quarta-feira, dezembro 31, 2014

Neste último dia do ano, estou publicando a revolta e indignação do povo de Jeremoabo através das redes sociais, devido aos feriados levianos e ilegais, decretados pela prefeita, que vem causando transtornos e prejuízos insanáveis a todos, menos ao grupinho dos “mais iguais”...



A  reação do povo:


EU QUERIA DE VERDADE ENTENDER ESSE FERIADO DE SEXTA , SOMENTE AQUI NA CIDADE DE JEREMOABO, FECHANDO OS BANCOS E PIORANDO AINDA MAIS AS VENDAS NO COMERCIO. SEM LÓGICA, TIVE QUE ME DESLOCAR A PAULO AFONSA PARA QUITAR MEUS IMPOSTOS, CONTAS QUE SE EU NÃO PAGASSE NA SEGUNDA IA GERAR JUROS ALTISMOS. GESTORES VAMOS TENTAR AJUDAR O COMERCIO DE NOSSA CIDADE, PORQUE A CIDADE ATRAVÉS DO COMERCIO É QUE FAZ CIRCULAR DINHEIRO, GERAR EMPREGO E CONSEQUENTEMENTE TRÁS CRESCIMENTO. VEJO CADA COISA VIU, AQUI TA ASSIM CADA UM POR SI E DEUS POR TODODOS.......
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Dando continuidade a VOZ do POVO, vocês encontrarão um "intelectual", que não sei com qual intenção ou interesse achou que a Prefeita está está:



Quanto de falta de respeito precisamos suportar? O Banco do Brasil da cidade de Jeremoabo estava um martírio a qualquer cidadão no dia de hoje, depois de quatro dias sem funcionar, a volta foi infernal, passei quase duas horas na fila pra realizar um saque, idosos sem poder ficar na fila e sucumbindo em pé, pessoas mau humoradas e estressadas com apenas um caixa eletrônico funcionando. Até quando vamos ter que passar por isso? Temos que implorar pra ter um serviço de qualidad...
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  • Chirley Bispo sera que ainda vai ter alguem que vote nesse bando de corja que nao faz nada pra melhorar a cidade....??????????? so jesus na causa viu
  • Jose Dantas Votam, o povo de Jeremoabo já acostumou a sofrer e sustentar um bando de profissionais da politicagem
  • Leonardo Roosevelt A culpa não é dos políticos. No caso dos bancos, inclusive o Banco do Brasil, existem órgãos que os regulamentam e, por incrível que pareça, canais de atendimento como o BB responde que funcionam. Além do Procon, etc... Experimente abrir um chamado.
  • Jose Dantas Amigo a culpa é dos políticos sim que ilegalmente Decretaram um feriado, e mais culpados são os vereadores que numa situação calamitosa dessa, ficam cegos-surdos-e-mudos. O Banco está na dele quer moleza, , na casa de "mãe anafel" todo mundo manda. Já que em Jeremoabo não existe Câmara, quem tinha obrigação de agir era a Associação Comercial de Jeremoabo, pois os maiores prejudicados são os Comerciantes honestos que não mamam da viúva. Mas como em Jeremoabo nada funciona e o povo ja se acostumou com o que não presta, fazer o que??? Martin Luther King
    “O que mais preocupa não é o grito dos violentos, nem dos corruptos, nem dos desonestos, nem dos sem-caráter, nem dos sem-ética.
    O que mais preocupa é o silêncio dos bons!"
  • Filenilo Simões FAZ UM ABAIXO ASSINADO E ENVIA PARA BRASÍLIA, DE PREFERÊNCIA, PARA A DILMA.
  • Jose Dantas Brasília é longe, basta o povo fazer um abaixo assinado, ou então a Associação Comercial de Jeremoabo acionar o Ministério Público, que o caso será resolvido com mais brevidade do que se espera. Agora se ficar esperando por milagres, tá difícil acontecer.
  • Leonardo Roosevelt Amigo, desculpe, mas esse é o tipo de oposição que não se faz legítima. Acompanho vários posts com ofensas, ironias, piadas de mau gosto e críticas que na verdade deveriam ser direcionadas a quem de direito devesse respondê-las. O Banco do Brasil é uma instituição de capital misto, a qual o maior acionista, neste caso o governo federal, responde pela sua gestão. Um feriado não torna legítima a culpa do mau atendimento ser direcionada à prefeitura, ou a vereadores. A oposição legítima se faz com fiscalização, participação popular e sobretudo respeito, à maioria do povo que elegeu seus governantes. Do contrário, não passamos de "esquerda caviar" a procura de seus 15 minutos de fama, ou de uma sobrinha...
  • Leonardo Roosevelt Colocar apelido em prefeito, levanta bandeira de ícone americano morto, é bonito pra quem não entende como funciona a política. A oposição é legítima e faz parte de qualquer processo democrático. Digo mais, é necessária, porém devemos lembrar que o pessoal neste caso não deve se sobrepor ao coletivo. Martin Luther King lutava contra o racismo, contra a opressão de um povo, pela liberdade. Porém de maneira justa, respeitosa, a partir da condução de manifestações legítimas e sempre em nome de um bem comum. A história dele inclusive é mais didática que as frases do Google. Devemos fazer o mesmo, aos satisfeitos o direito do apoio, aos insatisfeitos o direito da crítica, a ambos o dever do respeito. E essa frase é minha...
  • Jose Dantas A culpa de toda balburdia existente neste final de Ano em Jeremoabo, é da Prefeita e da Câmara, a prefeita de forma irresponsável, imoral e ilegal, baixou um Decreto contrariando a Constituição Federal e a Lei Federal que regula feriados. Ela atropelou a Câmara de vereadores, e lascou com o comerciante e o povo de Jeremoabo, principalmente os da zona rural e de outras cidades circunvizinhas. Funcionário do Banco do Brasil não tem nada a ver, e sim a prefeita e quem seguiu ordem nula de pleno direito. Se o povo de Jeremoabo fosse politizado ingressaria na Justiça requerendo ação indenizatória. Einstein tinha razão quando disse: “não sei se o universo é infinito. Só sei que o número de imbecis é infinito”
  • Leonardo Roosevelt Mais uma copiada do Google...porque nunca se candidatou a prefeito?
  • Leonardo Roosevelt Não falei de funcionários... E por falar em Einstein e em imbecis, cada vez que leio esses posts me lembro dos imbecis da minha infância, que não tinham poder, não eram inteligentes e se valiam de anarquia dos avós para falar de política...
  • Jose Dantas Sou um cidadão eleitor-contribuinte, que tenho dinheiro de exercer minha cidadania. Esse negócio de se candidatar ou não depende da vontade da pessoa. Como cidadão estou com o povo protestando sobre um direito que foi usurpado de forma arbitrária. O povo todo está protestado, cada um a seu modo
  • Jose Dantas Aqui ninguém está falando de politicagem, mais usando as redes sociais para exercer o direito de cidadania, felizmente estamos num pais democrático
  • Leonardo Roosevelt Mas a cidade precisa de pessoas inteligentes, ou que se julguem...tens uma criatividade enorme pra colocar apelidos engracadinhos...use essa criatividade em prol de.uma causa nobre...se candidate...não questiono a oposição, como disse é válida... Questiono quem a faz e seus métodos.. Por isso estamos assim...justamente pelos imbecis... E olhe que não estou falando dos de Einstein...
  • Jose Dantas Eu sei o que devo ou não fazer. Para o cidadão exercer seu direito de cidadania não é preciso ser candidato a nada. Sou apenas um simples cidadão, mais os grandes repórteres como Helio Fernandes e outros usam apelido. Helio Fernandes um dos maiores Jornalista do Brasil chama o Governado do Cerá de Corruptasso, Dilma tem vários apelidos e muitos outros. A causa mais nobre por enquanto em JeremOABO É COMBATER A CORRUPÇÃO, O NEPOTISMO, E A DILAPIDAÇAÕ DO PATRIMONIO PUBLICO, A INSEGURANÇA, A CRIMINALIDADE ETC. tENHO SERVIÇO PRESTADO A CIDADE, FUI VEREADOR, FUNDEI E FUI O PRIMEIRO Venerável DA Loja Maçônica DE jEREMOABO, E HOjE SOU VICE PRESIDENTE DA ONG-TRANSPARÊNCIA JEREMOABO, compartilhando com a Transparência Internacional, Amarribo e Transparência Brasil.
  • Leonardo Roosevelt Pois...com todos esses títulos, eu pelo menos esperava mais do senhor... Mais respeito, mais assertividade e mais inteligência política...
  • Jose Dantas Ok, Passe bem e boa noite
  • Ricardo Hoffster Eu não culpei os políticos da cidade pelo ocorrido de hoje, mas acredito que um gestor possa sair do alto de seu pedestal e fazer valer do seu poder para cobrar melhores serviços e a Câmara também. Não é possível um banco com 6 caixas nenhum ter dinheiro, funcionar de segunda a sexta e das 08 ás 16. O feriado da sexta feira pra mim contribuiu, com acúmulo de pessoas querendo o usar os serviços do banco.
  • Leonardo Roosevelt Abre um chamado no BB responde, 40040001 ou 08007295678...
  • João Morais A culpa vem lá decima(Brasília).Banqueiro é quem manda no país. Eles pouco estão ligando se alguem passa horas e horasna fila.O tratamento que um cliente terá de melhor em qualquer banco no Brasil, é se tiver muito dinheiro em conta. O resto tem que rala.
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  • Jose Dantas Senhor João concordo em gênero, número e grau, acrescento também os empreiteiros, esse último até que enfim parece que sofreu um abalo. Agora, pior do que esses é uma desvairada de uma prefeita conhecedora da região, decretar de forma ilegal e levian...Ver mais
 Nossa resposta



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Graça as redes sociais, o povo de Jeremoabo começa a protestar contra o desastrado e leviano (des)governo de “anafel”.





Confira, na última edição do Correio Braziliense em 2014, a receita do povo para o tirar o Brasil do buraco. Veja também as festas que vão agitar a cidade hoje e amanhã. Réveillon e posses ditam o ritmo da cidade. E já fez sua "fezinha" na Mega da Virada? Ainda dá tempo de jogar: as lotéricas fecham às 14h. O sorteio será às 20h. Boa leitura, bom dia e um feliz ano-novo a todos! - http://goo.gl/tK3uPR
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E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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