segunda-feira, novembro 07, 2022

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Lula inicia transição com série de nós para desatar antes da posse

 Segunda, 07 de Novembro de 2022 - 07:20

por Julia Chaib | Folhapress

Lula inicia transição com série de nós para desatar antes da posse
Foto: Rovena Rosa / Agência Brasil

O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) inicia nesta semana os trabalhos da transição de governo com os desafios de construir uma ampla base no Congresso, garantir espaço no Orçamento para viabilizar programas prometidos na campanha, definir os nomes do novo ministério e estreitar laços com atores internacionais.
 

Esses objetivos são elencados por aliados do petista --que encerrou folga tirada após a eleição-- como algumas das primeiras missões que terá antes de assumir o cargo.
 

Lula viajou na última terça (1º) à Bahia para descansar e chegou sábado (5) a São Paulo. Ele tem prevista para esta segunda (7) uma reunião com os principais integrantes do grupo que montou para tocar o processo de transição entre governos.
 

A expectativa é a de que Lula e seu vice, Geraldo Alckmin (PSB), desembarquem na capital a partir de terça-feira (7). Os detalhes da agenda serão definidos nesta segunda.
 

A ideia é que o petista faça visitas aos presidentes do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Alexandre de Moraes, e do STF (Supremo Tribunal Federal), Rosa Weber.
 

Também deve se encontrar com Rodrigo Pacheco (PSD-MG), presidente do Senado, e Arthur Lira (PP-AL), presidente da Câmara.
 

Embora tenha designado Alckmin como o coordenador da equipe, com o auxílio da presidente do PT, Gleisi Hoffmann, e do ex-ministro Aloizio Mercadante, o petista dará a palavra final em algumas etapas do processo.
 

No encontro desta segunda, Lula ouvirá a proposta elaborada por seus aliados para garantir a manutenção do pagamento de R$ 600 de Auxílio Brasil (que voltará a ser chamado de Bolsa Família), o aumento do salário mínimo, entre outros planos. Caberá a ele avalizar a solução.
 

Da mesma forma, vai chancelar os nomes que serão indicados para compor sua equipe de transição. A expectativa é que nesta segunda alguns nomes já sejam oficializados. Mas, segundo Gleisi, algumas nomeações ocorrerão ao longo da semana.
 

A dirigente já recebeu uma lista com indicações prévias dos 10 partidos que se aliaram a Lula durante a campanha, e outras virão nos próximos dias. O CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil), que será a sede do governo de transição, passou por algumas modificações no final de semana e já passará a receber integrantes do grupo.
 

Ao longo da última semana, partidos, dentre os quais PSB, PSOL, Rede, PV, PC do B, Solidariedade, Avante, Agir e Pros, indicaram nomes para compor oficialmente a transição.
 

Já foram enviados os nomes do presidente do PSOL, Juliano Medeiros, da presidente do PC do B, Luciana Santos, do deputado Wolney Queiroz (PDT), do porta-voz da Rede, Wesley Diógenes.
 

Alckmin também já designou o ex-deputado Floriano Pesaro, que tende a ser uma espécie de braço direito do vice-presidente eleito.
 

Ainda nesta segunda, a ideia é construir o desenho do que será a transição, definindo as comissões temáticas. Alckmin indicou a aliados querer que haja grupos maiores, subdivididos em menores.
 

A partir da definição do desenho, os partidos indicarão outros nomes. O PSOL, por exemplo, quer que o deputado eleito Guilherme Boulos (SP) participe das discussões.
 

Enquanto isso, Lula pediu, por exemplo, que Fernando Haddad (PT) sondasse o ex-ministro da Educação José Henrique Paim para que montasse um grupo para atuar na transição.
 

Alckmin sondou os economistas André Lara Resende, Guilherme Mello e Pérsio Arida, que é colunista da Folha, considerados pais do Plano Real, para a equipe.
 

O economista Guilherme Mello, professor da Unicamp, também foi acionado.
 

Segundo relatos, o vice-presidente conversou com a senadora Simone Tebet (MDB), que terminou em terceiro lugar na corrida presidencial, para auxiliar no processo. Aliados de Tebet dizem que ele pediu a ela que ajude também na relação com o Senado.
 

Após a eleição, uma das primeiras medidas de Lula foi orientar os aliados a ampliar ainda mais a frente de partidos que o circundam com a intenção de formar uma base no Congresso.
 

Foram procurados PSD, União Brasil e MDB. Este último terá alguma representação no ministério de Lula com a figura de Tebet, que atuou ativamente na campanha de Lula no segundo turno.
 

Aliados dizem acreditar que os partidos tendem a compor a base de Lula, mesmo com defecções internas.
 

Gleisi, que conduz as negociações políticas, deverá ter conversas nesta semana com Baleia Rossi, presidente do MDB, Gilberto Kassab, presidente do PSD, e Luciano Bivar, da União Brasil.
 

O presidente do MDB disse à Folha que não está preocupado com cargos. "Não queremos uma relação fisiológica pois isso já prejudicou o MDB no passado. Queremos compromisso com uma agenda de crescimento do país. Com pautas convergentes como a reforma tributária e outras mais", disse Baleia.
 

Pelas promessas de Lula, o número de ministérios será expandido de 22 para ao menos 32. O PT pretende usá-las para acomodações políticas. O ex-presidente tem sido cobrado a apresentar os nomes, sobretudo os que comandarão os ministérios econômicos, mas não deu indícios de que fará isso antes de dezembro.
 

Aliados de Lula traçaram um cenário em que a base de apoio no Senado começaria com 51 das 81 cadeiras e, na Câmara, com 312 das 513.
 

Integrantes do MDB defendem a formação de um bloco com União Brasil, que teria 20 senadores e 101 deputados, para pensar a sucessão da Câmara e do Senado, além da aprovação de pautas prioritárias.
 

Lula pode, entretanto, compor uma aliança com o centrão de Arthur Lira (PP-AL), hoje com Bolsonaro.
 

Em paralelo, Lula pretende aproveitar sua presença na reunião global sobre o clima, a COP27, que ocorrerá no Egito a partir deste final de semana, para reforçar a imagem de um líder empenhado no enfrentamento às mudanças climáticas.

Bahia Notícias

Abertura da COP27 trava em discussão sobre financiamento para perdas e danos

Segunda, 07 de Novembro de 2022 - 08:40


por Phillippe Watanabe e Ana Carolina Amaral | Folhapress

Abertura da COP27 trava em discussão sobre financiamento para perdas e danos
Foto: Reprodução

A COP27, conferência da ONU (Organização das Nações Unidas) sobre mudanças climáticas, apelidada como a "COP da implementação", começou neste domingo (6) em Sharm El-Sheikh, no Egito, "travada" por discussões que levariam à concretização da inserção de financiamento para perdas e danos na agenda oficial do evento. A evolução quanto ao tema é tida como ponto essencial para o sucesso da atual COP.
 

A inclusão já era esperada para o início dos trabalhos da COP27, mas, mesmo assim, os representantes dos Estados adentraram a madrugada de sábado para domingo discutindo o detalhamento da inclusão de perdas e danos na agenda. É a primeira vez que o financiamento associado ao tema entra oficialmente na agenda de uma COP.
 

No primeiro dia da conferência, a questão foi amplamente tratada como uma vitória. O presidente da COP27, Sameh Shoukry, que é ministro das Relações Exteriores do regime ditatorial do presidente Abdel Fattah al-Sisi, falou sobre um esforço hercúleo de consultas entre os países nas 48 horas anteriores.
 

"É uma questão reconhecida pela maior parte da comunidade internacional como fundamental", afirmou Shoukry em entrevista coletiva após a abertura oficial da COP27.
 

"A questão das perdas e danos precisa ser propriamente abordada, e o tempo chegou para o fazermos. Os países, especialmente os mais vulneráveis e menos desenvolvidos, precisam receber o apoio necessário para atingir suas metas climáticas. Dinheiro é a questão crítica para lidar com a magnitude da crise", afirmou Simon Stiel, secretário-executivo da convenção-quadro da ONU para mudança climática, que, na cerimônia de abertura, citou o sofrimento de comunidades devido aos efeitos da crise do clima.
 

Apesar de, no primeiro dia de COP, já ser pronunciado um discurso vitorioso sobre a inclusão do financiamento para perdas e danos, este é somente um passo inicial básico para a atual conferência climática. Vale lembrar que o evento ocorre na África, no Sul global, o que torna ainda mais latente a questão do financiamento climático.
 

Basicamente, as negociações caminharam com grande dificuldade sem a oficialização das discussões sobre dinheiro para perdas e danos. E o pedido por financiamento destinado exclusivamente a esse fim não é algo novo.
 

Já houve oficialização de debate sobre o assunto na COP26, em Glasgow, a partir do Diálogo de Glasgow, que levantou discussões sobre os mecanismos de financiamento em 2022.
 

O tema pode parecer banal. Afinal, qual seria o problema de destinar mais recursos para o problema real e já visível da crise climática?
 

Mas há, pelo menos para os países desenvolvidos. Há o receio de que os mecanismos de perdas e danos venham atrelados à ideia de compensação. Ou seja, existe uma preocupação de que o dinheiro signifique que os países ricos estão "compensando" sua gritante responsabilidade nas catástrofes climáticas que afetam outras nações --especialmente as mais vulneráveis.
 

Uma conexão entre essas ideias poderia resultar em valores exorbitantes.
 

Não se pode esquecer, além disso, que há uma névoa de certa desconfiança entre países desenvolvidos e em desenvolvimento. Afinal, a já antiga promessa de disponibilização, até 2020, de US$ 100 bilhões por ano de financiamento climático aos países em desenvolvimento não foi concretizada.
 

Apesar do discurso de vitória no primeiro dia, também é importante lembrar que somente foi decidida a inclusão do tema do financiamento na pauta da COP. Deve haver um cabo de guerra entre os tipos de ações possíveis para o atual momento.
 

Os países desenvolvidos provavelmente tentarão empurrar decisões de fato sobre mecanismos de financiamento para até 2024 --vale lembrar do período de crise que o mundo vive devido à invasão da Ucrânia pela Rússia, o que impactou questões energéticas europeias e as finanças ao redor do globo, isso sem contar a segurança, considerando as diversas menções que o presidente russo Vladimir Putin fez sobre armas nucleares.
 

Já os países em desenvolvimento devem tentar já tirar algo mais concreto da COP27 --vale lembrar os efeitos devastadores da crise do clima, como a inundação gigantesca no Paquistão, que matou mais de mil pessoas e impactou a vida de milhões.
 

POR TERMINAR
 

Não foi só a agenda da COP27 que sofreu com o atraso. No primeiro dia de conferência, a própria estrutura física do evento ainda está para ser finalizada. Diversos estandes de países e organizações ainda faziam ajustes nas estruturas, apesar de parte do público já circular pelos corredores.
 

O atraso se deve ao forte esquema de segurança e vigilância que cerca a COP27, no Egito, que levou a atrasos em envios de matéria-prima. De última hora, chegou a ocorrer, inclusive, descredenciamento de pessoas responsáveis pelas montagens dos estandes
 

O estande oficial do Brasil, que hospeda também diversas organizações setoriais nacionais, como a CNI (Confederação Nacional da Indústria) e a CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária), era um dos que ainda buscava se organizar devidamente.
 

Vídeos e dados sobre o potencial energético brasileiro encobrem toda a frente do grande estande construído pelo governo Jair Bolsonaro. O foco ali é a capacidade do país na área de energias verdes.
 

Ao mesmo tempo, há quase nenhuma atenção à Amazônia ou a outros biomas nacionais. Em um canto ao lado da entrada do estande, que é cercado por pedaços de cana-de-açúcar pintadas de verde --assim como diversas paredes do local--, há uma área destinada a uma "experiência Amazônica". Folhas esverdeadas também decoram parte da área externa do estande.
 

Curiosamente, a área oficial do governo brasileiro é vizinha do estande (comparativamente menor) do Consórcio da Amazônia Legal, grupo criado pelos governadores da região no início do mandato de Bolsonaro. Com o grupo, os governantes amazônicos buscavam a possibilidade de contornar o governo federal para buscar verbas internacionais --afinal, ficou extremamente comprometida a imagem ambiental brasileira durante o atual governo.
 

Poucos passos para frente está o terceiro espaço brasileiro na COP27, o Brazil Climate Action Hub, estande da sociedade civil nacional.

Bahia Notícias

  

Em Sergipe tem sinecuras de menos para lulistas demais

em 7 nov, 2022 8:21

Adiberto de Souza 


A derrota do candidato a governador Rogério Carvalho (PT) apavorou uma legião de lulistas interessados nas sinecuras existentes no Executivo sergipano. Muitos destes come e dorme começaram a mamar nas tetas públicas desde a eleição do saudoso Marcelo Déda (PT), em 2006. Boa parte deles, porém, perdeu as boquinhas em 2020, quando o PT rompeu com Edvaldo Nogueira (PDT) para disputar, sem sucesso, a Prefeitura de Aracaju. Este ano, outros tantos foram desmamados do Estado após Rogério ter abandonado o barco governista para tentar carreira solo. Durante a campanha, os petistas e agregados confiantes na vitória de Carvalho já rascunhavam quais as melhores aspones para se aboletar a partir de 2023, mas a derrota os deixou desconsolados, sem rumo. Claro que a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para a Presidência da República vai garantir ao PT a maioria dos cargos federais em Sergipe, porém estes são poucos para atender o grande número de interessados numa mamata que pague bem e não exija em troca qualquer trabalho. Home vôte!

Criatura contra o criador

Esta não foi a primeira nem será a última vez que a criatura se rebela contra o seu criador. Estamos falando da nota oficial divulgada pela Universidade Tiradentes, informando “que não se envolve institucionalmente em questões de cunho político-partidário, nem dá apoio a nenhum partido ou candidato, respeitando sempre a pluralidade de ideias”. Nada demais, se o casal fundador da Tiradentes, professores Jouberto e Amélia Uchoa não tivessem participado de uma manifestação golpista organizada por bolsonaristas e que pede intervenção militar no Brasil. Creindeuspai!

Dia do Radialista

Comemora-se hoje o Dia do Radialista. A data é uma homenagem ao compositor e comunicador Ary Barroso, mas a comemoração neste 7 de novembro ainda gera confusão, pois durante muito tempo as celebrações ocorriam no dia 21 de setembro. Entretanto, uma lei federal assinada em 2006 transferiu para 7 de novembro o dia de homenagem aos radialistas. Ainda assim, muitos passaram a comemorar nas duas datas. Então, tá!

Entre a política e a polícia

Veja o que publicou no Jornal da Cidade a amiga Thais Bezerra: “O ex-prefeito de Capela, Manoel Sukita (Republicanos), está irritadíssimo porque, em cumprimento a decisão judicial, a Polícia apreendeu o carro que ele viajava com a esposa. A apreensão ocorreu porque o veículo está em nome do ex-deputado federal Valdevan Noventa (PL), que enfrenta sérios problemas na Justiça de São Paulo devido denúncias de crimes no Sindicato dos Motoristas daquele estado. O ex-prefeito reclamou por ter ficado a pé na estrada, sendo obrigado a chamar o cunhado para ir socorrê-lo. Recomenda-se a Sukita beber um refresco de maracujá bem gelado para se acalmar”. Creindeuspai!

Boca de siri

E o vereador pastor Diego (PP) ainda não deu um pio sobre a denúncia de que é falso o Título de Cidadão Aracajuano concedido por ele ao ministro da Saúde, Marcelo Queiroga. Segundo a vereadora Linda Brasil (Psol) e seu colega Anderson de Tuca (PDT), a honraria é fake news, pois não foi aprovada pelo plenário Câmara. Aliás, se o discurso que o pastor Diego fez, outro dia, na igreja evangélica se referia à desejada vitória de Jair Bolsonaro (PL), também se revelou falso: “Quando Deus nos escolhe para a vitória, meu irmão, pode guardar no seu coração, que Aquele que prometeu, Ele é fiel para cumprir”. Por não ter prometido nada, Deus não cumpriu e o vitorioso foi Lula (PT). Marminino!

Juntando os cacos

Chegou a hora de a oposição sergipana juntar os cacos da derrota sofrida nas últimas eleições. Cabe aos derrotados sacudirem a poeira da surra eleitoral e consolar os aliados que ainda não dispersaram para a banda vitoriosa. Ressalte-se que a tarefa das lideranças oposicionistas é muito árdua, penosa até. Ademais, se a missão de juntar os cacos não for executada a contento, a folgada vitória do governador eleito Fábio Mitidieri (PSD) pode antecipar a aposentadoria de muita gente que ainda se acha grande liderança política. Danôsse!

Bem na fita

Sergipe tem o segundo menor endividamento no Nordeste e um dos menores no Brasil. Esta informação da Secretaria do Tesouro Nacional deixou o governador Belivaldo Chagas (PSD) sorrindo de orelha a orelha. Segundo ele, esta excelente posição alcançada pelo estado é fruto do pagamento em dia da folha de pessoal e dos fornecedores, além da retomada do investimento em obras e projetos, sem comprometer as finanças. “Tenho muita alegria de estar finalizando esta gestão deixando um legado de estado organizado, preparado para o futuro, muito diferente do que encontramos”, discursa Belivaldo. Legal!

Bico fechado

E quem anda de bico fechado é o ex-prefeito de Itabaiana, Valmir de Francisquinho (PL), o popular “Pato Rouco”. O radialista Gilmar Carvalho (PL) tentou lhe arrancar algumas declarações, mas o emplumado se recusou a conceder entrevista. Disse preferir dar “mais um tempo” ao tempo. Pelo visto, o “Pato” decidiu botar a viola no saco após obter 457.922 votos no 1º turno das eleições, vê-los todos anulados, e não ter conseguido eleger Rogério Carvalho (PT) governador de Sergipe. Ao que parece, Valmir vai levar um bom tempo até resolver cantar em outra freguesia que não seja a sua Itabaiana. Misericórdia!

De volta ao batente

Após ter se esbaldado no animado Pré-Caju, o governador eleito Fábio Mitidieri (PSD) viaja, amanhã, à Brasília visando reassumir seu mandato na Câmara Federal. Com a chegada do pessedista no Congresso, o deputado Alexandre Figueiredo (PSD) voltará à condição de suplente. Mesmo retomando as atividades parlamentares, Mitidieri vai participar ativamente do processo de transição em Sergipe, a ser coordenado pelo vice eleito Zezinho Sobral (PDT). Ah, bom!

Ausência notada

Uma das ausências notadas no Pré-Caju 2022, encerrado ontem, foi a do ex-governador Jackson Barreto (MDB). Aliás, desde a derrota do postulante ao governo Rogério Carvalho (PT) que JB tomou chá de sumiço, a ponto de ter desaparecido do Instagram, onde era muito ativo. Nem mesmo a estupenda vitória do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) devolveu a alegria ao veterano político. Após ter recusada a sua candidatura ao Senado, Jackson chutou o pau da barraca governista para se juntar aos petistas na disputa pela chefia do Executivo sergipano. Deu com o burro n’água e escafedeu-se. Cruz, credo!

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Publicado em 10 de maio de 2026 por Tribuna da Internet Facebook Twitter WhatsApp Email Ouvidoria do Senado é comandada por Ciro Nogueira Ra...

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