terça-feira, janeiro 29, 2019

Discursos de ódio alimentam monstros contra Bolsonaro, Jean Wyllys e contra o Brasil

Terça, 29 de Janeiro de 2019 - 07:20


por Fernando Duarte
Discursos de ódio alimentam monstros contra Bolsonaro, Jean Wyllys e contra o Brasil
Foto: Reprodução/ Ag. Câmara
Nesta segunda-feira (28), o presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL), se submeteu à terceira cirurgia em consequência do atentado de que foi vítima no último mês de setembro, durante a campanha eleitoral. Bolsonaro, que muitas vezes provocou um discurso de ódio, se tornou alvo desse tom e, a cada nova intervenção cirúrgica, é obrigado a conviver com discursos mesquinhos de opositores que torcem contra ele. Um erro grave para a construção do ambiente democrático brasileiro.

A campanha eleitoral de 2018 deveria ter sido encerrada no dia 28 de outubro, data do segundo turno do pleito. No entanto, parcela considerável da população segue em clima divisionista, como se a eleição nunca tivesse sido encerrada. Bolsonaro venceu e é presidente da República pelos próximos quatro anos. Era para ser um ponto final. Não é isso que tem acontecido, até mesmo quando envolve uma questão tão delicada quanto a saúde do atual ocupante do Planalto.

Esse discurso de ódio é incentivado por eleitores e por figuras próximas ao presidente, a exemplo dos filhos que divulgam mensagens abjetas que se aproveitam da retirada da bolsa de colostomia para criar teorias de conspiração com incluem a morte de Bolsonaro. Ao amplificar as vozes que deveriam, nesse caso, ser silentes, a reprodução de mensagens negativas só provoca a continuidade do ambiente de tensão, que gera mais e mais ódio.

Ao tempo em que a família Bolsonaro é vítima desse processo, é também algoz na estratégia discursiva que se arrasta desde o período anterior ao pleito de 2018. Vide as reações à decisão do deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) de se afastar do terceiro mandato para o qual foi eleito. Não se esperava preocupação, porém o desdém é de um nível de imaturidade que beira a infantilidade. E até mesmo a lógica de desmentir as referências implícitas, como fez Carlos Bolsonaro, é bem menor do que se espera de alguém que integra o clã do chefe de um Estado.

O caso de Wyllys, inclusive, mostra como estamos em um estado catatônico diante das barbáries que acontecem na política. Por mais que haja discordância do posicionamento do deputado federal – e até mesmo a avaliação de que ele busca holofotes -, minimizar que o parlamentar se sente ameaçado e sugerir a ilação de que ele estaria por trás do atentado sofrido pelo então candidato à presidência é tão absurdo que não há adjetivo para descrever. A dor do outro é menor do que o ódio pelo qual se nutre a divisão entre brasileiros que tornaram a política um eterno embate entre torcidas.

Enquanto se discute quem merece mais rejeição, o Brasil segue bem menor do que deveria. Jean Wyllys não deveria ser desmerecido por renunciar. Bolsonaro não deveria ser alvo de zombarias por estar se submetendo a uma nova intervenção cirúrgica por causa de um desajustado que achou que resolveria a eleição com uma facada. Não deveríamos viver em um estado de ódio.

Este texto integra o comentário desta terça-feira (29) para a RBN Digital, veiculado às 7h e às 12h30, e para as rádios Excelsior, Irecê Líder FM, Clube FM e RB FM.
Bahia Notícias

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Engenheiros são presos em ação que apura responsabilidade de tragédia de Brumadinho De acordo com a Polícia Federal (PF), mandados foram cumpridos na Região Metropolitana de Belo Horizonte e em São Paulo

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Novas denúncias relatam abusos sexuais por padres contra crianças e adolescentes na Paraíba Vítimas reconheceram religiosos após divulgação, no Fantástico, de condenação da Arquidiocese da Paraíba na Justiça do Trabalho.


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Cronologia da tragédia em Brumadinho mostra que a culpa é mesmo da direção da Vale


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Schvartsman mentiu vergonhosamente na entrevista coletiva
Carlos Newton
Para que não pairem dúvidas sobre a culpa que recai sobre a direção da Vale S/A, é preciso fazer a cronologia dos fatos que envolvem a reativação da mina do Córrego do Feijão, que fica em Brumadinho e faz parte de uma das mais importantes reservas ambientais do Sudeste, o Parque Estadual da Serra do Rola-Moça. Abrangendo áreas dos municípios de Belo Horizonte, Nova Lima, Ibirité e Brumadinho, é o terceiro maior parque em área urbana do país, abrigando mananciais que são indispensáveis ao abastecimento de água a Belo Horizonte e a municípios vizinhos.
19 DE NOVEMBRO – Reúne-se o Conselho Consultivo do Parque Estadual da Serra do Rola-Moça  para decidir sobre licenciamento para atividades de mineração nessa importantíssima reserva ambiental.  
Por expressiva maioria, o Conselho Consultivo votou a favor da operação de três minas nessas áreas protegidas por legislação ambiental, e uma delas era justamente a jazida do “Córrego do Feijão”, da Vale.
11 DE DEZEMBRO – A Secretaria Estadual do Meio Ambiente aprova pedido da Vale para reabrir a mineração no Córrego do Feijão e reaproveitar os rejeitos do minério.
A licença teve aprovação, mas foram feitas várias exigências e o representante do Ibama advertiu que havia alto risco de rompimento da barragem, caso os rejeitos de minério fossem revolvidos para serem reaproveitados.
17 DE DEZEMBRO – Como era de se esperar, o Ministério Público de Minas Gerais não aceitou a decisão do Conselho do Parque Estadual e recomendou ao diretor-geral do Instituto Estadual de Florestas que não concedesse ou expedisse – ou anulasse, caso já tivesse concedido ou expedido – qualquer autorização para atividades minerárias ou de transporte de minério projetadas para ocorrer dentro dos limites do Parque Estadual do Rola Moça.
25 DE JANEIRO – Sem ter cumprido as exigências feitas pela Secretaria Estadual de Meio Ambiente e desrespeitando o parecer do Ministério Público e a advertência do Ibama, a Vale reativou a mina, contratou centenas de trabalhadores, inclusive terceirizados, e começou a revolver os resíduos da barragem do Córrego do Feijão, para reaproveitar as sobras de minério.  
Conforme o representante do Ibama previra, a movimentação dos rejeitos sólidos provocou o rompimento da barragem e ocorreu a tragédia anunciada, matando centenas de pessoas e destruindo tudo que havia pela frente.
SCHVARTSMAN MENTE – Contra fatos não há argumentos, diz a prática forense. Diante dessa cronologia dos acontecimentos, que é rigorosamente verdadeira, fica claro que o presidente da Vale, engenheiro Fábio Schvartsman, mentiu ao convocar entrevista coletiva e afirmar que a mina do Córrego do Feijão estava desativada desde 2015 e por isso o acidente ecológico seria menos grave do que a tragédia de Mariana.
Ao contrário, na verdade a atividade de mineração em Brumadinho tinha sido reativada ilegalmente, sem cumprimento das exigências feitas pela Secretaria do Meio Ambiente, e já havia centenas de trabalhadores atuando na retirada dos rejeitos que estavam na barragem, para que houvesse reaproveitamento do minério ainda existente.
SILÊNCIO ATROZ – A grande mídia pode até se calar, porque a Vale é uma grande anunciante e sabe manobrar os bastidores da comunicação social, mas todas as denúncias feitas com exclusividade pela “Tribuna da Internet” não podem se desmentidas, e a verdade acabará prevalecendo, é apenas questão de tempo.
O presidente em exercício, Hamilton Mourão, já está convicto da responsabilidade da direção da Vale e diz nesta segunda-feira que o governo tenta encontrar uma maneira jurídica de demitir a diretora da empresa. Não irá conseguir, porque a Lei das S/A (art. 140) dispõe que a destituição só pode ocorrer em assembleia-geral de acionistas.
Já que o governo não conseguirá afastar a diretoria da Vale,  pelo menos poderia mandar prender seus integrantes com base na jurisprudência penal, enquadrando-os como “autores imateriais”, responsáveis pelo fato, e justificando o flagrante como “crime permanente”, cujos efeitos ainda permanecem.
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P.S. 1
 – É evidente que tudo isso só funciona na teoria, porque na prática quem continua mandando neste país são as elites. Em qualquer nação realmente civilizada, os responsáveis por essa matança em série já teriam sido algemados diante das câmaras de TV, como ocorreria em nossa Matriz (ou Matrix), os Estados Unidos. Mas aqui na Sucursal Brasil as coisas ainda funcionam de forma primitiva, digamos assim.
P.S. 2 – Fica claro também que o presidente da Vale entendeu de forma equivocada o recado de Jair Bolsonaro, que na campanha eleitoral prometeu acabar com a ditadura dos ambientalistas. Sem dúvida, Schvartsman julgou que tinha virado James Bond e ganhara licença para matar. (C.N.)

Com Brumadinho, a Vale tornou-se a empresa mais assassina da História do Brasil


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Os corpos das vítimas são colocados em bandejas funerárias
Pedro do Coutto
Trata-se de um registro hediondo, mas, sem dúvida, a Vale S/A, privatizada pelo ex-presidente FHC, tornou-se a maior empresa assassina da história brasileira. Cito FHC não para culpá-lo, porém somente para acentuar os anos que se passaram, faixa de tempo mais do que necessária para que os governos de Lula, Dilma Housseff e Michel Temer exigissem da empresa as providências de precaução quanto a eventualidade de desastres como os de Mariana e Brumadinho.
Eram necessárias práticas concretas de segurança. Mas a fiscalização federal foi absolutamente omissa. O resultado está aí aos olhos de todos. Omissão também produz crimes em sequência. A vida humana não tem preço.
FOI UM AVISO – O desastre de Mariana, ocorrido há três anos, teria logicamente que despertar o Ministério de Minas e Energia, mas aconteceu o contrário, passou a dormir no colchão dos omissos. Ministros se sucederam ao longo de 2003 para cá e não tiveram qualquer preocupação com o problema industrial e ecológico, mostrando a verdadeira face de seu desinteresse em relação às vidas humanas. Especialmente depois de Mariana, ocorrida há três anos.
O passado recente, incrível isso, não sensibilizou as autoridades para que pelo menos fossem informadas as reais condições da Vale em relação a suas operações, que hoje se vê de alto risco,
Passados três anos as vítimas de Mariana não receberam qualquer apoio por parte da empresa, que continuou navegando nas águas mansas sopradas pelo governo e pela Justiça brasileira.

MORTES EM MASSA – Com isso, tanto a Vale quanto a omissão dos governantes conduziram a um assassinato em massa, de acordo com as matérias publicadas ontem com grande destaque na imprensa e redes de televisão.  O assassinato em série foi gigantesco e representou o maior desastre ecológico dos últimos tempos. É verdade que em relação à ecologia, o rompimento em Mariana foi mais profundo. Entretanto, em relação à quantidade de vítimas, Brumadinho ultrapassou a marca sinistra deixada pela Vale na estrada do número de mortes praticamente dolosas, porque, mesmo não sendo praticados com a intenção de matar, refletiram o desleixo que levou à tragédia.

Polêmica da embaixada em Jerusalém mostra como o governo realmente funciona


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Ao atender aos jornalistas, Mourão vai explicando o governo
Guilherme MazuiG1 — Brasília
O vice-presidente Hamilton Mourão, que está no exercício da Presidência da República, declarou nesta segunda-feira (28) que, “por enquanto”, o Brasil não pensa em mudar sua embaixada em Israel de Tel Aviv para Jerusalém. A decisão final será do presidente Jair Bolsonaro, ressaltou o vice, que ficará na Presidência até quarta-feira (30) pela manhã em razão da cirurgia a qual foi submetido o presidente Jair Bolsonaro.
Mourão fez o comentário depois de uma reunião com o embaixador da Palestina no Brasil, Ibrahim Alzeben. A questão foi um dos assuntos tratados e, após o encontro, o embaixador afirmou que espera que a mudança não seja efetivada.
RESPOSTA DE ESTADO – Em entrevista ao sair do Planalto nesta segunda, Mourão disse que deu uma “resposta de Estado” ao embaixador da Palestina.
“A resposta que eu dei para eles é uma resposta de Estado, né? O Estado brasileiro, por enquanto, não está pensando em nenhuma mudança de embaixada”, afirmou.
Em 1º de novembro do ano passado, o então presidente eleito Jair Bolsonaro afirmou que o Brasil iria transferir a embaixada em Israel para Jerusalém. Duas semanas depois, questionado por um jornalista sobre o assunto, Bolsonaro afirmou: “Quando eu assumir em janeiro, você vai ter a resposta”.
POLÊMICA – Até o momento, o governo brasileiro não oficializou a mudança, já adotada pelo Estados Unidos. Caso o Brasil tome a medida, o país reconhecerá a cidade como capital de Israel. Contudo, os palestinos discordam da posição e reivindicam Jerusalém Oriental como capital de um futuro Estado palestino.
Lembrado das falas de Bolsonaro sobre o assunto, Mourão explicou que foram declaração dadas durante a campanha eleitoral.
“Foi na campanha, tal e coisa. Vamos aguardar, quem decide é o presidente, né? O presidente volta, aí tem que ouvir as opiniões todas”, disse.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Em tradução simultânea, o Brasil está realmente sob um governo que tem um presidente, mas ele não decide sozinho. Primeiro, Bolsonaro ouve o núcleo duro (três generais e dois civis) e depois anuncia a decisão. No caso da embaixada em Jerusalém, já faz tempo que ela subiu no telhado, como se dizia antigamente. (C.N.)

segunda-feira, janeiro 28, 2019

Cirurgia de Bolsonaro foi complicada, ele ainda corre riscos e precisa se cuidar


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Fotos mostram Bolsonaro durante os exames antes da cirurgia
Carlos Newton
O Planalto disse que foram sete horas na mesa de cirurgia, mas na verdade foram nove horas, o mesmo espaço de tempo que Adib Jatene levou para operar o coração do então senador Antonio Carlos Magalhães, que estava desenganado. No caso da retirada da bolsa de colostomia do presidente Jair Bolsonaro, segundo o porta-voz da Presidência da República, general Rego Barros, as aderências no intestino exigiram uma “obra de arte” por parte da equipe médica que atuou no Hospital Albert Einstein, em São Paulo.
“O procedimento ocorreu sem intercorrências e sem necessidade de transfusão de sangue”, diz o boletim do hospital, que foi uma ótima notícia, comprovando que não houve sangramento, que seria um problema adicional.
SITUAÇÃO ESTÁVEL – Bolsonaro foi encaminhado para a UTI (Unidade de Terapia Intensiva) depois da cirurgia em situação “clinicamente estável, consciente, sem dor, recebendo medidas de suporte clínico, prevenção de infecção e de trombose venosa profunda”, afirma a nota do hospital.
O fato concreto é que houve complicações na cirurgia. Não se sabe se foram provocadas pela falta de cuidados de Bolsonaro, que jamais se comportou como portador de uma doença grave, chegou a fazer flexões em público, no sábado agarrou na porta do helicóptero para ver melhor o rompimento em Brumadinho.
Esta foi a segunda vez que marcaram a cirurgia. Na primeira tentativa, não foi possível que Bolsonaro estava com infecção. A quantidade de antibióticos que tomou desde a facada é impressionante. E continua tomando.
MUITO REPOUSO – É óbvio que um paciente impaciente como Bolsonaro precisa ser obrigado a ficar em repouso. Previa-se recuperação em dez dias, caso não houvesse problemas na cirurgia. Ou seja, o presidente deverá ficar pelo menos duas semana ainda em repouso. Por isso, essa ideia de retomar logo o poder e começar a despachar no hospital é uma tremenda maluquice.
Bolsonaro e o núcleo duro do Planalto precisam entender que se trata de uma doença grave. Segundo apurou O Globo, os riscos variam de 5% (em pacientes com boas condições de saúde, como as de Bolsonaro) a 20% (diabéticos e desnutridos, por exemplo).
Diz o especialista Carlos Walter Sobrado, professor de Coloprotoctologia da Faculdade de Medicina da USP, o risco maior ocorre na primeira semana após a cirurgia, quando o paciente começar a evacuar.
AINDA HÁ RISCOS – Pelo fato de o intestino grosso ter pouca vascularização, podem ocorrer problemas de cicatrização. O mais temível é a fístula, ou seja, uma abertura no local suturado com pontos.
Se houver rompimento da sutura e vazamento de fezes na cavidade abdominal, é preciso abrir novamente o paciente. “Aí a gente perde tudo o que foi feito. É preciso refazer a colostomia”, explica o professor Sobrado.
Outro especialista ouvido por O Globo reforça a afirmação:  “Já tive paciente que fez fistula com 21 dias após a cirurgia. Isso não é culpa do cirurgião ou do material utilizado. É um risco intrínseco a uma cirurgia de intestino grosso”, afirma Diego Adão Fanti Silva, cirurgião de aparelho digestivo da Unifesp.
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P.S. 1 – 
Vamos torcer para que Bolsonaro fique novo bom. A grande maioria dos brasileiros votou nele e acredita que conseguirá limpar este país, um serviço que será tão difícil quanto os Doze Trabalhos de Hércules. (C.N.)

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