
O próprio ministro Moro se ofereceu para vir, revela Simone Tebet
Deu em O TempoEstadão Conteúdo
A presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado, Simone Tebet (MDB-MS) elogiou a disposição do ministro da Justiça de prestar esclarecimentos à Casa e já marcou a reunião para a próxima quarta-feira, dia 19, às 9 horas da manhã, com transmissão ao vivo pela TV Senado.
“A situação requer realmente um esclarecimento por parte do ministro da Justiça e acho louvável o fato dele ter tomado iniciativa de se colocar à disposição para vir, independentemente de saber se o requerimento ia ser votado ou não”, disse a senadora à reportagem.
COMUNICADO – Mais cedo, o líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), repassou aos colegas um comunicado em que Moro se comprometia a ir ao Senado e que foi lido pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP).
Questionada se essa disposição era um sinal de que o ministro estaria em busca de apoio do Senado para superar a crise, Simone Tebet disse que acha que não. “Eu estive com ele de manhã e ficou muito claro que o ministro está muito tranquilo e que ele quer esclarecer os fatos”, afirmou.
A senadora afirmou que vai seguir o regimento da Casa para audiência com Moro e que não pretende fazer um acordo com os membros para a dinâmica do dia. Ela disse que não teme uma arena de embate. “Não na minha presidência e com os senadores com o calibre que nós temos no Senado Federal”, disse.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Como diz o ditado, quem não deve não teme. Enquanto isso, outros políticos que realmente precisam prestar depoimentos continuam se esquivando de fazê-lo, como o ministro Paulo Guedes e o senador Flávio Bolsonaro, sem falar no elemento mais procurado, o ex-assessor Fabricio Queiroz, que não é político, mas adora trabalhar na política. (C.N.)
NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Como diz o ditado, quem não deve não teme. Enquanto isso, outros políticos que realmente precisam prestar depoimentos continuam se esquivando de fazê-lo, como o ministro Paulo Guedes e o senador Flávio Bolsonaro, sem falar no elemento mais procurado, o ex-assessor Fabricio Queiroz, que não é político, mas adora trabalhar na política. (C.N.)