segunda-feira, outubro 17, 2022
Redes sociais:Vídeo que mulher acusa Rogério agressão verbal viraliza
em 17 out, 2022 4:02
Blog Cláudio Nunes: a serviço da verdade e da justiça
“O jornalismo é o exercício diário da inteligência e a prática cotidiana do caráter.” Cláudio Abramo.
E desde o último sábado, 15, as redes sociais e os grupos de WhatsApp, em todo o Estado de Sergipe, viralizaram um vídeo onde uma senhora, do município de Itaporanga D`Ajuda, afirma que foi agredida verbalmente pelo candidato ao governo, o senador Rogério Carvalho. No vídeo, e possível ver que Rogério está falando exaltado e gesticulando com as mãos bem próximo ao rosto da senhora. A mulher explica que ele tentou cumprimentá-la duas vezes e ela não aceitou.
O vídeo postado nas redes sociais:
Rogério diz que foi alvo de ofensa religiosa
Em matéria divulgada pelo portal Fax Aju, o candidato ao Governo de Sergipe, Rogério Carvalho (PT), esclareceu que foi tentativa de “deturpar a verdade dos fatos por parte de apoiadores do candidato de Belivaldo Chagas (PSD)”. Ao Fax Aju, Rogério explicou que “o ato aconteceu no momento em que Rogério cumprimentava moradores e, educadamente, se direcionou à comerciante. Ela, de maneira ríspida, negou o cumprimento, alegando que “era filha de Deus”, numa clara ofensa à fé de Rogério Carvalho, que tem formação religiosa e fez, inclusive, parte da Pastoral Universitária, durante período que cursou Medicina na (UFS). “Fui cumprimentar esta senhora, gentilmente, e, além dela recusar, ela justificou que a recusa era porque ela era filha de Deus. Ela quis dizer que eu não sou filho de Deus? Doeu muito ouvir isso. Ainda mais pra mim, que fui formado na pastoral universitária, minha formação é religiosa. Eu apenas quis mostrar isso para ela, que parecia estar disposta a me ofender”, explicou Rogério Carvalho. Toda matéria aqui.
TSE: Ministro Ricardo Lewandowski nega liminar e seguimento à ação rescisória impetrada pela assessoria jurídica de Valmir de francisquinho, candidato ao governo. O ministro explica que no momento do julgamento do registro de candidatura Valmir de Francisquinho possuía condenação por abuso de poder econômico. Toda decisão aqui:Decisão tse
Através de Ação rescisória no TSE, Valmir de Francisquinho tentou concorrer no 2º turno com pedido validade dos votos dele Em ação rescisória eleitoral protocolada no sábado, 15, a coligação encabeçada por Valmir de Francisquinho, pediu ao TSE para que o candidato possa concorrer já no dia 30. Em nota, o candidato disse que a ação foi motivada pela decisão do TSE restabelecer seus direitos políticos. “Esse relevante fato novo motivou a decisão de promover o ajuizamento da Ação Rescisória, buscando reparar uma injustiça de grandes proporções”, afirmou. A ação rescisória aqui: Protocolo – Ação Rescisória – Destino de Sergipe Leia nesta edição também a nota de esclarecimento da coligação.
Filho de Valmir, Talysson retorna a Assembleia amanhã, 18 Após ter sido condenado por abuso do poder econômico e cassado, em junho passado, Talysson de Valmir (PL) vai reassumir o mandato de deputado estadual amanhã. A posse acontecerá no gabinete do presidente da Assembleia, Luciano Bispo (PSD). Talysson tinha sido condenado com o pai, pelo TRE/SE e perdido o mandato. Com o retorno de Talysson sai o suplente Robson Viana, pupilo de Jackson Barreto, que também ficou como suplente na eleição deste ano.
Adesão do Fundador da Obra Social N. Sra. da Glória – Fazenda da Esperança, Frei Hans a Bolsonaro provoca Carta de um grupo de 327 amigos, membros e ex-membros do Movimento dos Focolares, filhos do carisma de Chiara Lubich “Apoiar esse desespero é perigoso. Inconsequente. Temos que evitar a manipulação do discurso religioso, que pode colocar em risco não apenas a democracia e a seguridade social do país, mas atacar diretamente a instituição da Fazenda da Esperança.” leia aqui Carta: CARTA A FREI HANS
Cassado pelo TSE e acusado de desvios, Valdevan declara apoio a Rogério Deu no site FAN F1: O deputado federal Valdevan Noventa, cassado por ter cometido fraudes em sua prestação de contas da campanha de 2018, declarou apoio a Rogério Carvalho neste segundo turno.
Investigação “Eu acredito na mudança. O povo sergipano quer mudança, quer mais saúde, mais segurança, mais educação, mais emprego e mais oportunidade”, postou Valdevan em suas redes sociais. Além de perder o mandato pelas fraudes, Valdevan é alvo de investigação por suposto desvio de dinheiro do Sindmotoristas, o sindicato que preside em São Paulo (SP).
Lagarto: Sintese convoca Assembleia Geral hoje, 17, após prefeitura não pagar o retroativo do magistério O Sindicato dos Trabalhadores em Educação Básica do Estado de Sergipe (SINTESE), subsede Centro-Sul, convocou para hoje, 17, uma Assembleia Geral Extraordinária para cobrar da prefeitura de Lagarto, o reajuste salarial do magistério, referente aos meses de janeiro a abril de 2022.
Luta A luta pelo piso é antiga, já que a prefeitura não queria pagar a atualização em 33,23%, alegando dificuldades financeiras, mas os dirigentes sindicais e a comissão de negociação mostraram que não há qualquer obstáculo financeiro para o cumprimento da Lei 11.738/2008.
Posicionamento da prefeita O diretor do Departamento de Bases Municipais do SINTESE, professor Benizário Júnior, chegou a dizer que: “O magistério de Lagarto tem sofrido nos últimos anos um achatamento absurdo em seus vencimentos e não aceitará qualquer perda de direitos”. A categoria aguarda o cumprimento da lei, bem como o posicionamento da prefeita Hilda Ribeiro, que prefere manter distância das reuniões.
Coletiva Danielle Garcia A delegada Danielle Garcia, presidente Estadual do Podemos e que foi candidata ao Senado nas eleições deste ano realizará hoje, 17, às 7h20, no Hotel Delmar, em Aracaju uma coletiva. Na ocasião, Danielle Garcia irá anunciar sua decisão de apoio nas eleições do segundo turno ao Governo do Estado.
Propriá: Dr. Valberto reúne aliados para reforçar apoio a Fábio O prefeito de Propriá, Dr. Valberto, reuniu aliados no último sábado, 15, para reforçar a candidatura de Fábio 55. Na ocasião, Valberto tranquilizou seus aliados quanto ao apoio de Luciano de Menininha a Fábio. Explicou que por ele não havia problema e que fariam campanhas distintas, cada um com o seu grupo, já que a eleição é estadual. Entre as novas adesões William Mala – UB que obteve mais de 900 votos em Propriá para deputado estadual
Três policiais rodoviários federais do caso Genivaldo são presos pela PF Os três policiais rodoviários envolvidos na abordagem que causou a morte de Genivaldo de Jesus Santos foram presos preventivamente na sexta-feira por determinação da Justiça Federal em Sergipe. William de Barros Noia, Kleber Nascimento Freitas e Paulo Rodolpho Lima Nascimento foram presos pela Polícia Federal (PF). Eles passaram por exame de corpo de delito e audiência de custódia e, na sequência, foram transferidos para o Presídio Militar de Sergipe, em Aracaju.
Aracaju: Audiência Pública abordou Paulo Freire na Câmara de Vereadores ‘Paulo Freire Vive: A Construção da Educação como Prática de Liberdade’ foi o tema da Audiência Pública promovida na Câmara de Vereadores de Aracaju, na sexta-feira,14, véspera do Dia dos Professores.
Palestrantes A vereadora Ângela Melo (PT), que também integra a direção nacional da CUT, convidou as palestrantes Marilene Santos (Professora da UFS), Ana Lúcia Vieira (professora, liderança política e fundadora do SINTESE) e Sandra Beiju (Professora da Rede Básica/SINDIPEMA) para debate aprofundado sobre o tema. A vereadora Linda Brasil (Psol) coordenou a mesa da audiência pública. Acesse o link e confira a audiência pública na íntegra https://www.youtube.com/watch?v=6A0SfBSUXEE
Reflexo Para a vice-presidenta do SINTESE e da CUT Sergipe, a professora Ivônia Ferreira, que também participou da audiência pública, a reflexão sobre Paulo Freire é urgente no Brasil nos dias de hoje. “O educador Paulo Freire é uma referência importante para todos e todas nós que estamos em sala de aula. Paulo Freire colocou na ordem do dia a necessidade de compreender o aluno em sua realidade, pois o aluno não é um armazém de informações recebidas, ele tem sentimentos, e sua própria dimensão do mundo real”, afirmou Ivônia.
Síndico censura apoio a Lula em prédio de Aracaju Em um condomínio localizado no bairro Farolândia, em Aracaju/SE, os moradores estão sendo proibidos de prestar apoio a Lula através de bandeiras penduradas nas janelas ou nas varandas. No entanto, a mesma medida não vem sendo aplicada em relação a Bolsonaro.
Comunicado Em comunicado fixado na área pública, a administração do condomínio diz que, “o condomínio pode proibir bandeiras de times, partidos políticos e entre outros grupos”. Porém, sobre a bandeira do Brasil, que vem sendo utilizada por apoiadores de Bolsonaro, alega que é permitida porque “trata-se de um simbolo nacional, não pertence a nenhum grupo ou partido político”.
Manifestação explicita É de conhecimento amplo e notório que Bolsonaro e seus apoiadores vêm utilizando a bandeira do Brasil como suposto símbolo de seu governo e da sua candidatura. O síndico em questão, certamente, não desconhece o significado específico da bandeira do Brasil nessas eleições. O mesmo possui vídeos nas suas redes sociais gravados ao lado de Bolsonaro, rendendo apoio a ele. Nas legendas de suas postagens, o síndico faz questão de utilizar a bandeira do Brasil, como uma manifestação de apoio a Bolsonaro.
Engodo jurídico O comunicado da administração do condomínio sustenta que “o art. 11 da lei 5700/71 permite que ela seja hasteada e a convenção do condomínio não pode proibir”. Porém, o referido artigo em nada excetua o uso das bandeiras nacionais em casos em que bandeiras forem proibidas nas fachadas por convenção do condomínio. Trata-se de um engodo jurídico.
Subterfúgio Como esse subterfúgio vem sendo aplicado por um síndico profissional, é possível que esteja sendo utilizado em outros prédios da cidade. Assim, o síndico busca dar um verniz de legalidade à censura aos condôminos que apoiam Lula. E a permissão, exclusiva, à manifestação em favor do seu candidato, Jair Bolsonaro.
NOTA DE ESCLARECIMENTO
A COLIGAÇÃO O POVO QUER, composta pelos partidos PTB, PL, PATRIOTA, PROS e PMN e VALMIR DOS SANTOS COSTA, candidato ao cargo de governador do estado de Sergipe, informam à população sergipana que na data de hoje (15/10/2022) foi ajuizada Ação Rescisória Eleitoral com pedido de liminar perante o Tribunal Superior Eleitoral.
A defesa de VALMIR DE FRANCISQUINHO sempre acreditou na plausibilidade dos embargos de declaração e na improcedência da AIJE que o condenou por abuso do poder econômico e por, supostamente, ter usado indevidamente, na campanha do seu filho Talysson, a cor azul quando era prefeito de Itabaiana/SE.
No último dia 13/10/2022 o TSE reformou essa decisão, promovendo a absolvição de VALMIR DE FRANCISQUINHO que teve seus direitos políticos restabelecidos. Esse relevante fato novo motivou a decisão de promover o ajuizamento da Ação Rescisória, buscando reparar uma injustiça de grandes proporções.
Referida demanda objetiva que a vontade soberana do povo sergipano materializada em 457.922 VOTOS venha a ser respeitada e o princípio democrático de observância ao sufrágio popular seja observado.
Por fim, o candidato VALMIR DE FRANCISQUINHO agradece as manifestações de apoio e carinho da população sergipana.
Aracaju/SE, 15 de outubro de 2022.
PELO TWITTER
www.twitter.com/alessandromolon
A PF acaba de prender investigados pelo desvio de R$ 69 milhões do SUS por meio do Orçamento Secreto. Como denunciei quando instituíram esse absurdo, a falta de transparência é ambiente ideal p/ corrupção. A verdade está começando a aparecer. É só uma questão de tempo, Bolsonaro!
www.twitter.com/Rafael_Parente
CORRUPÇÃO NO ORÇAMENTO SECRETO:
A Justiça Federal autorizou a prisão de 8 pessoas e o bloqueio de 57 milhões de reais em lavagem de dinheiro.
Isso é o que foi descoberto de apenas UMA cidade.
O orçamento do Jair é o maior escândalo de corrupção da história do Brasil.
Acabo de ver e ouvir por aí comentarista dizer que “o Nordeste carrega Lula nas costas”. Eu diria que o Nordeste carrega a preservação da Democracia nas costas. Mais justo.
“Como as democracias morrem”, episódio 38 – O governo da Turquia aprovou lei que prevê 3 anos de prisão para jornalistas que divulguem “desinformação” (de acordo com o governo, claro).
Estou há dias alertando que esse orçamento secreto vai colocar muita gente na cadeia. Gente graúda!!!!
Fui juiz federal por 12 anos; atuei como juiz convocado no TRF 1ª Região por 2 anos; fui secretário geral do Conselho Nacional de Justiça; sou professor de Direito há 28 anos. E afirmo: NUNCA HOUVE ESQUEMA TÃO GRANDE DE CORRUPÇÃO COMO O “ORÇAMENTO SECRETO” que Bolsonaro alimentou
Frase do Dia
“Eu não troco a justiça pela soberba. Eu não deixo o direito pela força. Eu não esqueço a fraternidade pela tolerância. Eu não substituo a fé pela superstição, a realidade pelo ídolo.” Ruy Barbosa. ATUALÍSSIMO!
INFONET
TSE atende ao PT e abre investigação sobre privilégio a Bolsonaro na rádio Jovem Pan
Publicado em 16 de outubro de 2022 por Tribuna da Internet

Jovem Pan tem de justificar sua opção por apoiar Bolsonaro
Deu em O Tempo
O corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Benedito Gonçalves, determinou neste sábado (15) a abertura de uma investigação para apurar o suposto uso indevido de meios de comunicação e tratamento privilegiado dado pelo grupo Jovem Pan à candidatura do presidente Jair Bolsonaro (PL).
Gonçalves concordou com argumentos apresentados pela coligação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e deu cinco dias para que Bolsonaro e seu vice, Braga Netto (PL), além de Antônio Augusto Amaral de Carvalho Filho, presidente do grupo Jovem Pan, apresentem defesa.
NOTÍCIAS FALSAS – “É possível constatar da leitura dos trechos e do acesso aos vídeos que, em um efeito cíclico, os comentaristas da Jovem Pan não apenas persistem na divulgação de afirmações falsas sobre fatos (coisa que difere da legítima opinião que possam ter sobre a realidade), como somente se mostram capazes de ‘explicar’ as decisões a partir de novas e fantasiosas especulações, trazidas sem qualquer prova, de que haveria uma atuação judicial favorável um dos candidatos”, escreveu o corregedor-geral na decisão.
“Na programação, o teor dos julgamentos -que poderia informado, debatido e inclusive criticado- cede espaço para especulações, sem nenhum fundamento em evidência fática, sobre conchavos políticos e sobre imaginária manipulação de pesquisas e mesmo dos resultados das eleições”, justificou, acrescentando:
”É também explorado, de forma recorrente e calcada apenas na percepção subjetiva dos diversos comentaristas, o sentimento de medo, procurando-se incutir nos ouvintes que riscos como um ‘golpe de esquerda’, fechamento de igrejas e domínio do crime organizado rondam o cenário eleitoral”.
TRATAMENTO PRIVILEGIADO – Benedito Gonçalves disse ainda que a Jovem Pan, “em programas de grande audiência”, tem reverberado discursos de Bolsonaro “sem significativo contraponto”, o que “constitui indício de tratamento privilegiado a candidato, prática vedada às emissoras de rádio e televisão a partir do término das convenções”.
A proibição mencionada pelo ministro do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) consta na lei das eleições, que impede que emissoras de rádio e televisão, após as convenções, deem tratamento privilegiado a candidato, partido ou coligação.
Apesar de concordar com a argumentação da equipe jurídica de Lula, Gonçalves negou pedidos liminares (urgentes) feito pela campanha do PT.
FATOS CONCRETOS – A coligação de Lula havia pedido que o TSE determinasse que a Jovem Pan deveria conceder “tratamento isonômico aos candidatos ao cargo de Presidente da República, de modo a cessar o tratamento privilegiado ao candidato Jair Bolsonaro”.
Gonçalves entendeu que isso seria uma mera repetição do que já estabelece a lei e que cabe a quem se sentir lesado apontar os fatos concretos em que a isonomia não foi seguida, para apuração da Justiça.
O mesmo argumento foi usado para negar requerimento de liminar para que a Jovem Pan fosse obrigada a se abster de veicular “fatos sabidamente inverídicos e descontextualizados em relação ao candidato Luiz Inácio Lula da Silva e ao processo eleitoral”.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – De lado a lado, jamais se viu uma campanha eleitoral tão suja e abjeta, numa disputa vexaminosa, com apresentação de um festival de argumentos sórdidos e abomináveis. De parte a parte, repita-se. Resta saber se a Jovem Pan tem privilégios no recebimento de verbas públicas. (C.N)
Juristas discutem se Moraes está ultrapassando seus limites ao se tornar o “xerife” do Brasil
Publicado em 17 de outubro de 2022 por Tribuna da Internet

Charge do Miguel Paiva (Site Brasil 247)
Flávio Ferreira
Folha
O caminho adotado pelo presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Alexandre de Moraes, para anular a instauração de inquéritos pela Polícia Federal e pelo Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) sobre a atuação de institutos de pesquisas, divide especialistas ouvidos pela Folha.
Há divergência sobre se a medida de Moraes está conforme as atribuições de um presidente do TSE ou se ele extrapolou o seu limite de atuação. A determinação do ministro não teve origem em um pedido do Ministério Público ou de outros interessados, como é a regra geral no sistema da Justiça. Esse tipo de conduta do Judiciário, que não depende de uma provocação externa, é chamada de “atuação de ofício”.
PODER DE POLÍCIA – Para justificar a anulação da abertura de investigações pela PF e pelo Cade, órgãos de outro Poder, o Executivo, Moraes invocou o poder de polícia atribuído pela lei à Justiça Eleitoral. De acordo com o despacho de Moraes, o objetivo foi “fazer cessar as indevidas determinações realizadas por órgãos incompetentes e com indicativos de abuso de poder político e desvio de finalidade”.
O presidente Jair Bolsonaro (PL) criticou nesta sexta (14) a decisão de Moraes. “Começaram aí o Cade e a PF a investigar institutos de pesquisa. O que ele fez? Não pode investigar. Ou seja, institutos vão continuar mentindo, e nessas mentiras quantos votos não arrastam para o outro lado? Geralmente, vota em quem tá ganhando, 3 milhões, 4 milhões de votos”, disse ele em entrevista ao podcast Paparazzo Rubro-Negro.
Para o ex-procurador regional eleitoral em São Paulo Pedro Barbosa, “está tudo fora do normal”, uma vez que são atípicas tanto as medidas da PF e do Cade como a decisão de Moraes.
É QUESTÃO ELEITORAL? – Barbosa, porém, afirma não ver ilegalidade na conduta do ministro. Segundo o especialista em direito eleitoral, o presidente do TSE pode atuar para preservar a competência da Justiça Eleitoral nos casos relativos a pesquisas.
“É uma matéria eleitoral muito clara, há toda uma regulamentação de pesquisas dada pela lei 9.504 [a chamada Lei das Eleições], inclusive a previsão de crimes, como pesquisa fraudulenta. Então há competência da Justiça Eleitoral. Mas a ação do presidente do TSE realmente é uma novidade”, diz.
O ex-procurador eleitoral alerta que “o protagonismo da Justiça não é normal e não é bem-vindo”, mas diz que, “ante os exageros dos órgãos do governo e o momento crucial da campanha eleitoral, o ministro teve de atuar para coibir os abusos contra a legislação eleitoral”.
FORA DO PADRÃO – Ana Carolina Clève, presidente do Instituto Paranaense de Direito Eleitoral (Iprade), também vê a conduta de Moraes como fora do padrão, mas não ilegal.
“Em regra, o Judiciário age mediante provocação, sendo atípica a atuação de ofício. Mas diante dessas estratégias nada usuais [dos órgãos federais], o Judiciário precisa encontrar mecanismos de controle. É isso que acaba por legitimar essa atuação do Moraes”, diz.
Para Clève, “o Direito está sendo colocado à prova”. “Há diversas estratégias jurídicas sui generis sendo usadas para finalidades evidentemente políticas. E, do outro lado, acaba havendo certa criatividade nos mecanismos de controle para que se tenha um ‘freio de arrumação’ no conflituoso contexto”.
OUTRA OPINIÃO – Já a advogada especialista em direito penal eleitoral Maria Jamile José entende que o poder de polícia eleitoral não deve interferir em medidas como as adotadas pela Polícia Federal e pelo Cade quanto aos institutos de pesquisa. “É de se questionar a atuação de ofício, pois o poder de polícia que o Tribunal Superior Eleitoral tem em relação aos institutos de pesquisa não se estende aos outros órgãos”, afirma.
A advogada também aponta que o tribunal eleitoral não deveria tratar de temas de outros órgãos do Executivo.
“E mesmo nesse caso é de se questionar sua competência, porque, a priori, o TSE não é instância revisora do Cade nem do Ministério da Justiça [ao qual a PF está vinculada]”, completa.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Em tradução simultânea, vamos colocar ordem na bagunça. A decisão de Moraes não é “ilegal”, porque não existe lei proibindo presidente do TSE de fazer isso ou aquilo. Bem, não é decisão ilegal, mas atípica, antiética e amoral. Já faz tempo que Moraes, com a cumplicidade dos ministros do STF, passou a agir com “xerife” em faroeste caboclo, sem obedecer aos limites da magistratura, prendendo, multando e acontecendo, sempre com base em interpretações jurídicas mais do que questionáveis. Dá até para imaginar Moraes lendo jornal no gabinete e exclamando: “Vou intervir aqui!”, “Vou intervir ali!”, “Vou intervir acolá!”, como se tudo fosse atribuição sua. Sem a menor dúvida, ele se comporta igual a um Bolsonaro jurídico, agindo acima da lei e da ordem. Até quando? Ninguém sabe, porque o país virou uma incógnita. Se perguntarem ao Datafolha o que é o Brasil, o instituto responderá que é 14% disto, 21% disso, 12% daquilo, e o resto se divide em brancos, nulos, abstenções e não sei… (C.N)
domingo, outubro 16, 2022
Debate na Band: Lula e Bolsonaro trocam ataques sobre pandemia e acusações de corrupção
Rafael Galdo
O combate à pandemia pelo governo federal gerou um dos confrontos inaugurais da noite deste domingo entre o presidente Jair Bolsonaro (PL) e ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no primeiro debate do segundo turno entre os dois candidatos, na TV Bandeirantes. O petista responsabilizou o atual mandatário pelas mais de 600 mortes pela Covid-19 e pelo atraso na vacinação no país, lembrando episódios como o vídeo em que seu adversário imitava uma pessoa com falta de ar . Bolsonaro rebateu, defendeu que sua gestão e disse que comprou 500 milhões de doses de imunizantes para quem quisesse se vacinar. O encontro dos dois, então, virou uma troca de acusações, numa disputa de narrativas em que os dois se chamavam de "mentirosos" nos vários temas trazidos à tona, das obras de transposição do Rio São Francisco à distribuição de fake news.
Debate da Band: QG bolsonarista vê momento ruim após episódio do ‘pintou um clima’
Ao vivo: Lula e Bolsonaro fazem primeiro embate do segundo turno; colunistas comentam
Logo no começo do debate, quando a pandemia dominava o embate, Lula chamou o adversário de rei da fake news e da estupidez.
— O senhor debochou, riu, disse que quem tomasse vacina virava jacaré, homossexual, deixou as pessoas morrerem afogadas sem oxigênio em Manaus. Virou vendedor de remédio que não servia pra nada. Não respeitou o Butantan e a Fiocruz, que são laboratórios de excelência — disse Lula. — Os números estão aí. Você é o rei da fake news, o rei da estupidez, de mentir para a sociedade brasileira. Você mentiu sobre a vacina. — E o Brasil carrega a pecha de ser o país que tem mais mortes pela Covid. É lamentável. E mais ainda, o senhor não se dignou a visitar uma família que perdeu alguém para a Covid. Depois, para parecer bonzinho, foi ao enterro da rainha da Inglaterra, quando poderia ter visitado centenas de pessoas que morreram de Covid aqui. Disse que não morreram crianças. Morreram duas mil crianças de Covid — acusou Lula.
Logo em seguida, foi a vez de Bolsonaro tentar desmentir as declarações de Lula:
— Seu Lula, entenda uma coisa. Os enterros eram com caixão lacrado. Não se podia ir a enterros. Nem familiares. E eu visitei hospitais, sim. O senhor que não tem conhecimento. Só que eu não precisou fazer propaganda do que faço. Me preocupei com cada morte no Brasil — afirmou o atual presidente. — Repito. Nós compramos 500 milhões de doses de vacina. O Brasil foi exemplo do mundo no tocante à vacinação. Menos de um mês depois da primeira dose aplicada do mundo, o Brasil começou a aplicar. E todas as vacinas foram compradas pelo governo federal. Nos orgulhamos desse trabalho. Salvamos milhões de vida. Se fosse alguém do seu governo, alguém do consórcio Nordeste, vocês teriam roubado tudo e tinha morrido muita gente cuja morte poderia ter sido evitada — acrescentou depois.
Em meio às acusações mútuas foram trazidos temas como a CPI da vacina e as denúncias com relação ao pedido de uso emergencial dos imunizantes da Covaxin. "A CPI provou que tinha gente negociando US$ 1 por cada dose de vacina", disse Lula, antes de Bolsonaro afirmar que o Brasil foi um dos primeiros países do mundo a decretar estado de emergência, mas o governo teria sido "ignorado por aqueles que queriam o carnaval a qualquer preço".
Fake news e controvérsia sobre pedofilia
Um tema central nesta corrida eleitoral, a distribuição de fake news foi mais enfaticamente discutida após pergunta da jornalista Patrícia Campos Melo, no segundo bloco. Primeiro a responder, Lula pontuou os processos no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para retirar do ar trechos da campanha bolsonarista.
— Trinta e seis fake news o TSE tirou dele. Numa demonstração de que faz parte do cotidiano dele. A imprensa publica fartamente que são pelo menos seis ou sete mentiras por dia contadas, brinca de falar mentira. Levanta de madrugada, tem vontade, vai e conta uma mentira. Faz uma live, e conta mentira. Levanta até 1h da manhã pra fazer live.
Em sua vez de se pronunciar, Bolsonaro, então, tocou, na controvérsia da semana, depois de a internet ter sido inundada por um vídeo em que o atual presidente afirma que "pintou um clima" com adolescentes venezuelanas na comunidade de São Sebastião, nas proximidades de Brasília – declaração interpretada de maneira diferente pelos dois lados da disputa.
Mais cedo, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes, havia determinado a remoção de vídeos postados por perfis da campanha de Lula em redes sociais que reproduziram a fala de Bolsonaro sobre as venezuelanas ou qualquer conteúdo relacionado ao tema. Moraes também tinha decidido que a campanha se abstivesse de promover novas manifestações sobre "os fatos tratados" em representação protocolada pela campanha do atual presidente. No debate, Bolsonaro elogiou a determinação de Moraes, ministro que o presidente e bolsonaristas recorrentemente questionam.
— Lula, se você não mentisse, não seria você. Me chama o tempo todo de miliciano, genocida, canibal. No seu último programa, influenciado por Gleisi Hoffmann, me acusou de pedofilia. Tentando me atingir no que tenho de mais sagrado: defesa da família brasileira, das crianças. Ato contínuo o que aconteceu no dia de hoje: o senhor Alexandre de Moraes dá uma sentença contrária a essas fake news, essas mentiras. E diz a sentença: “ a postagem realizada pela representada Gleisi Hoffmann, presidente do PT, em 15 de outubro, se descola da realidade por meio de inverdades, fazendo uso de recortes, encadeamentos inexistentes, da falas gravemente descontextualizadas do representante jair bolsonaro, com o intuito de induzir o eleitorado negativamente" — afirmou.
Lula só tocou no assunto mais tarde. Disse que Bolsonaro foi obrigado a acordar à 1h para
Nordeste em foco
Em diferentes momentos, Bolsonaro também tentou se dirigir aos nordestinos, inclusive no tema da pandemia, ao criticar os governadores do Consórcio Nordeste, que se uniram para tentarem tomar medidas contra a Covid-19. A região do país, onde Lula tem ampla vantagem sobre Bolsonaro nas pesquisas de intenção de voto, também foi citada por Bolsonaro quando o debate girou em torno do Auxílio Brasil. E voltou ao foco quando Bolsonaro questionou Lula sobre a transposição do Rio São Francisco.
— Era pra ter acabado em 2010, no seu governo. Passou para 2012, governo Dilma (Rousseff). Só que o Brasil vivia uma explosão de corrupção. O senhor negou água para os seus irmãos nordestinos — disse o atual mandatário. — O senhor fez uma obra que não chegava a lugar nenhum. Pegamos uma obra parada há quase dez anos. O senhor desviou, sim, foi muito dinheiro para a corrupção. Tudo tinha corrupção no seu governo — completou.
Veja também: Moraes manda plataformas e campanha de Lula excluírem vídeo de Bolsonaro dizendo que 'pintou um clima' com venezuelanas
Ao rebater o rival, Lula o chamou de "cara de pau", e defendeu as obras realizadas durante seu governo.
— Se tem uma coisa que é cara de pau, é a cara de pau desse cara. Fiz 88% das obras do São Francisco. Ele fez 3,5%. Da mesma forma que ele fala que fez ferrovia, a 163. Tudo feito pelo governo do PT, mais de 80% das obras feitas. Quando eu tomei posse em 2003, o Fernando Henrique Cardoso estava fazendo uma ponte lá na divisa Minas-Mato Groso. E eu fui lá inaugurar. E fiz justiça ao FHC, disse que era dele. Você poderia ter pelo menos sensatez, e dizer que “essa obra aqui é do presidente Lula", foi mais competente que eu, ele fez a obra, vou só dar um empurraõzinho para acabar — disse o ex-presidente.
Mais tarde, Bolsonaro voltou a atacar:
— A grande verdade: o senhor não fez nada, a não ser transpor dinheiro para o seu bolso e seus amigos.
Complexo do Alemão
Lula trouxe à cena também as polêmicas nas redes sociais após sua visita, na semana passada, ao Complexo do Alemão, conjunto de favelas na Zona Norte do Rio de Janeiro. Na ocasião, Lula usou um boné com a sigla CPX, que designa "complexo". Na internet, grupos associaram o acessório à criminalidade.
— Fui no Complexo do Alemão, povo extraordinário, trabalhador. E ali, não tinha bandido. Tinha mulher e homens que trabalham. Os bandidos o senhor sabe onde estão. Tinha um vizinho seu que tinha 100 armas dentro de casa. Não morava na favela do Complexo do Alemão, morava em um apartamento na Avenida em Copacabana. Achar que bandido está só no lugar dos pobres... Os bandidos estão, na verdade, no lugar dos ricos. Os pobres são trabalhadores e eu vou voltar ao Complexo do Alemão. Porque não foram os presos que votaram em mim, foi o povo brasileiro — disse.
Anteriormente, Bolsonaro errou o nome do Complexo do Alemão, que ele chamou de Complexo do Salgueiro (conjunto de comunidades que fica no município de São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio).
— O senhor esteve atualmente no Complexo do Salgueiro. Não tinha nenhum policial ao seu lado, só traficante. Tanto é verdade a sua afinidade com traficantes, com bandidos, que nos presídios do Brasil, a cada cinco votos, o senhor teve quatro votos — afirmou Bolsonaro.
Durante a visita ao Complexo do Alemão, Lula percorreu a Avenida Itaoca, via que atravessa o conjunto de comunidade, onde estão instaladas escolas, Clínica da Família e uma UPA. Na agenda, o ex-presidente se encontrou com lideranças comunitárias da região.
Orçamento secreto
Ao falar sobre o orçamento secreto, Bolsonaro se enrolou na reposta.
— Falam que eu comprei o Legislativo, mas eu vetei. Se eu comprei, eu tenho voto. [Mas] tenho aqui uma lista de 13 deputados do PT que receberam recurso do tal Orçamento Secreto. Eu não tenho nada a ver com isso. Primeiro, que tenho caráter. Esse Orçamento foi criado por Rodrigo Maia, uma pessoa que queria tirar tirar poder de mim. Eu jamais daria dinheiro para essa turma toda aqui, se não estivesse votando comigo — disse o candidato do PL.
Petrolão
Bolsonaro insistiu em diferentes momentos em debater as denúncias do Petrolão, escândalo de corrupção na Petrobras, e cobrou respostas de Lula sobre o assunto.
— Foi o maior esquema de corrupção da história da humanidade. O endividamento da Petrobras com desvio de recursos, com compra de refinarias como de Passadina. Com o começo da construção de três refinarias: uma no Maranhão, outra em Pernambuco, outra no Rio de Janeiro. Não concluiu nenhuma. Só ali se enterrou R$ 90 bilhões — disse o atual mandatário. —Lula, responda sobre Petrolão — continuou.
O ex-presidente lembrou medidas de seu governo que teriam fortalecido a Petrobras em seu governo. E rebateu o seu rival.
— Se houve corrupção na Petrobras, prendeu-se o ladrão que roubou e acabou. Porque no nosso governo nada era escondido. A gente não tinha sigilo, não tinha sigilo do filho, da filha, do cartão de crédito, das casas, nada — disse. — Se houve corrupção na Petrobras, não precisava ter quebrado as empresas como foi quebrado. Você prendesse quem roubou e deixasse as empresas trabalhando, porque foram 4,4 milhões de empregos que se foi para a casa do chapéu. Por isso, meu caro, não tenho nenhum problema em explicar o Petrolão e o Petrolinho. Eu quero ver você explicar a forma sigilosa que você colocou tantas coisas na sua vida.
'Pintou um clima': assunto dominante antes do debate
O embate entre os dois ocorre após uma semana intensa na campanha, de eventos de Lula no Nordeste e no Complexo do Alemão, e da passagem de Bolsonaro pela Basílica de Aparecida, no feriado da última quarta-feira. E se inicia com a pressão nas alturas, depois da polêmica sobre as jovens venezuelanas. Logo ao chegar ao estúdio da Band, o atual mandatário se manifestou sobre o assunto.
— Vocês acompanharam as últimas 24 horas, as mais terríveis da minha vida. Uma acusação infame, sórdida de pedofilia, (...) potencializada pela presidente do PT. Tentaram me atingir naquilo que é mais sagrado par mim, que é a defesa da família e das crianças. Agora há pouco, uma decisão do senhor ministro Alexandre de Moraes (do TSE), simplesmente mandando retirar toda e qualquer matéria nesse sentido, dizendo que foi descontextualizada e agressiva — afirmou.
Lula, por sua vez, criticou o comportamento de Bolsonaro:
— Do Bolsonaro pode se esperar tudo. Não é a primeira vez que ele zomba, que ele faz coisa que não deveria fazer. É a molecagem que ele sempre faz. Ele é assim, parece que vai terminar a vida assim zombando das coisas sérias.
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O debate desta noite tem formato diferente do convencional: desta vez, os candidatos não precisam ficar parados em seus lugares, mas podem caminhar livremente pelo palco enquanto respondem aos questionamentos, em um modelo já adotado na mesma emissora, no embate de segundo turno entre os candidatos ao governo de São Paulo – Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Fernando Haddad (PT). O debate é organizado por um pool de veículos, que inclui também a TV Cultura, UOL e a Folha de S. Paulo.
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