
Charge do Nani (namihumor)
José Vidal
O bom da democracia é que podemos escolher quem quisermos. O ruim é que nem sempre os escolhidos fazem aquilo que desejamos e também muitas de nossas escolhas são aleatórias, sem base qualquer, naqueles candidatos nos quais colocamos votos, principalmente quando as eleIções não são majoritárias.
Pode ser um nome sugerido por um amigo ou parente, um nome num papel jogado no chão, etc. No dia seguinte nem lembramos em quem votamos.
CAPITALISMO – Como sabemos, hoje o regime econômico que venceu mundialmente é o capitalismo, seja qualquer o tipo que chamemos, como capitalismo financeiro, capitalismo de Estado, capitalismo liberal, capitalismo social.
Na realidade, há apenas dois tipos de capitalismo que interessam: o liberal sob todas as suas formas (neoliberal, liberal) que prega o Estado mínimo, a meritocracia etc., e o capitalismo social.
Na história moderna nenhum país se desenvolveu com essas premissas. Ao contrário, os países somente se desenvolveram no início com um Estado protetor e indutor do crescimento econômico e social.
PROTEÇÃO Á MAIORIA – Em antagonismo ao capitalismo liberal, o capitalismo social atua como uma proteção à maioria, com sistema de benefícios sociais e tem presença forte na economia, como ocorre nos países que praticam a democracia social ou o chamado capitalismo de Estado.
No caso do Brasil, há candidatos que pregam o capitalismo liberal, com a presença mínima do Estado (com exceção do favorecimento a certos grupos escolhidos às benesses) e outro que prega o capitalismo social com a presença forte do Estado como indutor do desenvolvimento, mas com exagero em certos gastos populistas.
O sistema atual é um disfarçado parlamentarismo da pior espécie, e o presidente fica manietado, com pouca margem de manobra. Portanto, devemos ter em mente que o governo é formado por três poderes e todos eles deveriam trabalhar em conjunto, para o bem da população, porém isso somente acontece na teoria.