terça-feira, março 17, 2026

A Era da Gestão Técnica: O "Know-How" que Transforma Jeremoabo

 


A Era da Gestão Técnica: O "Know-How" que Transforma Jeremoabo

Por José Montalvão

No cenário político moderno, não há mais espaço para o amadorismo. Administrar um município com as carências e o potencial de Jeremoabo exige muito mais do que boa vontade; exige o que o mercado e a administração pública chamam de "Know-how". Essa expressão em inglês, que traduzimos como o "saber fazer", é o conjunto de habilidades, experiências e conhecimentos práticos que um gestor acumula ao longo de anos de vida pública.

O prefeito Tista de Deda, tanto nos períodos em que esteve à frente do Executivo quanto no tempo em que observou a administração de fora, consolidou essa expertise. Ele compreendeu que o sucesso de uma gestão depende de um equilíbrio tênue: de um lado, a administração técnica (obras, recursos e serviços); do outro, a articulação política e a sensibilidade no trato com a população.


A Nova Lei de Licitações e a Responsabilidade Compartilhada

Com a chegada da Nova Lei de Licitações (Lei nº 14.133/2021), o jogo mudou para todas as prefeituras do Brasil. Hoje, a responsabilidade não está mais centralizada apenas na figura do prefeito. A lei impõe a segregação de funções e aumenta a responsabilização direta de secretários e agentes públicos.

Isso significa que o gestor atual precisa saber delegar para quem entende de gestão. Em Jeremoabo, esse pilar técnico encontra sustentação na Secretaria de Governo, ocupada por Anabel de Tista.

Anabel: Experiência de Estado a Serviço do Município

O currículo da secretária Anabel traz o "Know-how" necessário para navegar nas águas complexas da administração pública atual:

  • Vivência no Executivo: Como ex-prefeita, ela conhece as dores e as pressões do cargo máximo do município.

  • Experiência Estadual: Sua passagem por secretarias do Governo da Bahia trouxe uma visão macro de como captar recursos, articular convênios e acelerar processos junto ao Estado.

  • Gestão Transversal: Anabel entende que gerir o público é administrar desde a legislação rígida até a contabilidade minuciosa, sempre com o objetivo final de garantir o desenvolvimento social e econômico da população.


O Objetivo Final: Eficácia e Estratégia

A gestão pública eficiente é aquela que analisa a configuração da sociedade e busca formas reais de melhorá-la. Não se faz política apenas com fotos em redes sociais; faz-se com políticas públicas que funcionam.

O diferencial competitivo de Jeremoabo hoje reside justamente nessa dupla de "Know-how": a liderança experiente de Tista de Deda e o suporte técnico e estratégico de Anabel. Eles entendem que a diferença entre uma gestão comum e uma gestão de excelência está na capacidade de entregar ações eficazes.


Conclusão: O Futuro Exige Preparo

Administrar Jeremoabo é um desafio diário. Diante das deficiências históricas da região, ter gestores que entendem de leis, prazos e, principalmente, do "saber fazer", é o que garante que o progresso não seja apenas uma promessa, mas uma realidade entregue em cada obra e em cada serviço.

A experiência não se compra, se adquire. E Jeremoabo, hoje, colhe os frutos de uma gestão que sabe exatamente onde quer chegar e, mais importante, sabe como chegar.


Blog do Montalvão: Analisando a política com a lupa da gestão e da técnica. 


Nota da redação deste Blog:

 

Os 3 Pilares da Eficiência na Nova Lei de Licitações (Lei nº 14.133/2021)

Para que o cidadão entenda por que a gestão técnica de Tista de Deda e Anabel faz a diferença, é preciso conhecer as regras que regem o dinheiro público hoje. A Nova Lei não aceita mais o "jeitinho"; ela exige profissionalismo em três frentes principais:

1. Planejamento Estratégico (A Era do Edital Preciso)

Antigamente, muitas obras paravam por falta de projeto ou erro no orçamento. A nova lei inverte a lógica: o foco agora é o Planejamento. Gestores com o know-how de Anabel sabem que uma licitação bem-sucedida nasce meses antes da publicação, com estudos técnicos preliminares que garantem que o recurso será bem aplicado e a obra, concluída.

2. Segregação de Funções (Transparência e Controle)

Este é um pilar de integridade. A lei determina que quem planeja não é o mesmo que executa, e quem executa não é o mesmo que fiscaliza. Em Jeremoabo, essa organização evita erros e protege o patrimônio público. Isso exige uma equipe qualificada e uma Secretaria de Governo que entenda a engrenagem administrativa para evitar conflitos de interesse e garantir a legalidade.

3. Gestão de Riscos (Prever para não Parar)

Pela primeira vez, a lei exige que o gestor público antecipe o que pode dar errado em um contrato. Se uma empresa não cumpre o prazo ou se o material sobe de preço, a prefeitura precisa ter um plano de contingência. É aqui que a experiência de quem já governou e trabalhou na esfera estadual brilha: saber identificar riscos antes que eles se tornem prejuízo para o povo.


Conclusão Técnica

Dominar esses pilares é o que separa uma prefeitura que "apenas gasta" de uma prefeitura que investe com inteligência. O desenvolvimento de Jeremoabo hoje passa pelo crivo dessas normas, e ter uma gestão que domina essa técnica é a maior garantia de que o imposto pago pelo cidadão retornará em benefícios reais.


BlogDedeMontalvao: A voz da experiência e da técnica na política regional.

José Montalvão Funcionário Federal Aposentado, Graduado e Pós-Graduado em Gestão Pública, Pós-Graduado em Jornalismo. Membro da ABI (C-002025)

MinC conclui repasses do Ciclo 2 da Política Nacional Aldir Blanc

 Data de publicação: 17 de Março de 2026, 17:30h


Ministério da Cultura concluiu os pagamentos do segundo ciclo da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura

Os repasses somam mais de dois bilhões e meio de reais destinados a estados e municípios para o fortalecimento das atividades culturais em todo o país. 

Com a liberação dos pagamentos, artistas, produtores, coletivos e espaços culturais passam a contar com mais investimento para desenvolver projetos. 

Os recursos também ajudam a movimentar a economia criativa e gerar emprego e renda no setor cultural brasileiro. 

Alguns estados e municípios ainda precisam realizar ajustes cadastrais e adequações nos Planos de Aplicação dos Recursos

O cumprimento de todas as etapas é necessário para garantir o alinhamento das propostas com os objetivos da Política Aldir Blanc. 

Ministério da Cultura trabalha para que os repasses dos estados e municípios que ainda necessitam fazer ajustes sejam concluídos o mais rápido possível. 

Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura é considerada um marco nas políticas públicas de incentivo ao setor cultural. 

Implementado pelo MinC em 2023, a política segue ampliando o acesso aos recursos de fomento e fortalecendo a produção criativa em todas as regiões do Brasil. 

Política Nacional Aldir Blanc prevê recurso anual máximo de R$ 3 bilhões para estados e municípios. 

Para mais informações, acesse o site do MinC.

Juízes fazem ofensiva no Senado para barrar proposta que extingue aposentadoria como punição

 

Juízes fazem ofensiva no Senado para barrar proposta que extingue aposentadoria como punição

Ação ocorre um dia depois de o ministro Flávio Dino, do STF, proibir a aposentadoria compulsória como punição máxima a magistrados envolvidos em processos administrativos

Por Roseann Kennedy/Estadão

17/03/2026 às 16:56

Atualizado em 17/03/2026 às 16:47

Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado/Arquivo

Imagem de Juízes fazem ofensiva no Senado para barrar proposta que extingue aposentadoria como punição

Plenário do Senado

Representantes da magistratura fazem nesta terça-feira, 17, uma ofensiva no Senado para tentar frear a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que extingue a aposentadoria compulsória como medida disciplinar para servidores públicos, incluindo juízes e membros do Ministério Público. A votação está marcada para esta quarta-feira, 18, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa.

O movimento é encabeçado pela Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe). A Coluna do Estadão entrou em contato com a entidade e mantém o espaço aberto para manifestações adicionais ao longo do dia.

A pressão dos juízes ocorre apenas um dia após uma decisão de impacto tomada pelo próprio Flávio Dino no STF. Em um caso isolado, o ministro proibiu a aplicação da aposentadoria compulsória para magistrados condenados administrativamente, determinando que o CNJ aplique penas mais rígidas, como a perda do cargo por meio de ação judicial.

Contudo, a decisão de Dino no Supremo, por ser liminar e específica, ainda permite interpretações. A aprovação da PEC no Senado mudaria esse cenário, tornando a proibição regra constitucional definitiva, sem margem para novos questionamentos jurídicos ou recursos.

PEC foi apresentada por Dino e tem parecer favorável

A PEC foi apresentada pelo próprio Flávio Dino no início de 2024, durante seu breve mandato como senador, antes de assumir a cadeira de ministro no Supremo Tribunal Federal (STF).

O texto propõe alterar a Constituição para que a demissão (perda do cargo) seja a punição máxima em processos administrativos.

A relatora da matéria, senadora Eliziane Gama (PSD-MA), apresentou parecer favorável à proposta. Em seu relatório, Gama argumenta que a manutenção da aposentadoria compulsória como sanção fere o princípio da moralidade administrativa.

Ela observa, ainda, que a benesse gera uma percepção de impunidade perante a sociedade, assemelhando-se a um “prêmio” em vez de um castigo.

O posicionamento da Ajufe

O presidente da Ajufe, Caio Marinho, manifestou-se após a decisão de Dino no STF, pedindo cautela sobre a substituição automática da punição. Segundo a nota da associação, a perda do cargo já é prevista no ordenamento, mas exige ação judicial própria após a decisão administrativa.

Marinho destaca preocupação da classe na questão previdenciária. Alega que os juízes contribuem com valores elevados ao regime próprio de previdência ao longo de décadas e que o confisco desses valores pode ser inconstitucional.

“A simples substituição da aposentadoria compulsória pela perda do cargo, sem o devido tratamento da questão previdenciária, poderia levar à retenção pelo Estado de valores recolhidos durante toda a vida funcional... Isso poderia representar questionamentos constitucionais relacionados ao direito previdenciário adquirido e à vedação ao confisco”, afirmou o presidente da Ajufe.

Politca Livre

Investigação expõe elo entre PCC, fundos milionários e esquema de Vorcaro

Publicado em 17 de março de 2026 por Tribuna da Internet


Inseguro, Lula atrasa há mais de 100 dias envio de indicação de Messias ao Supremo


Lula anunciou que pretendia indicar Messias em novembro

Camila Turtelli
Sérgio Roxo
O Globo

A demora do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em formalizar a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, ao Supremo Tribunal Federal (STF), já é a maior entre todos os atuais ministros da Corte. Mais de três meses após anunciar Messias como o escolhido e publicar a decisão em diário oficial, o Palácio do Planalto ainda não enviou ao Senado a mensagem presidencial para dar prosseguimento ao processo. Este passo é necessário para que o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), dê aval à sabatina e marque a votação em plenário.

Nos casos recentes em que é possível comparar o anúncio público do nome com a formalização da mensagem presidencial, o intervalo variou de zero a 21 dias. No caso de Messias, porém, já se tornou o mais longo da série recente de indicações ao STF. O atraso ocorre em meio a um momento de distanciamento político entre o Planalto e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), responsável por conduzir a tramitação da indicação.

ANÚNCIO – Lula anunciou em 20 de novembro de 2025 que pretendia indicar Messias para ocupar a vaga aberta com a aposentadoria do ministro Luís Roberto Barroso. Apesar da declaração pública, a formalização da escolha depende do envio da mensagem para que o processo comece a tramitar na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

No atual mandato, o presidente levou 11 dias para enviar ao Senado a indicação do advogado Cristiano Zanin após a publicação do nome no Diário Oficial. No caso de Flávio Dino, a oficialização e o envio da mensagem ocorreram no mesmo dia. O maior intervalo no período, antes de Messias, foi o de André Mendonça. O então presidente Jair Bolsonaro levou 21 dias para encaminhar a mensagem aos senadores após oficializar sua escolha.

Enquanto a formalização da escolha de Messias não ocorre, senadores relatam que o advogado-geral da União também passou a aparecer com menos frequência nos corredores do Congresso nas últimas semanas. Em dezembro, Messias percorreu gabinetes em busca de apoio e manteve reuniões com parlamentares. Desde a retomada dos trabalhos legislativos neste ano, no entanto, senadores afirmam que o advogado-geral reduziu a presença na Casa.

CONSTRANGIMENTO – Aliados do presidente do Senado dizem que a demora gerou um episódio de constrangimento no fim do ano passado. Na ocasião, Alcolumbre chegou a anunciar um calendário para a análise da indicação após uma coletiva ao lado do senador Otto Alencar (PSD-BA), presidente da CCJ. O cronograma, porém, não avançou porque o Palácio do Planalto não enviou a mensagem presidencial ao Senado. Naquele momento, segundo relatos de parlamentares, o governo avaliava que ainda não havia votos suficientes para garantir a aprovação do nome de Messias.

O episódio passou a ser citado por interlocutores de Alcolumbre como um sinal de desorganização política do Planalto e contribuiu para ampliar o distanciamento entre o senador e o presidente Lula. Nos bastidores do Congresso, parlamentares da oposição defendem que a análise da indicação fique para depois das eleições de outubro.

EXPECTATIVA – A aprovação do plenário do Senado ocorre em votação secreta e exige pelo menos 41 votos favoráveis. Diante da demora, a indicação também passou a integrar as conversas políticas entre o Palácio do Planalto e o comando do Senado. Interlocutores de Alcolumbre afirmam que havia expectativa de um encontro entre o senador e Lula durante a semana no Palácio da Alvorada.

A reunião é tratada por aliados dos dois lados como uma tentativa de reorganizar o canal de diálogo entre governo e Senado após meses de ruídos políticos. Segundo parlamentares próximos ao presidente do Senado, a indicação ao STF é um dos temas que devem entrar na conversa.

Alcolumbre defendia nos bastidores que o escolhido para a vaga fosse o ex-presidente do Senado Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e a preferência do Planalto por Messias ampliou o desgaste político entre o senador e o governo. Desde então, aliados relatam que o contato direto entre Lula e Alcolumbre se tornou mais esporádico, restrito a conversas pontuais por telefone.

VISITAS – Aliados de Messias afirmam que a mensagem presidencial deverá ser enviada “nos próximos dias” e que, de fato, ele reduziu a presença no Senado nas últimas semanas. A expectativa é que retome as visitas após a formalização da indicação.

Pelos cálculos de seus apoiadores, Messias já conversou com 75 dos 81 senadores desde que seu nome foi anunciado por Lula. Entre os parlamentares que ainda não foram procurados, alguns condicionaram o encontro ao envio da mensagem presidencial. Um exemplo é a senadora Mara Gabrilli (PSD-SP), que teria informado preferir discutir o tema apenas depois da formalização do processo.

Enquanto a mensagem não é enviada, o advogado-geral da União tem mantido contatos informais com parlamentares fora do Congresso, em jantares e encontros com senadores para tratar da indicação.

O POBRE DE DIREITA: O ELEITORADO QUE TORCE CONTRA SI MESMO

 

No Brasil, a plateia majoritária que sustenta o bolsonarismo não reage quando Flávio Bolsonaro escancara o plano: fim do salário-mínimo, desmonte dos benefícios sociais, cortes nas aposentadorias e nova flexibilização trabalhista para entregar ainda mais poder a bancos, latifundiários e grandes empresários — figuras que, hoje, se fundem numa mesma casta.


Esse segmento aplaude, ou ao menos silencia, diante da fantasia de uma “invasão americana” incentivada pela família Bolsonaro. Acredita que desembarcará de mala e cuia no “sonho americano” vendido pela televisão: consumo desenfreado, felicidade comprada a prazo e um individualismo glorificado como valor supremo. Ignora que, na prática, essa receita liberal que mal compreende só aprofundaria sua própria miséria.


Já internalizou o negacionismo: a Covid-19 “não existiu”, as 700 mil mortes foram “fake news” e os escândalos bilionários do INSS e do Banco Master nada tiveram a ver com o desgoverno anterior. É o retrato cru de uma massa que celebra o próprio empobrecimento.


Enquanto isso, o país segue refém dessa ilusão coletiva. Resta torcer para que, um dia, esses mesmos brasileiros se vejam como cidadãos — e não como plateia — e transformem esta nação imensa num projeto coletivo de dignidade, e não de servidão voluntária.


Transformar essa ilusão coletiva em realidade — ou seja, romper o ciclo de servidão voluntária e construir um Brasil de cidadãos conscientes e unidos em torno da dignidade coletiva — não acontece por decreto ou por um evento isolado. É um processo lento, multifacetado e doloroso, que exige ação simultânea em várias frentes. Não há data marcada, mas há caminhos reais, já testados em contextos semelhantes e apontados por analistas, cientistas políticos e experiências recentes.


Primeiro, educação cívica e política massiva e contínua.

Segundo, despolarização ativa sem despolitização.

Terceiro, regulação inteligente das redes e combate ao negacionismo estrutural.

Quarto, protagonismo da juventude e da "maioria silenciosa" (Os 88 milhões que se sentem alheios ao debate ideológico).


O "quando" depende de nós. Pode começar amanhã, com uma conversa honesta na família, na escola, no trabalho — ou levar décadas se continuarmos torcendo contra nós mesmos. A nação digna surge quando a maioria para de ser plateia e passa a ser autora do próprio roteiro.

Por Jornalista  Luis Celso

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