domingo, janeiro 09, 2022
Ômicron, vacina infantil, influenza, enchentes, rebelião do funcionalismo. “E daí?”, dirá Bolsonaro
Publicado em 9 de janeiro de 2022 por Tribuna da Internet

Charge do Duke (O Tempo)
Eliane Cantanhêde
Estadão
É uma provocação barata e desnecessária do presidente Jair Bolsonaro sair de um hospital de São Paulo e no mesmo dia pegar outro voo para ir a um jogo de futebol de cantores sertanejos em Goiás. Dos jet-skis, das férias do Natal, das férias do ano-novo e da nova obstrução direto para a campanha eleitoral. Governar, que é bom, necas.
E que tal mandar interromper as férias do seu médico no Caribe para em seguida cair num jogo de futebol, enquanto inundações e enchentes da Bahia se estendem por Maranhão, Tocantins, Paraná, Minas e a própria Santa Catarina das férias presidenciais, ameaçando a vida, as casas e os bens de milhares de brasileiros?
SINAL VERMELHO – Enquanto isso, também, a Ômicron já matou o primeiro brasileiro, em Goiás, e a Covid corre solta mundo afora e acende o sinal vermelho no Rio, São Paulo, Minas, Pernambuco, Bahia, Rio Grande do Sul, além do DF, onde o número de casos deu um salto de 900% do Natal aos primeiros dias de 2022.
Como os brasileiros não deram ouvidos a Bolsonaro e se vacinaram, a contaminação é alta e o índice de mortes, baixo. Tudo isso, porém, está embolado com gripe comum, dengue, até a “flurona”, contaminação por covid e influenza, que confunde a população, atordoa os médicos, pressiona o sistema de saúde.
E o ministro da Saúde? Levou três semanas para se manifestar sobre a autorização da Anvisa para vacinar crianças de 5 a 11 anos. E que manifestação! No conteúdo: menos de 4 milhões de doses para 20 milhões de crianças em janeiro, e as aulas começam em fevereiro. Antes de encomendar as doses, é preciso apurar a “demanda”, ou o quanto os pais querem vacinar seus filhos.
MEROS SERVIÇAIS – Na forma: em vez de conclamar a população para vacinar as crianças e liderar a campanha pró-vacina, segura e necessária para as crianças e para estancar a pandemia, Marcelo Queiroga e seus assessores demonstraram desconforto e resignação diante do inevitável e da pressão da opinião pública.
E enquanto Bolsonaro volta das férias e do hospital para a campanha, o funcionalismo se rebela contra o aumento só de policiais, ameaçando paralisações a partir do dia 18. E o efeito já começou, com dois navios com capacidade de 17,5 mil toneladas de trigo cada no Porto de Santos e 800 caminhões em Roraima. O estopim foi a Receita, mas se espalha pelas demais carreiras de Estado, finanças, segurança, diplomacia e MP…
Assim, 2022 começa com o presidente da Anvisa exigindo retratação, delta, ômicron, crianças sem vacina, influenza, flurona, inundações, rebelião de funcionários e crescimento zero, inflação, juros altos, desemprego e fome. E o presidente? Ah! Viajando em jet ski, carro do Beto Carrero… e na maionese. “E daí?”, dirá Jair Bolsonaro.
Encontrados dois últimos corpos de vítimas de tragédia em Capitólio
Foto: Divulgação / Corpo de Bombeiros de Minas Gerais
Desmoronamento de rocha terminou com 10 mortos e mais de 30 feridos09 de janeiro de 2022 | 16:38Os corpos das duas últimas vítimas desaparecidas no desmoronamento de um bloco de pedras no lago de Furnas, em Capitólio (MG), foram encontrados agora à tarde, informou o Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais. Segundo a corporação, a tragédia deixou um saldo de dez mortos e pelo menos 32 feridos.
O oitavo corpo havia sido resgatado de manhã. Os corpos foram levados para o Instituto Médico Legal de Passos (MG), onde estão sendo identificados com a ajuda de papiloscopistas enviados pela Superintendência da Polícia Federal em Belo Horizonte.
Os trabalhos de busca tinham recomeçado às 5h de hoje (9) e envolveram cerca de 50 pessoas, entre bombeiros e militares da Marinha. Ao todo, 11 mergulhadores do Corpo de Bombeiros atuaram na operação.
A Marinha do Brasil empregou sete embarcações – quatro lanchas e três motos aquáticas. Ao todo, 30 militares trabalharam na operação: 20 no local do desastre e 10 no centro de coordenação montado no município de São João Batista do Glória, perto de Capitólio.
As operações haviam sido interrompidas às 19h de ontem (8) por falta de visibilidade. O desabamento ocorreu por volta das 12h30 desse sábado, quando um grande bloco de pedra se desprendeu do cânion do Lago de Furnas e caiu sobre pelo menos três lanchas. Duas embarcações afundaram.
Em relação aos feridos, a maioria sofreu ferimentos leves, mas pelo menos duas pessoas tiveram fraturas expostas e passaram por cirurgias em hospitais da região. Vídeos nas redes sociais mostraram o momento do desabamento, no principal ponto turístico do passeio de lancha, com duas cachoeiras na entrada do cânion.
Agência Brasilhttps://politicalivre.com.br/TSE endurece regras sobre compartilhamento de informações falsas para Eleições 2022

O Tribunal Superior Eleitoral endureceu as normas que valerão para as eleições gerais de 2022, incluindo aquelas referentes à propaganda eleitoral. As informações são da Agência Brasil.
Entre as regras aprovadas em dezembro de 2021, estão o enrijecimento das normas relativas ao compartilhamento de informações falsas sobre candidatos, partidos e o processo eleitoral.
A pessoa responsável por divulgar fake news ficará sujeita à pena de detenção de dois meses a um ano, além de multa. A mesma punição será aplicada para quem produzir conteúdo inverídico.
A pena aumenta para quem contratar terceiros com a finalidade de emitir comentários para ofender a honra ou desabonar a imagem de um candidato, partido ou coligação. Será de dois a quatro anos de prisão e multa de R$ 15 mil a R$ 50 mil.
“Isso quer dizer que eventuais mentiras espalhadas intencionalmente para prejudicar os processos de votação, de apuração e totalização de votos poderão ser punidos com base em responsabilidade penal, abuso de poder e uso indevido dos meios de comunicação”, alertou o TSE.
Continua proibido a realização de showmício, seja presencial ou online. Porém, está autorizada a realização de eventos com objetivo específico de arrecadar recursos de campanha, desde que não haja pedido de votos.
Bahia Notícias
Orçamento secreto garante R$ 41,6 milhões a ONG de Léo Moura, ex-jogador do Flamengo
Publicado em 9 de janeiro de 2022 por Tribuna da Internet

ONG de Léo Moura tornou-se uma escolinha de subtrair verbas
Breno Pires e André Shalders
Estadão
Ex-jogador de destaque no Flamengo, o hoje empresário Leonardo da Silva Moura, o Léo Moura, se tornou campeão de recursos recebidos da Secretaria Especial do Esporte do governo federal com uma entidade que promove treinamento de futebol para crianças e adolescentes.
Foram liberados ao todo R$ 41,6 milhões para o instituto que leva o nome do ex-atleta nos últimos dois anos por indicação de políticos aliados do Planalto. Mais de um terço (36,5%) do valor foi enviado via orçamento secreto, prática revelada pelo Estadão e usada pelo presidente Jair Bolsonaro para destinar bilhões de reais de dinheiro público a um grupo de parlamentares sem critérios claros, em troca de apoio no Congresso.
LIMA E ALCOLUMBRE – Os padrinhos dos pagamentos à ONG são, principalmente, o deputado bolsonarista Luiz Lima (PSL-RJ) e Davi Alcolumbre (DEM-AP), ex-presidente do Senado.
A quantia destinada ao Instituto Léo Moura entre 2020 e 2021 é quase o dobro do enviado à Confederação Brasileira do Desporto Escolar (CBD), a segunda colocada, com R$ 27,5 milhões. Também supera o que foi enviado a confederações de esportes olímpicos, como a Confederação de Desportos Aquáticos (R$ 9,1 milhões), Ginástica (R$ 8,4 milhões), Vôlei (R$ 8,4 milhões) e Boxe (R$ 7,1 milhões).
O investimento de R$ 41,6 milhões em uma ONG é considerado descomunal por especialistas em gestão esportiva ouvidos pelo Estadão. O Ministério da Cidadania, ao qual a Secretaria Especial do Esporte está vinculada, diz que os recursos foram indicações de parlamentares, com execução obrigatória, ou seja, sem que o governo pudesse escolher para quem enviar.
EXIBIÇÃO ELEITORAL – Questionados, tanto Alcolumbre quanto Luiz Lima defenderam a importância do projeto e negaram irregularidades. Ambos exploram eleitoralmente a iniciativa ao terem suas imagens expostas em banners e em eventos de divulgação das atividades realizadas.
A principal ação do instituto é um projeto de escolinhas de futebol chamado Passaporte para Vitória, que atende, segundo a entidade, 6,6 mil jovens de 5 a 15 anos no Rio e no Amapá – o plano é expandir para 30 mil. As inscrições são feitas por ordem de chegada, sem critério social. A ONG não fornece alimentação nem transporte.
A verba é usada para a manutenção dos espaços e pagamento de funcionários, além da compra de chuteiras, caneleiras, uniformes e até um tipo de paraquedas especial usado em treinamentos para dar resistência a atletas, a R$ 80 a unidade – na internet é possível encontrar item semelhante por R$ 54. Ao todo, 1,6 mil paraquedas custaram R$ 128 mil.
COMPRAS MILIONÁRIAS – No Amapá, 15,6 mil pares de chuteiras e caneleiras foram comprados para atender as seis mil crianças, ao custo somado de R$ 2,1 milhões. O Estado recebeu ano passado 20 escolinhas com os repasses de Alcolumbre, que destinou R$ 15 milhões à entidade via emenda de relator – base do orçamento secreto.
Só na capital, Macapá, funcionam quatro unidades. Léo Moura esteve na cidade quando as atividades começaram, em julho, e posou para fotos ao lado do senador, que divulgou as imagens em seu Facebook.
Os repasses para o instituto, no entanto, começaram antes, por meio de emendas do deputado Luiz Lima, ex-nadador olímpico e ex-secretário nacional do Esporte no governo de Michel Temer. Lima enviou, em 2020, R$ 5,2 milhões para bancar 15 núcleos no Rio, cada um com capacidade para atender até 300 crianças. A foto e o nome do deputado aparecem em banner do Passaporte Para Vitória numa rede social.
FALTAM RECURSOS? – O Estadão esteve em duas das unidades na última quinta-feira, uma em Teresópolis (RJ) e outra em Macapá. Na primeira, as atividades estão suspensas desde novembro e os responsáveis afirmaram que ainda esperam liberação de recursos para retomar as aulas.
No local há apenas um campinho de futebol com menos da metade das dimensões oficiais, sem marcações e grama só nas laterais. Segundo vizinhos que não quiseram se identificar, duas balizas sem rede, também fora do padrão, e um contêiner foram as únicas benfeitorias trazidas pelo projeto ao campo, que já existia.
Em Macapá, por sua vez, um pequeno grupo de crianças participou das atividades na manhã de quinta num campo de grama sintética, bem conservado, com grades novas e iluminação, na orla do bairro Santa Inês, próximo ao centro.
DINHEIRO EM CAIXA – A ONG terminou 2021 tendo utilizado apenas R$ 5 milhões das verbas federais que efetivamente já caíram em sua conta. Apesar disso, novos aportes estão a caminho.
Em 23 de dezembro, o presidente do Instituto Léo Moura, Adolfo Luiz Costa, enviou ofício ao relator-geral do Orçamento, senador Márcio Bittar (PSL-AC), pedindo a liberação de mais R$ 7,032 milhões, “tendo em vista a importância social e o alcance desse trabalho”.
Segundo Léo Moura, o dinheiro adicional, que ainda não foi liberado por questões burocráticas, também foi intermediado por Alcolumbre para o Amapá.
COMPARAÇÃO – Os R$ 41,6 milhões em repasses ao Instituto Léo Moura representam 11% dos R$ 374,7 milhões destinados pela Secretaria Nacional de Esportes desde 2019 para projetos esportivos. A cifra supera o investimento que 24 Estados e o Distrito Federal fizeram, individualmente, no esporte, em 2020. Apenas Bahia e São Paulo aplicaram mais recursos, segundo dados obtidos pela ONG Contas Abertas a pedido do Estadão.
O volume aplicado na entidade do ex-lateral do Flamengo é “extraordinário”, na opinião de Katia Rúbio, professora da Faculdade de Educação da USP.
“É quase um terço da verba pública do Comitê Olímpico Brasileiro, e muito além do que grandes federações recebem. Isso causa estranhamento”, disse a coordenadora do grupo de estudos olímpicos da USP.
MAGIC PAULA – A dificuldade na captação de recursos públicos, por sua vez, foi uma das razões que levou ao fim do Instituto Passe de Mágica, criado pela ex-jogadora de basquete Magic Paula. Fundado em 2004, a entidade fechou as portas após 16 anos de atividades, em dezembro de 2020.
Segundo o ex-diretor executivo do projeto, Ismar Barbosa, a cada ano era mais difícil conseguir dinheiro via Lei de Incentivo ao Esporte. “Após uma análise envolvendo a diretoria e conselho do IPM, foi decidido em 2018 pela descontinuidade progressiva dos atendimento, culminando no encerramento ao final de 2020”, disse Barbosa.
Para o ex-ministro do Esporte Ricardo Leyser, a concentração de recursos na ONG faz parte do contexto da extinção do Ministério do Esporte e do enfraquecimento das políticas públicas de esporte e lazer. “Você acaba atribuindo a entidades que não têm uma relevância esportiva significativa no cenário nacional um papel de protagonista.”
DIZEM OS PADRINHOS – Alcolumbre justifica que, além de atender crianças e adolescentes em todos os municípios do Amapá, o projeto gera empregos. O senador disse ainda que as emendas de relator-geral estão previstas nas leis orçamentárias e possuem “total transparência”.
“O Legislativo e o Judiciário já chegaram a um consenso no aperfeiçoamento da legislação, garantindo maior controle e participação social.”
O deputado Luiz Lima, por sua vez, afirmou que a sua ligação com o projeto é antiga e que a marca Passaporte Para Vitória, inclusive, foi criada por seu chefe de gabinete e, depois, associada ao Instituto Léo Moura. (Colaborou Márcio Dolzan)
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – A matéria enviada pelo sempre atento José Antonio Perez mostra a que ponto chegamos na irresponsabilidade da distribuição do orçamento secreto. É um fenômeno que deixa no chinelo o craque Ronaldinho, que está investindo parte de sua fortuna para recuperar o Cruzeiro. No caso de Léo Moura, o hoje empresário faz caridade com o dinheiro dos outros. (C.N.)
COMO VERIFICAR SE EXISTE RESTRIÇÃO INTERNA NO BANCO?
Nota da redação deste Blog - Estou publicando este vídeo (Link acima), para que os leitores saibam como se defender e procurar seus direitos conta atos arbitrário e ilegais de gerentes de bancos.
Hoje mesmo publiquei no site Reclame Aqui, uma RECLAMAÇÂO contra o Banco do Brasil Agência de Jeremoabo cujo título é:
Cartão de Crédito Bloqueado a revelia sem aviso prévio, ato imoral e ilegal.
TRT5 exigirá comprovante de vacinação em retomada de atividades presenciais

O Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região (TRT5-BA) irá retomar a fase intermediária 3 das atividades presenciais até o dia 20 de janeiro.
Com a suspensão do avanço da fase 4, devido o aumento de números de casos da Covid-19 e o número de internações por síndrome respiratória aguda grave, a Administração do Regional e o Comitê de Retomada Pós-Crise decidiram manter a fase 3.
Para preservar a saúde do público interno e externo que utiliza os prédios e unidades do TRT5, será mantida a exigência do comprovante do ciclo completo de vacinação contra a covid-19 para todos os públicos, na capital e no interior.
Na fase 3 são permitidas audiências e sessões presenciais, porém, o atendimento pelo Balcão Virtual é preferencialmente remoto. Para o público externo, é permitido o atendimento presencial para situações excepcionais, nos casos em que o serviço não possa ser prestado por via remota.
Bahia Notícias
Desta vez o Dr. Barra Torres conseguiu obstruir todas as tripas do presidente Jair Bolsonaro
Publicado em 9 de janeiro de 2022 por Tribuna da Internet

Charge do Sid (Charge Online)
Jorge Béja
Dias atrás foi o camarão. Comido às pressas, o crustáceo ficou preso, inteiro, nas tripas de Bolsonaro. E o “machão” telefonou para o Dr. Antonio Luiz Macedo. Chorando, disse: “Estou morrendo de dor. A coisa está ruim”, implorando que o renomado cirurgião viesse socorrê-lo.
O médico, que estava lá na Conchinchina de férias, voltou ao Brasil, localizou o camarão entupidor das tripas, fazendo com que as fezes descessem latrina abaixo, para alívio presidencial.
AGORA É MAIS GRAVE – Mas agora a situação é outra. É muito mais grave. E não será o “Dr. Macedo” que vai desentupir as tripas de Jair Bolsonaro. A tarefa é do próprio Jair. Enquanto Jair não se retratar, como exige o contra-almirante Barra Torres, presidente da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), o entupimento permanece. E vai acumulando fezes. E fezes acumuladas podem refluir e sair pela boca.
E não será um mero “retiro o que falei, talkey?”, dito no cercadinho. É muito pouco. É nada. Barra Torres quer e merece uma retratação oficial, feita nacionalmente, em pronunciamento pelos meios de comunicação para o Brasil inteiro ouvir.
UMA NOTA HISTÓRICA – Em relação ao recente questionamento do Presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, quanto à vacinação de crianças de 05 a 11 anos, no qual perguntou “qual o interesse da Anvisa por trás disso aí?”, o diretor-presidente da Agência, Antonio Barra Torres, deu uma resposta à altura, que entope as tripas de Jair Bolsonaro para todo o sempre, caso não tenha hombridade de responder a esse repto de um oficial superior que honrou sua farda e agora dignifica o posto civil que hoje ocupa.
Depois de relatar as dificuldades da família para que pudesse se formar em Medicina, o contra-almirante disse que, como cristão, sempre buscou cumprir os mandamentos e, ao contrário do presidente da República, nunca levantou falso testemunho.
RETRATAÇÃO EXIGIDA – “Vou morrer sem conhecer riqueza, Senhor Presidente. Mas vou morrer digno”, assinalou, incisivo. “Se o senhor dispõe de informações que levantem o menor indício de corrupção sobre este brasileiro, não perca tempo nem prevarique, Senhor Presidente. Determine imediata investigação policial sobre a minha pessoa, aliás, sobre qualquer um que trabalhe hoje na Anvisa, que com orgulho eu tenho o privilégio de integrar”, afirmou o dirigente da Anvisa, exigindo retratação.
Agora, a Nação aguarda que o presidente da República cumpra seu dever e venha a público dizer que errou ao irresponsavelmente levantar suspeitas sobre o procedimento dos técnicos da Anvisa, que lutam pela saúde dos brasileiros e não inventam notícias falsas com objetivos eleitoreiros.
Estádio Municipal João Isaias Montalvão
Políticos reagem à nota de Barra Torres endereçada a Bolsonaro

A nota do diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antonio Barra Torres, escrita como uma resposta à declarações do presidente da República Jair Bolsonaro (PL), repercutiu entre a classe política (saiba mais aqui).
Conforme apontou o Poder360, diversos políticos foram até seus perfis nas redes sociais, neste sábado (8), para comentar sobre o assunto. Na última quinta-feira (6), Bolsonaro insinuou que a agência comandada por Barra Torres tivesse algum interesse por trás da autorização para vacinar crianças de 5 a 11 anos contra Covid-19.
Na nota, o diretor-presidente sugeriu a Jair Bolsonaro que abra uma investigação caso tenha indícios de corrupção no órgão ou que se retrate, caso não possua tais provas.
O deputado federal Marcelo Freixo (PSB) e o ex-juiz Sérgio Moro (Podemos) parabenizaram Antonio Barra Torres pelo posicionamento:
Já Randolfe Rodrigues (Rede) disse que a declaração era uma "defesa justa à ciência, à verdade".
Já o ex-ministro do Esporte e deputado federal Orlando Silva (PCdoB) categorizou a nota como um "passa-moleque" no chefe do Executivo nacional.
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