quinta-feira, dezembro 12, 2019

Corrupção deveria ser considerada crime hediondo, sem prescrição e sem progressão

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Charge do Nani (nanihumor.com)
Mário Assis Causanilhas
Amigas e amigos, vivo em um estranho país. É o Brasil da impunidade, de leis que protegem os que não as respeitam e delinquem. Na quarta-feira, dia 11, foi noticiada a progressão de pena para o regime semiaberto, beneficiando o corrupto Paulo Melo, ex-prefeito de Saquarema, deputado estadual do Rio de Janeiro há muitos anos e ex-presidente da Assembleia Legislativa – o antro de bandidos.
O corrupto Paulo Melo foi condenado a mais de 12 anos de cadeia porque aceitou, ou cobrou, propinas para atender a pleitos de “empresários” de ônibus – uma concessão pública.
16% DA PENA – Pois bem, o bandido Paulo Mello cumpriu 16% –- isso mesmo, apenas 16 por cento – da pena em Bangu e agora foi para o semiaberto. Daqui a mais um pouquinho, irá progredir para o aberto.
O ex-parlamentar tem, certamente, bons advogados, cujos honorários são pagos com o dinheiro das propinas – aliás, onde está a ética profissional? Como sempre, a OAB se fingindo de morta.
O ex-governador Luiz FernandoPezão também já foi solto. O dinheiro roubado por esses bandidos, liderados pelo Sérgio Cabral, faz falta para  saneamento, saúde, segurança pública, educação e outros serviços pagos pela sociedade com impostos muito altos.
RIGOR TOTAL – Para mim, o crime de corrupção deveria ser classificado com hediondo, imprescritível e sem progressão. O pilantra deveria ter de cumprir a pena, integralmente, na penitenciária.
Quantos homens, mulheres, jovens, idosos, crianças tiveram seus direitos aos serviços públicos de educação, saúde, saneamento, segurança pública, entre outros, negados ou mal prestados? E muitos pagaram com a vida, por causa da ação deletéria e criminal dos bandidos Paulo Melo, Sérgio Cabral, Pezão, Picciani e seus asseclas.
O fato concreto é que, com a legislação em vigor, o crime realmente compensa! Praticamente todos os membros da quadrilha já estão soltos. Só falta o Serginho Cabral, que ainda não tiveram coragem de libertar.  

Joice Hasselmann diz que “PSL raiz não é uma direita xiita” e que será independente nas pautas dos governo


Joice, por enquanto, é a nova líder da bancada do PSL na Câmara
Camila Turtelli
Estadão
Em sua primeira entrevista como a nova líder da bancada do PSL na Câmara, a deputada Joice Hasselmann (SP) afirmou que o partido pelo qual o presidente Jair Bolsonaro se elegeu vai ser independente nas pautas “que podem prejudicar o Brasil”.
“Alguns deputados nossos sofreram desgastes votando pautas do governo que não foram bem vistas pela população, então, agora nós temos essa independência em relação às pautas”, disse. “É liberal e não nacionalista. Esse é o recado que vamos passar a partir de hoje”, afirmou.
PUNIÇÃO – O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), decidiu na terça-feira, dia 10, que os 14 deputados do PSL punidos pela Executiva do partido deixarão de contar para efeitos de bancada enquanto durar a suspensão anunciada pela legenda, que varia de 3 a 12 meses, dependendo do parlamentar.
A decisão determina, entre outras medidas, o afastamento desses deputados das funções de liderança e vice-liderança. Assim, Eduardo, que está atualmente em viagem no exterior, em Israel, deixa o posto. Os deputados punidos, no entanto, seguem com direito de votar.
PACIFICAÇÃO – “O primeiro passo que vamos dar em conjunto é um passo de pacificação e é um passo para mostrarmos para a sociedade brasileira que nós vamos fazer política de um jeito sério e maduro. O PSL raiz é uma direita racional, não é uma direita xiita, não é uma direita radical”, disse Joice.
Para a deputada, mesmo com a punição dos 14, o partido não perde peso político e ela afirmou ainda que não vai haver retaliação ao grupo. Mais cedo, o presidente Jair Bolsonaro disse a apoiadores, em frente ao Palácio da Alvorada, que “está cheio de traíras” o partido que “deixou para trás”.
ALIANÇA – Bolsonaro se desfiliou recentemente do PSL, partido pelo qual se elegeu presidente, e tenta agora tirar do papel o Aliança Pelo Brasil, partido conservador com forte presença da família Bolsonaro no comando.
“O presidente tem de dizer a quem ele se refere. Parlamentares deram a vida pela campanha do presidente da República, acreditaram, lutaram por ele quando ninguém acreditava. Quando nem sigla ele tinha, o PSL abriu portas e estendeu o tapete vermelho”, disse Joice sobre o comentário de Bolsonaro.
ACORDO – A presidência da principal comissão da Câmara, a de Constituição, Cidadania e Justiça (CCJ) está nas mãos do PSL, com o deputado Felipe Francischini (PSL-PR), que faz parte da ala “bivarista” do partido. Um dos acordos no início do ano era que ele revezasse em 2020 o posto com a vice-presidente da comissão, a deputada Bia Kicis (PSL-DF), da ala “bolsonarista” do partido.
“Tem vários acordos que várias pessoas diferentes já disseram em relação à CCJ. Primeiro preciso entender que fez esses acordos e quais são”, disse. “A deputada Bia Kicis tem de decidir se fica ou não no partido porque ela, é a única que tem prerrogativa de sair do PSL. Pode sair imediatamente sem perder o mandato porque ela foi eleita pelo PRP, legenda que não existe mais”, afirmou.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Joice ainda está na corda bamba e pode perder a liderança na Câmara, uma vez que o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios concedeu liminar suspendendo os efeitos da punição imposta aos 18 deputados federais do PSL da ala bolsonarista. Ela foi escolhida em uma lista assinada por 22 deputados, o que só constitui a maioria do partido se as suspensões forem consideradas válidas. Como os demais deputados não estão mais suspensos, o líder pode mudar. (Marcelo Copelli)

Teto de escola do Povoado Água Branca desaba sem vítimas.





Recebi essa foto do teto da Escola  que desabou hoje no Povoado Água Branca.
 Segundo fui informado, dizem que foi uma ampliação no governo Chaves ou Anabel.
Achem bom ou ruim, não irei colocar a culpa em nenhum ex-prefeito, já que se for enumerar existem muitos culpados.
Antes de Deri ser eleito prefeito, o  reporte sem registro que hoje está escanteado nessa administração, de forma voluntária saiu fiscalizando e tirando fotos de tudo que existia de errado na administração Chaves e Anabel em todo o município de Jeremoabo, sendo em seguida publicado e criticado neste Blog.
Vamos mais atrás, quando Tista de Deda foi prefeito, os vereadores da oposição fiscalizaram reparos em Escolas da Água Branca onde denunciaram as irregularidades na Polícia Federal.
Então se for querer culpar alguém, os maiores culpados são os vereadores que não fiscalizaram, em seguida vem o Secretária de Educação e de Obras da época dos reparos; continuando o responsável principal é a atual administração, que já atingiu a marca de mais de ano no poder,  recebeu o patrimônio sem mandar fiscalizar por quem de direito.
A pergunta que faço é: o diretor da escola será que nada notou?
A obrigação do atual prefeito era determinar que ao assumir a prefeitura, fosse efetuado um levantamento geral em todos os bens móveis e imóveis.

Prefeitura de Jeremoabo desrespeita o Estado laico.

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Já ia sentar na mesa para almoçar quando recebo de um cidadão CRISTÃO DE JEREMOABO a foto acima com a seguinte mensagem:

" Em Jeremoabo pode tudo, estilizaram o presépio.
Desrespeito é a palavra de ordem 
Desrespeitam até a religião".

Nota da redação deste Blog - Por uma questão de honestidade e de justiça, não culpo o prefeito por não entender de Leis, mas culpo por contratar um PROCURADOR que parece desconhecer a CONSTITUIÇÃO e o  CÓDIGO PENAL.
 Irei apenas fazer uma pergunta ao Procurador da República de Paulo Afonso que presta (des)serviços como Procurador Municipal de Jeremoabo; como também a título de colaboração ao município de Jeremoabo, colar Artigos da Constituição e do Código Penal.

Código Penal e Constituição feridos.
 E agora procurador?
Essa decoração leva também sua assinatura?

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Sergio Moro diz que não recebe presidente da OAB


MIGALHAS.COM.BR
No Twitter, ministro da Justiça usa abusadamente da autoridade e diz que só receberá o bâtonnier quando este "abandonar postura militante".

Negromonte afronta a decisão do STF

negromonte



AREGIAO.COM.BR
e continua participando das sessões do Tribunal de Contas dos Municípios, inclusive sendo indicado relator várias vezes. Mário Negromonte (PP) já foi…


Nota da redação deste Blog - Talvez seja esse o motivo do Prefeito de Jeremoabo desobedecer as determinações do TCM-BA, quando ordena o afastamento dos beneficiados pelo NEPOTISMO VERGONHOSO E IMORAL PRATICADO NA PREFEITURA DE JEREMOABO.

Greta Thunberg é escolhida 'Pessoa do Ano' pela revista Time

Estadão
22 h
Chamada de 'pirralha' por Bolsonaro, jovem ativista ambiental é apontada pela revista como símbolo do 'poder da juventude' (via Ciência, Saúde e Sustentabilidade Estadão#estadão

Moro e Weintraub simbolizam miséria política e intelectual do Brasil

Bolsonaro e ministros estão caindo da borda da Terra
KENNEDY ALENCAR
BRASÍLIA
O debate público no Brasil está muito pobre. A miséria política e intelectual do país cresceu demais nos últimos tempos.
Abraham Weintraub voltou a mentir a respeito de cultivo de drogas nas universidades federais. O ministro da Educação é a síntese dessa miséria intelectual e política. Foi leviano ao depor nesta quarta na Comissão de Educação da Câmara. Levou informações falsas ao Congresso.
As universidades não têm envolvimento com plantio de maconha. Pode ter havido um caso ou outro de alguém que plantou um pé de maconha num terreno público.
É uma irresponsabilidade um ministro da Educação agir dessa forma em relação às universidades federais. Ele é um inimigo do ensino. É um semeador da ignorância e do ódio. Atua como ponta-de-lança dessa estratégia de guerra cultural do bolsonarismo, difundindo bobagens e mentiras.
O ministro foi ao Congresso Nacional fazer um papelão. É um cidadão que não tem condição de comandar a Educação. Fala mal e porcamente o português. Pensa mal. Espalha fake news. Repetindo: ocupa o Ministério da Educação uma pessoa que não tem gabarito para a função.
*
É um perigo para a democracia
O ministro da Justiça, Sergio Moro, é outro que deveria tomar aulas de português junto a Abraham Weintraub. Moro também usa mal as vírgulas em particular e o idioma de modo geral. Mas vamos deixar isso de lado _apesar de não pegar bem para quem tem formação de magistrado falar e escrever com tantos erros de português.
O importante é analisar um tuíte de Moro a respeito das críticas do presidente da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Felipe Santa Cruz. Entre as queixas de Santa Cruz, está a de não ser recebido em audiência no Ministério da Justiça e Segurança Pública.
Segue o tuíte como Moro o escreveu (nem é dos piores): “Tenho grande respeito pela OAB, por sua história, e pela advocacia. Reclama o Presidente da OAB que não é recebido no MJSP. Terei prazer em recebê-lo tão logo abandone a postura de militante político-partidário e as ofensas ao PR e a seus eleitores”.
Segundo Santa Cruz, os apoiadores de Bolsonaro teriam desvio de caráter.
Ora, é inacreditável que um ministro de Estado imponha condições de abandono de suposta atitude de “militante político-partidário” para receber o presidente da OAB. A manifestação é de um autoritarismo enorme.
É aquela coisa: a ideologia está sempre nos outros, a militância está sempre nos outros. Moro não é um ideólogo de direita autoritário, não é um militante de um projeto regressivo para o Brasil.
O ministro da Justiça também costuma dar aula de jornalismo a respeito de reportagens e artigos de análise e opinião que o desagradam. Exibe visão medíocre sobre o exercício da função pública, porque o cargo não é propriedade privada dele. Ele tem de receber, sim, o presidente da OAB, por mais que fique contrariado com críticas.
Moro está ministro, mas não tem compreensão da função pública. Demonstra visão estreita do cargo e propaga um mantra autoritário contra os críticos. Se há uma discordância, rapidamente a resposta de Bolsonaro, de ministros e da milícia digital é que se trata de uma militância partidária, uma militância jornalística, uma militância eleitoral, uma militância partidária na advocacia e por aí vai…
Isso é uma loucura, porque a militância está sempre nos outros, a ideologia está sempre nos outros. Moro é o senhor da razão. Trata-se de estratégia para minar a credibilidade das instituições e dos críticos a fim de impor medidas autoritárias paulatinamente, normalizando absurdos.
Assim como o da Educação, temos um ministro da Justiça que não está à altura do cargo. Repetindo: Moro é a figura mais perigosa para a democracia brasileira.
Ele é autoritário. Não tolera críticas. Tem pensamento regressivo na área de segurança pública. Manifesta frequentemente visão atrasada a respeito do projeto para o Brasil. No entanto, goza de imagem muito boa na opinião pública, fruto do trabalho como cavaleiro do combate à corrupção, de paladino da Lava Jato. Essa boa imagem tem repercussão no cenário político e nos destinos do país.
Circula nas redes sociais, por exemplo, uma foto de Moro com dois homens que levaram uma suposta obra de arte com a imagem do ministro feita com cartuchos de bala. E o ministro da Justiça acha bom exibir isso. Faz até pose com mão na cintura.
Claro que esse episódio transmite uma mensagem errada para a política de segurança pública. O responsável por essa política pública deveria tomar mais cuidado. A mensagem estimula a violência.
*
Elite irresponsável
Nesta quarta, o presidente da República falou de novo um monte de bobagens, inclusive recorrendo a informações erradas para opinar sobre a escolha do ministro da Defesa da Argentina. Bolsonaro não tem que se meter nesse assunto, ainda mais tão desinformado.
Apesar de inadequado, seria interessante que outros mandatários comentassem o nível do ministério do Bolsonaro. É um nível muito baixo. Com raras exceções, ministros não conhecem execução orçamentária. Até um estudo do governo concluiu que o programa Verde Amarelo não vale a pena, pois tem custo maior do que o benefício que pode gerar ao empregar jovens.
Mas essa equipe econômica do Paulo Guedes é elogiada pelos empresários e o mercado financeiro. Essa elite deveria ter mais responsabilidade. Os empresários e o mercado financeiro precisam ter mais espírito crítico em relação ao que está acontecendo no país.
A reforma da Previdência só foi aprovada por causa do Centrão, de Rodrigo Maia, presidente da Câmara, e de Davi Alcolumbre, presidente do Senado. Não foi mérito de Guedes nem de Bolsonaro. Isso é um fato. Quem acompanha o poder em Brasília vê que a agenda econômica está nas mãos do Congresso.
Esse é um governo ruim, mas empresários e o mercado financeiro fingem não ver em nome de seus interesses. Estão se lixando para o país e o povo. Esse é o governo real que o Brasil tem. E os problemas reais que o país precisa resolver estão em segundo plano, passando ao largo do debate público.
Ontem, a Justiça revogou decisão de Bolsonaro de tirar os radares das rodovias federais. Há alto índice de mortes nas estradas. Claro que foi uma atitude absurda de Bolsonaro. Ainda bem que algum sistema de freios e contrapesos funciona.
A Justiça, o STF, o Congresso e a imprensa reagem. Ainda é possível fazer críticas no rádio, na TV, na internet e nos jornais. Muito bom.
A voracidade regressiva do governo Bolsonaro e o projeto de barbárie proposto ao país são imensos e demandam reação democrática e firme.
*
Caindo da borda da Terra
Anunciada nesta quarta, a escolha da ativista sueca Greta Thunberg como personalidade do ano pela revista “Time” foi uma infeliz coincidência para o presidente Jair Bolsonaro, que a atacou de modo infantil e descortês nos últimos dias.
Greta ganha protagonismo por defender uma causa boa, a do meio ambiente. Bolsonaro ganha protagonismo por não prezar o meio ambiente. Ao contrário da sueca, o brasileiro termina o ano com uma péssima imagem internacional, o que prejudica a credibilidade do Brasil no exterior. O país perdeu importância no mundo em 2019 e deixou de ser respeitado como potência ambiental.
Bolsonaro tem atitudes que não estão à altura do cargo. Nesta quarta, criticou a imprensa brasileira por dar destaques as falas de Greta Thunberg na COP-25 na Espanha, dizendo que a sueca fazia um “showzinho” e voltando a chamá-la de “pirralha”.
Há uma visão autoritária do presidente sobre o papel da imprensa. Esse negacionismo ambiental, mentindo a respeito do desmatamento e das queimadas na Amazônia, envia uma mensagem errada doméstica e internacionalmente.
Bolsonaro e seu ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, defendem posições que contrariam todos os dados científicos sobre mudança climática. Ambos negam o evidente aumento da destruição ambiental no Brasil.
Bolsonaro, seus filhos políticos e seus apoiadores estão caindo da borda da Terra com esse terraplanismo ambiental. E o mundo inteiro assiste de camarote.
Ouça abaixo os comentários feitos nesta quarta no “Jornal da CBN – 2ª Edição”:

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