Charge do J.Caesar (Veja)
Vicente Limongi Netto
O traste ambulante Flávio Bolsonaro insiste em tentar convencer o cidadão de bem e se comporta como um santo imaculado. As digitais amorosas e agradecidas do patético senador com o facínora Daniel Vorcaro não saem mais e não adianta usar alvejantes. Estão coladas na alma.
O senador achocolatado enfiou no bolso 61 milhões de reais de Vorcaro alegando ser para o filme de terror sobre o pai dele, o presidiário Jair Bolsonaro. O eleitor não suporta candidato mentiroso. Tem nojo de lobos, mesmo desdentados, como o senador rachadinha, fantasiados de cordeiros.
ALTA PICHAÇÃO – O deputado evangélico do MDB do Rio de Janeiro, Otoni de Paula, colocou nos anais da Câmara Federal, com todas as letras, “Flávio Bolsonaro é batedor de carteira”.
Flávio Bolsonaro anuncia agora que passou a usar colete à prova de bala. Ora, melancia na cabeça ficaria melhor, no perfil leviano do senador do PL. Tenta se passar de vítima. Usa o drama do próprio pai, esfaqueado em 2018. Inacreditável. Bate no peito enlameado: “tenho o sangue do meu pai”. O problema é esse.
Hoje, segundA-feira, é o Dia Nacional da Adoção. Quem quiser adotar um jumento, Flávio Bolsonaro ficaria agradecido.
PRESENÇA ETERNA – Boa sacada da Federação do Comércio do Distrito Federal, que está recriando aqui na capital o famoso ateliê do arquiteto Oscar Niemeyer, reunindo móveis, material de desenho, papéis, livros e croquis no Polo de Economia Criativa do Senac, no Setor Comercial Sul.
O acervo vem do Rio de Janeiro, transferido do escritório de Niemeyer em Copacabana, onde o arquiteto trabalhou durante 61 anos e projetou a nova capital, junto com o urbanista Lúcio Costa, criador do Plano Piloto e das duas Asas da revolucionária cidade, que é considerada Patrimônio Cultural da Humanidade.