quarta-feira, dezembro 16, 2020

Para entender por que cresce a aprovação de Bolsonaro, é preciso compreender a realidade do país


Pesquisa Datafolha mostra melhora na popularidade de Bolsonaro

Charge do Duke (dukechargista.com.br)

David Coimbra
Zero Hora

Não existe voto errado. Não existe voto de qualidade inferior ou superior. As pessoas, quando votam, expressam seus sentimentos ou suas reflexões a respeito da sociedade em que vivem. Se elas estão se sentindo bem ou se acham que sua vida melhorou, votam na situação. Se estão irritadas por algum motivo, votam na oposição. Ou seja: todos os votos são legítimos, e mesmo não votar ou votar em branco é legítimo também. Essa é a essência da democracia.

Mas, no Brasil, não há, em lugar algum, tal compreensão. Para muitos intelectuais brasileiros, gente de grande prestígio na sociedade, quem votou em Bolsonaro votou errado. Para eles, o eleitor de Bolsonaro é desinformado, ou tolo, ou simplesmente mau.

PRECONCEITO CLARO – Isso é terrível, porque é aos intelectuais que cabe interpretar o país. Se a interpretação é preconceituosa, o preconceito será imortalizado em papel, vira história, se torna verdade.

No entanto, a despeito das opiniões dos intelectuais, a aprovação do governo continua elevada. E, na última pesquisa, publicada nesta segunda-feira, as pessoas consideraram que houve má gestão na crise do coronavírus, mas a maioria isentou Bolsonaro de responsabilidade.

Por quê? Essa é a pergunta: por que grande parte dos brasileiros aprova Bolsonaro e votaria nele outra vez? O que significa Bolsonaro para essas pessoas? O que ele representa?

REJEIÇÃO AO PT – Não é necessário especular muito para concluir que Bolsonaro representa a rejeição ao tipo de governo que fazia o PT. Não que haja repulsa a políticas sociais, não é isso. O que irritou a população foi a perturbação da sua rotina diária.

Protestos interrompendo vias públicas, às vezes paralisando uma cidade inteira; o aumento do número das invasões do MST; a Via Campesina destruindo pesquisas em laboratórios; as repetidas greves dos funcionários públicos.

Junte-se a isso o medo das pessoas de sair às ruas, de parar com seu carro debaixo de uma sinaleira à noite, de abrir a porta da garagem para entrar em casa, mais a noção de que o Estado estava inçado de corrupção, e o resultado é a indignação.

VIROU REVOLTADO – O trabalhador que temia levar seu filho para brincar numa praça e que perdia a manhã num engarrafamento causado por meia dúzia de protestantes aos poucos foi se transformando em um revoltado. Aos poucos, formou-se o conceito de que vida não estava boa para grande parte da população.

Está melhor agora? Talvez sim. Talvez essas pessoas se sentissem ameaçadas pelo governo, e agora não mais.

Essa reflexão precisa ser feita por todos, pelos que são a favor de Bolsonaro e pelos que são contra ele. Com serenidade, com isenção, sem ressentimentos, sem procurar culpas. A procura tem de ser, apenas, pela compreensão. A maioria do povo brasileiro está dizendo algo, ao manifestar apoio a Bolsonaro. É preciso ouvi-lo. Mas só ouve quem quer ouvir.

(artigo enviado pelo comentarista Duarte Bertolini, que é mais um gaúcho da TI que sabe entender o Brasil) 

Alexandre de Moraes prorroga três investigações que podem causar impeachment de Bolsonaro


Imóveis milionários, Cunha, PCC: as polêmicas de Alexandre de Moraes |  Brasil | EL PAÍS Brasil

Moraes é relator de três investigações sobre Bolsonaro

Deu na Folha

O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), decidiu prorrogar por mais 90 dias o inquérito que investiga suposta tentativa de interferência do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) na Polícia Federal. O prazo anterior se encerraria em 27 de janeiro.

O magistrado também estendeu por mais 90 dias os inquéritos que apuram a disseminação de fake news e a organização de atos antidemocráticos —ambos atingem pessoas ligadas ao chefe do Executivo.

TRÊS INVESTIGAÇÕES – Moraes é relator dos três casos em curso no Supremo que investigam Bolsonaro diretamente ou seus aliados.

“Considerando a necessidade de prosseguimento das investigações, a partir do encerramento do julgamento do agravo regimental iniciado pelo Plenário em 08/10/2020, bem como a proximidade do recesso, (…) prorrogo por mais 90 dias, contados a partir do encerramento do prazo final anterior (27 de janeiro), o presente inquérito”, diz o despacho assinado pelo ministro.

O inquérito contra Bolsonaro no STF é resultado das declarações feitas pelo ex-ministro da Justiça, Sergio Moro, quando deixou o governo. À ocasião, o ex-juiz da Operação Lava Jato afirmou que o presidente teria tentado interferir no comando da PF e que isso foi um dos principais motivos para o seu pedido de demissão.

TERÁ DE DEPOR  – Na semana passada, Moraes já havia negado um pedido de Bolsonaro para não depor no inquérito. Em decisão tornada pública no dia 7, o ministro decidiu que caberá ao plenário do STF —isto é, ao colegiado de 11 ministros— definir como será o depoimento do presidente, se presencial ou por escrito.

No fim de novembro, Bolsonaro abriu mão da possibilidade de depor pessoalmente. A recusa foi anunciada pela AGU (Advocacia-Geral da União) ao STF, sob o argumento de que o prazo dado para as investigações estava chegando ao fim e que “roga pronto encaminhamento dos autos à Polícia Federal para elaboração do relatório final a ser submetido (…) ao Ministério Público Federal”.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG 
– São quatro os inquéritos que podem afastar Bolsonaro da Presidência. Os três que estão com Alexandre de Moraes (fake news, atos antidemocráticos e interferência na PF) e a investigação que é relatada por Cármen Lúcia, acerca da atuação da Abin para blindar Flávio Bolsonaro. Se algum dos quatro inquéritos virar processo, o presidente da República será automaticamente afastado por 180 dias. É por isso que ninguém dorme no Planalto e o suspense é de matar o Hitchcock, como dizia o jornalista e compositor Miguel Gustavo. (C.N.)

Surpresa! Brasil está caindo no ranking de mortes por Covid-19 em relação ao número de habitantes


Mário Assis Causanilhas

Enfim, aparece uma estatística que faz sentido, mostrando que existem países desenvolvidos em situação muito pior do que o Brasil, em matéria de contaminação e mortes pela Covid-19. Pelo comportamento da imprensa brasileira, fica parecendo que o Brasil está como último colocado nesse sinistro campeonato, mas isso não é verdade, conforme essa matéria do site Poder360 deixa bem claro.  O Brasil era o 11º em agosto e agora é o 15º do ranking, com 855 mortes por milhão.

Brasil tem uma das piores taxas de mortes por milhão pela Covid;  especialistas dizem que comparação em meio à pandemia, porém, não é a ideal  | Coronavírus | G1###
BÉLGICA É O PAÍS COM MAIS MORTES EM RELAÇÃO AO NÚMERO DE HABITANTES?

Weudson Ribeiro Poder360

A Bélgica é o país com maior número de mortes por covid-19 por milhão de habitantes. Até sábado (12.dez.2020), eram 1.532 vítimas do coronavírus a cada grupo de um milhão. O Brasil é o 15º do ranking, com 855 mortes por milhão.

O país europeu ocupa as primeiras posições dessa lista desde abril, auge da 1ª onda de covid-19 no continente. Naquele mês, 46% das mortes pela doença ocorreram em hospitais e 53%, em lares de idosos. Grande parte desses óbitos não tinha confirmação de que foram causados pelo coronavírus.

Embora, nos hospitais, todas as mortes tenham a causa confirmada por testes, só 5% das ocorridas em lares de idosos têm confirmação clínica.

MODELO DA OMS – De acordo com o professor Yves Van Laethem, a Bélgica usa a abordagem recomendada pela OMS (Organização Mundial da Saúde) e pelo Centro Europeu para Prevenção e Controle de Doenças, que congratulou a Bélgica pela abordagem.

Steven Van Gucht ratifica: “Quando olhamos para os números de mortalidade acima do esperado, vemos que eles aumentaram em muitos outros países, e que o número total de mortes é maior do que na Bélgica”, disse o virologista, mencionando Holanda, França, Itália, Espanha e Reino Unido.

Muitas vezes, o número de mortes por coronavírus oficialmente relatadas nesses países é menor do que a mortalidade por outras causas”, disse Van Gucht, acrescentando que não é o caso na Bélgica.

IMPACTO DE EPIDEMIAS – A Bélgica tem trabalhado há alguns anos para dimensionar melhor o impacto de epidemias no país. Em 2017, o governo registrou 3.284 mortes excedentes durante a temporada de gripe no inverno (de dezembro a março). Em 2018, esse número caiu para 3.093. E, em 2019, não houve excesso de mortalidade durante o inverno.

Em 1º de março, quando foi confirmada a segunda infecção por Covid-19, o governo passou a restringir o acesso a escolas, instalações esportivas e locais públicos para pessoas que retornavam de áreas de risco na Europa, como Itália e França.

Em 10 de março, o governo aconselhou os cidadãos a cancelarem todos os eventos com capacidade superior a 1.000 pessoas. As escolas permaneceram abertas, mas ficaram proibidas de realizar excursões internacionais.

MEDIDAS DE CONTENÇÃO – Em 27 de março, o Conselho de Segurança Nacional e os governos locais decidiram prorrogar medidas de contenção à pandemia até 19 de abril. Em 15 de abril, foram estendidas até 3 de maio.

De 17 a 21 de março, o número de óbitos por covid-19 teve aumento de, em média, 64% ao dia. Em 3 de abril, 92% dos mortos pelo vírus tinham 65 anos de idade ou mais. Só 0,6% tinham menos de 45 anos.

Em 29 de novembro de 2020, a Bélgica havia reportado mais de 16.500 mortes por covid-19, doença fatal sobretudo em pessoas com mais de 85 anos. Mais de 8.600 mortes ocorreram nessa faixa etária.

MUITOS IDOSOS – Levantamento da CIA (a agência de inteligência do governo norte-americano) mostra que pessoas com mais de 65 anos são 19,2% da população belga. Esse é o grupo mais vulnerável à doença. O 2º grupo de maior risco é o de pessoas com mais de 60 anos, que são 13% da população do país. Os adultos de 25 a 54 anos formam 39% dos habitantes.

Jovens de 0 a 24 anos são, juntos, 28% da população belga. Quase 40% dos pacientes internados com covid-19 na Bélgica têm pressão alta e 1 em cada 3 sofre de doenças cardiovasculares. Cerca de 20% dos infectados que dão entrada nos hospitais têm diabetes. No Brasil, segundo o Ministério da Saúde brasileiro, 75% dos mortos por covid-19 são pessoas com doenças do coração e diabetes.

Ao STF, Heleno nega que Abin tenha produzido relatórios para defesa de Flávio e trata o caso como “narrativa fantasiosa”


Charge do Aroeira (Arquivo do Google)

Fernanda Vivas e Márcio Falcão
G1 / TV Globo

O ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Augusto Heleno, enviou nesta terça-feira, dia 15,  (15) ao Supremo Tribunal Federal (STF) uma manifestação na qual afirmou que a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) não produziu relatórios que buscassem orientar a defesa do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ). A manifestação foi enviada como resposta a uma determinação da ministra Cármen Lúcia, relatora do caso.

Segundo reportagem publicada revista “Época” na última sexta-feira, dia 11, a Abin, vinculada ao Gabinete de Segurança Institucional, produziu relatórios para Flávio Bolsonaro e seus advogados sobre o que deveria ser feito para anular o caso das “rachadinhas”.

“DESCONHECIMENTO” – O partido Rede Sustentabilidade, então, acionou o STF, e Cármen Lúcia é a relatora do caso. Ao enviar a manifestação, Augusto Heleno negou a produção de relatórios e afirmou: “Não tenho como me manifestar sobre um documento, cuja existência e teor, desconheço.” O ministro do GSI também afirmou que a ação no STF tem motivação política e visa “atingir a honra e a imagem dos envolvidos”.

“As matérias são especulativas, sem nenhum lastro de veracidade, e a ação judicial que nela se ampara padece dos mesmos vícios, razão pela qual não tem como prosperar. Utilizam-se, ambas, levianamente de caros instrumentos da democracia: a liberdade de expressão e o livre acesso ao Judiciário, numa nítida tentativa de criar obstáculos à governabilidade e manipular a opinião pública. cabe-nos, enquanto cidadão, repudiar tais excessos”, disse Heleno.

RELATÓRIOS –  Segundo a reportagem da revista “Época”, a Abin produziu pelo menos dois relatórios de orientação para Flávio Bolsonaro e seus advogados sobre o que deveria ser feito para obter os documentos que permitissem embasar um pedido de anulação do caso.

Filho do presidente Jair Bolsonaro, Flavio Bolsonaro foi denunciado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro no caso das “rachadinhas”. A investigação apura, na Assembleia Legislativa do Rio, um suposto esquema que consistiu no repasse, por funcionários dos gabinetes, de parte de seus salários para os parlamentares.

ARGUMENTOS DE HELENO – Na manifestação enviada ao STF, Heleno voltou a confirmar que participou de uma reunião do presidente Jair Bolsonaro com a defesa de Flávio e Alexandre Ramagem, diretor da Abin para discutir o caso das “rachadinhas”. O ministro afirmou que, ao perceber que o caso não tinha relação com Segurança Institucional, se afastou. Ele afirmou que, desde o início, desconsiderou “inteiramente, a possibilidade de envolver as instituições GSI e Abin no assunto”.

“Conforme informações obtidas do diretor da Abin, nenhum relatório foi produzido pela agência para orientar a defesa do senador Flavio Bolsonaro. Tomei conhecimento das linhas gerais do assunto que teria sido tratado nos supostos relatórios em uma reunião no gabinete do presidente da República, onde estavam presentes: eu, duas advogadas, que se disseram representantes de Flávio Bolsonaro, o diretor da Abin, e o próprio presidente da República; limitei-me a ouvir o que tinham a dizer e, diante dos fatos, que não possuíam qualquer envolvimento com segurança institucional, concluí que não era competência do GSI e nem da Abin, interferir no assunto. Desliguei-me juntamente com o GSI totalmente desse assunto”, escreveu.

O ministro afirmou que a suposta produção de relatórios “baseia-se integralmente na narrativa fantasiosa que um jornalista que, segundo frequentemente exorbita do seu direito de expressão, imputando, sem provas, condutas abusivas a autoridades públicas, sem nenhuma responsabilidade com a verdade dos fatos”. Ele cobrou que a Rede Sustentabilidade apresente os supostos relatórios.

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O  CASO NO SUPREMO

Para a Rede Sustentabilidade, a sociedade não pode ser “refém de voluntarismos de governantes ou de agentes públicos”. O partido alega, ainda, que o “abuso da máquina estatal” é “atitude que contrasta com o Estado democrático de direito”.

Ao analisar a ação, Cármen Lúcia afirmou que as informações prestadas pelos órgãos são essenciais para analisar eventuais desdobramentos do caso.

“O quadro descrito pelo autor [Rede] da petição é grave. Este Supremo Tribunal Federal afirmou […] a ilegitimidade de uso da máquina ou de órgãos estatais para atender interesses particulares de qualquer pessoa”, escreveu a ministra.

Day after day - Dia após dia


Esse Povoado está localizado abaixo do Entroncamento (Bairro José Nolasco); essa água é do Rio Vaza Barris, água poluída, sem nenhum tratamento, oriunda dos esgotos da cidade de Jeremoabo, portanto, mais fezes do que o líquido que deveria ser precioso.
Lamento essa catástrofe que há muito tempo venho denunciando e protestando; no entanto,  respeitando  os 11.350 que protestaram através do voto contra essa situação que o povo de Jeremoabo principalmente da Zona Rural vem enfrentando e padecendo, fico na dúvida se o prefeito recém reeleito assim procedendo está correto ou errado.
Essa situação não é de agora, o povo vem amargurando esse sofrimento, porém, esse mesmo povo reelegeu o atual prefeito, sinal que aprova seu modo de governar e proceder.
Diante, do exposto, só me resta protestar em sinal daqueles, que não compartilha com sofrimento e desrespeito, onde mais uma vez repito que: " os justos pagam pelos pecadores.


A vereadora Diana não perdeu, compraram a sua derrota.

                                                                  Foto Divulgação

Assistindo ontem o encerramento da atual legislatura na Câmara Municipal de Jeremoabo,  observando os comentários de alguns vereadores da oposição e de uns dois da situação, lembrei de uma música cujo título é:  "Sem Você Não Sou Ninguém", é isso mesmo, o prefeito sem os vereadores não é ninguém.

Os vereadores principalmente da oposição, de maneira razoável exerceram o verdadeiro papel que a sua função requer e exige, isso graças a imprensa e a internet, que forçou o povo comparecer as reuniões para assistirem, compartilharem e até protestarem de discussões sobre alguns temas , indicações, moções, requerimentos e outros procedimentos legislativos.

Na realidade o principal papel do vereador é ser o fiscal do dinheiro público, é ver se os recursos estão sendo bem aplicados, é ver se as contas públicas (as receitas (os dinheiros que chegam a prefeitura) e as despesas (gastos feitos durante a gestão)) estão sendo bem feitos. A Câmara tem por obrigação ser independente pois ela que julgará se as informações, os gastos estão corretos e caso haja alguma dúvida ela que poderá afastar o prefeito, temporariamente ou definitivamente, após a investigação feita.

 O vereador tem por objetivo ser a voz do povo e o fiscal do mesmo

Também é dever do vereador acompanhar as ações do Executivo, verificando se estão sendo cumpridas as metas de governo e se estão sendo atendidas as normas legais (https://amarribo.org.br/o-papel-do-vereador/).


Falaram na reunião a respeito da "derrota comprada" em desfavor da vereadora Diana, onde qualquer cidadão  honesto, entenderá que infelizmente usaram de atos criminosos para de forma covarde através da compra da consciência de cidadãos fracos, incultos e covardes venderem o seu voto, a sua consciência.

Quem compra votos e tão corrupto e desonesto quanto quem vende.

"Corrupção e desonestidade. Duas palavras com significados diferentes que, no âmbito político, caminham, infelizmente, lado a lado, numa perfeita harmonia e união, gerando consequências desastrosas para a sociedade, independentemente da classe social. Para exemplificar a afirmativa, trago como exemplo dois protagonistas do pleito eleitoral, seja ele municipal, estadual ou federal: o “candidato corrupto” e o “eleitor desonesto”.

                                                         (...)

Conclusão! Enquanto não houver uma conscientização, interesse da sociedade de bem em acreditar que é possível eleger pessoas confiáveis, honestas, sinceras, capazes de cumprir com as suas obrigações inerentes ao cargo que lhe fora conferido nas urnas, o Município, o Estado e o País continuarão sendo palco de escândalos protagonizados por corruptos transvestidos de representantes do povo. Povo este que, por sua vez, quando do momento “oportuno”, ou seja, as campanhas eleitorais, buscam “resolver” momentaneamente as suas vidas e esquecem que, aquele que vende o seu voto/apoio, acaba perdendo, no futuro, o direito de cobrar providências na área da saúde, moradia, emprego, agricultura, segurança pública, educação, saneamento básico, água tratada, iluminação pública, etc.

* Luiz Paulo é advogado (OAB/RO 10.552), jornalista (DRT/RO 841), pós-graduando em Direito Eleitoral e palestrante


Portanto vereadora Diana, você não perdeu, você caiu de pé; quem perdeu foi o povo, aqueles que venderam os votos para elementos nocivos a sociedade, que envergonham e avacalham a política de Jeremoabo.

Venderam e traíram Jesus, José e outros, você não foi a primeira. nem será a última a também ser traída e invejada.

Venderam Jesus por 30 moedas, já você foi vendida por R$ 10 mil reais.


terça-feira, dezembro 15, 2020

Situação de quem mora na Zona Rural em Jeremoabo - Bahia- Em 15.12.2020



Essa é a situação de quem reside na Zona Rural em Jeremoabo, onde a água é disputada com os animais.
Infelizmente o  mundo é injusto onde o justo paga pelo pecador,
Com isso quero apenas dizer que mesmo com toda essa perversidade, com toda essa falta de humanidade, mesmo assim o povo enfrentando todo esse sofrimento e humilhação, reelegeu o prefeito; agora tem que suportar provavelmente mais quatro anos de sofrimento.

Reunião da Câmara de Vereadores de Jeremoabo em 15.12.2020

 


Nota da redação deste Blog - Assistindo esse vídeo quero parabenizar dois vereadores; Antônio Chaves, porque deu um show  na explicação justa e correta do porque os vereadores da oposição não foram irresponsáveis de aprovar uma suplementação sem nenhum nexo, motivo ou justificativa convincente amparada na lei; já o outro vereador é da situação Jairo do Sertão, quando diz que a partir de agora irá fiscalizar também a Câmara.
Louvo essa tardia disposição do vereador em fiscalizar a Câmara já que deveria ser fiscalizada há muito tempo, isso porque ninguém está acima da lei.
A justiça para ser correta, deverá começar de casa.

 

O vereador e sua função fiscalizadora



O vereador é o membro do Poder Legislativo do município. Nessa condição, ele desempenha, como funções típicas, as tarefas de legislar e de exercer o controle externo do Poder Executivo, isto é, da Prefeitura. Isso independe se o vereador é oposição ou não.

A função legislativa consiste em elaborar, apreciar, alterar ou revogar as leis de interesse para a vida do município. Essas leis podem ter origem na própria Câmara ou resultar de projetos de iniciativa do Prefeito, ou da própria sociedade, através da iniciativa popular.

A função fiscalizadora está relacionada com o controle parlamentar, isto é, a atividade que o Poder Legislativo exerce para fiscalizar o Executivo e a burocracia. O controle parlamentar diz respeito ao acompanhamento, por parte do Legislativo, da implementação das decisões tomadas no âmbito do governo e da administração.

Como funções típicas, a Câmara tem também competência administrativa e judiciária. Na sua função administrativa, a Câmara gerencia seu próprio orçamento, seu patrimônio e seu pessoal. A Câmara também exerce uma função administrativa quando organiza seus serviços, como a composição da Mesa Diretora, a organização e o funcionamento das Comissões, etc.

A Câmara exerce uma função judiciária, porque cabe a ela processar e julgar o Prefeito por crime de responsabilidade, além de julgar os próprios Vereadores, inclusive o Presidente da Câmara, em caso de irregularidades, desvios éticos ou falta de decoro parlamentar.

A função de controle da Câmara de Vereadores está prevista na Constituição Federal de 05 de outubro de 1988, no seu art. 31:

Art. 31. A fiscalização do Município será exercida pelo Poder Legislativo Municipal, mediante controle externo, e pelos sistemas de controle interno do Poder Executivo Municipal, na forma da lei.

§ 1º - O controle externo da Câmara Municipal será exercido com o auxílio dos Tribunais de Contas dos Estados ou do Município ou dos Conselhos ou Tribunais de Contas dos Municípios, onde houver.

Isso significa que é responsabilidade do vereador fiscalizar e controlar as contas públicas. A Câmara Municipal foi encarregada pela Constituição da República de acompanhar a execução do orçamento do município e verificar a legalidade e legitimidade dos atos do Poder Executivo. É função do vereador avaliar permanentemente a gestão e as ações do Prefeito.

Fonte: Cartilha “O Vereador e a Fiscalização dos Recursos Públicos Municipais” - CGU. (Dito por Blog do Vagalume).

https://abrascam.jusbrasil.com.br/noticias/2079151/o-vereador-e-sua-funcao-fiscalizadora




Os vereadores da oposição encenram o ano e muitos o mandato com chave de ouro

 

                                                Foto Divulgação Google


Honrando os votos recebidos dos eleitores, os vereadores da oposição encerraram o ano dando um freio de arrumação no prefeito, na esperança que o mesmo inicie seu próximo mandato entendendo que sem maioria dos vereadores ele é simplesmente prefeito, porém não é governo.

Quero parabenizar os vereadores da oposição pela sua firmeza, pela sua coerência,  pelo seu método republicano e democrático de trabalhar e representar o povo, principalmente fiscalizando com responsabilidade, procurando manter a harmonia entre os poderes, no entanto o prefeito resolveu enveredar pelo caminho da prepotência e da improbidade.

Já no início do governo Deri do Paloma avisei que " quem não escutava sossega, escutaria coitado", porém, o mesmo resolveu acreditar em  mitómanos alienados e oportunistas.

 Os vereadores são o espelho dos eleitores   se taxamos  os vereadores de inoperantes  estamos assinando  um atestado de burrice  pois fomos nós que os colocamos  onde estão, por isso mesmo que estamos na obrigação de cobrar, de pressionar.

O vereador é, ao mesmo tempo, porta voz da população, do partido que representa e de movimentos organizados. Cabe ao parlamentar não só fazer política partidária, mas organizar e conscientizar a população. 

GUEDES ANUNCIA ROMBO BILIONÁRIO NAS CONTAS PÚBLICAS PARA 2021

 Por Redação



Nesta terça-feira, 15, o ministro da Economia, Paulo Guedes, anunciou que o rombo nas contas públicas para 2021 será de R$247,1 bilhões. Em apenas sete dias, foi um aumento de R$17,1 bilhões no comparativo com os R$230 bilhões anunciado anteriormente.

Hoje, o Planalto enviou um ofício ao Congresso Nacional solicitando mudanças na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2021. No documento, Guedes pede que a meta seja um valor fixo e não flexível como recomendou em abril deste ano.

https://www.ocafezinho.com/

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