terça-feira, fevereiro 01, 2022
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Bolsonaro diz que ausência em depoimento da PF foi 'decisão do advogado'
por Hanrrikson de Andrade | Folhapress

O presidente Jair Bolsonaro (PL) disse nesta segunda-feira (31) que a falta a depoimento marcado pela Polícia Federal, na última sexta-feira (28), foi uma "decisão do advogado", em referência às orientações do chefe da AGU (Advogado-Geral da União), Bruno Bianco.
"A decisão foi do advogado. É como um médico, né... Para mim, eu sigo as orientações. Porque, afinal de contas, melhor do que discutir, com todo respeito a vocês da mídia... Tem que discutir nos autos", declarou Bolsonaro em entrevista à TV Record.
A oitiva com o presidente estava marcada para 14h de sexta, em Brasília, por ordem do ministro Alexandre de Moraes. No entanto, o político enviou à PF uma declaração na qual dizia exercer o "direito de ausência".
Na versão da defesa, o posicionamento é respaldado em decisão do Supremo que tratou dos direitos de investigados em apurações policiais.
"Seguindo orientações do advogado-geral da União, Bruno Bianco. Tudo que foi tratado com esse advogado, que nos defende, eu cumpri à risca. E, com toda certeza agora, o plenário do Supremo Tribunal Federal vai decidir essa questão", comentou Bolsonaro na entrevista de hoje.
O presidente é investigado por ter divulgado em suas redes sociais, em agosto do ano passado, documentos sobre uma tentativa de invasão aos sistemas do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). O objetivo do presidente, à época, era questionar a segurança das urnas eletrônicas.
Bahia Notícias
Beto Simonetti é eleito presidente da OAB Nacional com 77 votos válidos
por Cláudia Cardozo

O advogado Beto Simonetti foi eleito presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) na noite desta segunda-feira (31), com 77 votos dos 80 válidos. Foram dois votos brancos e um nulo. Um dos conselheiros não pode votar por estar com Covid-19. A votação foi secreta. A posse será realizada na manhã desta terça-feira (1º), na sede da OAB, em Brasília, a partir das 9h.
Beto Simonetti integra a OAB há quatro mandatos como conselheiro federal pelo Amazonas. Antes de ser eleito presidente, foi diretor-geral da Escola Nacional da Advocacia, corregedor-geral adjunto, ouvidor-geral do sistema OAB e secretário-geral do Conselho Federal. Ele também atuou, dentro da OAB Nacional, pela aprovação do projeto que se tornaria a Lei de Abuso de Autoridade.
Simonetti foi candidato único ao cargo de presidente da OAB Nacional, após Luiz Viana, então vice-presidente da entidade, desistir de disputar o cargo, por não conseguir apoio de pelo menos seis seccionais. Até a eleição da OAB nas seccionais, realizada em novembro do ano passado, havia a possibilidade do ex-presidente da OAB da Bahia se lançar candidato a presidente da Ordem.
Em dezembro de 2021, após o encerramento das eleições nos estados, se percebeu que a candidatura de Luiz Viana seria inviabilizada pela falta de apoios. O desgaste com as outras seccionais surgiu após o rompimento de Viana com o então presidente da entidade, Felipe Santa Cruz, por discordar do envolvimento político-partidário do então chefe da Ordem. Na época, Luiz Viana chegou a lançar o movimento “OAB Sem Partido” e a “OAB é da Advocacia”.
Em 2018, o nome de Luiz Viana era um dos mais fortes para que pudesse assumir a presidência da OAB Nacional, mas um acordo firmado na época fez com que o representante da advocacia da Bahia se candidatasse a vice-presidente, com a promessa que nas eleições deste ano seria apoiado por Santa Cruz. Simonetti foi eleito com o apoio do chamado “partido” da OAB, liderado pelo ex-presidente da entidade, Marcus Vinicius Furtado Côelho.
Não há informações de como a bancada baiana votou nas eleições ocorridas nesta segunda-feira por ter sido voto secreto. Além de Luiz Viana, a bancada baiana é formada pelos conselheiros federais Fabrício Castro (ex-presidente da OAB da Bahia) e Luiz Coutinho.
Bahia Notícias
Ministros do STF criticam postura da AGU no depoimento de Bolsonaro, aponta coluna

Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) não aprovaram a postura da Advocacia-Geral da União no caso do (não) depoimento de Jair Bolsonaro no inquérito que apura se o presidente vazou um documento possivelmente sigiloso.
Segundo informações do Metrópoles, parceiro do Bahia Notícias, um ministro avalia que a AGU cometeu "deslealdade processual" ao pedir adiamento do depoimento, pedido que foi aceito por Alexandre de Moraes e, faltando 11 minutos para acabar o prazo para o presidente comparecer, informar ao ministro que ele não deporia.
A avaliação geral, entretanto, que a culpa no episódio não foi do advogado-geral Bruno Bianco, que é benquisto. Todos entenderam que a "molecagem" — termo usado por um deles — foi de Bolsonaro.
Bahia Notícias
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