sábado, dezembro 17, 2022

Moeda única na América do Sul é a nova piada dos desastrados estrategistas do PT


O Brasil voltou a ser protagonista', diz Celso Amorim ao GLOBO após  cumprimentos mundiais a Lula | Mundo | O Globo

O ex-chanceler Celso Amorim é o autor desta ideia bestial

Carlos Alberto Sardenberg
O Globo

A proposta de criação de uma moeda comum para os países da América do Sul — o “Sur” — é derivada de uma tese mais ampla, a diplomacia Sul-Sul, cuja base é a seguinte: o Norte rico e desenvolvido — basicamente Estados Unidos e União Europeia/Inglaterra — exerce dominação econômica e política sobre o Sul emergente e pobre. Logo, controla as finanças e o comércio — via dólar — e as políticas internacionais.

Como escapar disso? Unindo o Sul contra o Norte. Tem aí, claro, o antiamericanismo que molda o pensamento de esquerda, especialmente na América Latina. Unir o Sul significaria, portanto, montar uma área comercial e financeira, de tal modo que os sulistas fariam negócios entre si. E, quando se relacionassem com o Norte, o fariam unidos, na economia e na política.

MOEDA COMUM – Ora, nesse quadro, por que não ter uma moeda comum em que basear as relações Sul-Sul? E por que não começar pela América do Sul, já que Lula, um líder internacional, voltou ao poder?

Parece bom, não é mesmo? Mas, me desculpem, a ideia subjacente é de jerico: achar que juntando um pobre, dois pobres, três pobres… dá um rico. Não dá, né, pessoal? Dá um “pobrão”. E bem desestruturado.

Considere a América do Sul. Chile, Colômbia e Brasil são razoavelmente estruturados, pelos padrões locais, claro. A inflação esperada para este ano nesses países varia de 6% (Brasil) até 12% (Chile e Colômbia). Acrescente ao bolo a Venezuela, inflação de 360%, e a Argentina, 100%, duvidosos. Juntando todos eles numa mesma área monetária, o que você acha: a relativa estabilidade monetária de Brasil, Chile e Colômbia se transmitiria para Venezuela e Argentina ou a moeda podre destes últimos contaminaria as outras três? O regime de metas de inflação, com banco central independente, funciona no Brasil e no Chile. Um BC do Sul teria controle sobre o sistema monetário de Maduro e dos peronistas?

OUTRAS DIFERENÇAS – Brasil, Chile e Colômbia têm reservas internacionais em dólares suficientes para financiar suas contas externas. Argentina e Venezuela são ultradevedoras e caloteiras no mercado internacional. Você acha razoável que as reservas saudáveis daquele trio tapem os buracos da dupla?

Há pontos em comum entre os sul-americanos: todos são basicamente exportadores de commodities e importadores de produtos industrializados e tecnologia. Vendem para quem, importam de quem? Norte e China. Opa! China! — alguém diria. A China está no Sul geopolítico, confronta os EUA no cenário global, logo, é companheira. Outra ideia de jerico.

A China, por sua história, sua ação recente e sua vocação, é imperialista. Não pretende se unir ao Sul para confrontar o Norte, almeja ser potência dominante em toda parte, inclusive no espaço sideral.

EXEMPLO DO MERCOSUL – Além dessas diferenças todas, há vários casos de fracasso em tentativas de união entre países do Sul. Mercosul, por exemplo. Nos documentos oficiais, é uma união aduaneira.

Significa que, para uma empresa brasileira vender seus produtos na Argentina, seria a mesma coisa que vender por aqui. Abrir uma loja em São Cristóvão seria como abrir outra em Mar del Plata. Mas vá tentar…

Moeda única? Pergunte aos exportadores brasileiros se topam receber em pesos argentinos, bolívares venezuelanos. Não, né? Por que aceitariam o “Sur” (os “suros”, “surs”…)?

UNIÃO EUROPEIA – O euro resultou de 50 anos de construção econômica e política. Se não é democracia, não entra na União Europeia. Se não tem BC independente, também não. As regras de controle das contas públicas são comuns e obrigatórias. Ainda assim, o euro quase fracassou na crise financeira de 2011.

O rigor fiscal de uma Alemanha foi abalado pela bagunça de gastos da Grécia. Embora ferido, o euro escapou, porque havia dinheiro e boas lideranças para resgatar os que haviam caído em desgraça.

Na verdade, o objetivo não confessado do PT ao sugerir o “Sur” é reassumir a liderança na América Latina. Da última vez em que isso aconteceu, houve uma instituição que de fato ultrapassou fronteiras e fincou negócios por toda parte – a Odebrecht.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Como diriam nossos amigos portugueses, trata-se de uma ideia bestial(C.N.)

Patético! Toffoli pede ‘perdão’ por vetar ida de Lula ao velório do irmão quando estava preso

Publicado em 17 de dezembro de 2022 por Tribuna da Internet

Dias Toffoli e José Levi defendem semipresidencialismo em Fórum de Lisboa

Toffoli só faltou se ajoelhar aos pés de Lula ao pedir perdão

Deu na Folha
Coluna Painel

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli pediu “perdão” ao presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) por não ter autorizado o petista a comparecer ao velório de seu irmão, Genival Inácio da Silva, o Vavá, quando estava preso em Curitiba.

Vavá morreu em janeiro de 2019, vítima de câncer. A defesa de Lula pediu autorização à Justiça para que o petista se reunisse com familiares para a despedida, em São Bernardo do Campo. Juízes de instâncias inferiores negaram. A Polícia Federal se manifestou contra. O caso foi parar no STF.

DECISÃO ESTRANHA – Toffoli então concedeu o direito de Lula se encontrar com a família em uma unidade militar em São Paulo, com a possibilidade de o corpo de Vavá ser levado até ele.

Lula recusou. E nunca se esqueceu do episódio, do qual, segundo já manifestou a diversos interlocutores, guarda profunda mágoa. Desde que passou a frequentar cerimônias oficiais como presidente eleito, o petista inclusive evitava uma maior aproximação com Toffoli.

Na cerimônia de diplomação de Lula no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), na semana passada, no entanto, o ministro do Supremo se aproximou do futuro presidente. E pediu desculpas a ele. “O senhor tinha direito de ir ao velório”, disse Toffoli. “Me sinto mal com aquela decisão, e queria dormir nesta noite com o seu perdão”. Lula bateu na mão de Toffoli e disse para ele ficar tranquilo que depois os dois poderiam conversar de maneira reservada.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – A que ponto chega a indignidade no Brasil neste “novo normal”… É repugnante ver um ministro do Supremo praticamente se ajoelhar diante de um ex-presidiário, para lhe pedir perdão. Ora, Toffoli jamais poderia autorizar a saída de Lula da cadeia. Todos são iguais perante a lei, nenhum ministro do Supremo tem direito de abrir exceções, inclusive gastando recursos públicos, ao requisitar avião para transporte de presidiário e tudo o mais. Lula é que deveria se ajoelhar perante Toffoli, que armou o esquema para impedir prisão após segunda instância e foi além, determinando no acórdão do julgamento que criminoso só fosse preso após quarta instância (Supremo), uma decisão que não foi tomada pelo plenário. Alguns ministros, como Rosa Weber, defendiam que houvesse prisão após terceira instância, o que teria mantido Lula na cadeia. Na verdade, o futuro presidente deveria beijar os sapatos de Toffoli, que o tirou ilegalmente da prisão. (C.N.)  

TCU e Receita mostram que Margareth Menezes não tem condições de ser ministra


Margareth Menezes aceita convite para assumir Ministério da Cultura:  'aceitei a missão' - BT Mais

Margareth culpa a pandemia pelas ilegalidades cometidas

Hugo Marques
Veja

Indicada pelo presidente eleito Lula para comandar o Ministério da Cultura, a cantora Margareth Menezes divulgou uma nota informando que a defesa de sua ONG, a Associação Fábrica Cultural, recorrerá ao Tribunal de Contas da União (TCU) para tentar anular a decisão, de dezembro de 2020, que condenou a entidade a devolver 338 mil reais aos cofres públicos.

Os detalhes das irregularidades detectadas pelo TCU num contrato firmado há dez anos, durante o governo do PT, e da sanção aplicada constam de reportagem da nova edição de VEJA.

DIZ A CANTORA – “Será requerida a reanálise da prescrição alegada sob o enfoque da nova Resolução TCU nº 344/2022, e juntada de documentos novos, a fim de comprovar a regularidade da prestação de contas, requerendo ao TCU a revisão do julgamento proferido para julgar regulares as contas apresentadas, extinguindo o débito”, diz a futura ministra na nota.

No texto, Margareth Menezes afirma que a condenação é contra a sua ONG e não contra a sua pessoa física, o que foi devidamente registrado na reportagem.

“No julgamento, o TCU entendeu que restou comprovada a execução integral do evento e a aplicação dos recursos repassados pela União, e a responsabilização da Fábrica Cultural se deu, apenas, pela constatação de impropriedades na documentação apresentada como prestação de contas, sendo que os débitos inicialmente imputados vêm sendo, formalmente, negociados com a AGU para regular pagamento pela Associação”, declara.

BAÚ DE ILEGALIDADES – Na verdade, o TCU constatou diversas irregularidades, como a cotação fictícia de preços, a contratação de serviços sem detalhamento do objeto, pagamentos por serviços que não foram realizados, pagamentos a pessoas com vínculos na administração pública e superfaturamento de compras.

Houve ainda um pagamento suspeito de 120 mil reais à empresa Foco Entretenimento, que pertencia a duas diretoras da própria ONG de Margareth Menezes, o que é proibido por lei.

Sobre os débitos na Receita Federal também citados na reportagem, que somam mais de 1 milhão de reais, a cantora diz que “possui cotas em empresa que, como qualquer outra pequena empresa no Brasil, passou e passa por momentos de dificuldades”. Acrescenta ainda que “a referida empresa possuía uma dívida tributária que foi acentuada por um longo período de pandemia, que resultou em impossibilidades gritantes na área cultural, dificultando a manutenção dos pagamentos regulares”, garantindo que, com a retomada das atividades em 2022, as dívidas estão em processo de pagamento, seguindo as regras colocadas à disposição de qualquer cidadão pela Receita Federal.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG 
– Sinceramente, a neoprimeira-dama Janja da Silva tem o dedo podre para indicar ministros. A escolha de Margareth Menezes é da lavra da consorte do presidente, como se dizia antigamente. Como se vê nesta reportagem, Margareth Menezes não tem idoneidade para ser ministra. Apenas isso. (C.N.)

Lula se convenceu de que pode fazer o que quiser, mas o único vencedor é o Centrão


Charge Erasmo Spadotto - Centrão - Portal Piracicaba Hoje

Charge do Erasmo Spadotto (Piracicaba Hoje)

William Waack
Estadão

Lula é um velho político que sabe usar palavras e se esmera em falar o que diversas audiências querem ouvir. Mas já em seu terceiro mandato, parece ignorar que algumas plateias desenvolveram um sentido para diferenciar palavras e fatos. Especialmente as plateias formadas por pessoas preocupadas com o dinheiro no bolso – no mínimo.

A responsabilidade fiscal que Lula prometeu em muitas palavras está sendo avaliada em função de dois fatos. O primeiro é o tamanho do espaço pretendido para gastar sem dizer de onde virá o dinheiro para financiar. O segundo foi a articulação para esvaziar a Lei das Estatais, instrumento criado para, pelo menos, se tentar bloquear o loteamento político de empresas públicas.

TUDO DE NOVO – A combinação desses dois acontecimentos é mais eloquente do que os últimos discursos. O novo governo quer gastar, na crença de que garanta ou segure índices de popularidade e faça a economia crescer, enquanto reocupa empresas públicas por meio do mesmo tipo de esquema que lembra algo que não deu certo – vide o que aconteceu com o loteamento da Petrobras.

Lula parece ter lido o resultado das eleições de acordo com a expressão “winner takes all”. No momento, o único vencedor que está levando tudo é o Centrão, que trabalha com Lula para manter suas ferramentas de poder. Leia-se orçamento secreto e liberdade para gastar.

É um fato da política bastante eloquente (muito mais do que palavras) que o “consórcio” Lira-Bolsonaro-Pacheco tornou-se sem sobressalto o “consórcio” Lira-Lula-Pacheco. E Lula está convencido de ser uma “esperteza” começar o governo com uma acelerada de arrumação, em vez da esperada “freada de arrumação”.

FRENTE AMPLA FALSA – Economistas que emprestaram prestígio entre o primeiro e o segundo turnos falam que mal foram ouvidos. O mesmo com Simone Tebet, que se queixa do governo que começa equivocado: a prometida frente ampla está com cara de ampla frente de siglas com o velho PT no comando. A postura do “faço o que eu quero”, que faz agentes econômicos enxergarem apenas Lula acima de tudo, é uma aposta de alto risco, dados os duros fatos da realidade política.

A oposição fora do Parlamento é formidável, mas só na minoria composta de vândalos e radicais bolsonaristas. Mais ainda: está levando para o plano da ação política a convicção de que foi um injustiçado que conseguiu numa espetacular reviravolta dar a volta por cima.

Sente-se ocupando o balcão elevado da superioridade moral que lhe daria condição de conduzir o País rumo ao passado, no qual, na sua imaginação, tudo foi melhor. O problema é o tamanho da plateia que não vê palavras combinando com a realidade.


Gráfica diz que Bolsonaro não declarou gasto ao TSE e quer impugnar contas de campanha

Publicado em 17 de dezembro de 2022 por Tribuna da Internet

 (crédito: EVARISTO SA / AFP)

É um erro primário, que pode tornar Bolsonaro inelegível

Luana Patriolino
Correio Braziliense

A Gráfica Impactus relatou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que a campanha de Jair Bolsonaro (PL) omitiu valores na prestação de contas enviada à Corte. A empresa encaminhou um documento apontando uma dívida da chapa do presidente de R$ 53,6 mil e ainda pediu a impugnação das contas da chapa do chefe do Executivo por causa da pendência.

“Muito embora tenha prestado o serviço gráfico de acordo com o estabelecido entre as partes, este não restou pago pelo ora Impugnado; bem como não declarada na presente prestação de NOTA FISCAL”, diz trecho do documento.

SEM QUITAÇÃO ELEITORAL – A empresa tem sede em Aparecida de Goiânia (GO). Ao TSE, foi enviada a nota fiscal emitida no dia 28 de outubro, constando o pedido por cinco mil adesivos microperfurados.

No recibo, são mostrados os dados da campanha de Bolsonaro, com o endereço do local onde funcionava o QG em Brasília.

O processo está nas mãos do ministro Raul Araújo. Caso ele concorde com o pedido e decida pela não prestação de contas de Bolsonaro, o presidente ficará sem quitação eleitoral até o fim da próxima legislatura, ou seja, não poderá se candidatar de novo.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG 
– Como diria Ataulfo Alves, o amadorismo dessa gente é uma arte. Como é que a equipe do presidente da República, acostumado a fazer campanha eleitorais desde a década de 80, comete um erro tão primário? Aliás, um erro que torna Bolsonaro inelegível… Encomendaram impressão de material de propaganda eleitoral, não pagaram nem declararam na prestação de contas da campanha. É uma burrice inaceitável, por conta de apenas R$ 53,6 mil, uma quantia que nada significa para um milionário como Bolsonaro, que vai passar a ganhar mais de R$ 80 mil por mês, com mansão e luxuoso escritório de graça, bancados pelo partido, além de dois carros com motoristas, combustível à vontade, e seis assessores DAS, tudo pago pelo cidadão-contribuinte-eleitor, como dizia Helio Fernandes. Realmente, é muito amadorismo. (C.N.)

Era só o que faltava! Margareth Menezes tem R$ 869 mil em débitos trabalhistas

Publicado em 17 de dezembro de 2022 por Tribuna da Internet

Margareth Menezes rebate acusação da revista Veja e | Política

Futura ministra é figura carimbada na Justiça do Trabalho

Tácio Lorran
Metrópoles

A futura ministra da Cultura, Margareth Menezes, responde a uma série de processos na Justiça do Trabalho. Levantamento feito pelo Metrópoles junto a tribunais trabalhistas identificou ao menos 12 ações contra Margareth Menezes e suas empresas. Em nove desses processos, a futura ministra da Cultura foi condenada ou firmou acordo com os funcionários, em um montante de R$ 675,3 mil.

Outras três ações trabalhistas ainda não tiveram desfecho. O valor de causa desses processos é R$ 194,9 mil.

TRÊS EMPRESAS – Atualmente, Margareth Menezes é dona das empresas Estrela do Mar Produções Artísticas (fundada em 2001), Pedra do Mar Produções Artísticas (2009) e Associação Fábrica Cultural (2004). As companhias têm sede em Salvador, na Bahia, onde a cantora nasceu.

Dentre outras irregularidades, Margareth Menezes é acusada de não pagar Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), horas extras e férias a funcionários que trabalharam com a cantora durante mais de uma década. As ações foram ajuizadas nos tribunais regionais trabalhistas da 5ª Região (TRT-5) e da 15ª Região (TRT-15), entre 2015 e 2022.

Trabalhadores do setor cultural – como músicos, gestores e designers – reivindicam que a futura ministra da Cultura lhes conceda o devido reconhecimento no que diz respeito aos seus direitos.

DIZ A CANTORA – Além das ações trabalhistas, Margareth Menezes e suas empresas acumulam dívidas que somam mais de R$ 1 milhão. A informação foi revelada pela revista Veja e confirmada pelo Metrópoles junto à Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional.

Procurada, a futura ministra da Cultura afirmou: “Quanto às questões trabalhistas ou comerciais das empresas que a artista foi ou é vinculada, cumpre dizer, de início, que a Certidão Negativa da Justiça do Trabalho, disponível ao público, confirma a inexistência de quaisquer débitos trabalhistas relacionados à futura Ministra. Ademais, contendas que, porventura, existam ou venham a existir, terão tratamento adequado e os seus conflitos resolvidos nas instâncias pertinentes, ou seja, a Justiça.

Disse também que as ações trabalhistas são inexpressivas diante de sua longa trajetória na cultura, em que teve “milhares” de colaboradores.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Caramba, a ministra mente mais do que bula de remédio de laboratório fajuto, como diz o Celso Serra. Proclamar que já teve “milhares” de colaboradores é um bocado de exagero. Mas hoje em dia é tudo novo normal. Depois que Damares Alves foi ministra e acabou eleita senadora, qualquer um pode ocupar vaga no Ministério, especialmente se tiver uma goiabeira no quintal. (C.N.)   


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