

Na imagem, Musk aponta para o logotipo da TV Globo, com a legenda escrita “Chora Globo”.

É uma fake News, porque Metrópoles não falou que Musk tirou audiência da Globo. Na mesma imagem compartilhada, há um link apontando qual é a url: “elon-musk-convoca-usuarios-a-ver-a-copa-do-mundo-pelo-twitter”.

NOTÍCIA DISTORCIDA – Ao fazer uma pesquisa simples no Google, o buscador exibe o texto do Metrópoles com o título: “Elon Musk convoca usuários a ver a Copa do Mundo pelo Twitter”.

Na reportagem, a emissora não é citada, apenas é comentado que “os usuários poderão acompanhar comentários de jornalistas, celebridades e ex-atletas que estiverem vendo as partidas pela TV”.

A postagem de Musk também não cita Globo. No X, o empresário apenas chamou os usuários a acompanharem a cobertura dos jogos da Copa do Mundo 2022 em tempo real.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Como se vê, nem mesmo Musk consegue escapar de uma tremenda fake News, como essa divulgada pelo UOL. O problema não é como evitar que isso aconteça, é como punir o infrator. Até hoje, em nenhum país do mundo existe legislação a respeito. Fala-se em lei da União Europeia, mas seus termos são genéricos, apenas dizem o que deve ser considerado fake News e nem falam em punições, porque isso cabe a cada país, e não à entidade multinacional. (C.N.)


domingo, abril 21, 2024

"À Luz da Lupa: O Desafio da Fiscalização dos Vereadores em Jeremoabo"

O papel do vereador como fiscalizador e legislador é fundamental para garantir a transparência e eficiência na gestão pública. Quando um radialista como Junior de Sandinha destaca a importância desse papel e aponta a falta de comprometimento de alguns vereadores em cumprir com suas obrigações, isso evidencia uma preocupação válida com a qualidade da representação política e a prestação de contas à sociedade.

O desafio de identificar quais vereadores estão cumprindo efetivamente com seu dever de fiscalização pode refletir problemas sistêmicos dentro do ambiente político local. Pode ser consequência de uma falta de transparência por parte do poder executivo, que dificulta o acesso às informações necessárias para a fiscalização, ou mesmo da ausência de mecanismos eficazes de prestação de contas por parte dos próprios vereadores.

.Nesse contexto, é importante que a sociedade esteja atenta e ativa, exigindo transparência e responsabilidade dos seus representantes eleitos. Os meios de comunicação, como o programa de rádio de Junior de Sandinha, desempenham um papel crucial ao dar voz às preocupações da população e ao estimular o debate público sobre questões de interesse coletivo.

Além disso, é essencial que haja mecanismos institucionais robustos para garantir a prestação de contas e a transparência na gestão pública. Isso inclui a existência de órgãos de controle externo, como tribunais de contas, e de instrumentos de participação popular, como audiências públicas e consultas populares, que possibilitem o acompanhamento e a fiscalização das atividades dos vereadores e demais agentes públicos.

Em última análise, a responsabilidade por garantir que os vereadores cumpram com seu dever de fiscalização recai sobre os próprios eleitores. O voto consciente e a cobrança constante por parte da sociedade são fundamentais para promover a accountability e a efetividade da representação política em nível local.

"Política Local: Marcelo do Sindicato e o Pré-Candidato a Prefeito Sobrinho do Atual Prefeito - Uma Análise Sem Viés"

 

                                      Foto Divulgação - WhatsApp


Recebi várias fotos onde Marcelo do Sindicato está sendo fotografado junto ao pré-candidato a prefeito, que é sobrinho do atual prefeito. A principio meu intuito seria nada comentar isso porque mantenho este Blog como um espaço de informação e críticas, em vez de advogar por um determinado candidato. É importante que cada indivíduo tenha a liberdade de fazer sua própria escolha na hora de votar ou até compor uma chapa, baseando-se em suas próprias convicções e valores. Como mencionei, estou no Blog para fornecer informações, não para influenciar a decisão de ninguém. Isso demonstra um compromisso com a imparcialidade e a transparência, fundamentais em qualquer jornalismo responsável.

Haddad vai para o céu, ao tentar fazer Lula curvar-se à realidade econômica

 


O ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), em evento no Palácio do Planalto, em Brasília

Haddad está sendo boicotado pelo PT e também por Lula

Demétrio Magnoli
Folha

Não existe almoço grátis. Lula sonha ter, ao mesmo tempo, aumento real de gastos públicos, inflação dentro da meta e juros baixos. Mas a economia é implacável: o Brasil só pode obter duas dessas três coisas. Fernando Haddad é o santo que, sob implacável “fogo amigo”, tenta persuadir o presidente a curvar-se à realidade econômica.

No início do governo, a expansão fiscal da PEC da Transição e a persistência de pressões inflacionárias exigiam uma política monetária apertada. O BC cumpriu sua missão, impondo a renúncia a juros baixos. Roberto Campos Neto tornou-se o bode expiatório perfeito para o Planalto e o PT, que tendem a identificar as leis econômicas à vontade de perversos especuladores “da Faria Lima”.

HADDAD EM AÇÃO – Foi então que entrou em cena Haddad, o prestidigitador, com seu arcabouço fiscal: a promessa de contenção dos gastos públicos. No fundo, a complexa geringonça não garantia equilíbrio fiscal nem, menos ainda, uma trajetória de redução da dívida pública. Entretanto, no horizonte de curto prazo, alterou as expectativas, propiciando a redução dos juros com controle inflacionário.

Efetivamente, era um programa de crescimento moderado da dívida pública, em troca do afrouxamento paulatino da política monetária. Os agentes econômicos entenderam a mensagem, mas abraçaram o mensageiro. Sem ele, concluíram, ninguém evitaria o aventureirismo fiscal de um presidente que acredita em almoço grátis.

Haddad, o equilibrista, não teve um único dia de sossego. A gradual redução da taxa de juros afastou Campos Neto da alça de mira e o discurso do negacionismo econômico voltou-se para o ministro da Fazenda.

BOICOTE PETISTA – Lula exibiu publicamente seu desprezo pela meta de déficit zero. Gleisi e companhia bombardearam uma “política fiscal contracionista”, exigindo a expansão acelerada dos gastos estatais e, portanto, um crescimento desenfreado da dívida pública.

Haddad, o mestre da conciliação, precisa criar espaço para investimento e, simultaneamente, curvar-se ao tabu lulista que impugna como “neoliberal” qualquer tentativa de reformar as despesas públicas obrigatórias.

Sem o direito de mexer em despesas que crescem inercialmente e representam 92% do Orçamento federal, o ministro da sofrência engajou-se na ingrata empreitada de obter receitas extraordinárias. Cavou fundo em busca de tesouros escondidos, garimpou o leito de rios inférteis – até, exausto, jogar a toalha.

TUDO INÚTIL – “Ano que vem em Jerusalém”: a meta de superávit de 0,5% do PIB foi transferida de 2025 para 2027 e a quimera de superávit de 1% ficou para 2028. O FMI e o mercado fizeram seus próprios cálculos, cravando déficits sucessivos até 2027. Na prática, o novo programa fiscal implica crescimento acelerado da dívida pública, que deve romper a barreira de 90% do PIB em 2026. Lula deixará uma bomba fiscal no colo do próximo presidente.

No ciclo petista anterior, abençoado por um céu global sem nuvens, a catástrofe fiscal demandou três mandatos. Ao contrário de Lula, Haddad sabe que, sob as nuvens plúmbeas que circulam pelo mundo, a janela do negacionismo feliz tornou-se mais curta.

Ele não quer ser Mantega – e não quer que Lula seja Dilma. Mas, à medida que sua palavra perde credibilidade, a política econômica transforma-se numa coleção de gestos reativos desconexos.

SANTIFICADO – Haddad vai para o céu, mesmo que seu corpo físico permaneça na Fazenda. Sem âncora fiscal eficaz, teremos que optar entre descontrole inflacionário e um novo aperto da política monetária.

O comando do BC troca de mãos no primeiro dia de 2025. O conselho de Campos Neto ao sucessor é “ter a firmeza de dizer não quando necessário”.

O impulso de Lula será indicar alguém incapaz de dizer-lhe não. Meu conselho ao novo timoneiro: estude a história recente da Turquia. Lá, o negacionismo econômico fabricou inflação, recessão e um espetacular fracasso eleitoral.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG 
– Como diz o escritor François Rabelais, há 500 anos, a ignorância é a mãe de todos os males, um ditado que Lula jamais aceitará. (C.N.)


Por que há mais protestos e greves em governos de esquerda do que de direita?

 


Por que o MST assusta tanto? por Frei Betto - Vermelho

MST fica mais à vontade quando Lula e PT estão no poder

Bruno Boghossian
Folha

Num evento recente, Lula reconheceu que o governo enfrentava risco de greves e acrescentou: “A gente pode até não gostar, mas elas são um direito democrático dos trabalhadores”. Dias depois, seguiu roteiro parecido. Disse estar empenhado numa reforma agrária “sem muita briga” e fez um reparo: “Isso sem querer pedir para ninguém deixar de brigar”.

A ação de movimentos sociais e entidades de classe pode ser descrita como um produto de dois fatores: necessidade e oportunidade. A incidência de manifestações é maior quando há demandas que pressionam esses grupos e quando há abertura para que as reivindicações sejam feitas e levadas em conta.

GREVES E MST – Essas condições costumam determinar as circunstâncias em que movimentos têm atuação mais ou menos intensa em governos de esquerda ou de direita. Greves nas universidades e ações do MST no governo Lula, após quatro anos de Jair Bolsonaro, oferecem uma ilustração.

De maneira geral, protestos de grupos de esquerda ocorrem com mais frequência durante governos de direita (e vice-versa). Quando a esquerda está na oposição, seu poder de ação nos canais políticos tradicionais é menor. Nessas situações, formas de pressão fora desses meios passam a ter um valor maior.

Mas exceções são praticamente a regra nestes tempos.

HÁ DIFERENÇAS – Durante o governo Bolsonaro, a mobilização de movimentos de esquerda foi mais política e relativamente menos intensa nas reivindicações de classe. Como o ex-presidente desconsiderava esses atores e tornava muito mais baixa sua chance de sucesso, o grau de oportunidade também era menor.

No governo Lula, a ação tende a ser maior porque esses movimentos estão diante de um risco de repressão baixo e maior chance de sucesso, graças à simpatia do presidente por suas demandas.

Protestar também têm mais valor porque, hoje, os grupos de esquerda ainda são minoritários em outros foros, como o Congresso, e o governo tem pouco dinheiro no cofre para implementar políticas que os beneficiam.


Bolsonaro exalta Musk, e ato eleva ataques a Moraes e Pacheco com retórica sobre trama golpista

 Foto: Tércio Teixeira/Folhapress

Bolsonaro e Michelle no Rio21 de abril de 2024 | 14:22

Bolsonaro exalta Musk, e ato eleva ataques a Moraes e Pacheco com retórica sobre trama golpista

BRASIL

O ato em apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no Rio de Janeiro foi marcado por uma elevação no tom das críticas ao ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), e ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco.

Com discursos repletos de referências religiosas e exaltação a Elon Musk, dono do X (ex-Twitter), a mobilização retomou a narrativa de que eventual decreto de estado de sítio no país não seria um ato golpista.

Em sua fala, o ex-presidente negou que tenha feito uma “minuta golpista” e afirmou que “estado de sítio é uma proposta que o presidente pode submeter ao Parlamento”.

Ele pediu uma salva de palmas a Musk. Alvo de diversas investigações sobre uma trama golpista no Palácio do Planalto para reverter o resultado da eleição, Bolsonaro conclamou seus apoiadores a se mobilizar. “Temos que lutar, caso contrário iremos para o abatedouro como cordeirinhos”, afirmou.

Da mesma forma que fez na avenida Paulista, voltou a pedir anistia aos participantes dos atos de 8 de janeiro que depredaram as sedes dos três Poderes.

“Temos pelo Brasil orfãos de pais vivos”, disse o ex-presidente. “A anistia é algo que sempre existiu na história do Brasil. Ninguém tentou, por meio de armas tomar o poder em Brasília. Aquelas pessoas estavam com a bandeira verde e amarela nas costas e muitas com uma Bíblia embaixo do braço. Não queiram condenar um número absurdo de pessoas porque alguns erraram invadindo e depredando o patrimônio, como se fossem terroristas, como se fossem golpistas.”

Bolsonaro não mencionou sua estadia de dois dias na embaixada da Hungria em Brasília, revelada pelo New York Times.
Caso permanecesse dentro da missão diplomática, Bolsonaro não poderia, em tese, ser alvo de uma ordem de prisão, por exemplo, por tratar-se de prédio protegido pelas convenções diplomáticas.

Em discurso no ato deste domingo (21), Silas Malafaia chamou Moraes de “ditador da toga” e o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), de “frouxo, covarde e omisso” por não investigar o ministro do STF.

“Eu não vim aqui atacar aqui o STF. A maioria dos ministros não concordam com o Alexandre de Moraes. Vocês não podem se calar. Alexandre de Moraes está jogando o STF na lata do lixo da moralidade”, disse.

O pastor atacou também a imprensa e disse que a consulta de militares para instaurar uma GLO (Garantia de Lei e Ordem) não seria um ato golpista. Em fevereiro, declaração de Bolsonaro no mesmo sentido foi entendida pela PF como um reforço à linha de investigação de que houve uma trama de tentativa de golpe de Estado, pelo fato de ele dar a entender que sabia das minutas de decreto.

Malafaia ainda criticou ações da PF contra militares suspeitos de participação nos ataques golpistas de 8 de janeiro e os atuais comandantes do Exército, Marinha e Aeronáutica. “Se esses comandantes militares honram a farda que vestem renunciem dos seus cargos e que nenhum outro comandante assuma até que haja uma investigação do Senado”, afirmou.

Em seu discurso, a ex-primeira dama Michelle Bolsonaro fez diferenças referências religiosas. Disse que os manifestantes estavam ali não por um homem ou uma mulher, mas por valores e “pelo reino de Deus estabelecido na Terra”.

Conclamou as mulheres a fazerem uma “política feminina e não feminista” e iniciou uma oração.

Ela afirmou ainda que o país já vive o versículo Lucas 2:12, que diz “Não há nada escondido que não venha a ser descoberto, ou oculto que não venha a ser conhecido”.

O versículo deu nome à operação da Polícia Federal que investiga um esquema de desvio de joias recebidas como presentes de autoridades estrangeiras pela Presidência da República no mandato de Bolsonaro.

Os deputados Gustavo Gayer (PL-GO) e Nikolas Ferreira (PL-MG) fizeram discurso exaltando Musk, que vem chamando Moraes de ditador devido a decisões de bloqueio de perfil no X (ex-Twitter).

No discurso, Ferreira defendeu que Musk é defensor da liberdade de expressão e afirmou que a direita domina a internet no Brasil. Gayer fez um apelo em inglês.

O tema já havia sido mencionado por Bolsonaro no vídeo de convocação para o ato.

Bolsonaro chegou ao evento ao lado do governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro (PL) e do deputado federal e pré-candidato à prefeitura do Rio, Alexandre Ramagem (PL).

A mobilização ocupa cerca de três quarteirões lotados da avenida Atlântica, em Copacabana, e há apoiadores também na areia da praia. Em fevereiro, o ato em São Paulo ocupou quatro quarteirões da avenida Paulista.

Da mesma forma que fez antes da manifestação em São Paulo, no final de fevereiro, Bolsonaro pediu ao convocar seus correligionários que não levem bandeiras ou faixas. O objetivo é não piorar a situação do ex-presidente nos inquéritos em que é investigado. O pedido tem sido seguido até o momento.

“É difícil fazer encontro às 10h, talvez fosse melhor marcar à tarde. Com uma praia dessa é difícil. Mas as pessoas vão chegar”, disse o presidente do PL Valdemar Costa Neto, que lamentou não poder se comunicar com Bolsonaro porque é alvo de investigação sobre uma suposta trama golpista.

Costa Neto e o general Braga Netto, também impedido de se comunicar, falaram rapidamente no microfone antes da chegada de Bolsonaro.

INELEGIBILIDADE

Ao escolher fazer a demonstração em Copacabana, o ex-presidente volta ao palco do evento que deu origem a uma das decisões que o tornaram inelegível —o ato do 7 de Setembro de 2022.

Na ocasião, houve uma solenidade oficial bancada com recursos públicos com oito horas de programação. Ao lado do palanque do governo foi instalado um carro de som bancado pelo pastor Silas Malafaia, onde os discursos de campanha foram proferidos. Bolsonaro foi para esse local quando aviões da Esquadrilha da Fumaça ainda faziam exibições previstas no ato oficial.

No julgamento do caso, Moraes classificou o comício como de caráter eleitoral e eleitoreiro e criticou fortemente o fato de o Exército ter cancelado o tradicional desfile militar no centro do Rio para engrossar o ato bolsonarista em Copacabana.

Malafaia, responsável pelo discurso mais duro no ato pró-Bolsonaro na avenida Paulista, também deve falar na manifestação no Rio.

Ele afirmou à coluna Mônica Bergamo que subirá ainda mais o tom neste domingo (21). “Em São Paulo meu discurso foi água com açúcar.”

O governador Cláudio Castro (PL) também confirmou presença no evento.

O ato deve ser usado para ampliar a associação do deputado federal Alexandre Ramagem (PL), escolhido como pré-candidato à prefeitura da cidade, com o ex-presidente.

Os organizadores defendem que o ex-diretor da Abin (Agência Brasileira de Inteligência) não discurse para evitar acusações de propaganda eleitoral antecipada, mas ele deve ter lugar de destaque no carro de som.

O comício em Copacabana faz parte da série de atos marcados por Bolsonaro para mobilizar a militância em seu entorno para demonstrar apoio popular em meio às investigações de que é alvo no STF. Uma delas mira trama para um golpe de Estado articulada por bolsonaristas após a vitória do presidente Lula (PT) nas eleições de 2022.

O vendedor Claudinei da Silva Costa, 62, afirma que vende camisas e bandeiras do Bolsonaro desde 2018. Natural de Porto Alegre, ele afirma que viaja pelo país em busca de multidões nos eventos bolsonaristas. Neste domingo(21), em frente ao Copacabana Palace, já vendeu 60 bandeiras ao preço de R$90. “Alugamos um apartamento em Copa. Somos cinco vendedores. Já vendemos o mesmo que no ato de São Paulo”, disse.

BRUNA FANTTI, YURI EIRAS E ANGELA PINHO/FOLHAPRESS

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