sexta-feira, abril 19, 2024

Marcinho solicita a Lira apoio para garantir recursos a produtores rurais de Canudos atingidos por enchente

 

Marcinho solicita a Lira apoio para garantir recursos a produtores rurais de Canudos atingidos por enchente
Foto: Divulgação

O deputado estadual Marcinho Oliveira (União) se reuniu nesta quinta-feira (18) com o presidente da Câmara Federal,  Arthur Lira (PP-AL), para pedir apoio na garantia de recursos federais e linhas de crédito especiais para auxiliar produtores rurais da região de Canudos, no sertão baiano, que estão sofrendo por conta das fortes chuvas. O parlamentar baiano defendeu ainda junto a Lira ajuda na regularização de garimpos e pedreiras na Bahia. 

 

Marcinho mostrou a realidade atual dos produtores rurais de Canudos, que tiveram as plantações totalmente destruídas por conta da enchente do Açude de Cocorobó, no perímetro do rio Vaza-Barris. "Expliquei ao presidente da Câmara que muitos produtores vão ter que começar tudo do zero. Eles precisam de apoio técnico e linhas especiais de crédito", disse. 

 

"Outra pauta que tratei com Arthur Lira foi a dificuldade de se fazer a regularização e regulamentação das pedreiras e garimpos na Bahia. É preciso desburocratizar porque essas pessoas precisam trabalhar de forma digna, organizada e regular", acrescentou Marcinho, que tem uma relação pessoal de amizade com o presidente da Câmara. 

MPF processa deputados federais e pede indenização por danos morais coletivos ao povo indígena Pataxó

Quinta-Feira, 18/04/2024 - 19h20

Por Redação

MPF processa deputados federais e pede indenização por danos morais coletivos ao povo indígena Pataxó
Foto: Lula Marques / Agência Senado / Agência Câmara / Montagem BN

O Ministério Público Federal (MPF) ajuizou ação civil pública contra os deputados federais Ricardo Salles (PL-SP) e Luciano Zucco (PL-RS), requerendo indenizações por danos morais coletivos em favor do povo indígena Pataxó, etnia que povoa a Terra Indígena Barra Velha, localizada no extremo sul da Bahia.

 

A ação é consequência de incidentes ocorridos em agosto de 2023, quando os parlamentares, acompanhados de policiamento federal, assumiram postura intrusiva, hostil e desrespeitosa diante de indígenas Pataxós com falas que não contribuem em nada para pacificar a região, sabidamente conflituosa. “Sem fazer parte do Poder Judiciário, a quem cabe constitucionalmente tratar das questões concretas – e processos judiciais decorrentes – envolvendo controvérsias fundiárias e territoriais, os parlamentares federais agiram como se tivessem alguma função a exercer ali. Afinal, o que lá foram fazer?”, questiona a ação.

 

O MPF pede à Justiça a condenação dos deputados federais ao pagamento de indenização não inferior a 10% de seus respectivos patrimônios, atualizadas monetariamente e acrescidas de juros. O montante indenizatório deve ser destinado ao povo Pataxó, ocupante da Terra Indígena Barra Velha, como reparação pelos danos morais e existenciais infligidos. Foi pedida ainda a condenação dos deputados ao pagamento dos custos do processo, além da intimação do Ministério dos Povos Indígenas (MPI) e da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), para que informem se possuem interesse em participar da causa.

 

“As condutas praticadas pelos parlamentares demonstram a naturalização de atos discriminatórios contra essa população vulnerável na sociedade brasileira. Isso constitui terreno fértil para a reprodução simbólica dessas ideias e contribui com a perpetuação destes mesmos atos e ideias desprezíveis em nosso meio social, em incontestável contrariedade ao que dispõe a legislação. Suas ações, longe de serem protegidas pela imunidade parlamentar, representam uma clara violação dos princípios democráticos e dos direitos constitucionais”, ponderou o MPF, em trecho da ação.

 

ENTENDA O CASO

Chegando de modo repentino em área integrante da TI Barra Velha, sem aviso prévio às comunidades ou à Funai, os parlamentares agiram de forma desmedida causando indignação e repúdio do povo Pataxó. As atitudes e declarações de ambos os deputados, segundo o MPF, são desprovidas de mínimo fundamento, pois eles nada testemunharam. Ouviram alguma versão, a tomaram como ‘verdade’, sem processo, sem contraditório, sem apuração e, mais grave, resolveram se deslocar ao local, acompanhados da Polícia Federal, para intimidar os indígenas e ofendê-los em sua própria existência e dignidade na busca pelos direitos que lhes são constitucionalmente assegurados. A Coordenação Regional da Funai no Sul da Bahia salientou que os fatos ocorreram “no interior da área contida no processo de Identificação, Delimitação e Demarcação – RCID da Terra Indígena Pataxó Barra Velha do Monte Pascoal, no qual corresponde a 52.748 hectares, conforme o Despacho/Presidência da Funai, nº. 04, de 27 de fevereiro de 2008, publicado no Diário Oficial da União”.

 

A postura dos parlamentares foi criticada por representantes locais e por organizações de defesa dos direitos indígenas. O MPF também aponta a relação indissociável entre o “Movimento Invasão Zero” e a “Frente Parlamentar Mista Invasão Zero”, esta liderada pelos deputados federais processados, fatores que além de elevar o risco aos povos da região, também resultaram em ataques e tragédias evitáveis como as diversas vidas indígenas perdidas após a ação dos parlamentares na TI Barra Velha.

 

“O impacto negativo dessas ações vai além do local, minando a legitimidade dos direitos indígenas em nível nacional e alimentando discursos de ódio. A necessidade de reparação para as comunidades afetadas é destacada como essencial para desencorajar futuras violações de direitos e garantir a dignidade dos povos indígenas”, conclui o procurador da República Ramiro Rockenbach, responsável pela ação. 

Baiano de Feira cria banco falso na Bahia e é acusado de roubar milhões

Quinta-Feira, 18/04/2024 - 20h12

Por Redação

Baiano de Feira cria banco falso na Bahia e é acusado de roubar milhões
Foto: Divulgação

 

Voltado para o financiamento de operações do agronegócio, uma falsa instituição bancária chamada Banco Agro abriu unidades em Luís Eduardo Magalhães, no oeste da Bahia, em Fortaleza (CE) e em Sorriso (MT). O banco, nos últimos dois anos, prometeu empréstimos vantajosos a produtores rurais. 

 

Segundo a BP Money, o banco tem como presidente o baiano, natural de Feira de Santana, Ruy Rodrigues Santos Filho. Ele responde a acusações de estelionato e teve mandatos de prisões preventivas abertos. Ele também já atuou como falso advogado. 

 

As agências eram decoradas na cor verde e contavam com equipe de funcionários. As inaugurações contavam com a presença dos veículos de imprensa das cidades, já que recebiam a presença de autoridades. 

 

A empresa prometia empréstimos vantajosos a produtores rurais, além de oferecer possibilidades de financiamento e investimentos. Contudo, a organização não tem autorização do Banco Central do Brasil (BC) para atuar com serviços financeiros.

 

Dados de processos públicos apontam que o prejuízo causado por Ruy Rodrigues chegou a aproximadamente R$ 5,8 milhões. De acordo com o “A Tarde”, parte das investigações ocorre em sigilo e pode tornar o montante ainda maior. 

 

QUEM É RUY FILHO

Ruy Rodrigues Santos Filho é acusado de estelionato desde 2004, quando foi intimado por suspeitas de aplicar golpes se passando por advogado sem ter carteira da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

 

Já em 2009, ele foi preso em Salvador, capital baiana, após tentar desocupar um prédio. Ele seguiu fingindo ser advogado utilizando a carteira da OAB de seu pai.

 

Além disso, Ruy também foi acusado de ter utilizado CPFs falsos e de usurpar a mensalidade escolar do filho. Ele também já se apresentou como sócio de empresas como a Investe Aro, Grupo Oi Forte e a Agro Nutri Brasil. 

PF investiga suposto desvio de emendas em cidade comandada por irmã de ministro das Comunicações

Quinta-Feira, 18/04/2024 - 22h00

Por Redação

Luanna Rezende, prefeita de Vitorino Freire (MA)
Foto: Reprodução / Redes sociais

A Polícia Federal realizou uma operação nesta quinta-feira (18) para investigar suspeitas de desvios de emendas do Ministério da Saúde para a cidade de Vitorino Freire, no Maranhão. A prefeita da cidade é Luanna Rezende, irmã do ministro das Comunicações, Juscelino Filho.

 

De acordo com o BOL, a PF apura se houve fraude em um sistema para que a cidade tivesse mais repasses federais. Segundo a corporação, um grupo é suspeito de usar dados falsos para burlar o envio de emendas parlamentares do governo federal.

 

Em nota, a PF afirma que o valor de produção ambulatorial da cidade chegou à média de R$ 1.057 por pessoa, enquanto a média nacional é de R$ 164,77. “Tal discrepância foi ocasionada, principalmente, pelo registro de 800.408 consultas médicas somente no ano de 2021”, diz o texto.

 

A auditoria da CGU constatou um possível conluio entre um servidor da prefeitura e um empresário. O órgão diz ter encontrado indícios de que uma grande parte das emendas teria sido direcionada a um contrato de fornecimento de mão de obra médica para frustrar o “caráter competitivo do certame” e promover “fraude contratual e superfaturamento”.

 

A Polícia Federal determinou o bloqueio de bens dos investigados, bem como a suspensão de exercício de função pública do servidor municipal.

Moraes derrubou perfis a pedido de órgão chefiado por ele no TSE, mostra relatório

Sexta-Feira, 19/04/2024 - 07h00

Por Matheus Teixeira | Folhapress

Moraes derrubou perfis a pedido de órgão chefiado por ele no TSE, mostra relatório
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O ministro Alexandre de Moraes derrubou uma série de perfis nas redes sociais e determinou exclusão de conteúdos da internet com base em pedidos de um órgão chefiado por ele mesmo após tomar posse como presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
 

Dezenas de decisões de Moraes com base no órgão do TSE constam em relatório divulgado na quarta-feira (17) por uma comissão do Congresso dos Estados Unidos. O colegiado do Legislativo americano obteve as ordens judiciais e as publicou após intimação parlamentar feita ao X, o antigo Twitter, chefiado pelo bilionário Elon Musk, que protagonizou embates públicos com Moraes nos últimos dias.
 

A chamada Assessoria Especial de Enfrentamento à Desinformação foi criada na gestão do ministro Edson Fachin, em 2022. O delegado da Polícia Federal José Fernando Chuy foi escolhido para comandar o setor. O órgão detém a atribuição de monitoramento das redes sociais, identificava publicações "irregulares" e encaminhava os casos para Moraes avaliar e, então, determinar a retirada do ar "com urgência".
 

O trabalho da assessoria também serviu para Moraes turbinar inquéritos do STF (Supremo Tribunal Federal) que apuram disseminação de fake news e suposta tentativa de golpe de Estado do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e seus aliados.
 

Os documentos anexados no relatório divulgado nos Estados Unidos mostram também que o ministro também tomou ao menos uma decisão no STF com base no órgão do TSE, além de determinar a remessa de casos perante a corte eleitoral a inquéritos do Supremo sob sua própria relatoria.
 

O relatório da comissão do Legislativo americano ignora os ataques bolsonaristas às instituições que culminaram nos atos golpistas de 8 de janeiro. Aliados do ex-presidente têm usado o documento para criticar o STF e defender a instalação de uma CPI para investigar a atuação da corte, em especial de Moraes.
 

Entre aliados do presidente Lula (PT), há uma tentativa de ignorar o impacto dos documentos no embate político e de amenizar as críticas à atuação de Moraes. O Supremo, por sua vez, reagiu e soltou nota nesta quinta-feira (18) para falar das decisões reveladas, que demonstram que eram encaminhadas às plataformas apenas a ordem para suspensão de conteúdos, sem uma justificativa para tal medida.
 

O texto divulgado pela corte afirma que "não se trata das decisões fundamentadas que determinaram a retirada de conteúdos ou perfis, mas sim dos ofícios enviados às plataformas para cumprimento da decisão".
 

A nota diz que "todas as decisões tomadas pelo STF são fundamentadas, como prevê a Constituição, e as partes, as pessoas afetadas, têm acesso à fundamentação".
 

O relatório em questão, produzido pela comissão parlamentar, foi intitulado como "O ataque contra a liberdade de expressão no exterior e o silêncio da administração Biden: o caso do Brasil". O colegiado é presidido pelo deputado Jim Jordan, polêmico republicano fortemente ligado ao ex-presidente Donald Trump —ídolo do bolsonarismo.
 

O documento tem 541 páginas com considerações gerais, 28 ordens judiciais (em português e em inglês) de Alexandre de Moraes ao X (antigo Twitter), outras 23 ordens do ministro sem tradução para o inglês e mais 37 documentos expedidos pelo TSE.
 

No TSE, geralmente, apenas depois de suspender as publicações é que o ministro remetia os casos à Procuradoria-Geral Eleitoral —que integra o Ministério Público e, em tese, seria a instituição responsável por apurar crimes relativos às eleições.
 

Uma ordem para exclusão de conteúdo com base na assessoria do TSE atingiu também o site de notícias UOL —empresa em que o Grupo Folha possui participação minoritária. Em 20 de novembro de 2022, ordem do juiz auxiliar de Moraes, Marco Antonio Martin Vargas, determinou a retirada do ar de uma publicação do UOL no X com o link de reportagem da Folha sobre o vazamento de dados do ministro em grupos de militantes do ex-presidente Bolsonaro.
 

A reportagem não continha nenhuma informação pessoal do magistrado, apenas relatava a circulação desses dados entre bolsonaristas. A decisão afirma que após o vazamento Moraes recebeu centenas de ligações e diz que se verificou no caso "o compartilhamento irregular de dados pessoais com a finalidade inequívoca de transferir, para a pessoa do ministro presidente, os ataques institucionais com base em desinformação que afetam a integridade do processo eleitoral".
 

Cinco dias depois, o mesmo juiz recuou e mandou liberar a publicação, sem maiores esclarecimentos. "Diante da informação prestada pela Assessoria Especial de Enfrentamento à Desinformação, reconsidero a decisão para fazer excluir a matéria do jornal Folha de São Paulo, pelo perfil @UOLNoticias", diz o documento.
 

O UOL, por meio de seu setor jurídico, informou que não foi notificado sobre a decisão do TSE. Foi na mesma ordem de retirada do conteúdo do UOL que o magistrado relata que o blogueiro bolsonarista Allan dos Santos publicou um vídeo em que telefona para Moraes e deixa aparecer o número do contato do ministro.
 

"As ligações em questão, que somaram centenas, foram recebidas por meio de ligações telefônicas e do aplicativo de mensagem WhatsApp", diz a decisão.
 

O TSE não se manifesta sobre o teor dessa ordem, e o caso permanece em sigilo até hoje. As outras decisões com base no trabalho da Assessoria Especial de Enfrentamento à Desinformação atingiram políticos conhecidos da direita no Brasil, como os deputados federais Marcel Van Hatten (Novo-RS) e Carla Zambelli (PL-SP).
 

Na decisão, Moraes ou seu juiz auxiliar costumavam relatar o que foi encontrado.
 

"A Assessoria Especial de Enfrentamento a Desinformação informa a que, a partir de atividades de monitoramento de dados abertos de mídias sociais, detectou a realização de manifestações públicas em publicações na plataforma Twitter, Facebook, Instagram, Telegram, WhatsApp, Youtube, TikTok, Getter e Linkedln baseadas em afirmações falsas ou gravemente descontextualizadas, que atingem a normalidade e a integridade as eleições, incentivando a recusa dos resultados e fazendo apologia a um golpe militar", diz em uma das decisões.

"Jeremoabo: Desafios e Esperanças - Rumo a uma Governança Responsável e Comprometida"

 

Video Divulgação - WhatsApp

A situação descrita é preocupante e reflete um problema comum em muitas comunidades: a falta de responsabilidade e comprometimento dos líderes políticos com as necessidades básicas e o bem-estar da população. Quando um prefeito deixa de cumprir com suas obrigações para se envolver em atividades de campanha ou promoção pessoal do sobrinho, o resultado é uma negligência generalizada dos problemas reais enfrentados pela comunidade.

No caso específico do Colégio São João Batista, a falta de manutenção é alarmante, pois coloca em risco a segurança e a integridade dos alunos e professores. Um ambiente educacional deteriorado não só prejudica o aprendizado, mas também envia uma mensagem negativa sobre a importância da educação para a administração municipal.

Além disso, a falta de pagamento aos agentes de saúde e a deficiência dos serviços de saúde pública são questões que afetam diretamente a qualidade de vida dos cidadãos. A ausência de infraestrutura básica, como ruas esburacadas e falta de iluminação pública, contribui para um ambiente inseguro e dificulta o acesso aos serviços essenciais.

A descrição da praça em frente à rodoviária, com lixo acumulado e presença de urubus, é uma ilustração vívida da falta de cuidado com o espaço público e do descaso com o meio ambiente. Uma praça mal conservada não apenas prejudica a qualidade de vida dos residentes locais, mas também afeta a imagem da cidade como um todo.

Diante desse cenário, é evidente que a população precisa se mobilizar e fazer escolhas mais conscientes na hora de eleger seus representantes. É fundamental que os eleitores analisem as propostas, o histórico e o comprometimento dos candidatos com as necessidades reais da comunidade. Além disso, é importante que haja uma cobrança constante e vigilante por parte dos cidadãos para garantir que os líderes eleitos cumpram com suas responsabilidades e atuem em prol do bem comum.

A mudança efetiva só acontecerá quando a população se unir e exigir transparência, responsabilidade e comprometimento por parte de seus líderes políticos. Jeremoabo, como qualquer outra comunidade, merece ser governada com integridade e dedicação para garantir o progresso e o bem-estar de todos os seus habitantes.

Nota da redação deste Blog - Aproveito do espaço para publica a mensagem enviada por um leitor através do WhatsApp:

" Costumo sempre dizer que não tenho político de estimação, mas tenho o dever de optar pelo melhor candidato a cada eleição. Nós eleitores temos toda a responsabilidade pelo gerenciamento da coisa pública, quer no momento ou no futuro, esta é a verdade, não há argumentos que possam mudar esta realidade. Muitas vezes fazemos escolhas erradas, isto é fato, bem como, é compreensível, entretanto, persistir praticando o mesmo erro é burrice. O seu voto só perde a finalidade quando você o transforma em moeda de troca, geralmente vendendo mal, ao tempo em que compra graves consequências, certo de que aquele que pagou para merecer o seu voto, acredita ter pago muito mais do que você merece, e assim, nada mais te deve, inclusive, satisfação pelo que vier a fazer, acaso eleito. Dê-se ao direito de dizer: o meu voto deve refletir prosperidade e respeito por minha pessoa, pois quem paga pelo voto, ao pagar, está definindo quanto você vale agora, pois nada valerá após o pleito eleitoral transcorrido. Lembre-se que se o almoço não é grátis, o jantar e o café da manhã também terão seus preços, não se engane com a mesa farta e falsos abraços, tudo isso terá um preço a ser pago futuramente, e não raro, até cobrado publicamente.

Frente a esta realidade digo: não transforme o seu voto em consequências futuras, pois aí já não poderá reclamar.

Isto é válido para todos os pré-candidatos, muito cuidado com aquele que põe preço no seu voto, pois ao vender, você passa a não valer nada, isto é regra, e lembre-se: nenhum cidadão de bem e que tem respeito pelo outro, o coloca em situação vexatória e de total desrespeito, já que, propor comprar o único poder que o cidadão tem para defender seus direitos em um ato legítimo, é se mostrar indigno de exercer o cargo que pleiteia.

PENSE NISTO.

A PM não tem culpa no erro do reconhecimento facial

 em 19 abr, 2024 8:15

Adilberto de Souza

O governo de Sergipe deveria ter defendido a Polícia, duramente criticada pelas falhas do sistema de reconhecimento facial. As imagens sobre a injusta detenção de um jovem, confundido por criminoso com mandado de prisão em aberto, mostram os militares em ação, porém escondem quem de fato manipula o sistema. Ao contrário do que se pensa e que o governo não esclareceu, o equipamento é totalmente controlado por uma empresa contratada pelo Executivo. Os policiais apenas recebem a informação sobre a localização do suspeito a ser detido. Pior: os agentes da lei não dispõem nem mesmo de um simples tablet para verificar, via internet, se realmente existe um mandado de prisão contra a pessoa em questão. Também seria interessante que o governo explicasse se, mesmo o serviço tendo sido suspenso, os contribuintes vão continuar pagando por ele. Ou o contrato também foi estancado até segunda ordem?  Por fim, é deverasmente lamentável que, apesar da saraivada de críticas da população à Polícia, nenhuma das associações representantes dos policiais tenha saído em defesa deles. Só Jesus na causa!

Braços cruzados

Os professores da rede estadual de ensino vão cruzar os braços, quarta e quinta-feira próximas, para cobrar do governo uma proposta às reivindicações da categoria, com destaque para a realização de concurso e pagamento de auxílios internet e tecnológico. O movimento também visa alertar o Executivo que os educadores estão atentos quanto ao próximo reajuste salarial. Tomara que o governo não queira repetir a esmola de 2,5% concedida a título de aumento no começo do ano passado. Crendeuspai!

Ó com um copo

Entre 20% a 22% dos moradores de Aracaju não concluíram o ensino médio, segundo informa o IBGE, com base em levantamento feito em 2023. De acordo com o vereador Eduardo Lima (Republicanos), como a capital sergipana tem um pouco mais de 600 mil habitantes, são cerca de 120 mil pessoas que têm dificuldades de ler e escrever. O parlamentar também revelou que o percentual de sergipanos nessa situação é de 11,2%, bem acima da média nacional (5,4%). O índice de Sergipe é um dos mais altos do país, ganhando apenas para Alagoas, Piauí, Paraíba, Ceará e Maranhão. Home vôte!

Jogaram a tolha

Alguns governistas já admitem que os liderados pelo governador Fábio Mitidieri (PSD) não chegarão a um consenso em torno de um candidato a prefeito de Aracaju. Estes pessimistas reconhecem que os interesses pessoais de alguns terminarão por provocar um racha entre os situacionistas, com sérias consequências na campanha eleitoral deste ano e nos entendimentos para as eleições de 2026. Nem precisa dizer que os queixumes feitos à boca miúda pelos governistas soam como música nos ouvidos da oposição. Marminino!

Imóvel da gente

O prefeito de Aracaju, Edvaldo Nogueira (PDT), se encontrou com a ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck. Foi durante a 86ª Reunião Geral da Frente Nacional de Prefeitos (FNP), que acontece até hoje em Ribeirão Preto (SP). Durante o evento, Nogueira assinou um convênio referente ao “Imóvel da Gente”, programa de democratização de imóveis da União, lançado em fevereiro pelo Governo Federal. Aracaju é uma das cidades contempladas pela iniciativa federal, com a concessão ao município de quatro imóveis pertencentes à União. Então, tá!

Tapa na macaca

A PEC das drogas aprovada pelo Senado é inconstitucional, pois afronta ao artigo 5º da Constituição, uma cláusula pétrea de proteção de direitos e garantias fundamentais, que se dedica a proteger os cidadãos contra arbítrios do Estado. Quem garante isso é o advogado Erik Torquato, integrante da Rede Jurídica pela Reforma da Política de Drogas. Segundo o causídico, o artigo só poderia ser alterado para expandir tais proteções e garantias, jamais para restringi-las. Isso porque a Constituição não permite a diminuição e o retrocesso de direitos. Danôsse!

Quem avisa amigo é!

Os prefeitos devem se ligar na Lei de Responsabilidade Fiscal, que proíbe contrair obrigações financeiras nos últimos dois quadrimestres no último ano de mandato. O alerta é de Eduardo Santos Rolemberg Côrtes, procurador-geral do Ministério Público de Contas de Sergipe. Segundo o ilustre, essa orientação é essencial não apenas aos gestores municipais como às Coordenadorias de Inspeção do Tribunal de Contas de Sergipe. A proibição de se fazer despesas no período eleitoral visa garantir às próximas gestões uma situação financeira equilibrada. Ah, bom!

Reuniões petista

Os petistas têm duas reuniões agendadas para esta sexta-feira, em Aracaju, visando discutir as eleições municipais. A tendência Construindo um Novo Brasil, liderada pelo ministro Márcio Macêdo, se reunirá no Sindicato dos Professores Municipais, enquanto a corrente liderada pelo senador Rogério Carvalho e o deputado federal João Daniel vai se reunir na sede do partido. Segundo publica a experiente jornalista Rita Oliveira, a expectativa é que o PT tenha entre 28 e 32 pré-candidatos a prefeito e a vice em Sergipe, devendo esse número aumentar com os postulantes do PV e do PCdoB, que integram a federação partidária. Aff Maria!

Água pelo ladrão

O deputado estadual Chico dos Correios (PT) está preocupado com o sumiço da água tratada pela Companhia de Saneamento de Sergipe (Deso). O distinto levanta a suspeita de que parte do produto está sendo roubada entre a adutora e o destino no final: “Sai do rio três a quatro milhões de litros por mês, mas quando a Deso emite as faturas no final do mês só apura 50% do que foi produzido”. Para Chico, ou os vazamentos na adutora são astronômicos ou tem geste roubando água. Seja o que for, está evidente a falta de uma fiscalização mais rigorosa por parte da estatal. Misericórdia!

Quaquaraquaquá

A Câmara Municipal de Aracaju realizou, ontem, uma sessão extraordinária para aprovar as contas da Prefeitura no período 2002-2003, quando o gestor era o saudoso Marcelo Déda (PT). Portanto, há mais de 20 anos. O próprio presidente do Legislativo, vereador Ricardo Vasconcelos (PSD), reconheceu que mesmo se as contas do ex-prefeito petista apresentassem problemas a punibilidade já estava extinta. Ressalte-se que antes de chegarem à Câmara as contas da gestão Marcelo Déda já haviam recebido parecer favorável do Tribunal de Sergipe. Parece piada. Plagiando a saudosa amiga Thaís Bezerra, só pedindo meus sais aromáticos!

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Publicado em 10 de maio de 2026 por Tribuna da Internet Facebook Twitter WhatsApp Email Ouvidoria do Senado é comandada por Ciro Nogueira Ra...

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