terça-feira, novembro 18, 2025

O que levou o BC a liquidar o Banco Master – e a PF a prender Daniel Vorcaro

 

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BANQUEIRO PRESO

O que levou o BC a liquidar o Banco Master – e a PF a prender Daniel Vorcaro | O Banco Central decretou nesta terça-feira, 18, uma intervenção de 120 dias e a liquidação extrajudicial do Banco Master. Também foram liquidadas a corretora e o banco de investimentos que pertenciam à instituição. Somente o Will Bank, uma fintech pertencente ao grupo, não foi alvo da autoridade monetária, diante do interesse de investidores estrangeiros em comprar a empresa. A intervenção e a liquidação extrajudicial são determinadas pelo BC para interromper o funcionamento de um banco, corretora ou fintech e promover a retirada daquela empresa, de forma organizada, do sistema financeiro nacional. Essa decisão costuma ser tomada quando o BC constata que não é possível recuperar a saúde financeira de uma instituição – no jargão de mercado, uma insolvência irrecuperável – ou quando forem cometidas graves infrações às leis. LEIA+

POR ENQUANTO, NÃO

As razões do governo para não votar logo a pauta orçamentária | O governo Luiz Inácio Lula da Silva não tem feito esforços para acelerar a tramitação do PLDO (Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias) e do PLOA (Projeto de Lei Orçamentária Anual). Ambas as propostas ainda precisam ser apreciadas na CMO (Comissão Mista do Orçamento) e nos plenários da Câmara e do Senado. O motivo é simples: os petistas só querem pautar os textos depois que as medidas arrecadatórias para garantir o cumprimento da meta fiscal em 2026 forem aprovadas por deputados e senadores, afirmaram ao PlatôBR técnicos da equipe econômica e da ala política. LEIA+

SUBIRAM NO TELHADO

Aprovação incerta: pautas prioritárias do governo e da oposição patinam no Congresso | A pouco mais de um mês do fim do ano legislativo, pautas consideradas prioritárias pelo governo e pela oposição seguem travadas e sem garantia de aprovação pelo Congresso. Entre disputas políticas, resistência de setores organizados e impasses fiscais, deputados e senadores não conseguem destravar propostas que impactam diretamente a economia, a gestão pública, a segurança e o planejamento do país para 2026. LEIA+

TELHADO DE VIDRO

O Centrão destila veneno sobre Flávio Bolsonaro candidato à Presidência | As notícias de que Flávio Bolsonaro planeja se lançar candidato à Presidência em 2026 têm despertado línguas ferinas no Centrão, repleto de entusiastas das candidaturas de Tarcísio de Freitas e Ratinho Júnior — nessa ordem. Apesar da desenvoltura política de Flávio, visto em Brasília há muito tempo como o Bolsonaro mais afável e sensato, gente do Centrão tem lembrado possíveis agruras que ele passaria sob o intenso escrutínio de uma campanha presidencial. LEIA+

ALIADOS DE OCASIÃO

Divididos no PL Antifacção, Motta e o governo dependem de boa relação em outros temas | Apesar dos recentes abalos de confiança, o entendimento no Palácio do Planalto é que será preciso manter a boa relação com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), até o ano que vem. A cautela tem razões pragmáticas: o governo depende da aprovação pelo Congresso de projetos que aumentam a arrecadação de 2026. A divergência mais recente foi provocada pela decisão de Motta de escolher o deputado Guilherme Derrite (PP-SP) para relatar o PL Antifacção, proposto originalmente pelo Planalto. Ao entregar o texto a um parlamentar da oposição, Motta tirou das mãos do governo uma das principais propostas para o combate à criminalidade, tema sensível para as eleições de 2026. LEIA+

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