Título: A Piada do Ano: “Arrombaram” a Câmara de Vereadores de Jeremoabo
Em Jeremoabo, onde o absurdo costuma bater ponto, a piada do ano chegou antes do Natal: “arrombaram a Câmara de Vereadores”. Uma notícia que, em qualquer lugar sério, causaria espanto e preocupação — mas por aqui soa como comédia pronta, digna de roteiro de pastelão político.
Afinal, convenhamos: como é possível que um prédio público, mantido com recursos milionários, dotado de estrutura privilegiada, câmeras de vigilância, vigias e porteiros, possa ser “arrombado” sem que ninguém veja, ouça ou saiba de nada? Isso em plena era da tecnologia, onde até pequenos comércios têm monitoramento 24 horas e sensores de presença.
Mas como estamos falando da Câmara de Jeremoabo, talvez o impossível tenha virado rotina. É a mesma instituição que, nos últimos anos, parece ter se especializado em fazer o inacreditável acontecer — seja aprovando absurdos, ignorando o que realmente importa ou fechando os olhos para o que salta aos olhos do povo.
O noticiário local agora discute o “arrombamento misterioso” de um prédio que, teoricamente, deveria ser o símbolo da transparência e da moralidade pública.
Talvez o “arrombamento” não tenha sido de portas ou janelas, mas sim da paciência e da inteligência da população, que já não aguenta mais ver o dinheiro público escorrendo por frestas bem mais largas que qualquer fechadura.
Enquanto isso, o povo observa, balança a cabeça e repete:
“Em Jeremoabo, até o impossível acontece… e ninguém se espanta mais.”