domingo, junho 09, 2019

Relator da reforma se reúne com Rodrigo Maia para acertar entrega do parecer


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Samuel Moreira vai fazer algumas alterações no projeto original
Geiza DuarteTV Globo — Brasília
O relator da reforma da Previdência, deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), passou este sábado (8) em reunião com consultores da Câmara e secretários da Previdência no Ministério da Economia. Eles fizeram simulações sobre o impacto financeiro de ajustes que o relator vai propor em relação ao texto original da reforma, encaminhado pelo governo para mudar as regras de aposentadoria.
Trata-se de uma conta complicada porque, mesmo com as alterações, Samuel Moreira não quer diminuir a estimativa da equipe econômica de conseguir, com a reforma, uma redução de gastos de cerca de R$ 1 trilhão em 10 anos.
ALTERAÇÕES – O relator não falou com jornalistas neste sábado, afirmou apenas que o trabalho “avançou bem” durante o dia. O secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, também esteve no Ministério da Economia no fim da tarde deste sábado.
Nas conversas que teve com vários partidos nesta semana, Samuel Moreira sinalizou que deve alterar alguns pontos da reforma, entre os quais o que reduziu o pagamento do Benefício de Prestação Continuada (BPC) a idosos de baixa renda
O líder do governo na Câmara, Major Vitor Hugo (PSL-GO), esteve no Palácio da Alvorada e disse que o presidente Jair Bolsonaro está “confiante” na aprovação da reforma e que considera “natural” que deputados e senadores queiram fazer mudanças no texto.
COM MAIA – O relator da reforma se reuniu com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), neste domingo (9) para discutir os próximos passos para a apresentação e votação do texto na comissão especial que analisa o tema.
A tendência é que ele apresente o parecer só na próxima terça-feira (11), depois da reunião do Fórum de Governadores, que vai acontecer em Brasília. Os governadores defendem a manutenção dos servidores estaduais e municipais na reforma, mas muitos deputados são contrários a essa proposta.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Os governadores têm razão. Não é possível aceitar um reforma “meia-sola”, que deixe de fora estados e municípios, que em maioria estão em pior situação do que o governo federal. (C.N.)

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