domingo, junho 19, 2022

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Parada LGBT+ começa com Paulista cheia e críticas a Bolsonaro

 Domingo, 19 de Junho de 2022 - 19:20


por Gustavo Fioratti | Folhapress

Parada LGBT+ começa com Paulista cheia e críticas a Bolsonaro
Foto: Celso Tavares / G1

A avenida Paulista foi tomada neste domingo (19) por pessoas com bandeiras de arco-íris. Depois de dois anos de interrupção devido à pandemia, a Parada do Orgulho LGBT+ voltou a lotar a principal via de São Paulo —e trouxe com ela um tom político.
 

Com milhares de participantes, a expectativa é que este seja um dos maiores eventos realizados na cidade desde o início da crise sanitária, em março de 2020. A Covid causou o cancelamento das duas últimas edições presenciais da Parada.
 

O tema escolhido para este retorno às ruas foi "Vote com Orgulho", uma referência às eleições de outubro. A organização disse que o objetivo era realizar um evento de caráter suprapartidário, mas a maior parte das manifestações traziam críticas ao atual governo.
 

Desde a concentração, ainda pela manhã, muitos manifestantes carregavam cartazes ou bandeiras contra Jair Bolsonaro (PL).Vendedores também ofereciam material contra o presidente ou que faziam alusão a dois símbolos da oposição: a vereadora carioca Marielle Franco, morta em 2018, e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
 

Diversos políticos também compareceram na Paulista para prestigiar o evento, como o deputado Orlando Silva (PCdoB-SP) e Guilherme Boulos (PSOL), pré-candidato a uma vaga na Câmara.
 

A ex-prefeita de São Paulo Marta Suplicy também compareceu e fez coro às críticas ao governo, mas sem mencionar diretamente Bolsonaro.
 

"Não é um momento qualquer da nossa história. Nós estamos num retrocesso civilizatório. Tudo o que faz com que tenhamos respeito uns com os outros é o que estamos perdendo nesses anos", disse ela.
 

O atual prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), até o momento não compareceu e nem confirmou presença —tradicionalmente, o chefe do Executivo da cidade costuma ir à Parada. O único a não comparecer ao menos uma vez nas últimas duas décadas foi João Doria (PSDB), que em 2017 foi representado pelo então vice, Bruno Covas (PSDB).

Bahia Notícias

E aquela do Groucho Marx? As frases entraram para a cultura e são estudadas pelos sociólogos

 

Eu pretendo viver para sempre, ou... Groucho Marx - PensadorRuy Castro
Folha

Ao saber que o homem com quem estava conversando tinha 17 filhos, Groucho Marx espantou-se: “Puxa, eu também fumo charuto. Mas costumo tirá-lo da boca de vez em quando”. E, quando um padre com quem cruzou num aeroporto lhe disse que a mãe dele era sua grande fã, Groucho respondeu: “Não sabia que vocês tinham mães! Achava que eram filhos da Imaculada Conceição!”.

Ao ler minha coluna de domingo último (5) com as frases de Dorothy Parker, um amigo perguntou quem seria o equivalente masculino de Dorothy em tiradas rápidas. A resposta é, claro, Groucho Marx.

SÓCIO DE CLUBE – Sua frase mais famosa, “Não entro para clubes que me aceitam como sócio”, entrou para a cultura e é citada por linguistas, sociólogos e economistas. Mas ele deixou muitas outras dignas de estudo.

Quando sua filha Miriam foi proibida de frequentar uma piscina por ser judia, Groucho a defendeu: “A mãe dela não é judia. Donde Miriam é meio-judia. Tudo bem se ela entrar na piscina só da cintura para baixo?”.

Em 1958, ao saber que o Japão estava sendo assolado pelo rock’n’roll, comentou: “Bem feito por nos terem mandado a Gripe Asiática”. E, quando um aspirante a humorista enviou-lhe o livro que acabara de publicar, Groucho escreveu de volta: “Do momento em que recebi o seu livro até fechá-lo quase morri de tanto rir. Um dia pretendo lê-lo”.

CANCELAR ASSINATURA – Em carta para a revista “Confidential”, especialista em reportagens difamatórias sobre famosos cujos processos não davam em nada e a faziam vender milhões, Groucho ameaçou: “Se vocês continuarem a publicar esses artigos sórdidos a meu respeito, advirto que cancelarei minha assinatura”. Os artigos pararam.

E, jogando bridge com os amigos, o insuportável filho do anfitrião não deixava que eles se concentrassem. Groucho chamou o garoto em particular. Minutos depois, voltou sozinho e garantiu:

“Ele ficará quieto no banheiro por muito tempo. Ensinei-o a se masturbar”.

⛪ 5ª NOITE - NOVENÁRIO DE SÃO JOÃO BATISTA - Jeremoabo - Bahia

Bancado por advogado, Nunes Marques vai de jatinho a Paris para final da Champions

 Domingo, 19 de Junho de 2022 - 16:20


Bancado por advogado, Nunes Marques vai de jatinho a Paris para final da Champions
Foto: Fellipe Sampaio/SCO/STF

Com despesas pagas por um advogado, o ministro Kassio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal, fez uma viagem bate-e-volta de Brasília a Paris no fim do mês passado para assistir à final da Champions League e a jogos do torneio de tênis de Roland Garros.

 

De acordo com o Metrópoles, o tour incluiu, ainda, o GP de Mônaco de Fórmula 1, disputado naquele mesmo fim de semana. Kassio fez a viagem na companhia de pelo menos um de seus filhos. O jatinho usado pelo ministro é um luxuoso Citation X. O custo da viagem foi de, pelo menos, R$ 250 mil.

 

A aeronave, de prefixo PR-XXI, tem como sócio o advogado Vinícius Peixoto Gonçalves, dono de um escritório no Rio de Janeiro.

 

Foi o advogado quem pôs o avião à disposição do ministro para a viagem. Vinícius Gonçalves atua em processos em curso no STF e já foi denunciado pelo Ministério Público Federal como operador financeiro do ex-ministro das Minas e Energia Edison Lobão. O nome dele apareceu nas investigações sobre pagamentos de propina relacionados às obras da usina nuclear de Angra 3.

 

Nunes Marques embarcou no setor de aviação executiva do aeroporto de Brasília no fim da tarde de 26 de maio, uma quinta-feira. Depois de uma escala rápida em Cabo Verde, na costa africana, o jatinho particular seguiu direto para o aeroporto de Le Bourget, nas proximidades de Paris.

 

A viagem de volta a Brasília teve início na segunda-feira, dia 30. O ministro pousou na cidade no início da madrugada de terça.

 

Procurado pela coluna, inicialmente Kassio Nunes Marques preferiu não se manifestar. Já no início da madrugada deste sábado, ele enviou uma nota em que diz lamentar a publicação do que classifica como “informações falsas”, mas não esclarece por que embarcou em um avião pertencente a um advogado que tem causas no STF.

 

Ele não nega ter viajado a Paris no jatinho de Vinícius Gonçalves. Sustenta que o advogado não pagou qualquer despesa sua. E dá a entender que o conheceu naquele fim de semana. Novamente, o ministro não explica quem custeou a excursão.

 

“Vinícius Gonçalves, citado pela reportagem, não pagou qualquer despesa do ministro. O advogado também nunca pôs avião à disposição do ministro. Nunca tiveram contato anterior à viagem, nem pessoal, nem telefônico”, afirma a nota.

 

O texto, em seguida, recorre a um tempo verbal incomum, o pretérito mais-que-perfeito, para negar que Kassio Marques tenha aproveitado a oportunidade para ver jogos do torneio de Roland Garros e o GP de Mônaco.

 

“O jornalista também erra ao afirmar ter ocorrido um tour, pois o ministro jamais fora (sic) a Mônaco ou a Roland Garros. A matéria, portanto, baseia-se em informações erradas para criar um contexto que não existe”, prossegue.

Bahia Notícias

Mais um homem diz ter matado Bruno e Dom; PF fala em oito suspeitos

 Domingo, 19 de Junho de 2022 - 16:40

por Folhapress

Mais um homem diz ter matado Bruno e Dom; PF fala em oito suspeitos
Foto: Reprodução / TV Globo

Preso no sábado (18) por suspeita de participação nas mortes do indigenista Bruno Pereira e do jornalista britânico Dom Phillips (ver mais aqui e aqui), Jefferson da Silva Lima, conhecido como Pelado da Dinha, confessou ter sido também um dos executores dos assassinatos, de acordo com participantes da investigação ouvidos pela Folha.
 

Além dele, Amarildo Oliveira --o Pelado-- admitiu ter realizado os disparos contra o indigenista e o jornalista. Foi Pelado quem conduziu as equipes de busca ao local onde os corpos foram encontrados, numa mata às margens do rio Itaquaí (AM), na última quarta-feira (15).
 

O terceiro preso é o irmão de Amarildo, Oseney Oliveira, conhecido como Dos Santos. Os investigadores ainda apuram se ele disparou contra Bruno e Dom ou se ajudou na ocultação dos cadáveres.
 

A Polícia Federal informou neste domingo (19) que, além dos três presos, outros cinco suspeitos já foram identificados por terem participado da ocultação dos cadáveres de Pereira e Phillips.
 

"O comitê de crise, coordenado pela Polícia Federal do Amazonas, informa que até o momento há três suspeitos presos pela morte do indigenista Bruno Pereira e do jornalista Dom Phillips e outras cinco pessoas já foram identificadas por terem participado da ocultação dos cadáveres", diz o comunicado da PF.
 

De acordo com a perícia feita pela Polícia Federal, os dois foram mortos com armas de caça. O indigenista foi atingido por três tiros, enquanto o jornalista foi morto com um disparo.
 

O exame, realizado pelos peritos da PF, indica que a morte de Dom Phillips foi causada por "traumatismo toracoabdominal por disparo de arma de fogo com munição típica de caça, com múltiplos balins [chumbinhos presentes em cartuchos de espingarda], ocasionando lesões principalmente sediadas na região abdominal e torácica".
 

Já a morte de Bruno Pereira foi "causada por traumatismo toracoabdominal e craniano por disparos de arma de fogo com munição típica de caça, com múltiplos balins".
 

A PF diz ainda que, segundo a perícia, o indigenista foi atingido por dois tiros no tórax/abdômen e um outro tiro na face/crânio.
 

Os exames ocorrem em Brasília e a expectativa das autoridades é que os corpos sejam liberados até quarta-feira (22).

Ex-aliado, Alcolumbre trai Bolsonaro e se alia a Lula para se reeleger como senador

Publicado em 19 de junho de 2022 por Tribuna da Internet

Alcolumbre diz que maior prejudicado com apagão no Amapá é o irmão dele

Alcolumbre agora faz campanha no palanque dos petistas

Camila Zarur
O Globo

Ex-aliado do Palácio do Planalto e correligionário do pré-candidato à Presidência do União Brasil, Luciano Bivar, o senador Davi Alcolumbre (União-AP) deve engrossar o palanque do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no Amapá. O parlamentar, que presidiu o Senado de 2019 ao início de 2021, participou do lançamento da candidatura de dois nomes do PT no estado na última terça-feira.

A aproximação pode gerar problemas na esquerda. O candidato do PSB ao Senado, João Capiberibe, contava com o apoio dos petistas, com o aval do próprio Lula.

PALANQUE DO PT – Alcolumbre compareceu e discursou no ato de lançamento das pré-candidaturas de Paulo Nogueira e Socorro Nogueira, ambos postulantes ao Legislativo, na cidade amapaense de Santana. Ele dividiu o palco com o presidente do PT no estado, Antonio Nogueira, e o pré-candidato ao governo Clécio Luís (Solidariedade), apoiado pelos petistas.

— Estamos aqui para apresentar ao Amapá um novo recomeço, uma nova história — afirmou o senador no discurso, ao lado dos aliados.

A costura que leva o PT ao mesmo palanque de Alcolumbre e Clécio não é a que Lula planejava. Seu partido vinha negociando o apoio a Lucas Abrahão (Rede) na disputa pelo governo do estado e a Capiberibe na corrida para o Senado.

NOVOS RUMOS – De acordo com Antonio Nogueira, em uma reunião no último sábado, o diretório do PT no Amapá decidiu abraçar o projeto do pré-candidato do Solidariedade. O dirigente afirmou que, com a decisão, o apoio se estende a quem mais estiver no palanque de Clécio.

— Como já foi dito, a prioridade é eleger o presidente Lula. Clécio dará palanque a Lula, e Alcolumbre está coligado a ele. Então não há problemas, Alcolumbre diz que vai com todo mundo — disse Nogueira ao GLOBO.

A decisão do diretório estadual vai na direção oposta do que queria o presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira. Na semana passada, ele havia afirmando que o seu partido e o PT teriam candidatos únicos ao Senado e ao governo no Amapá, e estes seriam Capiberibe e Lucas Abrahão, respectivamente. O PT, por sua vez, indicaria o candidato a vice na composição.

SEM ADESÃO – Segundo Nogueira, no entanto, não houve adesão dos membros do partido no estado à chapa Abrahão-Capiberibe. Na reunião do diretório estadual, 77 petistas votaram a favor do apoio a Clécio, enquanto apenas quatro se opuseram e 12 se abstiveram. O presidente do PT no Amapá informou que levará a decisão do diretório à executiva nacional petista.

— O PSB e a Rede não são da nossa federação. Nossa federação é com o PCdoB e com o PV. Os três acordaram de apoiar Clécio, não teve nenhum conflito de interesses. Se os três quiseram, quem vai intervir? — aposta Nogueira.

O apoio do PT amapaense a Clécio vai unir no mesmo palanque Lula, Alcolumbre e o PL, partido do presidente Jair Bolsonaro. O chefe da sigla no estado, deputado estadual Vinícius Gurgel, já disse que estará ao lado do pré-candidato do Solidaridade. “Aí é problema do PL, que se rendeu ao candidato do Lula” — ironiza Nogueira.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG –
 Alcolumbre não tem caráter e estará sempre aliado a quem estiver à frente nas pesquisas. Este é seu estilo, à frente da famiglia mais mafiosa da Amazônia, que investe simultaneamente no narcotráfico e na política, duas atividades que estão cada vez mais próximas naquela região do país. (C.N.)

Se as famílias exigirem, a União terá de indenizá-las pelas mortes de Bruno Pereira e Dom Phillips


O que se sabe e o que falta esclarecer nos assassinatos de Dom e Bruno

Governo abandonou os índios e também quem os defende

Jorge Béja

Caso as famílias do indigenista Bruno Pereira e do jornalista Dom  Phillips, em conjunto ou separadamente, decidirem dar entrada na Justiça Federal com ação indenizatória contra o governo federal (União), a petição inicial das ações nem precisa ser longa, com transcrições da doutrina, da jurisprudência, do raciocínio jurídico lógico. Nada disso.

Todos os fatos são públicos e notórios. E, como tais, dispensam comprovação a teor do artigo 374, I, do Novo Código de Processo Civil: “Não dependem de prova os fatos notórios”. E também não dependem de prova aqueles fatos “em cujo favor milita presunção legal de existência e veracidade” (NCPC, artigo 374, III).

ABANDONO TOTAL – É público e notório que, de longa data e mais agravado no governo de Jair Bolsonaro, o governo federal não protege os povos indígenas, seus territórios e a própria Amazônia. Que o garimpo, a pesca, a derrubada da floresta e muitos outros delitos não são fiscalizados nem impedidos, daí possibilitando a clandestinidade e impunidade das ações criminosas.

É público e notório também que muitos outros indigenistas ou não indigenistas foram assassinado por proteger a floresta e por denunciar os crimes, desde Chico Mendes a Bruno e Dom.

É público e notório, com repercussão internacional, que Bruno e Dom foram assassinados pela falta de policiamento preventivo e ostensivo naquela região, tão bela quanto medonha, onde impera o crime organizado.

DEVER DE INDENIZAR – A responsabilização civil da pessoa jurídica de direito público — no caso, a União —- decorre de ação ou inércia. Da ação e/ou da omissão. O jurista Aguiar Dias nos deixou um raciocínio prático e incontestável a respeito do dever de indenizar que recai sobre o poder público. Disse e deixou escrito Aguiar Dias:

1 – O serviço não existiu.

2 – O serviço existiu, mas retardou a ser prestado.

3 – O serviço existiu, não retardou, mas foi mal prestado.

Ocorrendo qualquer destas hipóteses — diz Aguiar Dias — o dever de indenizar o dano causado é imperioso e indiscutível.

A Funai existe. Mas está mal aparelhada e sem condições de proteger a floresta, quem vai à floresta e os povos indígenas. Então, o serviço existe, mas não atende às necessidades para o qual foi criado.

HOUVE DENÚNCIA – Foi amplamente noticiado recentemente que os indígenas avisaram à Funai terem avistado embarcações de pesca e garimpo atravessando seus territórios. A Funai recebeu a denúncia dos indígenas e respondeu que não dispunha de equipe para entrar em ação. Que o pelotão era de apenas dois soldados, uma espécie de dupla de Cosme e Damião. E mais: respondeu a Funai que sua única embarcação de combate não tinha farol e que não poderia navegar no escuro, pois já era noite.

Portanto, caso as ações judiciais venham ser propostas pelas famílias, o advogado que elaborar a petição pouco vai precisar escrever. Muito pouco mesmo. Conheço bem este ramo do Direito. Chama-se Direito das Obrigações. Tenho mais de 40 anos dedicados à prática advocatícia de casos análogos (assassinato de pessoas pela ausência do policiamento estatal, preventivo e ostensivo). É o caso.

A Responsabilidade Civil que recai sobre a União no tocante ao dever de indenizar os familiares da vítima, é indiscutível. Basta pedir que a Justiça condenará a União. O prazo para acionar o governo é de cinco anos. Após, consuma-se a prescrição em favor da União

Diversos lances da Alvorada Jeremoabo 2022

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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