quinta-feira, junho 06, 2019

A esperteza dos prefeitos e a insanidade de quem atender

Peregrinando mais uma vez por Brasília, prefeitos de diversos municípios brasileiros estenderam a pauta do Pacto Federativo para a prorrogação dos seus mandatos. Estiveram com o autor da PEC da unificação das eleições em 2022, Rogério Peninha (MDB-SC), que informou ter a matéria já prosperado na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara.
 
Os gestores voltam, hoje, para seus municípios animados, achando que podem ficar mais dois anos no cargo. Aprovada a PEC, as eleições do ano que vem seriam canceladas, prefeitos e vereadores só iriam à reeleição em 2022.
O pai da ideia alega que o Brasil está saturado de fazer eleições de dois em dois anos e que a economia por pleito seria da ordem de R$ 5 bilhões por parte da justiça eleitoral. A justificativa posta por Peninha pode até ser convincente, mas prorrogar mandato é um tremendo casuísmo, repudiado pela sociedade pensante do País.
Para o gestor que esteja trabalhando em prol do povo é bom, mas para àqueles que estão enchendo os bolsos (que é o caso de quase 99%) infelicidade da população. O governo federal, juntamente com o congresso, em vez de estender o prazo deveria criar uma força tarefa para meter na cadeia essa gatunagem.

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