domingo, abril 26, 2020

Por que tratam como “genocídio” o povoamento multirracial do Brasil? Que país é esse? Posted on 26 de abril de 2020, 19:00 by Tribuna da Internet


O Brasil colonial não era igual a Portugal APercival Puggina
Durante os festejos dos Quinhentos Anos houve grupos políticos que tudo fizeram para desmerecer a comemoração. Enquanto os olhos do Ocidente se voltavam para o Brasil, alguns conterrâneos cuidaram, afanosamente, de transmitir a imagem de um país bem diferente do que ele é. Exibiram-no dividido e racista. Porque não amavam a pátria, anarquizaram sua festa.
O Rio Grande do Sul, então governado por Olívio Dutra, foi o próprio anticlímax com uma campanha publicitária cujo slogan era: “Aqui são outros quinhentos!”. Aqui era um pedaço do Brasil onde o PT dava as cartas e jogava de mão.
ÍNDIOS INCENDIÁRIOS – Em Porto Alegre, nas proximidades do Gasômetro, um grande relógio marcava, regressivamente, a aproximação da data. E assim ficou ele, assinalando o tempo, até ser depredado e incendiado enquanto indígenas de picadeiro, militantes petistas, dançavam em círculo, encurvados, como viam os apaches fazer em filmes de faroeste… O ridículo, exatamente por ser ridículo, não concede limites à ridicularia.
Assim como é verdade que temos problemas sociais, também é verdade que damos ao mundo um exemplo de integração racial. Há aqui brasileiros de todas as raças e todas as cores aqui se misturam. A mestiçagem é nosso maior orgulho étnico e quem procurar alguma “raça pura” (como se fôssemos animais de tirar cria), seja por interesse ideológico ou antropológico, terá dificuldade de encontrá-la no Brasil.
HÁ MENOS ÍNDIOS? – Qual o problema, se contamos menos índios puros do que ao tempo do Descobrimento? Certamente temos, também, menos portugueses puros do que tínhamos no séc. XVI. E os milhões – as dezenas de milhões – de brasileiros que resultaram do caldeamento entre o branco e o ameríndio? E quantos milhões de cafuzos e mulatos compõem o tipo brasileiro, que se caracteriza, precisamente, por não ter tipo algum?
Não foi o meu Rio Grande do Sul povoado por paulistas (que já eram mestiços) e por lagunenses (resultantes de cruzas com carijós) que aqui se entreveraram, na cama e na campanha, com charruas e guaranis? Não é o gaúcho produto dessa mistura, ao qual se agregaram alemães, italianos, poloneses, etc.? Quão reacionária é a ideia de que os brancos deveriam ter ficado na Europa, os indígenas na América, os amarelos na Ásia e os negros na África!
FALSO GENOCÍDIO – Fica no ar, então, uma pergunta: a quem servem as exibições de contrariedade recorrentes a cada 21 de abril? Por que tratam como “genocídio” o povoamento do Brasil? Por que ensinam isso nas salas de aula, suscitando desapreço a pátria em crianças e adolescentes? Maldade! Pura maldade!
Tais condutas são impulsionadas por interesse dos grupos de esquerda, que não sobrevivem fora do conflito, da luta de classes e do ódio daí decorrente, e por interesse das ONGs internacionais que deitam olhos cobiçosos sobre a Amazônia Brasileira e usam a questão antropológica como uma de suas cunhas de penetração. É problema grave fazer um grande país com mentes cuidadosamente apequenadas em sala de aula.

Bolsonaro se inviabiliza por se dedicar à destruição de inimigos, de aliados e, por fim, de si mesmo


Charge do ZeDassilva (Arquivo do Google)
Deu no Estadão
O governo de Jair Bolsonaro é conduzido sob o signo de Tânatos, o deus da morte na mitologia grega. Dedica-se desde sempre à destruição – primeiro, dos inimigos, reais e imaginários; depois, dos próprios aliados, inclusive ministros que lhe devotavam lealdade; e, afinal, a si mesmo, inviabilizando-se como presidente. É preciso interromper essa escalada antes que Bolsonaro destrua, por fim, o próprio País.
A trajetória da Presidência de Bolsonaro até aqui é impressionante. No início, constituiu um Ministério até razoável, capaz de fazer um bom trabalho em quase todas as áreas, e informou que estabeleceria uma nova forma de relação com o Congresso, sem o velho toma lá dá cá.
GRANDE BARAFUNDA – Um ano e pouco depois, Bolsonaro fez de seu gabinete uma grande barafunda, em que ninguém se entende, e, no Congresso, depois de seguidas derrotas por se negar ao diálogo, resolveu entabular negociação com partidos e políticos envolvidos em escândalos de corrupção, oferecendo-lhes cargos em troca de votos.
Pior: em meio a uma pandemia devastadora, com milhares de doentes e mortos e com o sistema hospitalar público à beira do colapso, Bolsonaro preferiu desdenhar das vítimas e se mostrar mais preocupado com sua popularidade do que com a vida de seus governados.
Com esse espírito destruidor, trata como intocáveis ministros néscios que se dedicam dia e noite a encontrar comunistas embaixo da cama, enquanto inviabiliza o trabalho dos ministros e assessores que, ao contrário, prezam o cargo que ocupam e têm útil e valiosa colaboração a dar.
PERSEGUIÇÃO A MINISTROS – Bolsonaro substituiu o ministro da Saúde porque este não aceitava desrespeitar as orientações da Organização Mundial da Saúde para enfrentar a pandemia de covid-19; desmoralizou sua equipe econômica ao resistir a fazer reformas e ao flertar com a irresponsabilidade fiscal; permitiu a fritura da ministra da Agricultura porque esta se queixou dos ataques bolsonaristas à China, principal cliente do agronegócio brasileiro; e agora tudo fez para provocar a saída do ministro da Justiça porque este se recusou a permitir que ele interferisse politicamente no comando da Polícia Federal (PF).
Para perplexidade dos brasileiros, Sérgio Moro, ao anunciar sua demissão do Ministério da Justiça, informou que Bolsonaro lhe disse que “queria ter (na chefia da PF) uma pessoa do contato pessoal dele, que ele pudesse colher informações, relatórios de inteligência”. Para ilustrar a gravidade do caso, Sérgio Moro, com uma pitada de ironia, deu o seguinte exemplo:
“Imagine se, durante a Lava Jato, o presidente (Lula), a presidente Dilma ficassem ligando para a superintendência (da PF) em Curitiba para colher informações sobre as operações em andamento”.
RESPOSTA CAPENGA – Como resposta, o presidente, em pronunciamento espantosamente desconexo, fez várias acusações contra Sérgio Moro – inclusive a de que exigiu uma vaga no Supremo Tribunal Federal e a de que trabalha para vê-lo fora da Presidência – e também colocou em dúvida o trabalho da PF. Em sua glossolalia, contudo, foi incapaz de explicar a essência da denúncia de Moro, a de que tinha interesse em fazer da PF sua polícia particular.
Trata-se de comportamento intolerável, que pode dar as condições para a abertura de um processo de impeachment contra Bolsonaro – a Procuradoria-Geral da República já pediu ao Supremo a abertura de investigação sobre a acusação de Sérgio Moro.
Não se pode aceitar como natural que o presidente queira manipular a Polícia Federal, especialmente considerando-se que há investigações em andamento que interessam ao clã Bolsonaro. Se comprovadas as denúncias, o presidente pode ser acusado de crimes de responsabilidade, prevaricação e advocacia administrativa, entre outros.
TOTAL REPÚDIO – As vozes responsáveis do País, inclusive de dentro do governo, têm a obrigação de manifestar seu total repúdio ao presidente Bolsonaro, deixando claro que os limites da lei e da decência há muito foram ultrapassados.
“É hora de falar”, disse o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, resumindo a urgência. “O presidente está cavando sua fossa. Que renuncie antes de ser renunciado. Poupe-nos de, além do coronavírus, termos um longo processo de impeachment. Que assuma logo o vice para voltarmos ao foco: saúde e emprego. Menos instabilidade, mais ação pelo Brasil.”
(artigo enviado por José Carlos Werneck)

Ministério da Saúde habilita 44 UTIs e Sergipe vai receber R$ 6,5 milhões

Ministério da Saúde habilita 44 UTIs e Sergipe vai receber R$ 6,5 milhões26 DE ABRIL 10H:21
PODER | Por Max Augusto

Ministério da Saúde habilita 44 UTIs e Sergipe vai receber R$ 6,5 milhões

O Ministério da Saúde anunciou a habilitação de 1.761 leitos de UTI em todo o Brasil, para combate ao coronavírus. Em Sergipe foram habilitados 44 leitos de UTI, sendo que o ministério deverá repassar R$ 6,5 milhões para custeá-los.
Confira abaixo quanto será repassado para custear os leitos e em quais unidades hospitalares na capital e no interior eles estarão disponíveis.
SE Aracaju
HU Sergipe – 14 leitos - R$ 2.044.000,00
SE Aracaju
Hosp. Gov Joao Alves – 10 leitos - R$ 1.460.000,00
SE Aracaju
Hospital de Cirurgia – 10 leitos - R$ 1.460.000,00
SE - Lagarto
HU Mons.Joao Batista – 10 leitos - R$ 1.460.000,00
Na última sexta-feira (24) o Ministério da Saúde habilitou 1.740 leitos de UTI adulto e 21 leitos de UTI pediátrica voltados exclusivamente para atendimento aos pacientes graves ou críticos de coronavírus. As portarias já estão publicadas no Diário Oficial da União. Nesta quinta-feira (23), durante coletiva de imprensa no Palácio do Planalto, em Brasília (DF), o ministro da Saúde, Nelson Teich, antecipou a habilitação de 1.134 leitos.
"O Governo do Brasil está reforçando ações de atendimento aos pacientes com coronavírus. A partir de hoje, esses 1.761 leitos de UTI passam a receber recursos exclusivos para assistência à doença", destacou o ministro da Saúde, Nelson Teich.
Para custeio desses leitos, a pasta está investindo R$ 255,6 milhões. A garantia do repasse dos recursos é dada por meio de habilitação concedida pela pasta, em caráter excepcional, por um prazo de 90 dias, podendo ser prorrogada enquanto houver emergência em saúde pública no país decorrente da COVID-19.
Por cada leito serão pagos R$ 1,6 mil por diária do leito de UTI, o dobro do que normalmente é repassado. Esse é mais um reforço da União aos estados no enfrentamento à pandemia do coronavírus.
Até o momento, foram contemplados 64 municípios de 19 estados: Acre, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Pará, Pernambuco, Piauí, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Sergipe e São Paulo. Outras habilitações para todo o Brasil já estão em análise pela pasta.
"Junto com estados e municípios estamos adequando a rede de saúde para o atendimento aos brasileiros. O valor é pago em parcela única, para que o SUS possa se organizar de imediato. Já estamos analisando os pedidos de outros estados", concluiu Teich.
Sobre as habilitações
O pedido de habilitação para o custeio é feito pelos gestores locais, que garantem a estrutura para funcionamento dos leitos e o Ministério da Saúde repassa o valor que é destinado a manutenção dos serviços.
No início do mês o Ministério da Saúde publicou a Portaria nº 568, de 26 de março de 2020, que dobrou o valor do custeio diário dos leitos UTI Adulto e Pediátrico de R$ 800 para R$ 1,6 mil, em caráter excepcional, exclusivamente para o atendimento dos pacientes com coronavírus. Com isso, esses leitos habilitados temporariamente já começam a receber o valor diferenciado do incentivo.

Com informações da Assessoria de Imprensa do Ministério da Saúde

Municípios de Maruim e Cristinápolis registram primeiros casos da Covid-19

Por G1 SE
A secretarias municipais da saúde das cidades de Maruim e Cristinápolis informaram, neste domingo (26), os primeiros casos confirmados de coronavírus em seus municípios. Com isso, Sergipe passa a ter 156 casos da doença. Nove pessoas já morreram com a Covid-19 no estado.
Segundo a secretaria municipal de Maruim, a paciente é uma profissional de saúde, 38 anos, que trabalha na capital sergipana. A mulher está com sintomas leves, monitorada e encontra-se em isolamento social.
Em Cristinápolis, a Secretaria Municipal da Saúde informou que um homem de 32 anos foi diagnosticado com a Covid-19 e está em isolamento domiciliar.

Panorama do estado

Segundo a Secretaria de Estado da Saúde (SES), até a noite deste sábado (24), foram realizados 1629 testes sendo 1475 negativados. Estão internados 16 pacientes, sendo oito em leitos de UTI (cinco na rede privada e três na rede pública) e oito em leitos de enfermaria (quatro na rede privada e quatro na rede pública). O número de pessoas curadas subiu para 40.
Covid-19 em Sergipe
MUNICÍPIOCASOS CONFIRMADOSMORTES
Aracaju996
Porto da Folha20
Propriá20
Nossa Senhora da Glória20
Capela10
Itabaiana40
Lagarto20
Itabaianinha71
Maruim10
Cristinápolis10
Simão Dias41
Tomar do Geru10
Nossa Senhora do Socorro60
Pacatuba20
São Cristóvão40
Indiaroba10
Itaporanga D'Ajuda21
Estância140
Barra dos Coqueiros10
TOTAL1569

Covid-19: frutas, verduras e legumes devem ser higienizados

Memórias de um tempo em que Brasília ainda era apenas um sonho de JK


Construção de Brasília custou US$ 1,5 bilhão em valor de 1960 ...
Kubitschek  e Lúcio Costa, o urbanista que projetou a nova capital
Sebastião Nery
No dia 18 de abril de 1956, um ano depois do comício de Jataí, em Goiás, em que prometeu fazer Brasília e transferir a capital para o centro do país, Juscelino, presidente, ia para Manaus com mais de 70 pessoas em dois aviões. Estavam o presidente, o marechal Lott ministro da Guerra, e outros ministros. Ele anunciou que ia descer em Goiânia para assinar a mensagem ao Congresso propondo a construção da capital.
No aeroporto, o governador Juca Ludovico e uma multidão. O avião não conseguiu descer. Rodou uma hora e não desceu. Contou nas memórias: “De repente apareceu uma nuvem branca, densa,com cara de ameaça”.
ASSINOU NO BOTEQUIM – Desceram em Anápolis, ali perto. A única coisa aberta era um botequim. E às 4h30 da madrugada, no botequim, presentes 25 pessoas, Juscelino assinou a mensagem propondo a criação de Brasília.
Diz-se por aí, inclusive na TV Senado, que a aprovação foi unânime. Nada disso. Uma pauleira. De 5 de abril a 16 de setembro de 56 – cinco meses – a imprensa do Rio fez uma campanha brutal contra. O “Globo”, o “Correio da Manhã”, o “Diário de Notícias”, até o “Jornal do Brasil”, que a apoiou na constituinte de 1891, e o “Estado de S. Paulo”, combateram muito. E a Light, o “polvo canadense”, financiando a campanha.
A votação no Congresso foi dura. Nas comissões da Câmara, nunca houve mais de três votos de diferença. No plenário, quem desempatou a favor de Brasília foi o PSP de Adhemar de Barros, graças ao trabalho de seu líder, o bravo e universal deputado Neiva Moreira, depois do PDT do Maranhão.
ENCHEU DOIS AVIÕES – Aprovada a construção no Congresso em 19 de setembro de 56, JK não perdeu tempo. No dia 2 de outubro, encheu dois aviões da FAB com Lucio Costa, Oscar Niemeyer, Israel Pinheiro, o ministro da Guerra marechal Lott, o chefe da Casa Militar Nelson de Mello, o ministro de Obras Públicas Lúcio Meira, outros, desceram no aeroporto improvisado do marechal José Pessoa, onde hoje é a rodoferroviária.
E Juscelino fez o histórico discurso, escrito pelo poeta Augusto Frederico Schmidt, cujo começo está gravado em mármore na praça dos Três Poderes:
– “Deste Planalto Central, nesta solidão que em breve será o cérebro das decisões nacionais … Estamos aqui para construir a capital administrativa do país e o novo pólo de desenvolvimento do Planalto Central e do Centro-Oeste”.
EM CIMA DO NADA – Perdi a cena. O “Jornal do Povo”, por pobreza, não me mandou. Mas, duas semanas depois, no dia 18, fui com outros jornalistas em um aviãozinho do governo de Minas. Juscelino começava a plantar Brasília em cima do nada. Apenas o cerrado verde sem fim e o horizonte infinito. O marechal Lott ficava de braços cruzados olhando o planalto imenso:
– Como é que vai ser, general?
– Não sei.
Juscelino, Lúcio Costa, Oscar Niemeyer, Israel Pinheiro, sabiam.
Nos meses de outubro, novembro, dezembro, no mínimo cinquenta voos saíram do Rio ou de Belo Horizonte levando senadores, deputados, jornalistas, empresários. Queriam ver para crer. A maioria, para não crer.
UISQUE NA CABANA – Quando cheguei no dia 18, Niemeyer estava lá. Tinha ido no dia 2, cheio de medo. Não gostava de avião. Trabalhavam como mouros. À noite bebiam uísque numa cabana do Núcleo Bandeirantes, que depois virou o Hotel Rio de Janeiro, onde tantas vezes nos hospedávamos.
Niemeyer e Juca Chaves, dono do lendário Juca’s Bar, no hotel Ambassador, no centro do Rio, do pai do saudoso Márcio Moreira Alves, fizeram um empréstimo de 500 contos no Banco Minas Gerais, com Maurício Chagas Bicalho, e construíram o Catetinho, para hospedar JK.
Em novembro, Juscelino voava com um grupo de jornalistas e falava sobre o lago Paranoá, a ser represado. Um jornalista mineiro não acreditou:
– Presidente, não há água para encher esse lago de que o senhor fala.
– Não tem importância. Se não houver água, encheremos com cuspe.
FRASE DE BALBINO – Alguns iam, se empolgavam. O governador da Bahia Antonio Balbino foi nos primeiros dias e fez uma frase manchete da “Última Hora”:
– “Brasília vai ser construída porque Juscelino quer e porque o povo brasileiro quer, apesar dos que não querem”.
Outros não iam, não viam e não gostavam. O “Jornal do Brasil” dizia que não ia acontecer nada, que era “uma paranóia de Juscelino”. Roberto Campos deu entrevista ao “Globo” dizendo que era uma irresponsabilidade e que os americanos eram contra.
O RICO CERRADO – O resto a nação sabe. Brasília está aí e o Brasil Central, o Brasil do Norte-Centro-Oeste, conquistado e unificado por Brasília, é o responsável hoje pela produção e exportação agro pecuária nacional. E Juscelino está lá, de pé, mão direita para o infinito, vendo a capital que há 60 anos nasceu de seu sonho e da utopia e grandeza de tantos. 
A Historia é isso. Quem abre caminhos corre o risco das cobras, mas é aos pés dos que vão na frente que as borboletas se levantam. 

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