sábado, setembro 26, 2026

A crise institucional do Supremo se apresenta também como absurda falta de ética

Publicado em 26 de setembro de 2026 por Tribuna da Internet

 

Caixa libera dinheiro de antigo fundo PIS/Pasep; veja como sacar

Consultas podem ser feitas no portal Repis Cidadão

Empregados com carteira assinada e servidores públicos que trabalharam de 1971 a 1988 e estão na fila para sacar as cotas do antigo fundo Programa de Integração Social (PIS) e Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) podem reaver o valor. A Caixa Econômica Federal começou a pagar nesta sexta-feira (25) um novo lote de valores esquecidos.

Nesta rodada, recebem aqueles que pediram o ressarcimento até 31 de agosto. O valor médio pago varia de R$ 2,8 mil a R$ 2,9 mil, dependendo do tempo de trabalho e do salário da época.

Quem tem direito

Podem sacar os valores:

  • Trabalhadores com carteira assinada entre 1971 e 1988
  • Servidores públicos do mesmo período
  • Herdeiros ou dependentes legais, em caso de falecimento
  • Quem pediu o dinheiro até 31 de março

O benefício não tem relação com o abono salarial atual do PIS/Pasep, pago anualmente. Trata-se de cotas de um fundo antigo, extinto em 2020.

Como consultar se há dinheiro disponível

A consulta é feita pelo portal Repis Cidadão, com login via conta Gov.br nos níveis prata e ouro.

Passo a passo:

  • Acesse o site e faça login com CPF e senha
  • Informe o número do PIS/Pasep ou NIS (se solicitado)
  • Clique em “pesquisar”
  • O sistema indicará se há valores e como proceder

Também é possível consultar pelo aplicativo do FGTS.

Como pedir o pagamento

O pedido pode ser feito de duas formas:

Pelo aplicativo FGTS:

  • Acesse “Mais”
  • Clique em “Ressarcimento PIS/Pasep”
  • Envie os documentos e acompanhe o pedido em uma agência da Caixa:
  • Leve documento oficial com foto

O pagamento é feito por crédito em conta. Quem não tiver conta na Caixa receberá automaticamente uma poupança social digital, movimentada pelo app Caixa Tem.

E no caso de herdeiros?

Herdeiros também podem solicitar o valor, desde que apresentem:

  • Documento de identificação
  • Certidão de dependentes ou autorização judicial
  • Documento que comprove vínculo com o titular

Calendário de pagamentos

O pagamento depende da data em que o pedido foi feito. Veja os próximos lotes:

  • Até 31/08/2026 → recebe em 25/09/2026 (lote atual)
  • Até 30/09/2026 → recebe em 26/10/2026
  • Até 31/10/2026 → recebe em 25/11/2026
  • Até 30/11/2026 → recebe em 28/12/2026
  • Até 31/12/2026 → recebe em janeiro de 2027

O que é o fundo PIS/Pasep

Criado na década de 1970, o fundo reunia recursos para complementar a renda de trabalhadores e servidores. Em 1988, ele foi substituído pelo modelo atual de abono salarial.

Os valores não sacados foram transferidos em 2020 para o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e, depois, ao Tesouro Nacional. Agora, o governo permite o resgate mediante pedido.

Prazo para sacar

O pedido pode ser feito até setembro de 2028. Após esse prazo, os valores serão incorporados definitivamente ao Tesouro, sem possibilidade de saque.

Canais de dúvidas

A Caixa oferece atendimento pelos seguintes canais:

  • Telefone: 0800-726-0207
  • SAC: 0800-726-0101
  • Ouvidoria: 0800-725-7474
  • Site: caixa.gov.br

A orientação é verificar quanto antes se há valores disponíveis para evitar perder o prazo.

Fonte: Agência Brasil

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A MP de Lula tirou o tumor à força; a Flávio Bolsonaro restou o papel de gritar que a cirurgia é ilegal

📑 ENSAIO CRÍTICO: A GEOMETRIA DA CONVENIÊNCIA — A MP DO BANIMENTO E AS LINHAS TENSAS DE FLÁVIO BOLSONARO


I. A Canetada do Planalto contra a "Ciranda da Arrecadação"


A Medida Provisória editada nesta tarde pelo presidente Lula estabeleceu a proibição total e imediata de apostas de quota fixa, jogos online e cassinos digitais (como o "Jogo do Tigrinho"). Ao instituir o dia 6 de outubro como o prazo fatal para que todos os domínios e aplicativos de bets saiam definitivamente do ar no país, o governo federal buscou colher dois dividendos simultâneos: estancar o endividamento catastrófico das famílias de baixa renda e atingir o coração de um eleitorado (mulheres do Sudeste e evangélicos) que as pesquisas internas apontavam como o núcleo de sustentação de seu rival.


A reação de Flávio Bolsonaro foi fulminante. Gravando vídeos de campanha a apenas nove dias do primeiro turno, o senador rotulou a MP de um "estelionato eleitoral" e uma "solução fajuta". Na narrativa do parlamentar do PL, a canetada é puramente oportunista: o governo teria criado o problema ao sancionar a regulamentação do setor em dezembro de 2023 por pura avidez arrecadatória, e agora joga com o calendário eleitoral ao emitir uma MP que caducará em quatro meses, abrindo brecha para que o "tumor" retorne com força total após a apuração dos votos.


II. O Histórico Oculto: A Distinção entre o Púlpito e a Planilha


O cruzamento do discurso inflamado de hoje com a atuação legislativa de Flávio Bolsonaro desnuda a geometria variável de seu pragmatismo. No mesmo vídeo em que acusa Lula de "ferrar a vida das pessoas", o senador fez uma promessa cirúrgica: "Nos meus quatro anos como presidente do Brasil, não vai ter cassino online, nem Tigrinho". O silêncio sepulcral de sua fala em relação às bets esportivas de quota fixa não é um esquecimento; é método.


Ao discursar na formatura de praças da Polícia Militar do Rio de Janeiro, o candidato foi forçado a fazer uma distinção drástica entre o pecado do azar digital e o mercado do entretenimento esportivo:


"Uma coisa é você permitir, como já é permitido no Brasil há décadas, que brasileiros, por livre e espontânea vontade, possam apostar nos jogos que são reais, no jogo de futebol. Sou contra, mas é o que está em vigor".


A manobra do clã visa a blindar os contratos bilionários que sustentam a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e o ecossistema comercial do esporte. O histórico recente do senador mostra que, durante a tramitação da Lei nº 14.790 no final de 2023, a bancada da oposição não operou para banir a jogatina, mas sim para moldar as taxações de forma a favorecer as grandes plataformas de quota fixa. Flávio Bolsonaro sempre flutuou no limite da defesa do fomento de cassinos físicos e resorts sob o pretexto de "atrair turismo e investimentos estrangeiros", mas agora, diante do colapso econômico provocado pelas bets no bolso do trabalhador, tenta equilibrar-se na corda bamba: condena o "Tigrinho" para acalmar os pastores conservadores e protege o bilionário mercado das apostas de futebol para não asfixiar o faturamento das redes de mídia e das camisas dos clubes.


III. A Gramática Eleitoral a Nove Dias do Voto


A publicação da MP hoje converteu as apostas no tema central da reta final da campanha ao Planalto, destronando parcialmente os ensaios de segurança pública e as crises de bastidores. A oposição sabe que a radicalidade do texto de Lula colocou o bolsonarismo em uma encruzilhada moral. Ao tentar jogar no colo do atual presidente a culpa pela expansão da epidemia do vício — ignorando que a liberação original das bets de quota fixa ocorreu em 2018, no governo Michel Temer, e passou em branco por quatro anos de gestão de seu próprio pai —, Flávio tenta estancar a sangria de votos de sua base.


A verdade matemática que cruza as urnas e os decretos é implacável: o candidato do PL não pode chancelar o banimento completo do futebol porque isso implodiria suas pontes com os barões da comunicação; mas também não pode defender o jogo virtual sob o risco de perder de vez as mulheres evangélicas do Sudeste que hoje sofrem os efeitos do colapso financeiro doméstico. A MP de Lula tirou o tumor à força; a Flávio Bolsonaro restou o papel de gritar que a cirurgia é ilegal, rezando secretamente para que o paciente continue dependente do remédio que financia o espetáculo do poder. 

Analista aponta tendência de vitória de Jerônimo no 1º turno

Yuri Abreu

| Atualizada em  

Ausência de uma terceira via forte e fator Lula são algumas questões levadas em consideração

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Jerônimo Rodrigues se aproxima de vitória no 1º turno conforme análise de levantamentos recentes - Foto: Divulgação

O crescimento de Jerônimo Rodrigues nas pesquisas de intenção de voto aponta uma tendência real de definição da disputa ao governo da Bahia ainda no primeiro turno. A avaliação é do cientista político Cláudio André, que destaca a tração do candidato governista na reta final do pleito, impulsionada pela consolidação de alianças e pela transferência de votos no interior do estado.

Segundo Cláudio André, o desempenho de Jerônimo reflete a força da mobilização política nos municípios baianos e a capacidade de retenção do eleitorado alinhado ao projeto governista. Essa dinâmica, de acordo com o analista, encurta a margem da oposição e cria um cenário propício para que o governador alcance a maioria dos votos válidos sem a necessidade de um segundo turno.

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Eu acho que, pensando por essa lógica, é muito provável que a eleição seja decidida no primeiro turnoCláudio André


Mesmo em crescimento, Jerônimo aparece empatado tecnicamente com o seu principal adversário, o ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União).

Conforme dois levantamentos divulgados nesta semana, o principal nome da oposição no estado tem, em média, uma vantagem de 3,1 pontos percentuais. Contudo, vale reforçar que, com as margens de erro das respectivas pesquisas, Jerônimo e Neto estão tecnicamente empatados.

"Em 2022, a tendência ponderada das pesquisas de primeiro turno fechou em 44,6% para ACM Neto e 34,6% para Jerônimo Rodrigues. Na urna, o resultado real do primeiro turno foi 40,8% e 49,45%. Para ACM Neto, a pesquisa superestimou o resultado em quase 4 pontos. Para Jerônimo, aconteceu o oposto e em escala bem maior: um descolamento de 14,8 pontos percentuais entre o que a régua projetava e o que a urna registrou", avaliou o cientista político Cláudio André de Souza ao portal A TARDE.


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https://atarde.com.br/eleicoes/pesquisas-aproximam-jeronimo-rodrigues-de-vitoria-no-1-turno-1403459 

Assustado, Flávio Bolsonaro insulta Globo após onda de repúdio por ataque a Nossa Senhora

 Candidato à Presidência ficou perplexo com as reações da sociedade depois de apuração que mostrou a intenção de seu grupo político de extinguir de Padroeira do Brasil da santa

Por: Henrique RodriguesPublicado: 25/09/2026 - às 14h52



- O senador Flávio Bolsonaro - Foto: Marina Uezima/Brazil Photo Press/Brazil Photo Press)/AFP


Areta final da corrida presidencial ganhou ares de crise generalizada no comitê de campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL). Em visível estado de perplexidade diante da repercussão negativa entre o eleitorado católico de uma apuração relacionada a um suposto ato de intolerância religiosa, o candidato à Presidência da República partiu para o ataque frontal contra a imprensa. O alvo da vez foi o Grupo Globo e, em especial, a emissora de notícias GloboNews, classificada pelo parlamentar como uma “central de disseminação de mentiras”.

A reação enfurecida e atabalhoada de Flávio nas redes sociais ocorreu após a veiculação de uma informação que trouxe à tona a suposta articulação de setores de sua base aliada para destituir Nossa Senhora Aparecida do posto oficial de Padroeira do Brasil. O tema, que provocou uma onda instantânea de repúdio por parte da sociedade civil e de lideranças religiosas, expôs a fratura grave na estratégia do bolsonarismo de instrumentalizar a fé na disputa política de 2026.

Para tentar conter o desgaste e desviar o foco da denúncia, o filho do ex-presidente divulgou um mapa digital que, segundo ele, comprovaria um “movimento criminoso e orquestrado” alinhado à oposição para desgastar sua imagem. Prometendo ações nas esferas criminal e eleitoral, Flávio vociferou contra o jornalismo profissional no mesmo momento em que tentava desvincular sua candidatura de uma pauta histórica e incômoda de seus próprios aliados.

Abra o Link e Leia mais notícias:

https://revistaforum.com.br/politica/flavio-bolsonaro-insulta-globo-repudio-ataque-nossa-senhora/

Mendonça dá tiro no pé de Flávio com censura a posts sobre Nossa Senhora

 

 Atualizado em 25 de setembro de 2026 às 21:20

O ministro André Mendonça, do STF, e o candidato a presidência, Flávio Bolsonaro (PL). Foto: Dida Sampaio/Estadão

A decisão do ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), de mandar apagar publicações que associam Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e sua família a uma suposta intenção de retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil acabou ampliando a repercussão do episódio. Nesta sexta-feira (25), o magistrado determinou a remoção de 1.170 links e ordenou que as plataformas impeçam a republicação de conteúdos considerados equivalentes.


Abra o Link e Leia Matéria Completa:

https://www.diariodocentrodomundo.com.br/mendonca-da-tiro-no-pe-de-flavio-com-censura-a-posts-sobre-nossa-senhora/#goog_rewarded

Mendonça levou 65 min para ler e derrubar 1.022 links sobre Nossa Senhora e Flávio

 Decisão do ministro do TSE foi tomada cerca de uma hora após campanha apresentar lista ampliada de conteúdos

Por: Raony SalvadorPublicado: 25/09/2026 - às 22h27| 2 min de leitura.

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- Foto: Gustavo Moreno/STF


Uma decisão do ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou a retirada de 1.022 links e publicações envolvendo Flávio Bolsonaro (PL) em uma ação apresentada pela campanha do senador.
A medida atingiu conteúdos que relacionavam o candidato ao debate sobre um projeto arquivado que tratava do título de Nossa Senhora Aparecida como Padroeira do Brasil. A defesa de Flávio alegou que as publicações criavam uma associação indevida entre o senador e uma proposta que não foi apresentada por ele.
O volume de conteúdos retirados chamou atenção pelo tamanho da lista incluída no processo. Segundo os registros da ação, a decisão que determinou a remoção foi emitida pouco tempo depois da apresentação de um pedido ampliado pela defesa.

A representação havia chegado inicialmente ao TSE com um alvo específico: uma publicação feita pelo ator Antonio Tabet. Horas depois, a campanha acrescentou ao processo uma relação com centenas de outros perfis e endereços digitais.

A determinação de retirada foi enviada a cinco plataformas digitais. O despacho ocorreu cerca de 65 minutos após a inclusão do novo material, período em que a lista passou a reunir mais de mil links.

A controvérsia envolve uma proposta apresentada em 2007 pelo então deputado Victório Galli, que sugeria alterar a redação da lei que reconheceu Nossa Senhora Aparecida como Padroeira do Brasil. O projeto foi arquivado pela Câmara dos Deputados em 2008.

As publicações removidas faziam diferentes referências ao episódio e passaram a circular durante a campanha eleitoral. A defesa do senador sustentou ao TSE que os conteúdos transmitiam uma informação incorreta ao vinculá-lo à iniciativa.

A decisão ocorre em um momento de aumento das disputas judiciais envolvendo conteúdos políticos nas redes sociais durante o período eleitoral.

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