quinta-feira, fevereiro 18, 2010

CEF vai ao STJ para receber R$ 130 em honorários

Fracassou a tentativa da Caixa Econômica Federal de receber honorários no valor de R$ 130. Os ministros da 3ª Turma do Superior Tribunal de Justiça consideraram a pretensão descabida porque o custo desse processo para o Estado, do qual fazem parte tanto a CEF quanto o STJ, é muito superior à importância discutida.

O Recurso Especial contestou decisão do Tribunal Regional Federal da 5ª Região, que extinguiu a execução de valor ínfimo diante da falta de interesse de agir. A CEF alegou, no STJ, afronta ao artigo 23 da Lei 8.906/94 (Estatuto da OAB) Também sustentou que não há no ordenamento jurídico pátrio autorização para extinção da execução e que não é ínfima a execução de R$ 130.

O relator do caso, desembargador convocado Paulo Furtado, destacou inúmeros precedentes do STJ sobre execução de valor irrisório. Entre eles, há um relatado pelo ministro Franciulli Netto (já morto), no qual ele afirmou que não se pode perder de vista que o exercício da jurisdição deve sempre levar em conta a utilidade do provimento judicial em relação ao custo social de sua preparação.

Para Paulo Furtado, movimentar o Poder Judiciário para receber R$ 130 demonstra patente inutilidade do provimento jurisdicional, uma vez que o mesmo Estado que abriga o STJ e a CEF não só gastará, como já gastou, quantia muito superior à solicitada. Com base no voto do relator, a Turma, por unanimidade, negou o Recurso Especial. Com informações da Assessoria de Imprensa do Superior Tribunal de Justiça.

Resp 796.533

Revista Consultor Jurídico

Supremo nega benefício à servidora aposentada

O Plenário do Supremo Tribunal Federal negou por unanimidade Mandado de Segurança para uma servidora pública aposentada que questionava decisão do Tribunal de Contas da União, que cancelou uma parcela de sua aposentadoria. Segundo o TCU, a servidora não comprovou o exercício na função de direção, chefia, assessoramento, assistência ou cargo em comissão.

Para a ministra Cármen Lúcia, a servidora aposentada não comprovou ter exercido a função pelo mínimo de tempo necessário para incorporá-la à aposentadoria. Segundo o artigo 193 da Lei 8.112, esse prazo é de no mínimo cinco anos corridos ou dez intercalados.

A servidora se aposentou em 14 de novembro de 1997 no cargo de técnico de nível superior da Fundação Nacional de Desenvolvimento da Educação. Em 2005, o TCU considerou o cálculo da aposentadoria irregular, mas não determinou a devolução do montante já recebido a título de função, apenas o fim do recebimento. Com informações da Assessoria de Imprensa do Supremo Tribunal Federal.

MS 25.697

quarta-feira, fevereiro 17, 2010

Cachaça para degustar

Ela começou a ser produzida há mais de 400 anos no Brasil.
Mas só recentemente ganhou uma aura de refinamento.


Anna Paula Buchalla

Fotos Laílson Santos

Por definição, a cachaça é a aguardente de cana que possui teor alcoólico entre 38% e 48%. Ela pode ser classificada como branca – em geral, engarrafada logo depois de produzida – ou envelhecida, com cor, aroma e sabor alterados pelo armazenamento em barris de madeira por um ano, no mínimo. A envelhecida pode ou não ser misturada a uma medida de destilado recém-produzido. Quando isso não acontece, ela recebe a qualificação premium ou extra premium (se passa mais de três anos armazenada).

Há ainda a adoçada, com concentrações de açúcar superiores a 6 gramas por litro. Como existem mais de 4 000 marcas de cachaça produzidas de norte a sul do país, VEJA convidou seis especialistas para estabelecer um ranking das melhores, divididas entre brancas e envelhecidas. Cada jurado enviou uma lista com dez sugestões de sua preferência por categoria. Do cruzamento das listas, chegou-se às cinco melhores em cada uma delas. Todas foram degustadas e avaliadas com notas de zero a 10 no restaurante Mocotó, em São Paulo.

Fonte: Veja.Com* Preços médios em São Paulo

Corrupção é a marca registrada do DEMO:Censo do Interlegis contratou sobrinha de Heráclito Cururu Fortes

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Tem jeito não, onde existe safadeza, corrupção os demos estão no meio.Será que Ronaldo UDR Caiado vai pedir a expulsão dos DEMOS Heráclito Fortes e Efrain Morais?

Além de Agaciel e Efraim, o primeiro-secretário do Senado foi outro que se valeu do levantamento para beneficiar parentes
Lúcio Lambranho
Maria Inês Mendes Fortes, sobrinha do primeiro-secretário do Senado, senador Heráclito Fortes (DEM-PI), também foi uma das indicadas para trabalhar no I Censo do Legislativo realizado pelo Interlegis em 2005. A turismóloga é filha de Jayme Fortes, irmão do senador do DEM e que comanda o gabinete do senador do Piauí em Teresina. Jayme confirmou a contratação da filha pelo Interlegis, mas informa que ocupa a função mesmo sem ser contratado como funcionário comissionado pela Casa.
O curioso perfil exigido pelo Interlegis para a contratação de recenseadores levava em conta se o candidato tinha boas relações políticas. Nisso, a parenta de Heráclito Fortes se encaixava, assim como os parentes do ex-diretor-geral do Senado, Agaciel Maia, e do então primeiro secretário e colega de partido de seu tio, o senador Efraim Morais (DEM-PB). Foi o que revelou com exclusividade o Congresso em Foco nas duas primeiras reportagens sobre o Censo do Legislativo.
Mas a então estudante do ensino médio não tinha um dos requisitos considerados importantes pelo programa do Senado, que era possuir curso superior. A sobrinha de Heráclito também disse ao site que não se recorda quanto recebeu para fazer as pesquisas em 25 câmaras municipais em cidades do Piauí, principalmente no sul do estado e mais 15 municípios no Oeste da Bahia. Maria Inês garante que fez uma inscrição para participar do censo. "Fiz uma inscrição, mas agora não me lembro onde era", diz.

"Amargas lembranças"
Por meio de sua assessoria, Heráclito Fortes também confirma a indicação da sobrinha para o trabalho e a versão de que ela soube sozinha da oportunidade de trabalho temporário. "Foi a própria Maria Inês quem descobriu, por um colega, que o recrutamento estava sendo feito e se inscreveu. Somente depois disso, ela comunicou o fato ao senador Heráclito, que endossou a indicação junto ao senador Efraim", diz a nota de sua assessoria. O primeiro secretário também lembrou que tem "amargas lembranças" da participação de sua sobrinha no censo, pois, segundo o senador, "nas andanças da Maria Inês pelo interior, ela bateu o carro e ele acabou ajudando-a a pagar o conserto."
O senador do Piauí defende na mesma nota a escolha de Maria Inês pelo Interlegis apesar de não possuir na época cursos superior, como informa o Interlegis em documento em que detalha como foi feito o recrutamento. "Maria Inês preenchia todos os requisitos, inclusive por ter trabalhado no cerimonial do Governo do Estado, ocasião em que teve contato com políticos de todos os partidos e municípios. Era, portanto, capacitada para o trabalho, que foi feito com todo o rigor."

"Não respondeu"
O primeiro secretário do Senado também acredita na qualidade do censo dizendo que "o trabalho foi auditado e aprovado”. Mas apesar das declarações do senador do DEM, que também é o atual presidente do Interlegis, o Congresso em Foco encontrou várias evidências que contradizem as informações prestadas pelo Senado na última quarta-feira (10).
Nos dados do censo aos quais o site teve acesso aparecem 129 cidades onde no lugar do pesquisador o campo do arquivo contém a expressão "não respondeu". Outras 32 cidades tiveram questionários aplicados em novembro de 2006, sete meses após o anúncio feito oficialmente pelo Senado de que o censo fora concluído. Dessas cidades, 21 delas tiveram os próprios funcionários das câmaras figurando como pesquisadores e responsáveis pelas informações contidas nos questionários.
"De certeza eu não recebi ninguém aqui. Recebi o questionário por e-mail e devolvi respondido no mesmo dia", disse ao site funcionária da Secretaria Legislativa da Câmara Municipal de Piranguçu (MG). A informação da funcionária pode ser confirmada com os dados aos quais a reportagem teve acesso e que mostram que o questionário foi enviado e respondido no mesmo dia: 27 de novembro de 2007. O Senado informou que todas as mais de 5 mil câmaras municipais foram visitados pessoalmente pelos recenseadores.

"Fiquei no prejuízo"
O ex-vereador do município gaúcho de Jóia, Peri da Silva Escobar, informou ao site que recebeu R$ 21 mil para fazer o censo em 18 cidades da região das Missões no Rio Grande do Sul. Esse valor, segundo ele, seria apenas metade do prometido pelo Interlegis. Peri disse que foi obrigado a refazer o levantamento em todas as cidades, pois o Interlegis considerou que ele tinha induzido respostas nos questionários.
"Fiquei no prejuízo e, além de não pagar a segunda parte do pagamento, eles me ameaçaram dizendo que teria que devolver dinheiro e que, se não fizesse, entraria na dívida da União. Tive que arrumar advogado e fazer um recurso. Depois que mandei o documento em 2007, nunca mais fui procurado pelo Interlegis", reclama o ex-vereador.
O valor total prometido ao pesquisador do Rio Grande do Sul, de R$ 42 mil, contradiz a informação do Senado de que as 231 pessoas recrutadas receberam em média R$ 2,3 mil durante o treinamento em Brasília e mais cerca de R$ 9 mil para o trabalho de campo.
Além disso, os pagamentos às pessoas físicas não fazem parte do Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal (Siafi) já que o parceiro do Senado no Interlegis, o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), disse que não colocou recursos no censo.

"Inviável economicamente"
Nelson Emilio Michel, estatístico e que foi professor titular do Departamento de Estatística do Instituto de Matemática da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), diz que o método usado pelo Interlegis foge dos padrões do mercado e dos levantamentos censitários realizados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)
"Deveria ter sido feita uma amostragem de acordo com a população dos municípios ou com o número de vereadores, e não um censo em todos os municípios. O custo de um censo em mais de 5 mil municípios é inviável economicamente. E quanto mais pessoas contratadas, como foi feito com mais de 200 pessoas, maior será a quantidade de erros que a pesquisa conterá", diz o pesquisador que trabalha para a NRM Consultoria Estatística, em Porto Alegre.
"Eles deveriam estar com muita pressa para buscar esse perfil de pesquisadores relacionados com as câmaras legislativas. Mas a pressa não pode gerar qualidade e fidelidade das informações, que podem acabar sendo direcionadas de acordo com os interesses políticos locaisl. Como um único pesquisador foi contratado para ir a vários municípios, ele pode até nem ter ido a todas essas cidades", afirma Nelson Emilio. Fonte:Congresso em Foco
ASSISTA E ESPALHE: JINGLE "QUERO DILMA"

O desgoverno de Jeremoabo deveria ter o mínimo de dignidade, e se espelhar em Euclides da Cunha

Ao invés de se espelhar em atos condenáveis a exemplo de trambicagem, corrupção ou improbidades diversificadas, o desgoverno do tista de deda, deveria se espelhar em exemplos e ações dignas de aplausos estou me referindo ao Governo Municipal de Euclides da Cunha com a respectiva Câmara de Vereadores.

No entanto cada povo tem o governo que merece, e pelos visto segundo palavras do tista de deda, JEREMOABO – NOSSO POVO MAIS FELIZ, então cada qual é feliz a sua maneira.


MOTO-TAXISTA REGULARIZADO
por: www.sertaoacontece.com.br

A Prefeitura Municipal com o intuito de contribuir com os profissionais do setor vai subsidiar 1/3 do valor pago para a regulamentação das habilitações dos moto-taxistas.


Com o plenário da Câmara Municipal de Vereadores da cidade de Euclides da Cunha completamente lotado, foi realizada na no último dia 03 de fevereiro, às 19h30, uma Audiência Pública proposta pelo Ministério Público para tratar de assuntos referentes à regulamentação do trânsito de Euclides da Cunha e a regularização dos moto-taxistas. Além de ouvir a posição do Ministério Público, os moto-taxistas puderam ouvir também os vereadores, as autoridades da Polícia Militar, o proprietário do Centro de Formação de Condutores e, em seguida, expuseram suas dificuldades e sugeriram soluções. O prazo estipulado pelo Ministério Público para que essa situação se regularize é de seis meses, tanto para o Município quanto para os moto-taxistas, que terão de dispor em seus pontos Alvará de funcionamento e motoqueiros devidamente habilitados. É bom, entretanto ressaltar, que mesmo na vigência dessa "trégua",a PM continuará realizando blitz e encaminhando à DEPOL os motoqueiros infratores. A Prefeitura Municipal de Euclides da Cunha com o intuito de contribuir com os profissionais do setor vai subsidiar 1/3 do valor pago para a regulamentação das habilitações dos moto-taxistas.
Fonte: /www.joilsoncosta.com.br

Aliados divergem sobre renúncia de Arruda ao governo do DF

da Folha de S.Paulo, em Brasília
da Folha Online, em Brasília

Aliados do governador afastado do Distrito Federal, José Roberto Arruda (sem partido), estão divididos em relação à possibilidade de sua renúncia.

Acusado de operar suposto esquema de corrupção no governo, Arruda completa hoje sete dias de prisão preventiva na superintendência da Polícia Federal em Brasília sob acusação de tentar obstruir a investigação. A previsão é que ele não tenha o mérito do seu pedido de habeas corpus analisado até a semana que vem pelo STF (Supremo Tribunal Federal).

Como a decisão ainda não foi tomada, os interlocutores de Arruda na Câmara Distrital vão tentar adiar para a próxima semana a análise sobre a admissibilidade dos cinco pedidos de impeachment do governador. A reunião, por enquanto, está marcada para amanhã.

A Folha apurou que o mais contundente contra a renúncia de Arruda é Fábio Simão, seu ex-chefe de gabinete e um dos interlocutores mais próximos do governador afastado. Simão também é investigado pela Polícia Federal na Operação Caixa de Pandora, acusado de ser um dos operadores do esquema. Ele diz que Arruda não tem mais nada a perder e, se deixar o cargo, será abandonado.

Na outra frente, estão deputados como Alírio Neto (PPS), ex-secretário de Justiça, para quem ao se manter no cargo Arruda está contaminando a parte jurídica do processo. Ao renunciar, ele não poderia mais ser acusado pela Justiça de usar a máquina para prejudicar a investigação, o que poderia ajudar na sua soltura.

Um dos poucos a não deixar o cargo após o escândalo, o secretário de Transportes do DF, Alberto Fraga (PMDB), disse que Arruda não mostrou disposição de renunciar.

Mesmo sem a decisão tomada, Paulo Octávio (DEM), que assumiu o governo do DF interinamente, se movimenta para ficar no cargo. Hoje ele deve ser recebido pelo presidente Lula. O interino enfrenta processos de impeachment e de expulsão do DEM.

Na Justiça, a análise do mérito sobre o pedido de habeas corpus de Arruda só ocorrerá depois que a Procuradoria-Geral da República se manifestar sobre a negativa dada pelo ministro do STF Marco Aurélio Mello -que manteve Arruda preso na sexta-feira passada.

Marco Aurélio acredita que a análise só ocorrerá na quarta ou quinta que vem, pois a Procuradoria tem até dois dias para enviar seu parecer. Assim que isso acontecer, Marco Aurélio leva sua decisão para análise de mérito na Primeira Turma do tribunal, formada por cinco ministros. Eles podem levá-la ainda a plenário.

Ontem, Arruda apareceu pela primeira vez na janela da Superintendência da PF, enquanto um grupo de católicos fazia uma novena em seu apoio.

Monitoramento

Documentos apreendidos pela PF com integrantes do governo do DF indicam que adversários e membros da administração podem ter sido monitorados. Os agentes encontraram no gabinete de um assessor de Arruda gravações de conversas de um ex-secretário ligado a Joaquim Roriz (PSC), principal rival do governador.

Essa é a segunda denúncia ligando Arruda a espionagem. Ele é suspeito de usar a estrutura da Polícia Civil para monitorar promotores que atuaram na apuração do esquema do DEM.

LULA, QUEM DIRIA, PEDE: "BEBAM MENOS"

Foto

Durante o programa de rádio "Café com o presidente", Lula pediu hoje aos foliões que tomem cuidado no Carnaval. Recomendou que as pessoas dirijam devagar nas estradas e “evitem bebida alcoólica”. Segundo ele, as “estradas melhores” aumentam o apetite do motorista para correr mais. "Quem estiver ao volante tem que estar pensando em quem está do lado ou quem vem de frente, ou seja, uma outra família que vem. E aí, toda a responsabilidade, eu diria, é pouca diante da necessidade que nós temos de preservar as nossas vidas", alertou Lula. O presidente também usou o slogan "Se dirigir, não beba". "Dirija com muito cuidado e, se tiver dançando também, dance com responsabilidade, evite qualquer confusão", pediu Lula. Do Blog do Claudio Humberto.

Fonte: Sudoeste Hoje

Fotos do dia

A Rosas de Ouro foi campeã do Carnaval paulistano após jejum de 15 anos Porta-bandeira e mestre-sala da Rosas sambam na quadra da escola A quadra da Rosas em festa pelo sétimo troféu da agremiação A taça do Carnaval paulistano de 2010 foi conquistado com diferença de 0,25 décimos
A bateria foi um dos pontos altos do desfile da Rosas de Ouro A apresentação tecnicamente perfeita; a alegoria estava impecável A escola caprichou nas fantasias para soltar o grito de "é campeã" O enredo da campeã do Carnaval paulistano de 2010 foi "O Cacau Chegou"

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Trabalhador que faz bico tem restituição do IR

Anay Cury
do Agora

O trabalhador que foi considerado isento pela Receita Federal, ou seja, não teve rendimentos superiores aR$ 17.215,08 no ano passado, não precisa declarar o Imposto de Renda. Porém, se, em algum mês do ano, esse trabalhador recebeu um dinheiro extra, que sofreu desconto do imposto, é possível enviar a declaração neste ano e conseguir a grana de volta.

O limite mensal de isenção em 2009 era de R$ 1.434,59. Ou seja, quem recebeu, durante um mês, mais do que esse valor, teve imposto retido na fonte pela Receita.

Neste ano, o prazo para entrega das declarações vai de 1º de março a 30 de abril.

Fonte: Agora

Saiba como financiar a compra do carro

Carol Rocha
do Agora

Na hora de comprar um automóvel financiado, o que mais preocupa o consumidor é o valor das prestações. Como ter certeza de que fez o melhor negócio?

Em primeiro lugar, é preciso saber que, além dos consórcios, existem outras formas de comprar um carro a prazo, como o leasing e o CDC (Crédito Direto ao Consumidor).

"O leasing não é um financiamento, mas um contrato de aluguel com opção de compra no final. Já o CDC é uma modalidade de empréstimo", explica Luiz Montenegro, presidente da Anef (Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras).

Fonte: Agora

Dilma e o fim da aliança

evandro matos

Durante o Carnaval, o governador Jaques Wagner também recebeu a visita da ministra Dilma Rousseff, pré-candidata do PT ao Palácio do Planalto em outubro. Dilma chegou à Bahia no sábado, visitou o Ilê Aiyê, foi ao camarote de Daniela Mercury na Barra e, no domingo, esteve no Campo Grande, no camarote oficial do governo do Estado. A ministra chegou a marcar uma entrevista junto com Wagner, mas, por estar cansada das atividades do dia anterior, acabou cancelando a sua participação.

Na sua entrevista, Wagner falou da presença da ministra em Salvador e explicou os motivos da sua ausência. Na oportunidade, o governador também fez questão de falar sobre o fim da aliança com o PMDB e rechaçou a possibilidade de uma repactuação com o partido. “A questão do PMDB está encerrada, resolvida na Bahia. Não é o que eu trabalhei, nem o presidente Lula, nem Dilma. Mas é o real. O PT tem uma candidatura e o PMDB tem outra. Não temos porque ficar gastando mais energia com isso”, disse.

Aproveitando o momento para justificar as suas novas alianças, Wagner também comentou sobre a decisão dos peemedebistas e a candidatura do ministro Geddel Vieira Lima ao governo do Estado. “Eu respeito a vontade deles. Eles querem se constituir como uma força política hegemônica ou a segunda força política, acho que é essa a conta do PMDB”, avaliou.

PV tem novo nome

Um ex-petista de Ilhéus, médico Ruy Carvalho, é o mais novo pré-candidato do PV ao governo do estado. Carvalho vai disputar a indicação com o deputado federal Luiz Bassuma, lançado desde o encontro realizado em Salvador no final de 2009.

A decisão foi tomada durante uma reunião em Salvador que contou com a participação da ala dissidente do partido, como Ari da Mata, Jorge Portugal, o ministro da Cultura Juca Ferreira, o secretário estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Juliano Matos, além da presidente do Instituto do Meio Ambiente da Bahia, Beth Wagner.

A reunião definiu que, logo após o Carnaval, o nome de Ruy Carvalho será oficializado como candidato dos dissidentes para concorrer com Bassuma na disputa pela indicação do candidato do PV ao governo. Carvalho confirmou que houve o encontro, no domingo, e que abre mão de sua candidatura a deputado estadual. Para o presidente da legenda, Ivanilson Gomes, que passou o Carnaval em Andaraí e disse não ter sido informado da reunião, a decisão foi importante. “Finalmente o projeto de candidatura própria está sendo entendido como o melhor para o partido”, comentou.

Tendo já lançado os nomes dos deputados federais Luiz Bassuma ao governo e Edson Duarte para o Senado, a proposta dos dissidentes pode atrapalhar a estratégia que vinha sendo defendida pela direção estadual

Fonte: Tribuna da Bahia

O povão continua de fora

Carlos Chagas

Encerrado o Carnaval, esperar o quê das multidões? Jamais algum entusiasmo, mesmo pequeno, com relação ao processo sucessório presidencial e a preparação para as demais eleições. O povão não está nem aí para o longínquo mês de outubro.

Apesar de marcada para sábado a principal reunião comemorativa dos trinta anos do PT, é mínima a atenção nacional voltada para o pronunciamento que Dilma Rousseff fará. Até porque, pelas informações fluindo do partido, a candidata deverá limitar-se a mais referências e elogios ao governo Lula e suas realizações. Teria cedido a primazia de abordar o futuro aos companheiros, tanto para não comprometer-se antes de ouvir os aliados, com o PMDB à frente, quanto porque faltam-lhe diretrizes concretas a respeito do que fazer, se eleita. Prefere aguardar um pouco mais para ver cristalizados seus propósitos. Sabe que pouco adiantará, nos palanques e nas telinhas, repetir que dará continuidade à obra do primeiro-companheiro. Tem consciência da necessidade de possuir sua própria plataforma, mas age corretamente ao ganhar um pouco mais de tempo.

Por tudo isso, eleições continuam tema restrito aos caciques partidários e à mídia. Mesmo os institutos de pesquisa parece que refluíram. Qualquer consulta feita nos últimos dias limitou-se a conhecer as preferências relativas à Mangueira, aos Unidos da Tijuca ou à Portela.

Cadeia merecida mas sofrida

Tudo na vida desperta seus contrários, demonstrava Hegel. Fogo e gelo, por exemplo. Bem e mal. Dia e noite.

Ninguém duvida de terem agido como deviam o Superior Tribunal de Justiça e o Supremo Tribunal Federal. O governador José Roberto Arruda deveria mesmo ter ido para a cadeia, tamanha a desfaçatez de, depois da roubalheira promovida em Brasília, ainda haver tentado corromper testemunhas.

É preciso, no entanto, olhar para o reverso da medalha. Poucos governantes passaram pelo que ele passa. Desceu do céu para o inferno. De uma situação onde era reverenciado e adulado, a outra onde sua maior regalia consiste em ficar quinze minutos diários ao sol. Do poder quase absoluto que detinha, passa à fragilidade integral.

Psicólogos e psiquiatras conseguirão descrever com mais precisão e intensidade esse drama, mas a todos será dado imaginar o sentimento do ser humano. Revolta? Auto-comiseração? Arrependimento? Perplexidade ou ímpetos de vingança? Cada um que se coloque no lugar do governador para imaginar o que ele sente.

Fonte: Tribuna da Imprensa

Ciro, que foi Ministro da Fazenda, joga certo. Mas será apenas ele?

Vicente Limongi Netto:
”Creio que Ciro Gomes joga certo o jogo presidencial. É preciso mostrar que tem cérebro nas decisões. Ciro se mantendo na disputa, amplia seu leque pessoal de barganha e tira do anonimato o partido dele, que, na verdade, não sei nem qual é. Agora, pingentes políticos correligionários de Ciro aparecem no noticiário, botando banca e exigindo mundos e fundos. Os bestalhões de sempre. Reféns dos holofotes fáceis. Ciro sabe que nos próximos meses terá que decidir; fica no jogo ou se afasta para ajudar mais a candidata Dilma. Ciro também tem consciência que com Dilma vencedora, dificilmente deixará de ser ministro, se credenciando para novos embates. Ajudando a vencer Serra, Ciro crescerá muito junto à eleita Dilma e a Lula. Dilma, por sua vez, tratará o Ceará a pão-de-ló”.

Comentário de Helio Fernandes
Não há dúvida, Limongi, só restou ao Ciro a possibilidade e a esperança de apostar no futuro. Tendo sido prefeito e governador no Ceará, ficou sem expectativa lá, mudou o domicílio para São Paulo. Mas como eu disse sempre: marquetismo, que faturou alto, e não candidatura para valer.

Se tivesse cacife eleitoral no Ceará, disputaria uma vaga no Senado, 8 anos de mandato, que maravilha viver. Indo para São Paulo, eleitoralmente ainda mais desfavorável, só restou essa hipótese de “ajudar” Dona Dilma, o que ninguém consegue entender. Mas foi o que sobrou.

Terminando, Limongi: tudo isso, essas opções só podem ser lembradas, imaginadas, jogadas, por causa da idade dele. Se tivesse a idade, digamos, do Serra, nem opção nem esperança.

Serra hoje, tem mais 16 anos do que Ciro. E como este já foi Ministro da Fazenda, quem sabe não repete o cargo com Dona Dilma? Embora esta sonhe com Delfim Netto para o cargo.

Só que desistirá desse Delfim, tomando conhecimento de três coisas. 1 – Lendo seu registro de nascimento. 2 – O espantoso empréstimo para a construção da Ponte Rio-Niterói, com juros que até os ingleses (emprestadores) se envergonhavam. 3 – O Relatório Saraiva, (feito pelo Coronel do mesmo nome) montado quando Delfim era embaixador na França (na época, revelado por este repórter com exclusividade).

Helio Fernande/Tribuna da Imprensa

Arruda recebe apoio de amigos com megafone

Agência Estado

Após receber a visita da sua esposa Flávia Arruda, o governador afastado do Distrito Federal, José Roberto Arruda, que está preso na superintendência da Polícia Federal desde quinta-feira da semana passada, foi homenageado hoje por um grupo de cinco amigos, que usava um megafone. Arruda, ao ouvir as cantorias e gritos de apoio e solidariedade, abriu uma fresta da persiana para tentar ver os amigos em pelo menos dois momentos. O primeiro, quando cantavam "Segura na Mão de Deus" e, depois, quando Vicente de Paulo, que trabalha na Secretaria de Governo do GDF, pegou o megafone e avisou que estava ali para apoiá-lo. "Tudo passará" e "estamos lhe esperando em 2014", gritou Vicente de Paulo. Durante todo o dia, no entanto, de dentro dos carros que passaram em frente à Superintendência da PF a maioria das pessoas gritava xingamentos contra o governador.

Nesta terça-feira de carnaval, Arruda recebeu apenas duas visitas. A primeira do advogado Thiago Bouza, que se limitou a dizer que o governador estava "abatido" e que "começava a mostrar interesse sobre o que estava acontecendo". Ele não quis responder, no entanto, se o governador falou sobre renúncia ou sobre a estratégia da defesa. O advogado negou ainda boatos de que Arruda poderia ser transferido para o um batalhão da Polícia Militar.

A esposa do governador chegou à sede da PF por volta das 19 horas e permaneceu no local cerca de uma hora. Apesar de a PF informar que todas as visitas precisam se identificar na entrada da superintendência, Flávia chegou em um Audi preto e passou direto, sem se submeter ao procedimento padrão no portão de entrada.
Depois da saída de Flávia Arruda chegaram os amigos com o megafone, que permaneceram por mais de uma hora gritando palavras de apoio ao governador.

O governador em exercício, Paulo Octávio, foi esperado na noite de segunda-feira na PF para visitar Arruda, mas, após os preparativos, ele desistiu de ir à superintendência.
Fonte: A Tarde

Câmara do DF deve cassar mandatos de três deputados

Agência Estado

Para tentar evitar a intervenção federal no governo de Brasília, a Câmara Legislativa do DF está decidida a cassar o mandato de pelo menos três dos oito deputados distritais envolvidos no escândalo do mensalão do DEM. A tendência é que o corregedor da Câmara, deputado Raimundo Ribeiro (PSDB), recomende a abertura de processo por falta de decoro parlamentar contra os três deputados - Leonardo Prudente (ex-DEM, sem partido), Eurídes Brito (PMDB) e Júnior Brunelli (PSC) - que foram gravados recebendo maços de dinheiro do ex-secretário de Relações Institucionais do Distrito Federal Durval Barbosa.

Ao mesmo tempo, os deputados distritais decidiram aprovar a abertura de processo de impeachment contra o governador licenciado José Roberto Arruda (sem partido). Preso desde quinta-feira na Polícia Federal, Arruda perdeu a base de apoio na Câmara, que deverá aprovar na quinta-feira, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), o andamento de um dos três pedidos de cassação de seu mandato.

Fiel aliado de Arruda, o deputado Batista das Cooperativas (PRP), relator dos pedidos de impeachment na CCJ, já anunciou que seu parecer é pela admissibilidade da abertura do processo. A decisão de entregar a cabeça de Arruda foi tomada pelos distritais na sexta-feira também como uma tentativa de evitar a intervenção federal.

O corregedor Raimundo Ribeiro pretende apresentar seu relatório com os pedidos de cassação do mandato dos envolvidos no escândalo da Caixa de Pandora no início da próxima semana.
Fonte: A Tarde

Prefeitura de Jeremoabo só não tem dinheiro para as coisas sérias, ou então para beneficiar o povo. A polícia para manter a segurança do povo mendiga

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Prefeitura de Jeremoabo só não tem dinheiro para as coisas sérias, ou então para beneficiar o povo. A polícia para manter a segurança do povo mendiga combustível

A foto deste carro da polícia de Jeremoabo seria apenas mais uma figura, se não fosse o descaso oriundo do desgoverno de Jeremoabo para com a população.
O dinheiro que vem para a prefeitura de Jeremoabo, só tem serventia para confecção de notas frias, superfaturamentos, ou qualquer outro tipo de corrupção ou improbidade, agora, para beneficiar a população é impossível conseguir.
A segurança da nossa cidade está acéfala, a Polícia Militar sem viaturas em condições adequadas de uso, a Polícia Civil, dispõe de carro em situação razoável, porém, sem gasolina. E o pior a prefeitura esbanja dinheiro com aluguel de carro, todavia, deixa a viatura da polícia sem combustível.
Como estamos em período carnavalesco, e mesmo o desgoverno não cooperando com nada para as festas momescas, a população dentro de suas possibilidades partiu para a conta própria, e os policiais, usando o censo de responsabilidade, e na tentativa de prestar o mínimo indispensável de segurança a população, também por conta própria, partiu pra mendicância, onde foi pedir combustível a Deri e Otávio, enquanto isso o desgoverno deve está esbanjando o dinheiro público por ai.
Então esse é o “governo do nosso povo feliz”.
Caso o povo realmente concorde com essa felicidade, eu chego à conclusão que estão no inferno em vida e o pior, sem notar.

terça-feira, fevereiro 16, 2010

Protógenes é intimado no sambódromo do Anhembi na presença do Senador Suplicy

Gilmar revela: 95% dos HCs do STF foram para "ricos"

De Marco Aurélio para Gilmar Mendes: "que não se repita a autofagia"!!!

tista de deda acaba com carnaval em Jeremoabo (Matéria completa click aqui)

A população de Jeremoabo como diz Notícias do Sertão “E população fica órfã da festa momesca.

Eu não sei por que o tista de deda depois de permanecer com a prefeitura fechada por dois dias ainda antecipou a feira do sábado para a sexta-feira.

A população de Jeremoabo que não gosta de viajar e também a que não dispõe de recursos financeiros, foram obrigadas a permanecer confinadas em suas residências porque as ruas de Jeremoabo parecem mais uma sexta-feira da paixão.

Mas segundo ele, esse é: nosso povo mais feliz.

Enquanto isso, em Piranhas Alagoas, cidade não tão distante de Jeremoabo, o Prefeito de lá realmente olha para o lado dos eleitores, o daqui de Jeremoabo não se cuide não, que Arruda está passando o carnaval no xilindró.

Como não podemos mostrar o carnaval de Jeremoabo, mostraremos o de piranhas.

O “ENERGÚMENO”


ESCOLHA O PALÁCIO
Laerte Braga


A grande mídia dá destaque às visitas de José Collor Serra e Dilma Roussef ao Recife e a Salvador. O esquema “pró Serra” da FOLHA DE SÃO PAULO diz que o governador está acompanhado de toda a cúpula do DEM e do PSDB.

Mentira. Uma das principais figuras da cúpula do DEM, o governador de Brasília, José Roberto Arruda está na cadeia. Era o vice preferido de Serra, naquela história de “vote num careca e leve dois”, ou o “copiei muitas idéias do governador Serra em minha administração e a resposta de Serra – “o que é bom é para ser copiado”.

O resultado pelo visto não foi satisfatório.

O governador José Collor Serra vive um dos piores momentos de sua carreira política. Por onde passa tem sido alvo de vaias. E com os aliados que tem o buraco é sem fundo. O prefeito de São Paulo Gilberto Kassab em entrevista a um programa da GLOBONEWS, onde foi tentar explicar que está tentando resolver os problemas causados pelas chuvas e chamar para si a responsabilidade do drama de milhões de paulistanos, para tirar a cara de Collor Serra da reta, acabou complicando mais ainda o governador.

Kassab disse que recebeu a Prefeitura com um orçamento exíguo para a questão ambiental e nada pode fazer nos primeiros anos até ajeitar a casa e dispor, como disse que dispõe agora, de um orçamento à altura dos desafios. Ora, o prefeito anterior era José Collor Serra que renunciou para ser candidato ao governo (depois de ter assinado um compromisso diante de câmeras e microfones de tevê que cumpriria o mandato por inteiro).

José Collor Serra foi a Guararapes, São Paulo, entregar 57 ônibus para prefeitos da região. Os ônibus destinam-se ao transporte de doentes deficientes a centros hospitalares adequados. Não explicou que o serviço é terceirizado para uma empresa que apóia sua candidatura e contribui, lógico, no esquema “vote num careca e leve dois”.

Ao discursar foi vaiado por professores da rede estadual. Com cartazes, faixas e narizes de palhaços, os professores protestavam contra os baixos salários, as péssimas condições de trabalho, o abandono do sistema educacional estadual e a farta distribuição de livros e revistas da EDITORA ABRIL (a que edita VEJA), contrato fraudulento do governo com o a empresa, que também apóia e contribui para a campanha de Collor Serra.

Descontrolado com as vaias, o governador que não admite ser contestado, bateu boca com os manifestantes, chamou-os de “energúmenos” e disse que ao vaiarem a ele estavam indo contra os deficientes físicos. Isso é coisa de cretino. De escroque. Um cara desses na presidência da República é uma temeridade.

É jogar o futuro de um país como o Brasil na lata do lixo. É só lembrar os oito anos de pesadelo de FHC, seu guru e cúmplice.

Serra foi criticado pelos elevados custos do pedágio nas rodovias estaduais privatizadas (as empresas pagam propina para a caixinha do PSDB), chamado de “mentiroso”, o que é absoluta verdade.

O manifestante que protestava contra Collor Serra e batia boca com o governador, um senhor não identificado, de cabelos brancos, foi retirado – modo de dizer – pela Polícia que fazia a segurança do local.

“Energúmeno” foi a palavra usada por Collor Serra para referir-se ao cidadão.

Seus principais sinônimos são “burro”, “imbecil”, “retardado”, “tonto”. É a forma como Collor Serra enxerga seus adversários.

O escritor Ledo Ivo, da Academia Brasileira de Letras, numa entrevista à uma emissora de televisão e comentando sobre determinado escritor, referiu-se a ele como “babaca”.

É o adjetivo ideal para José Collor Arruda Serra.

O descontrole do governador está na razão direta das pesquisas de opinião pública que mostram a queda contínua dos índices de intenção de votos nele e a ascensão da candidata Dilma Roussef.

A viagem pelo Nordeste, onde Dilma vence em todos os estados segundo os levantamentos feitos até agora e com grande vantagem, é um teste para saber se dá ou é melhor desistir e tentar a reeleição ao governo de São Paulo.

O jornal FOLHA DE SÃO PAULO, aliado de todas as horas, já, na edição de sexta-feira 12, sugeriu “uma opção mais segura”, a reeleição, deixando a batata quente para o governador de Minas Aécio Pirlimpimpim Neves.

Esse estilo boçal e violento de José Collor Arruda Serra não é incomum em determinados políticos. Em 1994 o atual ministro das Comunicações Hélio Costa alcançou quarenta e nove por cento e qualquer coisa no primeiro turno das eleições para o governo de Minas e perdeu o segundo para o tucano Eduardo Azeredo. Num acesso de fúria, ao perceber que não fora eleito no primeiro turno por zero vírgula qualquer coisa destruiu todo o comitê central de sua campanha. Computadores, mesas, bem ao estilo global, estrela contrariada.

O Brasil começa a viver nesse ano de 2010 um dilema crucial para seu futuro. Ou retorna ao esquema entreguista e podre de FHC, agora com José Collor Arruda Serra, ou avança, não importa que críticas possam ser feitas a Lula, com Dilma Roussef. As diferenças entre Lula e os tucanos/DEM começam no caráter.

E o futuro não passa por eleições, necessariamente, mas por um processo político mais amplo, de formação, conscientização e isso não será possível nunca com gente como José Collor Arruda Serra.

A reação do governador a um senhor de cabelos grisalhos, o destempero do governador, a forma estúpida como se referiu a um eleitor, só por criticá-lo, por vaiá-lo, mostra o que será um eventual governo dessa mistura DEMO/TUCANO, com pitadas de PPS. E alguns laivos de PMDB na figura do ex-governador de São Paulo Orestes Quércia, candidato ao Senado num acordo com Serra.

Serra apropriou-se da idéia dos genéricos que foi do ministro Jamil Haddad no governo de Itamar Franco. Apropriou-se das vacinas contra gripe suína que foram compradas e serão distribuídas pelo governo federal. Apropriou-se a apropria-se de dinheiro público a cada momento e em cada ato de governo que pratica.

Nas dependências da Polícia Federal está faltando gente. Muitos. Serra, com certeza, é um deles.

O esquema de marketing do governador José Collor Arruda Serra está adotando uma forma bem cretina de divulgar as “atividades” do governador. As vaias no Nordeste e no próprio estado de São Paulo só fizeram reforçar esse modelo de propaganda. Serra aparece inaugurando alguma coisa, ou fazendo algum discurso cercado de aliados e sem platéia. Na edição colocam a platéia, ou seja, buscam criar a idéia que centenas, ou milhares de pessoas estavam presentes e aplaudindo o guru de Arruda.

A escolhe em 2010 é mais ou menos assim. Se o Planalto vai virar o castelo do conde Drácula, sugando o sangue dos brasileiros e transformando o País em colônia do capital estrangeiro e de Washington, caso de Serra. Se vira uma espécie de Casa Branca com material importado diretamente da Colômbia e com 100% de pureza, caso de Aécio Pirlimpimpim Neves ou continua Palácio do Planalto.

Se virar o palácio do Drácula, cada vez mais improvável, a responsável pela chefia da guarda de honra será a senadora Kátia Abreu. Dublê de latifundiária, corrupta e vampira do dinheiro público. Se for a Casa Branca com tecnologia colombiana e estreita colaboração com o governo do traficante Álvaro Uribe, vira festa dessas que lá pelas tantas a Polícia tem que chegar e prender a turma toda.

Se continuar Planalto significa que o País tem futuro. Ou seja, sobrevive como Nação soberana, livre e capaz de guiar pelo seu povo, seus próprio passos.


Enviado por Verinha dos Pampas.

Brasileiro gosta de reclamar?

Não é correta a afirmação de que brasileiro reclama de tudo. Devagar com o andor. Se você for imposto a sentar sobre um toco pontiagudo ou espinho, reclamará naturalmente se não for masoquista. Reclama-se e sempre se reclamará em qualquer época de nossos governantes e políticos pelas razões óbvias dos desvios de condutas no cumprimento de seus mandatos, os quais muitas vezes ultrapassam as raias da licitude e da política até chegar à maldita corrupção.

Se Tancredo Neves não tivesse falecido no início de seu governo e procedesse mal em sua gestão presidencial, o povo teria todo o direito de questioná-lo. Afinal, quem paga imposto, e como se paga neste País (!), tem o dever de arguir qualquer mau político ou governante. E o povo, sem dúvida, vai continuar a reclamar dos atuais e dos novos políticos e governantes se eles não se conduzirem bem, porque não poderemos abrir mão de nossa prerrogativa de ser o agente principal de uma democracia.

O problema não está no povo, que muitos arguem que não têm educação ou cultura para as coisas mais primárias como cuspir no chão, não respeitar as leis de trânsito etc para justificar o seu despreparo em não saber escolher bem o seu representante político ou governante. A realidade negativa está em nossa Constituição, que peca ao consagrar o voto obrigatório ao cidadão, que é geralmente trocado por falsas promessas de candidatos.

A Constituição brasileira é a principal responsável pelo atual quadro político nacional. Por isso, o Paulo Maluf e muitos outros continuam sendo eleitos porque o voto de qualidade - o voto facultativo - não é instituído no Brasil como está consagrado e funcionando muito bem na América do Norte.

Falar que o povo é mal acostumado com o jeitinho de tirar vantagem ao sonegar imposto não está longe de ser uma realidade na medida em que a carga tributária brasileira é uma das mais altas do mundo, e o que é arrecadado não é devolvido em serviços públicos de alta qualidade como, por exemplo, o inoperante e vergonhoso sistema de saúde pública nacional.

Argumentar que o problema do Brasil não são os políticos, são os brasileiros, em tese poderíamos até concordar que o País tem os políticos que o povo merece. Mas nem por isso temos que absolver essa corja corrupta que denigre a política brasileira. Ela só sobrevive porque temos um Judiciário pusilânime, frouxo, moroso e de indicação política - STF -, que não cumpre o seu papel de guardião constitucional, engaveta processos de certos políticos, por exemplo, até agora os 40 envolvidos com o mensalão da Câmara Federal continuam impunes e muitos deles desempenhando mandatos. Não se pode deixar de mencionar, com aplauso ao Judiciário, uma grande exceção: 12 ministros do STJ concordaram com a prisão do governador Arruda do Distrito Federal.

Se os políticos não se elegem sozinhos, também é verdade que a maioria do eleitorado não vai pedir para eles se candidatarem. Ao contrário, em épocas de eleições se apresentam como uns cordeirinhos em busca de votos e depois desaparecem. Se político fizesse concurso público, a maioria certamente seria reprovada no ato de inscrição por falta de comprovação de conduta ilibada.
Fonte: Julio César Cardoso/Jornal Feira Hoje


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