domingo, março 03, 2024

Jornalistas argentinos reagem a anúncio de fim da agência pública de notícias

Sábado, 02/03/2024 - 20h40

Por Redação

Jornalistas argentinos reagem a anúncio de fim da agência pública de notícias
Foto: Télam

A decisão do presidente da Argentina, Javier Milei, de acabar com a Télam, agência pública de notícias do país, provocou reações de trabalhadores da imprensa. O Sindicato de Imprensa de Buenos Aires (SiPreBA) e a Federação Argentina de Trabalhadores de Imprensa (Fatpren) prometeram uma série de ações jurídicas, sindicais e políticas contra a intenção do governo. As informações são da Agência Brasil.


O anúncio de Milei foi feito durante discurso na abertura das sessões ordinárias do Congresso argentino, na noite de sexta-feira (1º). Como justificativa para a decisão, o presidente - que está há menos de três meses no cargo - argumentou que a Télam tem sido utilizada como "meio de propaganda kirchnerista”.


O kirchnerismo é o principal movimento de oposição a Milei na Argentina, associado aos ex-presidentes Néstor (2003-2007) e Cristina Kirchner (2007-2015). Néstor morreu em 2010.


REAÇÕES

Logo após a fala de Milei, a secretária-geral da Fatpren, Carla Gaudensi, escreveu no portal X (antigo Twitter): “A Télam não fecha”. 


“Vamos defendê-la, não só os trabalhadores da agência, mas também todo o povo argentino, como todas as empresas estatais, o patrimônio público e a soberania do nosso país", publicou.


Também na noite de ontem, a deputada de oposição Myriam Bregman classificou o anúncio como mais um ataque aos trabalhadores. “Plano de luta e greve nacional, basta da passividade das centrais sindicais”, conclamou no X.


A Comisión Gremial Interna (CGI) da Télam, similar a uma comissão de funcionários, convocou uma assembleia geral na segunda-feira (4) para traçar como será o enfrentamento à decisão de Milei e "defesa irrestrita da Agência Nacional, da mídia pública e de todos os empregos". 


Em um comunicado conjunto publicado já neste sábado (2), o Sindicato de Imprensa de Buenos Aires e a Federação Argentina de Trabalhadores de Imprensa lembraram que o material produzido pela Télam é utilizado por todos os meios de comunicação privados da Argentina.


"O fechamento não seria apenas ilegal, mas também ilegítimo. Seria um ataque a todo o sistema midiático, público e privado, ao pluralismo e ao federalismo. É através do sistema público de comunicação social que os cidadãos têm a garantia de receber, difundir e comunicar informações, de forma federal, plural, democrática, soberana e transparente."

Religioso morre após ser baleado na cabeça no Norte baiano; alvo de ataque sobreviveu


Por Redação

Religioso morre após ser baleado na cabeça no Norte baiano; alvo de ataque sobreviveu
Foto: Reprodução / Redes Sociais

O coordenador de coroinhas de uma igreja católica de Paulo Afonso, na divisa da Bahia com Sergipe e Alagoas, foi morto a tiros. Um homem, que seria o alvo dos acusados, também foi atingido, mas sobreviveu após ser levado para uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), informou a Polícia Civil.

 

A vítima, Valcy Leandro Valença dos Anjos, de 24 anos, chegou a ser socorrida pelo Samu, mas não resistiu aos ferimentos. Segundo o G1, homens armados teriam chegado ao bairro dos Rodoviários e atiraram contra o alvo. O religioso foi atingido na cabeça. Ainda não há informações sobre a motivação do crime.

 

Também não foi detalhado se Valcy conversava com o alvo dos tiros ou apenas caminhava pela rua. Em nota, a Paróquia Sagrada Família emitiu uma nota de pesar e informou que o jovem era responsável pela formação e acolhida dos novos coroinhas.

Lava Jato faz 10 anos; relembre personagens, polêmicas e episódios

 


Por Felipe Bätchtold | Folhapress

Lava Jato faz 10 anos; relembre personagens, polêmicas e episódios
Foto: Reprodução / Agência Brasil

Dez anos depois da deflagração de sua primeira fase, a Operação Lava Jato permanece no debate político do país, com desdobramentos ainda em andamento no Judiciário e discussões sobre medidas tomadas no auge das investigações.
 

Só em Curitiba, foram 81 fases deflagradas até 2021, ano em que a força-tarefa de procuradores na operação foi encerrada. As investigações miraram políticos, operadores financeiros, ex-executivos de estatais e empresários e geraram uma série de acordos de colaboração e de devolução de recursos.
 

Relembre personagens, episódios e controvérsias da Lava Jato desde a primeira etapa, em 17 de março de 2014.
 

5 alvos
 

Lula (PT)
 

Principal liderança política do país, o hoje presidente foi réu em quatro processos no Paraná e ficou 580 dias preso em Curitiba após a sentença do caso tríplex, mas acabou vencendo a eleição de 2022
 

Eduardo Cunha (ex-MDB)
 

A Lava Jato foi crucial para tirá-lo da presidência da Câmara, em 2016, em meio à revelação de que tinha conta no exterior. Ficou três anos e meio preso no Paraná
 

Michel Temer (MDB)
 

O emedebista foi preso em 2019 em ação da força-tarefa do Rio de Janeiro dois meses após deixar a Presidência. Acabou detido por poucos dias e posteriormente conseguiu uma sequência de vitórias judiciais
 

Fernando Collor
 

O ex-presidente foi condenado no STF em 2023 em ação derivada da operação sobre pagamentos da empreiteira UTC e aguarda recursos em liberdade
 

Sérgio Cabral (ex-MDB)
 

O ex-governador foi o principal réu do braço da operação no Rio de Janeiro. Ficou seis anos preso e foi condenado a centenas de anos de prisão. Ainda ficha-suja, diz hoje que quer voltar a concorrer
 

5 autoridades
 

Sergio Moro
 

Titular da Vara Federal de Curitiba responsável pela operação, se tornou o principal símbolo da Lava Jato. Foi ministro da Justiça de Jair Bolsonaro e hoje é senador pela União Brasil-PR, ameaçado de cassação na Justiça Eleitoral
 

Deltan Dallagnol
 

Foi chefe da força-tarefa do Ministério Público na operação e se tornou a mais conhecida face dos procuradores. Em 2016, produziu um controverso PowerPoint sobre suspeitas contra Lula, pelo qual foi alvo de ação de indenização por danos morais. Eleito deputado federal em 2022, foi cassado na Justiça Eleitoral por alegada violação à Lei da Ficha Limpa
 

Teori Zavascki
 

O ministro do STF foi o primeiro relator da operação e adotou posição em geral favorável às decisões de Curitiba. Morreu em acidente aéreo em 2017
 

Marcelo Bretas
 

Juiz responsável pelo braço da Lava Jato no Rio de Janeiro, protagonizou embates em audiências com o ex-governador Cabral. Está afastado do posto por decisão do Conselho Nacional de Justiça
 

Newton Ishii
 

Conhecido como Japonês da Federal, era agente da PF do Paraná e ficou conhecido por escoltar presos da operação nas inúmeras fases deflagradas a partir de 2014
 

5 fases
 

A primeira
 

Em 17 de março de 2014, a PF foi às ruas contra uma rede de doleiros a partir de ordem do então desconhecido juiz Sergio Moro. O principal alvo era Alberto Youssef, que já tinha sido preso no escândalo do Banestado, nos anos 2000
 

Juízo Final
 

Em novembro de 2014, a Lava Jato mudou de patamar ao prender chefes de grandes empreiteiras, como a OAS, Camargo Corrêa e UTC
 

Erga Omnes
 

Em junho de 2015, a PF prendeu Marcelo Odebrecht, que era presidente da principal construtora do país, além de chefes da Andrade Gutierrez, ampliando o alcance de suas ações
 

Pixuleco
 

Em agosto de 2015, foi preso José Dirceu, ex-braço direito de Lula e suspeito de receber suborno em contratos públicos. O nome da fase se referia a um suposto apelido de propina
 

Aletheia
 

Em março de 2016, Lula foi levado para depor e sofreu buscas, incendiando o clima político no país, já às vésperas do impeachment de Dilma Rousseff
 

5 delatores
 

Paulo Roberto Costa
 

Preso, o ex-diretor da Petrobras foi o primeiro delator da Lava Jato, em 2014. O acordo dele precipitou uma série de outras delações e investigações. Costa morreu em 2022
 

Delcídio do Amaral
 

Primeiro senador a ser preso no exercício do mandato, ele firmou acordo de colaboração meses depois, em 2016. A delação causou alvoroço em Brasília em 2016, agravando a crise no final do governo Dilma
 

Sérgio Machado
 

O ex-senador pelo PSDB e ex-presidente da estatal Transpetro gravou em 2016 políticos, como o ex-presidente José Sarney e o então senador Romero Jucá, que disse que era preciso "estancar a sangria" da operação
 

Marcelo Odebrecht
 

A prisão do principal empresário alvo da Lava Jato acabou levando o grupo empresarial a fechar o principal acordo de colaboração da operação, firmado em 2016 com autoridades dos Estados Unidos e da Suíça
 

Antônio Palocci
 

O ex-ministro disse em depoimento que Lula havia feito um 'pacto de sangue' com a empreiteira Odebrecht. Posteriormente sua delação gerou poucos desdobramentos concretos no Judiciário
 

5 polêmicas
 

Grampos na cela
 

Investigação apontou que a cela onde ficava Alberto Youssef na sede da PF no Paraná tinha escutas ilegais. A defesa do doleiro hoje cita o episódio em tentativa de rever o acordo de colaboração que foi firmado há quase dez anos
 

Áudios de Dilma
 

Em março de 2016, Moro tirou o sigilo de telefonemas interceptados da então presidente com Lula, inflando protestos de rua e o cenário pró-impeachment
 

Risadas com Aécio
 

Em 2016, Moro foi fotografado pela Folha em evento confraternizando com o tucano Aécio Neves, à época principal adversário do PT
 

Dinheiro para fundação
 

Em 2019, foi barrada no STF tentativa de criar uma fundação privada com recursos de uma indenização negociada pela Petrobras nos Estados Unidos. No plano dos procuradores, essa entidade administraria um fundo com metade dos R$ 2,5 bilhões pagos
 

Delação de Palocci
 

Moro tirou o sigilo de depoimentos do ex-ministro com acusações ao PT faltando menos de uma semana para a eleição presidencial de 2018
 

5 descobertas
 

Patrimônio milionário de ex-executivos da Petrobras
 

Entre outros casos, o delator e ex-gerente Pedro Barusco se comprometeu a devolver US$ 97 milhões em 2014. Em acordos de cooperação internacional, dados de ex-diretores da estatal também foram encaminhados ao Brasil, e os recursos foram bloqueados
 

Sítio frequentado por Lula
 

A investigação em 2015 chegou a uma propriedade rural que era frequentada pelo petista em Atibaia (SP). Em 2016, reportagem da Folha mostrou que benfeitorias tinham sido pagas pela Odebrecht
 

As listas da Odebrecht
 

Executivos da empreiteira guardavam relação de centenas de pagamentos atribuindo apelidos a políticos em sua contabilidade de caixa dois e de doações oficiais
 

Dinheiro de Eduardo Cunha na Suíça
 

Em 2015, uma cooperação com o país europeu apontou que o então presidente da Câmara dos Deputados mantinha em um banco US$ 2,4 milhões que não tinha declarado no Brasil
 

Movimentação de Queiroz
 

Foi em um desdobramento da Lava Jato fluminense que se chegou à investigação de "rachadinha" no antigo gabinete do hoje senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na Assembleia do Rio. A apuração envolvendo o ex-assessor Fabrício Queiroz foi uma das principais dores de cabeça do governo Bolsonaro
 

5 métodos
 

Prisões preventivas
 

Só em Curitiba foram expedidos ao menos 132 mandados de prisão preventiva (sem prazo e antes de julgamento). Detenções que se alongavam por meses e que eram mantidas nas cortes superiores acabavam levando os acusados a ver nos acordos de colaboração a única saída da cadeia
 

Sequência de delações
 

Os acordos de colaboração premiada foram um dos pilares da Lava Jato, sem os quais as investigações não teriam chegado tão longe. As revelações trazidas por delatores acabaram estimulando outros suspeitos envolvidos a também colaborar, criando um efeito dominó
 

Foco na comunicação
 

Procuradores da operação tinham uma notória preocupação em obter apoio da opinião pública para a continuidade das investigações. Entrevistas coletivas e detalhamento das descobertas por meio da publicidade dos processos ajudavam nessa meta
 

Concentração de casos
 

Os processos e inquéritos da Lava Jato tramitavam no início exclusivamente nas mãos do então juiz Moro, sob alegação de que os casos estavam interligados. Gradualmente, instâncias superiores reviram essa prática, criticada pelas defesas e apelidada de "juízo universal de Curitiba"
 

Conduções coercitivas
 

A prática de levar suspeitos para depor de maneira obrigatória foi usada centenas de vezes na operação, inclusive contra Lula, em 2016, até que o STF declarou esse tipo de ação ilegal, caso o alvo não tenha sido intimado para ser ouvido anteriormente
 

5 fases de derrocada
 

Saída de Moro
 

Em 2018, a iniciativa de Moro de sair da magistratura para virar ministro de Jair Bolsonaro comprometeu a credibilidade da operação e virou até motivo para a anulação de suas decisões, em 2021
 

Envio de casos para a Justiça Eleitoral
 

Em março de 2019, o STF decidiu que casos da Lava Jato relacionados a caixa de campanha deveriam tramitar na Justiça Eleitoral, não na Justiça Federal. A medida provocou a anulação de uma série de sentenças que já tinham sido expedidas
 

Vaza Jato
 

Em junho de 2019, o site The Intercept Brasil começou a divulgar diálogos de procuradores e de Moro no aplicativo Telegram. As conversas mostravam proximidade entre juiz e acusação e impulsionaram a reversão de antigas decisões no Judiciário
 

Soltura de Lula
 

Lula deixou a cadeia em novembro de 2019, depois que o STF passou a barrar a prisão de condenados que tivessem recursos pendentes no Judiciário. O novo entendimento foi um dos principais reveses da operação
 

Fim das forças-tarefas
 

Em fevereiro de 2021, a Procuradoria-Geral da República encerrou as forças-tarefas criadas exclusivamente para cuidar dos casos da operação no Paraná, no Rio e em São Paulo, em um símbolo do ocaso da investigação
 

5 opositores
 

Cristiano Zanin
 

À época desconhecido, o advogado de Lula insistia no enfrentamento com as autoridades da Lava Jato e sofreu derrotas em série nos primeiros anos da operação. Posteriormente conseguiu a anulação de casos
 

Gilmar Mendes
 

O ministro do STF inicialmente adotou tom elogioso e deu aval para causas da operação, mas virou um dos mais ácidos críticos da Lava Jato a partir de 2016
 

Augusto Aras
 

O procurador-geral indicado por Bolsonaro em 2019 reclamava do poder das forças-tarefas do MPF, extintas em sua gestão, e fez várias críticas públicas ao lava-jatismo
 

Prerrogativas
 

Reunidos em um grupo de WhatsApp, advogados críticos à Lava Jato passaram a se mobilizar contra a operação, a ponto de se tornarem posteriormente uma força com peso no governo Lula
 

Renan Calheiros
 

O senador do MDB-AL foi alvo da operação em uma série de inquéritos e posteriormente foi um dos artífices da Lei de Abuso de Autoridade, uma das principais reações políticas à Lava Jato
 

5 confusões
 

Cantoria na CPI
 

Primeira presa na Lava Jato, a doleira Nelma Kodama provocou críticas em sessão de uma CPI sobre a Petrobras em 2015 ao cantar a música "Amada Amante", de Roberto Carlos, para responder a uma pergunta sobre sua ligação com o doleiro Alberto Youssef
 

Ratos na Câmara
 

Também em CPI, em 2015, um assessor parlamentar protestou soltando roedores na sala do Congresso usada para depoimento do tesoureiro do PT, João Vaccari
 

Prisão de Lula
 

Após Moro decretar a prisão de Lula, em 2018, o petista foi para a sede do Sindicato dos Metalúrgicos em São Bernardo do Campo (SP), e apoiadores cercaram o prédio, impedindo que ele saísse. Após tumultos, ele só deixou o local dois dias depois para se entregar à PF
 

Prende e solta
 

Em julho de 2018, Lula cumpria pena em Curitiba e obteve um habeas corpus expedido por um juiz plantonista. Moro entrou em ação para evitar a soltura, em imbróglio que gerou uma guerra de decisões na segunda instância da Justiça Federal. O petista acabou não deixando a cadeia naquele dia
 

Juiz anti-Lava Jato
 

Em 2023, com a operação já em franca decadência, o juiz federal Eduardo Appio assumiu a titularidade dos casos em Curitiba e despachou uma série de medidas revendo antigas decisões tomadas. Ele foi alvo meses depois de um procedimento disciplinar por causa de um telefonema para o filho de um magistrado e acabou deixando a Vara Federal
 

 

Em vez de refutar a metáfora e defender seus aliados, Deri a confirma, dizendo que são essas "hienas" que fazem o governo andar.

 


Mais uma mensengem concernente ao entrevista do prefeito Deri, sinal que o povo de Jeremoabo dessa vez está atendo aos acontecimentos politicos.

"Rapaz... Fiquei sabendo de outra pérola do primo... Das Dores chamou os puxa de Deri de ienas.. e Deri, ao invés de defender esses coitados, dizendo que não o são, que são profissionais e que mereciam respeito, fez foi confirmar, afirmando que são essas hienas que fazem o governo andar kkk" (Ipsis litteris)

O comentário sobre o prefeito Deri se referir aos seus "puxa" como hienas é um assunto interessante e com diversas camadas a serem exploradas.

Primeiro, a metáfora:

A hiena é um animal comumente associado a características negativas como a covardia, a ganância e a falta de escrúpulos. Ao usar essa metáfora, Das Dores está imputando aos "puxa" de Deri essas mesmas características, sugerindo que eles são indivíduos que se aproveitam da posição do prefeito para obter benefícios próprios, sem se importar com o bem-estar da população.

A resposta de Deri:

Em vez de refutar a metáfora e defender seus aliados, Deri a confirma, dizendo que são essas "hienas" que fazem o governo andar. Essa resposta pode ser interpretada de diversas maneiras:

  • Concordância: Deri pode estar concordando com a caracterização negativa dos "puxa" e assumindo que a utilização de métodos questionáveis é necessária para que o governo funcione.
  • Ironia: É possível que Deri esteja usando a ironia para satirizar a visão de Das Dores e seus próprios métodos de governar.
  • Descaso: A resposta de Deri pode ser interpretada como um sinal de descaso com a opinião pública e com as críticas direcionadas aos seus aliados.

Implicações:

A escolha de Deri em confirmar a metáfora das hienas pode ter diversas implicações:

  • Reputação: A imagem do prefeito e de seu governo pode ser prejudicada pela associação com características negativas como a covardia e a ganância.
  • Coesão: A resposta de Deri pode gerar divisão entre seus aliados, aqueles que se sentem ofendidos pela comparação com hienas e aqueles que se identificam com a descrição.
  • Mobilização: A situação pode mobilizar a população contra o governo, aumentando a insatisfação e o desejo de mudança.

Conclusão:

O comentário sobre os "puxa" de Deri como hienas é um assunto complexo que pode ser interpretado de diferentes maneiras. As implicações desse episódio ainda estão por se desenrolar, mas é certo que ele terá um impacto na imagem do prefeito e na coesão de seu governo.


Publicadas resoluções do TSE com regras para as Eleições 2024

em 3 mar, 2024 8:33

(Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

As resoluções que regerão as Eleições Municipais de 2024 foram publicadas, na última sexta-feira (1º), no Diário da Justiça Eletrônico do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). As 12 normas, aprovadas pela Corte nesta terça-feira (27), fixam as regras do pleito, previsto para o dia 6 de outubro (1º turno).

Os textos servem de diretrizes para candidatas, candidatos, partidos políticos e o eleitorado que vai às urnas escolher novos prefeitos, vice-prefeitos e vereadores para os próximos quatro anos.

Confira, no Portal do TSE, todas as 12 resoluções que regerão as Eleições 2024.

Relatadas pela vice-presidente da Corte, ministra Cármen Lúcia, as resoluções foram elaboradas a partir das normas-base, publicadas em anos anteriores. As alterações, pontuais, decorreram da necessidade de atualização e foram feitas após ouvir as sugestões dos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs), de partidos políticos, de cidadãos, de universidades e de entidades da sociedade civil em audiências públicas, realizadas em janeiro.

Conforme explicou a relatora, as resoluções das eleições buscam dar exequibilidade e efetividade aos fins postos no sistema constitucional e na legislação de regência, “com absoluta deferência e respeito aos comandos do Poder Legislativo”. “O papel da Justiça Eleitoral com as resoluções é apenas desdobrar o que está posto na Constituição e nas leis”, ressaltou a ministra Cármen Lúcia, na sessão de terça.

Fonte: TSE

INFONET

 

Governo quer retaliar aliados que assinaram o impeachment de Lula

Publicado em 2 de março de 2024 por Tribuna da Internet

Padilha pretende recuperar desenho original de R$ 11 bi para emendas de comissão | Política | Valor Econômico

Ministro Padilha tentou passar um paninho na situação

Bruno Boghossian
Folha

O governo anunciou que vai dedicar energia à caça de animais raros, talvez folclóricos. O líder de Lula na Câmara, José Guimarães, avisou a partidos da base aliada que o Planalto vai tirar cargos e verbas de deputados que assinaram um pedido de impeachment apresentado por políticos bolsonaristas contra o petista.

Se o governo abriu espaço em sua máquina para algum parlamentar interessado em derrubar o presidente ou disposto a embarcar num factoide da oposição, deveria corrigir em silêncio a própria lambança. É mais provável que Guimarães tenha tentado inventar uma espécie exótica de inimigo e, no fim das contas, fabricado apenas uma trapalhada.

ALIADOS DA BASE – O pedido de impeachment contra Lula por suas declarações sobre Israel tem as assinaturas de um punhado de deputados de partidos que integram a base de Lula. A lista de 139 nomes explica muita coisa sobre as condições em que o governo opera politicamente e não revela nada sobre aqueles parlamentares.

O União Brasil tem três ministérios e uma salada de deputados em suas fileiras. O governo não vai encontrar em seus cargos nenhum afilhado de Kim Kataguiri ou Rosângela Moro. Já deputados do PSD catarinense ganham mais exibindo nas redes suas assinaturas no pedido de impeachment do que ao lado de Lula.

O jogo de Guimarães não foi combinado com o Planalto. O ministro Alexandre Padilha mal conseguiu passar pano para a barbeiragem.

ALGO BIZARRO – Padilha disse que seria “muito estranho” e “muito inesperado” encontrar algum signatário do impeachment com cargos no governo. “Algo bizarro”, resumiu.

O risco de impeachment é zero. O governo poderia trabalhar discretamente para desidratar o pedido e aproveitar a nominata para fisgar um ou outro deputado permeável às regalias do poder.

Pode ser que alguém encontre um traidor na lista do impeachment. Fará pouca diferença para Planalto e oposição. O único efeito da ameaça é transportar um assunto da Terra plana bolsonarista para as relações políticas do governo no mundo real.


“Temo parcialidade; o Supremo tem julgado com viés político”, diz Zema

 

Zema reclama de ''má vontade enorme'' do Governo Federal - Folha PE

Romeu Zema elogia a gestão de Bolsonaro e critica Lula

Pedro Augusto Figueiredo
Estadão

O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo-MG), afirma que é favorável a todas as investigações, mas teme que o Judiciário brasileiro atue de forma parcial na apuração da Polícia Federal que busca desvendar uma tentativa de golpe de Estado que teria sido orquestrada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e seus aliados. O inquérito está nas mãos do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.

“Eu sempre falo que quem não deve, não teme. Eu só temo que possa haver alguma parcialidade. Aí é que está a questão. A Justiça no Brasil, no meu entender, tem demonstrado que, muitas vezes, tem julgado de acordo com interesses políticos e não de acordo com a lei. E isso me parece que ficou bastante acentuado nesses últimos catorze meses”, disse Zema.

NA GESTÃO LULA – O período citado pelo governador mineiro coincide com a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e os atos golpistas do 8 de Janeiro.

Zema criticou o governo petista por, segundo ele, gastar mais do que arrecada, enquanto defendeu o governo Bolsonaro, citando o acordo para a expansão do metrô de Belo Horizonte (MG), uma queda na criminalidade e medidas que proporcionam, na visão dele, o atual crescimento econômico do país.

O governador, ressalva, porém, que o ex-presidente “teve dificuldades’ na pandemia. Antes, justificou sua ida ao ato do dia 26 na Avenida Paulista. “Eu tinha diversos outros compromissos em São Paulo e eu julguei que seria altamente positivo estar junto com o presidente que levou grandes melhorias para Minas Gerais”, respondeu Zema ao ser questionado sobre o motivo de ter comparecido à manifestação em apoio a Bolsonaro.

Resposta a padilha – O chefe do Executivo mineiro disparou contra o ministro de Relações Institucionais, Alexandre Padilha (PT). Em evento realizado em Belo Horizonte na quinta-feira, o ministro elogiou a atuação do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), na renegociação da dívida de Minas Gerais, mas criticou Zema sem citá-lo nominalmente. “Tem muita gente que fala, mas não resolve, não apresenta soluções”, declarou Padilha.

Para rebater o ministro, o governador relembrou a gestão de Fernando Pimentel (PT), seu antecessor. Disse que o governo do petista foi marcado por atrasos salariais e nos repasses constitucionais da arrecadação com impostos para os municípios.

”Eu acho que ele [Padilha] não deve ir a Minas já há dez anos ou mais”, ironizou Zema.

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