quarta-feira, abril 29, 2020

“Seu problema é psiquiátrico”, diz Major Olímpio ao discutir com Carlos Bolsonaro em rede social


Carluxo criticou Olímpio por assinar criação da CPMI das Fake News
Ingrid Soares
Correio Braziliense
O vereador Carlos Bolsonaro (RJ) criticou por meio das redes sociais nesta terça-feira, dia 28, o senador Major Olímpio (PSL-SP) por ele ter assinado a criação da CPMI das Fake News, que investiga ataques políticos por meio de notícias falsas.
 
O filho nº “02” do presidente Jair Bolsonaro se refere à comissão criada como “CPMI da censura”. Carlos é suspeito de ser um dos articuladores de um esquema ilegal de propagação de notícias falsas na internet. Há um processo aberto pelo STF para investigar esse movimento de notícias falsas. Carlos disse ainda que o senador “chorava literalmente” no hospital em 2018 quando Bolsonaro foi esfaqueado para que o mesmo gravasse vídeos para a sua eleição.
 
CPMI – “Divulgo há tempos quem é o tal Sen. Major Olímpio. Desde então apanho feito cão, mas sem problema. Eleito, assinou a criação da CPMI da censura. Chorava literalmente no hospital para o esfaqueado Bolsonaro gravar vídeos para sua eleição. De 4° nas pesquisas, chegou em 1° em SP”, afirmou.
 
Ele emendou dizendo que Major Olímpio se aliou a opositores como o senador Álvaro Dias (Podemos): “Hoje este ladeado com Álvaro Dias do Podemos mostra mais a cara diante de todo enredo visto e analisado por muitos. A nova esquerda vem se formando sob o manto de seu mais novo amigo, ex-ministro e deputados chamados de traíras. Amigos, o desenho está escancarado”, escreveu.
PROBLEMAS PSIQUIÁTRICOS  – Major Olímpio, por sua vez, respondeu que se comoveu com o estado de saúde de Bolsonaro pai e que o vereador Carlos tem “problemas psiquiátricos”.
“Carlos, chorei pelo estado de saúde do seu pai. Assinei a CPMI das fake News para pegar todas quadrilhas existentes que se utilizam de notícias falsas para destruir reputações, inclusive contra seu Pai, bem como as absurdas que querem até me colocar como aliado do Doria”, afirmou.
TRAIÇÃO – “Não mudei nenhum item dos compromissos de campanha. Não trai e nunca trairei os princípios que elegeram Bolsonaro e me elegeram também, e não vou compactuar com criminosos, sejam eles quem forem. Seu problema é psiquiátrico e daí o desespero de seu pai com relação a você”, acrescentou. Major Olímpio concluiu dizendo que não teme investigação: “Não tenho medo de investigação. Lamento se você ou os seus têm.”

A decisão de Moraes teve como base os argumentos citados em artigo na Tribuna da Internet


Após indicação para o STF, Moraes inicia corpo a corpo no Senado ...
Decisão de Moraes mostra que Bolsonaro não tem mais salvação
Jorge Béja
Para entender o imbróglio, é preciso ler e analisar o inteiro teor da decisão do ministro Alexandre de Moraes, nele contendo o relatório da petição do Mandado de Segurança Coletivo do PDT, em que o partido até citou a formação de um “rendez-vous”, caso o delegado Alexandre Ramagem fosse empossado na direção da Polícia Federal.
Na decisão, ficamos conhecendo os fundamentos que o ministro-relator apresentou para conceder a liminar no Mandado de Segurança Coletivo, determinando, inclusive (e ineditamente), face à urgência, que fosse comunicada sua decisão através de “whatsapp”.
CONFORME PUBLICAMOS – Os fundamentos da decisão de Moraes estão muito próximos, para não dizer totalmente, à sustentação jurídica do nosso artigo aqui publicado na Tribuna da Internet, sob o título “Nem é preciso inquérito. O que Moro disse de manhã, Bolsonaro confirmou de tarde”.
No Mandado de Segurança que PDT impetrou no Supremo, era necessário comprovar todo o alegado desde logo. Porque nesse tipo de ação mandamental não cabe produção de prova no seu curso, nem audiência alguma é realizada. A prova precisa ser pré-constituída e anexada já com a petição inicial da ação. E foi o que aconteceu.
A petição do Mandado de Segurança nada mais fez do que reproduzir o que disse Moro de manhã e o que disse Bolsonaro à tarde, ou seja, o próprio presidente confirmou tudo o que Moro disse. Esta é a prova, a completa comprovação pré-constituída que garantiu o deferimento da liminar.
ARTIGO DE SÁBADO – Os argumentos da decisão do ministro-relator Alexandre de Moraes foram exatamente o que sustentamos no artigo publicado no último sábado.
Na ocasião, defendemos que nem era preciso haver inquérito, porque tudo já estava comprovado. Ao reunir o Ministério e fazer o patético pronunciamento à Nação, o próprio Bolsonaro confirmou tudo o que Moro disse e denunciou em sua despedida do cargo de ministro.
Qualquer dúvida, basta conferir o link com a íntegra da decisão do ministro. Clique aqui.

Jornal inglês “Financial Times” afirma que Bolsonaro justifica seu impeachment sozinho


Financial Times: sem sair do Twitter, Bolsonaro compromete ...
“Financial Times” mostra que a imagem de Bolsonaro é péssima
Célia FroufeEstadão
O jornal britânico de economia “Financial Times” escreveu nesta terça-feira, 28, um editorial em sua versão online sobre a autodestruição do “Trump Tropical”. De acordo com a publicação, o presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, está abrindo o caminho para seu próprio impeachment e ilustrou dizendo que, no romance “O Médico e o Monstro”, agora chegou a vez de o monstro governar.
O periódico salientou que desde o retorno da democracia ao País, em 1985, todos, exceto um presidente, terminaram suas carreiras de forma ignominiosa. “Dois sofreram impeachment, dois foram manchados por acusações de corrupção, um foi preso e outro desencadeou uma crise financeira. Somente Fernando Henrique Cardoso, um centrista que governou de 1995 a 2002, tem sua reputação intacta”, citou.
SALÃO DOS HORRORES – Para o veículo britânico, depois de demitir o ministro da Justiça Sérgio Moro na sexta-feira passada, Bolsonaro parece agora determinado a se juntar a seus antecessores no “salão presidencial de horrores” – na realidade, Moro pediu demissão, alegando que estava claro que o presidente não o queria mais no cargo. O ‘FT’ lembrou que Moro foi o segundo ministro-chave a sair em oito dias, já que Bolsonaro havia demitido o popular ministro da Saúde na semana anterior por resistir aos seus esforços de minimizar a pandemia de coronavírus.
A demissão de Moro é particularmente séria por dois motivos, segundo o jornal. Em primeiro lugar, ele era um herói dos apoiadores conservadores de Bolsonaro. Quando era um juiz conhecido pelo trabalho anticorrupção, ajudou a prender o ícone da esquerda e ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Em segundo lugar, Moro alegou ter desistido em protesto contra a decisão do presidente de demitir o chefe de Polícia Federal e substituí-lo por um indivíduo mais flexível, disposto a compartilhar informações sobre as investigações atuais.
BLINDAR OS FILHOS – “Os brasileiros suspeitam que as manobras de Bolsonaro visavam a proteger seus filhos poderosos de processos em investigações que cobriam financiamento ilegal de campanhas e vínculos com paramilitares”, afirmou o Financial Times.
Se comprovadas, as acusações explosivas de Moro podem constituir motivos de impeachment, de acordo com a publicação, que lembrou que eles desencadearam a pior crise política do Brasil desde que Dilma Rousseff sofreu impeachment, em 2016.
“Apelidado de ‘Trump dos Trópicos’ por seu domínio das mídias sociais, sua capacidade de estimular apoiadores e seus ataques venenosos aos oponentes, Bolsonaro perturbou a elite do Brasil por desconsiderar a Constituição, demonstrando intolerância por gays, mulheres e negros e indiferença à queima da floresta amazônica”, citou. Mas o mundo dos negócios e os investidores o toleraram como a melhor esperança de retomar a economia após uma forte recessão e anos de má administração e corrupção da esquerda.
O MÉDICO E O MONSTRO – O editorial continua, dizendo que o ministro da Economia, Paulo Guedes, apresentou reformas econômicas ousadas e, no ano passado, aprovou a reforma da Previdência para aliviar as finanças públicas. Esse sucesso levou aos investidores um otimismo de que os “adultos da sala”, como são conhecidos os membros mais moderados do governo Bolsonaro, poderiam avançar nas reformas, apesar das perigosas travessuras do presidente – uma espécie de administração à maneira de “O Médico e o Monstro”.
“Agora, como na novela gótica de Stevenson, Hyde assumiu”, trouxe o editorial, em referência ao personagem do monstro, do escocês Robert Louis Stevenson. Qualquer sentimento positivo persistente evaporou-se em meio a uma tríplice crise: um aprofundamento da emergência de saúde pública, uma profunda recessão econômica e uma calamidade política.
ERRO NA PANDEMIA – Há muito tempo um jogador, Bolsonaro apostou cada vez mais alto em negar a seriedade do coronavírus. O Brasil fez tão poucos testes, conforme a publicação, que os números oficiais não são confiáveis, mas mesmo esses mostram que as infecções estão se espalhando rapidamente. O diário salientou que o pico ainda está por vir e o sistema público de saúde já está com dificuldades. “A economia dependente de commodities está muito vulnerável; o FMI prevê que o PIB encolherá 5,3% este ano, muito pior que a África subsaariana”, comparou.
Até agora, Bolsonaro se mostrou resistente. Por enquanto, seus principais apoiadores permanecem fiéis, mas ex-apoiadores das Forças Armadas estão ficando desconfortáveis com a situação. O Congresso também está começando a flexionar seus músculos. E há rumores de novas saídas de ministros. “Apaixonado por teorias da conspiração, Bolsonaro acusou repetidamente os oponentes de conspirar para derrubá-lo. A realidade é que o presidente do Brasil está justificando seu impeachment sozinho.”

Bolsonaro diz que não se recusa, mas defende o direito de não divulgar o resultado do seu exame de covid-19


“Lei garante o anonimato”, afirmou Bolsonaro sobre exame
Rafael Moraes Moura e Dida Sampaio
Estadão
O presidente Jair Bolsonaro disse nesta terça-feira, dia 28, que quer defender na Justiça o direito de não mostrar o resultado dos exames de covid-19 que realizou. Na última segunda-feira, O Estado de S. Paulo garantiu na Justiça Federal o direito de obter dentro de um prazo de 48 horas “os laudos de todos os exames” de novo coronavírus feitos pelo presidente da República. Até hoje, Bolsonaro se recusa a divulgar os papéis.
“Da minha parte, não tem problema mostrar (o resultado), mas eu quero mostrar que eu tenho o direito de não mostrar. Pra que isso? Daqui a pouco quer saber se eu sou virgem ou não, vou ter de apresentar exame de virgindade para você. Dá positivo ou negativo, o que vocês acham aí?”, disse o presidente na porta do Palácio da Alvorada ao falar com a imprensa.
SEM MENTIRA – “Vocês nunca me viram aqui rastejando, com coriza… eu não tive, pô (novo coronavírus). E não minto. E não minto. Eu infelizmente não tenho aqui o número da lei nem o artigo. Desculpa aqui, mas se nós dois estivermos com Aids, por exemplo, a lei nos garante o anonimato. Tá certo? Por que pra mim tem de ser diferente?”, questionou o presidente.
Ao ser indagado sobre o uso de um codinome para fazer os exames, Bolsonaro afirmou que se trata de uma prática corriqueira adotada na última década. “O que eu faço nos últimos 10 anos, pra não ter dúvida? Eu já tive receita de farmácia de manipulação. Eu sempre falei com o médico, ‘bote o nome de fantasia porque pode ir pra lá, ‘Jair Bolsonaro’, já era manjado, principalmente em 2010, quando comecei a aparecer muito, né; Alguém pode fazer alguma coisa esquisita. E assim foi em todo exame que eu faço tem um código”, afirmou.
LAUDOS – Por decisão da juíza Ana Lúcia Petri Betto, a União terá um prazo de 48 horas para fornecer “os laudos de todos os exames” feitos pelo presidente da República para identificar a infecção ou não pelo novo coronavírus. A Advocacia-Geral da União (AGU) informou que vai recorrer.
“Repise-se que ‘todo poder emana do povo’ (art. 1º, parágrafo único, da Constituição), de modo que os mandantes do poder têm o direito de serem informados quanto ao real estado de saúde do representante eleito. (…) Portanto, sob qualquer ângulo que se analise a questão, a recusa no fornecimento dos laudos dos exames é ilegítima, devendo prevalecer a transparência e o direito de acesso à informação pública”, concluiu a juíza.
AÇÃO – Depois de questionar sucessivas vezes o Palácio do Planalto e o próprio presidente sobre a divulgação do resultado do exame, O Estado de S. Paulo entrou com ação na Justiça na qual aponta “cerceamento à população do acesso à informação de interesse público”, que culmina na “censura à plena liberdade de informação jornalística”.
Para o advogado do Estado Afranio Affonso Ferreira Neto, “mais do que a liberdade de expressão e o direito de informar, essa decisão garante o direito a receber informação”.
“Um direito que não é titulado pela imprensa, mas pela coletividade. Por mais que se alegue direito à intimidade, ou algumas outras defesas que a União arguiu, não se pode negar ao mandante, que é o povo, o direito de acesso ao atestado de saúde do mandatário. O presidente já disse que testou negativo. Então por que a recusa? Por que a defesa da recusa de não mostrar os comprovantes disso?”, disse o advogado.

Entretanto até o dia de hoje 29.04.2020,não se sabe qual a destinação dada a todo esse dinheiro

O município de Jeremoabo,assim como todos os municípios brasileiros recebeu apoio financeiro para o enfrentamento da pandemia covid 19 .Nos meses de março e abril entraram nos cofres municipais à quantia de R$ 478.285,18 específica para ações de combate ao coronavírus e R$3.874.232,00 referente aos demais repasses da saúde.
Entretanto até o dia de hoje 29.04.2020,não se sabe qual a destinação dada a todo esse dinheiro . O que se sabe e da precariedade com que estão sendo tratados os profissionais de saúde sem o devido fornecimento de EPIs, não só pela carência de matérias no mercado mas principalmente pela inexistência de ações contundentes da administração municipal.
Diante disso nós da bancada de oposição entramos com um requerimento e aprovado por unanimidade, para aquisição de IPIs e de 02 respiradores para hospital municipal de Jeremoabo.
Senhor prefeito, precisamos de ações sólidas no combate ao COVID 19. Ações de contenção a chegada do vírus em nossa cidade, Ainda mais com tanto dinheiro sendo repassado pelo governo federal.
Quais ações estão sendo adotadas? Em que esse dinheiro está sendo utilizado?
O povo tem direito de saber!
#otrabalhonãopodeparar
#vereadorkakadesonso

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