quinta-feira, abril 09, 2026

Justiça consome R$ 181 bilhões e expõe peso crescente do Judiciário nas contas públicas



Irmão de Ciro Gomes ganha cargo de R$ 52 mil no BNDES e incomoda o PT

Publicado em 8 de abril de 2026 por Tribuna da Internet

Brasil cresce à noite, quando a classe dirigente dorme e não consegue atrapalhar…

Brasil cresce à noite, quando a classe dirigente dorme e não consegue atrapalhar…

Tribuna da Internet | Bolsonarismo e corrupção ameaçam a solidez da democracia no Brasil

Charge do Bira (Arquivo Google)

Carlos Newton

O Brasil não caminha para o abismo, porque é um país muito grande, não cabe dentro do buraco e consegue crescer um pouco à noite, quando os dirigentes dos Três Poderes estão dormindo e não atrapalham. O maior problema é a classe dirigente, com uma elite ignorante, gananciosa e insaciável, que apodrece os três poderes e aumenta cada vez mais a desigualdade social, sem que ocorra uma necessária e vigorosa reação a essa disparidade.

Basta citar o espantoso fato de que não há protestos realmente incisivos contra os penduricalhos ilegais nem contra o sistema desumano de reajuste, que confere o mesmo percentual a quem ganha um salário mínimo ou recebe o teto, algo inacreditável, inviável e inaceitável.

REAJUSTE PERVERSO– Os números não mentem e exibem às escâncaras o progressivo aumento da desigualdade social. Os reajustes têm o mesmo percentual para todas as categorias, acertados entre patrões e empregados, via negociação sindical, e o mesmo sistema vigora no serviço público.

Assim, quando há um aumento de 10%, por exemplo, o funcionário de salário mínimo (R$ 1.621,00) passa a ganhar mais R$ 162,10, ao receber R$ 1783,10 mensais. Já o servidor que recebe o teto (R$ 46.366,19) sem penduricalhos, que é coisa rara), tem reajuste de R$ 4.636,20, e sobe para R$ 51.002,38.

É um sistema nada republicano ou democrático, absolutamente perverso, impiedoso e desumano, porém não se vê nenhuma reação contra isso.

PRECISA MUDAR – É óbvio que a situação tem de mudar. O distanciamento entre ricos e pobres precisa diminuir. Os reajustes salariais têm de ser maiores para quem ganha o mínimo e menores para quem recebe o máximo – é uma necessidade lógica, óbvia e gritante.

A sistemática de reajustes iguais para todos é idiota, cruel e suicida. Estamos criando uma sociedade em que a riqueza absoluta tenta conviver com a miséria absoluta, mas isso “non ecziste”, diria o piedoso Padre Quevedo, não se misturam, são como água e óleo.

A desigualdade social crescente e irrefreável gera consequências funestas, como o aumento da criminalidade, movido pela corrupção e pela revolta dos desvalidos. Por isso, vivemos num clima de total insegurança. As pessoas têm medo de sair às ruas; preferem uma vida desprezível, agarram-se aos celulares e computadores como se fossem boias salvadoras.

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P.S.
 – Desculpem a exasperação. Esse assunto é tabu, ninguém ousa criticar a desumanidade com que os pobres são tratados pela sociedade dominante, digamos assim. Agora mesmo, saiu a notícia de que a 
Câmara de SP gasta R$ 14,3 milhões com ‘benefício nutricional’ para servidores aposentados. Enquanto isso a patuleia ganha alguns benefícios sociais, para não morrer à míngua, mas está impedidos de evoluir socialmente, porque falta o essencial – salário digno, educação de qualidade e assistência médica eficaz. A imprensa não toca no assunto, é como se a desigualdade ainda não tivesse fugido ao controle, embora já esteja completamente descontrolada. Mas quem se interessa?



Nota da Redação Deste Blog - 

EDITORIAL: O País dos "Mais Iguais" – A Perversidade dos Reajustes e o Silêncio da Elite


Por José Montalvão 

Existe uma frase famosa que diz: "O Brasil cresce à noite, enquanto a classe dirigente dorme e não consegue atrapalhar". Infelizmente, ao amanhecer, a realidade que encontramos é a de um país desenhado para manter privilégios e aprofundar abismos. A grande imprensa, porta-voz de uma elite que parece viver em outra galáxia, só faz barulho quando o assunto é o salário mínimo, o Bolsa Família ou qualquer melhoria para quem está na base da pirâmide. Para eles, qualquer migalha para o pobre é "risco fiscal", mas os bilhões para o topo são "direitos adquiridos".

Como bem pontuou Carlos Newton na Tribuna da Internet, vivemos em um sistema onde existem os "iguais" e os "mais iguais".


1. A Matemática da Crueldade: O Reajuste que Exclui

O sistema de reajuste salarial no Brasil é, por definição, desumano. Aplica-se o mesmo percentual para quem ganha o mínimo e para quem recebe o teto. À primeira vista, parece "justo", mas a matemática revela a perversidade:

  • Para o Trabalhador do Mínimo: Um aumento de 10% sobre R$ 1.621,00 representa apenas R$ 162,10 a mais. Mal dá para cobrir a alta do feijão e do gás.

  • Para o Marajá do Teto: Os mesmos 10% sobre um salário de R$ 46.366,19 significam um aumento real de R$ 4.636,20.

Ou seja: o aumento de quem ganha muito é quase três vezes o salário inteiro de quem ganha pouco. É um sistema que não diminui a desigualdade; ele a multiplica mensalmente sob o carimbo do Diário Oficial.


2. A Elite Insaciável e a Inércia dos Três Poderes

O maior problema do Brasil não é o seu tamanho, pois somos grandes demais para caber em qualquer buraco. O problema é a nossa classe dirigente. Temos uma elite gananciosa que "apodrece" os Três Poderes, criando benefícios que desafiam a lógica e a moralidade.

Enquanto a "patuleia" (o povo humilde) luta para não morrer de inanição com auxílios que apenas mantêm o corpo vivo, assistimos a notícias revoltantes, como a da Câmara de São Paulo, que gasta R$ 14,3 milhões com "benefício nutricional" para servidores aposentados que já ganham salários altíssimos. É o banquete dos reis servido com o suor de quem não tem o essencial.


3. Por que a Grande Imprensa se Cala?

Você já reparou que a grande mídia nunca faz editoriais indignados contra os penduricalhos do Judiciário ou contra esses reajustes desproporcionais? Eles se calam porque fazem parte do mesmo círculo. O assunto é tabu.

Para a sociedade dominante, o pobre deve receber apenas o suficiente para não morrer à míngua, mas deve ser impedido de evoluir. Falta o tripé da dignidade:

  • Salário Digno: Que não seja devorado pela inflação.

  • Educação de Qualidade: Para que o filho do pobre não seja apenas mão de obra barata.

  • Saúde Eficaz: Para que a doença não seja uma sentença de morte por falta de atendimento.


Conclusão: É Preciso Reagir à Disparidade

O Brasil não pode continuar sendo um país de castas. A desigualdade social crescente gera criminalidade, revolta e insegurança. Agarrar-se ao celular como boia salvadora não vai resolver o problema quando sairmos às ruas e dermos de cara com a miséria absoluta que tentamos ignorar.

A sistemática de reajustes precisa mudar: mais para quem ganha menos, e menos para quem já ganha o máximo. É uma necessidade lógica e cristã. Enquanto aceitarmos que a riqueza absoluta conviva com a miséria extrema sem protestar, seremos cúmplices de um suicídio social.


Blog de Dede Montalvão: Onde a indignação vira palavra e a verdade não tem dono.

José Montalvão Funcionário Federal Aposentado, Graduado e Pós-Graduado em Gestão Pública, Pós-Graduado em Jornalismo. Membro da ABI (C-002025)

O Crime da Promessa: Quando a Política Vira Balcão de Negócios

blog

 Blog Cláudio Nunes: a serviço da verdade e da justiça

        “O jornalismo é o exercício diário da inteligência e a prática cotidiana do caráter.” Cláudio Abramo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O Brasil político costuma tratar o escândalo como folclore e o crime de gabinete como “habilidade de articulação”. A recente revelação de Valmir de Francisquinho sobre propostas recebidas para não renunciar à prefeitura de Itabaiana é um soco no estômago da institucionalidade que parte da imprensa, entorpecida pela normalização do absurdo, preferiu ignorar. Não se trata de fofoca de diretório; trata-se da denúncia de uma tentativa de sequestro da vontade popular por meio de ofertas que, se confirmadas, transformam o cargo público em mercadoria de troca sob o balcão das conveniências.   

A analogia com o “Caso Moro” é inevitável e necessária para iluminar a cegueira seletiva de alguns. Quando um juiz abandona a toga sob a promessa de uma cadeira no Supremo, ou quando um prefeito é instado a permanecer no cargo mediante vantagens escusas, o que se fere é a natureza do mandato. A vantagem indevida, objeto do desejo na corrupção, não se resume a notas de cem reais em caixas de sapato; ela se manifesta na promessa de poder futuro, na indicação política ou no conforto de um cargo vitalício. É o Direito Penal sendo usado como moeda de troca na feira das vaidades eleitorais.

 É preciso desenhar para quem não quer ver: a corrupção é um crime de via dupla, mas de trilhos independentes. Se o prefeito recusou a oferta, ele preservou a própria biografia, mas não extinguiu o crime de quem bateu à sua porta. No momento em que alguém oferece um benefício para manipular uma renúncia ou uma candidatura, o crime de corrupção ativa está consumado, independentemente do sucesso da investida. O ofertante já delinquiu; a lei não exige o “aperto de mãos” para que o Estado se sinta lesado.

 O que Valmir expôs foi o “lado B” de um sistema que opera no escuro. Se houve proposta de vantagem para interferir no jogo democrático de Itabaiana, há um corruptor à solta que se sente confortável o suficiente para tentar comprar o destino da cidade. Ignorar isso é ser cúmplice por omissão. A imprensa que se cala diante da gravidade dessa “oferta” ajuda a sedimentar a ideia de que, na política, tudo tem um preço, e a ética é apenas um detalhe negociável entre uma renúncia e uma indicação.

 O Ministério Público – leia-se Procuradoria Regional Eleitoral –  não pode tratar tais declarações como retórica eleitoral ou desabafo de quem sai do palco. Se houve a promessa de vantagem, houve o crime. É necessário dar nome aos bois e CPF aos proponentes. A democracia não sobrevive se o cargo público continuar sendo tratado como um item de leilão, onde o lance inicial é a ética e o martelo bate sobre a cabeça do eleitor, que assiste a tudo sem saber que seu voto foi negociado antes mesmo da urna eletrônica emitir o primeiro sinal sonoro.


 

 

 

 

 

 

 

É hoje, 9, às 17h, lançamento do livro “Invisíveis – a cidade que ninguém vê” do jornalista Anderson Barbosa Hoje, 9, a partir das 17,  na biblioteca Pública Epiphanio Dória, será lançado o livro “Invisíveis – a cidade que ninguém vê”, resultado de  10 anos do projeto Que Vem das Ruas, capitaneado pelo jornalista Anderson Barbosa. O livro tem a parceria  Infographics Editora e da Dika Publicações Inteligentes. “Nesta última década, aprendi muito com as pessoas em situação de rua; devo a Deus e a elas o pouco que sei sobre o tema e os inúmeros aprendizados em minha vida pessoal. Este é um trabalho cuja venda será integralmente revertida para as instituições que atuam diretamente com esse público, entre elas: Pastoral Povo da Rua, Movimento Nacional População de Rua e Associação Católica Bom Pastor. Não deixe de adquirir um exemplar para que essas organizações continuem realizando esse trabalho tão necessário para a transformação de tantas vidas. Ficarei muito feliz com a sua presença no dia 9 de abril”, destacou Anderson no convite. A programação começa às 8h com uma exposição, o lançamento do projeto “Água Para Quem Precisa” e a venda dos exemplares; o lançamento oficial do livro ocorrerá às 17h.

CEAC: Detran, um órgão público, atendimento de primeira. Energisa, empresa privada, herdeira da antiga Energipe, que foi privatizada uma Vergonha! Cadê a agência reguladora de SE? Dormindo em berço esplendido Contraponto no atendimento do CEAC: no Detran, um órgão público, este jornalista foi duas vezes nos últimos dias (Riomar e rodoviária) e foi atendido rapidamente e com atenção (funcionários terceirizados). Já na Energisa, empresa privada, uma vergonha. Pelo atendimento digital tem um robô de nome “Gisa” que só faz comer o juízo do consumidor. No atendimento presencial no CEAC/Riomar, um usuário ontem recebeu uma senha para o dia 23 de Abril. Um absurdo! Cadê a agência reguladora? Deixa prá lá. O usuário vai ter a energia cortada porque está recebendo 2 contas e não pagará dobrado. Pelo jeito a Energisa  perde feio para o atendimento da Iguá.

https://infonet.com.br/blogs/claudio-nunes/o-crime-da-promessa-quando-a-politica-vira-balcao-de-negocios/                                                                 

quarta-feira, abril 08, 2026

Brasília acompanha tendência nacional e também se torna paraíso de corruptos

Publicado em 8 de abril de 2026 por Tribuna da Internet

Quase oito anos de governo e Ibaneis Rocha deixa o Palácio do Buriti com a  sensação de que algo ficou mal explicado. O balanço do período, visto com  certo distanciamento, é um

Charge do Fato & Análise (Instagram)

José Perez

Brasília está dominada por uma motivação: governadores Ibaneis Rocha e Celina Leão merecem cadeia, já! Em 2018, o povo mais humilde daqui de Brasília dizia, em sua maioria, que votaria em Ibaneis por ele já ser rico e “não precisar roubar”, mas deu no que deu, em que a derrocada do Banco Regional de Brasília é apenas um detalhe, em meio à roubalheira em geral.

Nosso sistema político, partidário e eleitoral precisa ser revisto. Com a desmoralização do Judiciário, não há mais equilíbrio de pesos e contrapesos em pleno funcionamento. Assim, fica fácil qualquer forasteiro investir na compra de uma eleição já calculando quanto poderá lucrar depois. Virou um investimento de baixo risco.

INVESTIMENTO – Ibaneis Rocha veio do nada, comprou a eleição para o governo do Distrito Federal em 2018 e depois foi atrás de recuperar o investimento, com lucro exorbitante e correção monetária.

Uma raposa antiga do Congresso, que tomava conhecimento das reuniões na casa do Ibaneis, para tratar de negócios escusos no primeiro ano do seu “governo”, dizia que seria necessário sofrer muito tempo até Brasília se recuperar das vigarices desse governante corrupto, que, aliás, é uma espécie de característica da política na capital.

O deputado raposa relata que havia um mapa das áreas onde seriam feitas benfeitorias e mudança na destinação dos lotes, como ocorreu na região da Rota do Cavalo, em Itapoã. Compraram tudo por lá, mudaram a destinação dos lotes no Plano Diretor para área de adensamento urbano (era área rural anteriormente).

NOVAS PONTES – Depois de adquirida a área pelos parceiros na armação, foi então anunciada pelo governo de Ibaneis a construção de novas pontes sobre o lago Paranoá, cujos acessos passam exatamente na área fatiada e comprada pela gangue.

Fora o resto que todos conhecem, como a bancarrota do Banco Regional de Brasília, que só não vai à falência por ser estatal.

Não há política de interesse público, apenas negócios e vigarices. Este é o retrato de Brasília, depois da passagem do furacão Ibaneis. E a vice Celina Leão (hoje, governadora) também está envolvida nas maracutaias. Porém, em comparação a ele, é apenas um vendaval.

EDITORIAL: Equilíbrio e Responsabilidade – A Visão Administrativa do Presidente Neguinho de Lié na 7ª Sessão Ordinária


EDITORIAL: Equilíbrio e Responsabilidade – A Visão Administrativa do Presidente Neguinho de Lié na 7ª Sessão Ordinária

Por José Montalvão

A 7ª Sessão Ordinária da Câmara de Vereadores de Jeremoabo, realizada em 07 de abril de 2026, trouxe um tom de maturidade política e compromisso técnico através da fala do presidente da Casa, Neguinho de Lié. Em um discurso equilibrado, o parlamentar demonstrou que a função do Legislativo vai além da cobrança: passa pelo diálogo institucional e pela compreensão da realidade financeira do município.

O presidente destacou que mantém um canal de diálogo transparente e honesto com o prefeito Tista de Deda e suas secretarias, priorizando o que é urgente para o povo.


1. Entre o Desejo de Fazer e a Realidade dos Recursos

Neguinho de Lié foi enfático ao analisar o cenário atual. Ele reconhece a boa vontade do gestor municipal em transformar a cidade, mas pontuou uma verdade necessária: as deficiências herdadas de gestões passadas não se resolvem com um passe de mágica.

  • Pé no Chão: A reconstrução de Jeremoabo deve seguir o ritmo dos recursos disponíveis.

  • Planejamento: Não se pode suprir décadas de abandono de uma só vez sem comprometer a saúde financeira da prefeitura. O diálogo entre os poderes serve justamente para definir o que deve vir primeiro.


2. Alerta Crítico: O Respeito aos Direitos Trabalhistas (CLT)

Um dos pontos altos e mais corajosos da fala do presidente foi a cobrança direta à secretaria responsável sobre a situação de funcionários que estão trabalhando sem a devida assinatura da Carteira de Trabalho (CTPS). Neguinho classificou a situação como uma "temeridade", e com razão.

Recentemente, o STF (Supremo Tribunal Federal) validou a contratação de servidores públicos via CLT. No entanto, se o município opta por esse regime, ele deve seguir as regras de forma rigorosa:

  • Registro Obrigatório: A administração pública, ao contratar pelo regime celetista, tem o dever de assinar a carteira (física ou digital) em até 48 horas.

  • Direitos Garantidos: Sem o registro, o trabalhador fica desamparado e o município se expõe a passivos trabalhistas perigosos, envolvendo FGTS, férias e 13º salário.

"O servidor que trabalha de forma honesta merece a segurança do seu vínculo formal. Manter alguém sem carteira assinada é um risco para o trabalhador e uma insegurança jurídica para a Prefeitura", pontuou o parlamentar.


3. O Papel do Presidente como Mediador

Ao cobrar a regularização desses contratos, Neguinho de Lié exerce o seu papel de fiscal da lei. Ele não busca o confronto, mas sim a proteção do patrimônio público e do direito do trabalhador. É essa postura — de braço estendido para o diálogo, mas olhos atentos à legalidade — que o povo espera de um representante.

A fala do presidente deixa claro que a harmonia entre o prefeito e o presidente da Câmara não significa omissão. Pelo contrário, é através dessa proximidade que as falhas são detectadas e corrigidas antes que se tornem problemas maiores para o município.


Conclusão: Jeremoabo Ganha com a Sensatez

A 7ª Sessão mostrou uma Câmara que entende as limitações do orçamento, mas que não abre mão da dignidade de quem serve ao município. Que o alerta do presidente Neguinho de Lié seja ouvido pelas secretarias, garantindo que o progresso de Jeremoabo caminhe de mãos dadas com o respeito às leis do trabalho.


Blog de Dede Montalvão: Acompanhando o Legislativo com imparcialidade e compromisso com o cidadão.

José Montalvão Funcionário Federal Aposentado, Graduado e Pós-Graduado em Gestão Pública, Pós-Graduado em Jornalismo. Membro da ABI (C-002025)

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