segunda-feira, junho 29, 2026



Moraes decide nesta semana futuro da prisão domiciliar de Jair Bolsonaro


Milei recebe Flávio Bolsonaro e sinaliza apoio à candidatura do senador ao Planalto


Flávio e Milei discutiram sobre aliança da direita

Luísa Marzullo
O Globo

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) se reuniu nesta segunda-feira com o presidente da Argentina, Javier Milei, na Quinta de Olivos, residência oficial da Presidência argentina, em Buenos Aires. O encontro durou cerca de uma hora e, segundo integrantes da pré-campanha, foi marcado por manifestações de apoio do presidente argentino à candidatura do senador ao Palácio do Planalto.

Durante a conversa, Milei teria afirmado que tem “certeza de que a onda azul vai chegar ao Brasil neste ano”, em referência ao avanço de governos de direita na América Latina. Milei também teria perguntado sobre a saúde do ex-presidente Jair Bolsonaro. Interlocutores ouvidos pelo O Globo descreveram o encontro como uma “conversa entre amigos”, sem grandes formalidades.

APROXIMAÇÃO POLÍTICA – Segundo integrantes da pré-campanha, a reunião serviu para aprofundar a aproximação política entre os dois. Entre os assuntos discutidos estiveram o cenário político da América Latina, a cooperação entre governos conservadores, temas ligados à segurança pública, economia, os Acordos de Isaac e a relação bilateral entre Brasil e Argentina. Flávio, por sua vez, afirmou a Milei que a eleição brasileira de outubro representa “a última peça que falta no mapa da direita no continente”.

Após o encontro, Milei publicou em sua conta na rede social X uma foto ao lado do senador acompanhada da mensagem: “Se viene la marea azul para Brasil de la mano de Flávio Bolsonaro” (“Vem aí a maré azul para o Brasil pelas mãos de Flávio Bolsonaro”). Em outra publicação, a Presidência argentina identificou o parlamentar brasileiro como “candidato a presidente da República Federativa do Brasil”. A pré-campanha do senador pretende explorar a reunião como demonstração do alinhamento entre os dois líderes e como mais um capítulo da estratégia de aproximação com nomes da direita internacional.

CONSERVADORISMO – A agenda com Milei ocorreu um dia depois de Flávio participar da Latin America Chairmen’s Conference, evento da comunidade judaica global realizado na capital argentina. Em discurso, o senador defendeu o avanço de governos conservadores na América Latina e afirmou que o Brasil é o próximo país que deve integrar esse movimento.

— Nós, brasileiros, olhamos para esse mapa hoje com um pouco de inveja. Porque enquanto nossos vizinhos, um a um, escolhem a liberdade e a ordem, o Brasil ainda está preso ao passado. Somos a peça que falta nesse mapa. E estou aqui para dizer, sem rodeios: em outubro, isso muda — afirmou, durante evento realizado em um hotel de luxo de Buenos Aires.

Flávio também elogiou as reformas econômicas implementadas por Milei, criticou o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e prometeu estreitar a relação entre os dois países caso seja eleito presidente. O presidente argentino voltará a se encontrar com o senador na noite desta segunda-feira, durante o jantar de encerramento da Latin America Chairmen’s Conference, em Buenos Aires, da qual Flávio é convidado de honra. Milei fará a palestra principal do evento antes de embarcar para o Paraguai, onde participará da cúpula do Mercosul.

ESTRATÉGIA INTERNACIONAL – A agenda na Argentina dá continuidade à estratégia internacional adotada pela pré-campanha. Em maio, Flávio viajou aos Estados Unidos, onde se reuniu com o presidente Donald Trump e integrantes do governo americano. Dias depois, a decisão do governo dos EUA de classificar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas passou a ser explorada por aliados como demonstração da capacidade de articulação internacional do senador. Agora, o encontro com Milei é tratado pela campanha como mais um passo na construção de uma rede de apoio entre lideranças conservadoras no exterior.

A viagem a Buenos Aires ocorreu uma semana após a crise provocada pela divulgação de vídeos em que Michelle Bolsonaro fez críticas públicas ao senador. Na avaliação de aliados, compromissos internacionais ajudam a recolocar a campanha em torno de temas como segurança pública, economia e política externa, reduzindo o espaço dedicado às disputas internas do bolsonarismo e reforçando a imagem de Flávio como interlocutor da direita latino-americana.

Após a passagem pela Argentina, Flávio seguirá para os Estados Unidos no início de julho para participar de uma audiência pública promovida pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR), no âmbito da investigação comercial aberta contra o Brasil. O senador pretende defender que eventuais medidas comerciais adotadas pelos americanos atinjam o governo Lula, mas preservem exportadores brasileiros e setores da economia.


ARTIGO 1 Consuelo Pondé de Sena e o reconhecimento histórico do Recôncavo Norte.

                                                            Foto Divulgação -


 ARTIGO 1

Consuelo Pondé de Sena e o reconhecimento histórico do Recôncavo Norte.


A historiadora abriu caminho para valorizar a contribuição de Lauro de Freitas e de seus personagens na construção da memória da Independência da Bahia.


A preservação da memória histórica depende, sobretudo, daqueles que se dedicam a pesquisar, registrar e divulgar os acontecimentos que moldaram a identidade de um povo. Entre esses nomes, destaca-se a historiadora Consuelo Pondé de Sena, professora, pesquisadora e ex-presidente do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia (IGHB), cuja atuação foi decisiva para manter viva a história baiana.


Em artigo publicado no Jornal A Tarde, em 20 de fevereiro de 1999, no Caderno 1, página 8, na coluna Opinião, sob o título "Sobre um autor antigo", Consuelo Pondé prestou uma homenagem a um personagem que, até hoje, permanece pouco conhecido do grande público: José Álvares do Amaral, filho da antiga Santo Amaro de Ipitanga, atual Lauro de Freitas.


Em tom de profundo respeito pela história, escreveu:


“Nos momentos de trégua, quando se me aliviaram as tensões, retorno a velhos livros, desses que os novos nem sabem da existência. Hoje, quero lembrar o Resumo Chronologico e Noticioso da Província da Bahia — desde seu descobrimento em 1500, da autoria de J.A.A. (José Álvares do Amaral)."


Mais do que recordar uma obra, Consuelo Pondé chamava a atenção para a importância de um intelectual que ajudou a registrar a formação histórica da Bahia e cuja contribuição merece ocupar lugar de destaque na memória estadual.


Esse reconhecimento também fortalece a compreensão da importância de Lauro de Freitas e do Recôncavo Norte no processo da Independência da Bahia. Ao valorizar José Álvares do Amaral, a historiadora também lançava luz sobre um território que, por muito tempo, permaneceu à margem da narrativa oficial.


Hoje, quando o Recôncavo Norte integra oficialmente o percurso do Fogo Simbólico do 2 de Julho, é justo reconhecer que pesquisadores como Consuelo Pondé de Sena contribuíram para criar as bases desse processo de valorização histórica.


A memória coletiva não se constrói apenas nos campos de batalha. Ela também nasce nas bibliotecas, nos arquivos, nas pesquisas e nas páginas dos jornais. Foi exatamente esse legado que Consuelo Pondé de Sena ajudou a deixar para as futuras gerações;

Pauta enviada Pelo Jornalista Fábio Costa Pinto

EDITORIAL: "Quem Não Ouve Conselho, Ouve Coitado" – A Herança Maldita do Ex-Prefeito Deri do Paloma e a Cobrança do TCE


EDITORIAL: "Quem Não Ouve Conselho, Ouve Coitado" – A Herança Maldita do Ex-Prefeito Deri do Paloma e a Cobrança do TCE


Por José Montalvão


O ditado popular é antigo, mas carrega uma precisão matemática no tabuleiro da política: "Quem não ouve conselho, ouve coitado". Na sabedoria do povo, isso significa que aquele que ignora os avisos, as orientações e os alertas de pessoas mais experientes e leais acaba, inevitavelmente, sofrendo as duras consequências de seus próprios atos. No fim da linha, quando o poder se esvai e o castelo de cartas desmorona, resta apenas o lamento irônico e a compaixão protocolar dos outros: o famoso "coitado".

Essa máxima se encaixa perfeitamente na trajetória política do ex-prefeito de Jeremoabo, Derisvaldo José dos Santos, o popular Deri do Paloma. Ele tinha nas mãos o capital político, o tempo e todas as condições estruturais para ser um dos melhores prefeitos da história do município. No entanto, preferiu a arrogância do isolamento. Abandonou os amigos de verdade, os conselheiros tradicionais e a base que o sustentava para se deixar blindar por um cerco de oportunistas, bajuladores e aventureiros da política. O resultado desse amadorismo administrativo era previsível: antes mesmo de o barco afundar por completo, esses mesmos "conselheiros" foram os primeiros a pular fora, deixando o ex-gestor sozinho para prestar contas com a lei. A fatura dos desmandos começou a chegar, e as consequências jurídicas serão imprevisíveis e devastadoras.

A Canetada do TCE: Condenação de R$ 1,6 Milhão por Obra Inacabada

A prova cabal da irresponsabilidade com o erário público foi chancelada de forma unânime pela Segunda Câmara do Tribunal de Contas do Estado da Bahia (TCE/BA). O tribunal desaprovou a prestação de contas do Convênio 178/2022 (Processo TCE/011291/2024), firmado entre a Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (Conder) e a Prefeitura de Jeremoabo na gestão passada.

A punição imposta é exemplar e atinge o coração das finanças do ex-prefeito:

  • Devolução Solidária: Deri do Paloma e a empresa Tcherbedo – Conglomerado Nacional foram condenados a devolver, de forma solidária e com recursos próprios, a quantia exata de R$ 1.652.204,47 aos cofres estaduais, valor que será devidamente corrigido e acrescido de juros de mora.

  • Prejuízo ao Município: O tribunal ainda imputou um débito de R$ 174.785,71 à própria Prefeitura de Jeremoabo pelo saldo remanescente não devolvido, sangrando o caixa da cidade por falhas da gestão anterior.

  • Multa Pessoal: Para completar o bolso do ex-gestor, foi aplicada uma multa pessoal de R$ 5 mil.

O objeto desse convênio milionário era o apoio financeiro para a execução de pavimentação asfáltica e urbanização na Avenida São José. As sanções foram aplicadas porque a obra foi entregue de forma apenas parcial e tomada por falhas técnicas severas que comprometem a sua durabilidade: rampas e meios-fios fora do padrão, instalação de postes divergentes do projeto original e rachaduras asfálticas prematuras. Em suma: o dinheiro sumiu e o asfalto derreteu.

O Contraste: Jeremoabo Hoje Segue no Rumo Certo

Esse cenário de caos técnico e financeiro deixado por Deri do Paloma serve para nos lembrar da importância de uma gestão profissional. Enquanto o ex-prefeito afundava o município em convênios reprovados, a atual administração do prefeito Tista de Deda trabalha em alta velocidade e com o selo de aprovação dos órgãos de controle.

Vimos neste mês de junho de 2026 um São João histórico, focado na inovação, no respeito à agricultura familiar e com um Retorno sobre o Investimento (ROI) que botou dinheiro no bolso do comércio e dos barraqueiros. Mais do que isso: uma festa feita com responsabilidade fiscal e em total harmonia com o TCM, provando que o dinheiro do povo de Jeremoabo não é mais jogado no ralo de empresas questionáveis.

Conclusão: Para os Conselheiros do Mal, Resta o "Coitado"

Deri do Paloma colhe hoje o que plantou ao dar ouvidos à vaidade e ao amadorismo dos que o cercavam. A condenação no TCE/BA é apenas a ponta do iceberg de um rastro de contas rejeitadas que costuma perseguir os gestores que tratam a máquina pública como propriedade pessoal.

Quando as portas dos tribunais se fecharem e as decisões transitarem em julgado, o máximo que os seus antigos "conselheiros para o mal" e defensores de plantão conseguirão dizer pelos cantos da praça, balançando a cabeça com falsa tristeza, será: "Coitado do Deri...". Mas para o povo de Jeremoabo, que ficou com o prejuízo e com a Avenida São José remendada, o sentimento não é de pena, é de exigência por justiça e reparação. Quem tem competência governa com certidão limpa; quem não tem, senta no banco dos réus!

Blog de Dede Montalvão: Denunciando a herança maldita, defendendo o bolso do povo de Jeremoabo e mostrando aos nossos mais de onze milhões de leitores que a verdade e a justiça tardam, mas não falham!

José Montalvão Funcionário Federal Aposentado, Graduado e Pós-Graduado em Gestão Pública, Pós-Graduado em Jornalismo. Membro da ABI (C-002025

Supremo não surpreende ao “reaprovar” penduricalhos que ele próprio permitiu


Tribuna da Internet | Ministros do Supremo festejaram seu pior Natal de todo os tempos

Charge do Zappa (humortadela)

Carlos Newton

A imprensa finge se surpreender com a notícia de que Supremo Tribunal Federal formou maioria para liberar o pagamento de penduricalhos retroativos, destinados a engordar os contracheques de juízes, procuradores e promotores do Ministério Público.

Com o voto do ministro Luiz Fux durante julgamento virtual neste sábado (27), o placar está 5 votos a 0 pela liberação. Mas será que alguém esperava outra posição de Fux? Claro que não.

AUXÍLIO-MORADIA – Foi justamente Fux o ministro que, em 15 de setembro de 2014, proferiu decisão liminar que assegurou direito ao auxílio-moradia a todos os juízes federais em atividade no país.

Mesmo com esse pecado original de ter sido o grande incentivador dos penduricalhos, Fux deve ser reconhecido como maior (ou único) jurista da atual leva de ministros. Realmente, ele fez carreira brilhante como advogado, professor universitário e juiz, tornando-se o maior civilista brasileiro, principal responsável pela reforma do Código de Processo Civil, apelidado de “Código do Fux”.

Até permitir o escabroso auxílio-moradia, o currículo de Fux só tinha uma mancha – o esforço extraordinário que fez para a filha ser nomeada desembargadora no Tribunal do Rio de Janeiro.

CARREIRA ADMIRÁVEL – Penduricalhos à parte,  Fux estava fazendo uma carreira admirável no Supremo, votando sempre na forma da lei. Assim, foi contra a libertação do presidiário Lula da Silva em 2019, depois foi voto vencido também na anulação das condenações do político petista em 2021.

Em todas as ocasiões, somente escorregou ao aprovar o penduricalho inicial; ao permitir que o filho abrisse um escritório de advocacia em Brasília; e ao votar a favor daquelas penas absurdas que o relator Alexandre de Moraes conseguiu ilegalmente impor aos envolvidos no 8 de Janeiro, ao “duplicar” leis e inventar a “formação de quadrilha armada” por pessoas que nem se conheciam e jamais portaram armas.

Fux só viria a se arrepender na chamada undécima hora, no final de 2025, quando percebeu que esses julgamentos políticos precisavam ter fim, e então redigiu uma obra volumosa – as 429 páginas de seu voto pela absolvição de Bolsonaro na Primeira Turma.

PENDURICALHOS – Agora, Fux vota novamente a favor dos penduricalhos e acompanha os ministros Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes, Cristiano Zanin, Edson Fachin e Flávio Dino, que propuseram limite de 35% do teto salarial para o pagamento das chamadas “indenizações”, termo utilizado para criar novos penduricalhos, a pretexto de excesso de trabalho.

Quanto à qualificação de Fux como melhor integrante do STF, essa menção agora é ameaçada por dois ministros que nunca tiveram notório saber nem reputação ilibada, até porque eram praticamente desconhecidos – Nunes Marques e André Mendonça, que têm votado sempre na forma da lei. No entanto, se aprovarem os penduricalhos, também entrarão no bloco dos sujos, é claro.

O julgamento virtual segue até esta terça-feira (30), mas os penduricalhos já estão vergonhosamente aprovados, porque empate de 5 a 5 beneficia o réu.

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P.S.
No Japão, ocorre justamente o contrário. Lá os juízes não ganham altos salários e os tribunais mantêm alojamentos com quitinetes para abrigar os que ainda não possuem casa própria. Os magistrados também não têm salas próprias, trabalham junto com os escrivães. Mas quem se interessa? (C.N.)


A ganância pode custar caro

Cinco Tribunais de Justiça depositaram bilhões no BRB. Agora, arriscam perder um dinheiro que não é deles, mas de processos judiciais

O corregedor do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministro Mauro Campbell Marques, quer que cinco tribunais enviem informações atualizadas sobre os depósitos judiciais que mantêm no Banco de Brasília (BRB).

A instituição está envolvida até o pescoço no escândalo do Banco Master, mas está com cerca de R$ 30 bilhões em depósitos judiciais, um dinheiro que não pertence aos órgãos, mas a pessoas físicas ou empresas com processos em andamento nos Tribunais de Justiça (TJs) do Distrito Federal, da Bahia, de Alagoas, do Maranhão e da Paraíba.

A preocupação do ministro, com toda razão, é que os valores sejam perdidos caso o BRB venha a ser liquidado, o que não parece mais algo tão improvável.

O leitor talvez se pergunte por que razão os Tribunais de Justiça de Bahia, Alagoas, Maranhão e Paraíba, tendo a possibilidade de manter os depósitos judiciais sob sua custódia em instituições federais como Banco do Brasil (BB) e Caixa Econômica Federal, escolheram o banco do Distrito Federal para fazê-lo.

Qualquer investidor sabe que remunerações mais altas implicam riscos mais elevados.

A questão é que a taxa de retorno sobre esses depósitos não iria para a parte vencedora das causas, mas para os próprios tribunais. Foi assim que o ex-presidente do TJ-MA, José Ribamar Froz Sobrinho, admitiu ter conseguido recursos para honrar seu “compromisso” de pagar indenizações – ou seja, PENDURICALHOS – para magistrados e servidores.

O Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) até tentou retirar os depósitos judiciais e enviá-los do BRB para o Banco do Brasil, mas o ministro LUIZ FUX, do STF, derrubou na semana passada uma liminar que autorizava o órgão a fazer a transferência.

Fux, afinal, intermediou e homologou um acordo que obrigou o Executivo federal a ampliar o limite de crédito do deficitário Distrito Federal para tomar um empréstimo e salvar o BRB.

O acordo saiu no final do mês passado, mas o empréstimo que o governo do DF pleiteia, de até R$ 6,6 bilhões do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), bancado por bancos públicos e privados, até agora não se concretizou.

O BRB, de sua parte, ainda não divulgou o balanço do ano passado, e ninguém sabe se o valor (se é que existe) será suficiente para cobrir o rombo.

Há cada vez mais motivos para temer o futuro do BRB. Foi a ganância que guiou as decisões dos tribunais, e o mínimo que se espera é que eles sejam responsabilizados.

O Estado de S. Paulo, Opinião, 29/06/2026 | 03h02 Por Editorial

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