terça-feira, março 17, 2026

A resistência à degeneração institucional do Supremo está causando perplexidade


Tribuna da Internet | Ética e isenção no Supremo é pauta da direita, que a  esquerda despreza

Charge do Duke (Arquivo Google)

Marcus André Melo
Folha

O apoio público às supremas cortes não é baseado em princípios abstratos; em grande medida, é apoio instrumental

Cidadãos tendem a apoiar a corte quando acreditam que suas decisões os favorecem politicamente

 

A opinião pública importa para as supremas cortes porque sua autoridade depende de um estoque de legitimidade difusa que sustente a disposição dos atores políticos e da sociedade em acatar suas decisões. O verdadeiro armagedon institucional ocorre no day after em que atores relevantes passam a considerar a “opção nuclear” do não cumprimento das decisões judiciais.

Cortes superiores são, portanto, atores estratégicos, atentos às reações do ambiente político. Como mostram Brandon Bartels e Christopher Johnston, o apoio público às supremas cortes não é baseado em princípios abstratos. Trata-se, em grande medida, de apoio instrumental: cidadãos tendem a apoiar a corte quando acreditam que suas decisões os favorecem politicamente.

CASO MASTER – Assim, o apoio de setores —decerto minoritários— a juízes que são objeto de denúncias estarrecedoras em relação ao escândalo do Banco Master causa perplexidade e pode ser explicado, mas não legitimado. Obviamente não me refiro a “opinião pública comprada”, mas a grupos hiperpartidários.

No entanto, mesmo no âmbito do governo e de grupos de seus apoiadores, observa-se certa instabilidade em seus posicionamentos. E isto se explica por vários fatores, como veremos.

Pesquisa em 34 países mostrou que a avaliação das supremas cortes é tipicamente condicional ao apoio ao ocupante do Executivo. Nos EUA, o apoio à Suprema Corte cresceu após a eleição de Trump entre republicanos e decresceu entre democratas antes mesmo da confirmação dos três juízes que nomeou. O padrão é claro: o apoio aos tribunais depende do alinhamento com quem ocupa a presidência.

SINAIS TROCADOS – No Brasil o apoio ao Supremo teve uma chave positiva da democratização até o Mensalão (2005-2012), quando muda radicalmente de sinal entre os então apoiadores do governo, que passam a enxovalhar o STF. Os ataques intensificam-se no impeachment.

O sinal muda novamente no governo Bolsonaro quando estes setores se tornaram oposição e passaram a apoiar a corte. E ele foi revertido sem mudanças significativas na sua composição. O leitmotif: o STF abandonou o combate à corrupção e escolheu outra batalha – a contenção do Executivo iliberal, o que gerou um alinhamento entre STF e o atual governo.

Dentre as hostes bolsonaristas, o STF passou a ser demonizado. E mais: o processo torna-se individualizado: alguns de seus membros passam de demônios a anjos. E agora vice-versa.

ATUAL ESCÂNDALO – Há fatores adicionais que complicam o padrão esperado: o atual escândalo envolve o próprio STF e não – como tipicamente acontece – o próprio governo e sua base.

Fora isso há o fato de que se trata de um escândalo de corrupção e não de uma decisão muito controversa (como o aborto).

O tema corrupção tornou-se tóxico e foi interditado na opinião pública de esquerda e no governo devido ao mensalão e à Lava Jato. No contexto da atual polarização política nas democracias, o apoio da opinião pública ao devido processo legal nos casos de corrupção nos tribunais superiores é intensamente partidarizado, como mostrou Nuno Garoupa e co-autores. Mais uma vez, há um padrão geral aqui, mas não pode ser legitimado.

Empresa mexicana é autorizada a operar transporte internacional de cargas no Brasil

Gecivaldo Santos Pires Da Silva gecivaldo.silva@fsbcomunicacao.com.br 
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seg., 16 de mar., 17:09 (há 15 horas)
para mim


Empresa mexicana é autorizada a operar transporte internacional de cargas no Brasil
Entrada da TM Aerolíneas vai ampliar conectividade logística brasileira; autorização para operações no país foi concedida pela Anac
 


 

O transporte aéreo de cargas tem papel estratégico no comércio exterior brasileiro, especialmente para mercadorias de alto valor agregado ou que exigem rapidez na entrega - Foto: Divulgação/MPor


A autorização para que a empresa mexicana TM Aerolíneas opere transporte aéreo internacional regular de cargas, com origem ou destino no Brasil, deve ampliar a conectividade logística do país e fortalecer sua integração às cadeias globais de comércio. A permissão foi concedida pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), por meio da Portaria 18.932/2026, publicada no último 13 de março.


A decisão foi tomada após a companhia cumprir os requisitos regulatórios exigidos pela agência. Com a autorização, a empresa passa a poder operar rotas internacionais de transporte de cargas envolvendo o território brasileiro, ampliando as opções logísticas para o envio e recebimento de mercadorias.


O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, destacou que a ampliação da presença de empresas estrangeiras no país contribui para a logística brasileira e para dar vazão à produção do país. “Cada nova empresa que passa a operar transporte de cargas no Brasil amplia nossas rotas logísticas, aumenta a competitividade do setor e cria melhores condições para o escoamento da produção nacional. Isso é fundamental para fortalecer o comércio exterior e integrar ainda mais o Brasil às cadeias globais de suprimento”, disse.
 

Crescimento da carga aérea no Brasil
O transporte aéreo de cargas tem papel estratégico no comércio exterior brasileiro, especialmente para mercadorias de alto valor agregado ou que exigem rapidez na entrega. Em 2025, os aeroportos do país movimentaram 1,34 bilhão de quilos de cargas, somando voos domésticos e internacionais, segundo dados do Relatório de Oferta e Demanda, da Anac.


Desse total, 881,7 milhões de quilos foram transportados em voos entre o Brasil e outros países, o equivalente a 65,4% de toda a carga aérea movimentada no período. Já as operações domésticas responderam por 465,4 milhões de quilos, cerca de 34,6% do total.
 

Entre os principais parceiros comerciais do Brasil no transporte aéreo de cargas estão Estados Unidos, Portugal, Chile, Alemanha e Espanha, que concentram parte significativa das operações logísticas internacionais realizadas pelos aeroportos brasileiros.


Tendência global de expansão

A ampliação das rotas de carga aérea ocorre em um momento de crescimento do setor em escala global. De acordo com relatório da International Air Transport Association (IATA), de dezembro de 2025, a demanda mundial por transporte aéreo de cargas cresceu 4,3% em 2025, com destaque para as operações internacionais, que avançaram 5,5% no período.


O levantamento aponta que a expansão do setor tem sido impulsionada por fatores como o crescimento do comércio eletrônico, a reorganização das cadeias globais de suprimento e a necessidade de transporte rápido para mercadorias de alto valor e sensíveis ao tempo.


Nesse contexto, a entrada de novos operadores internacionais no mercado brasileiro tende a ampliar as rotas disponíveis e a fortalecer a infraestrutura logística do país, contribuindo para a competitividade do comércio exterior. 

BHP: corte anula processo de desacato movido contra a BHP

 

Erik de Moura Pereira erik.moura@ideal-axicom.com

seg., 16 de mar., 18:02 (há 14 horas)
para mim


Oii, Jose. Tudo bem?

Estou entrando em contato referente a Corte de Apelação Inglesa ter anulado o processo de desacato movido contra a BHP por municípios brasileiros. O tribunal confirmou que a mineradora não interferiu na administração da justiça britânica.

Faz sentido para vocês?

--

Corte Inglesa anula processo criminal de desacato contra a BHP

Tribunal de Apelação confirma que a mineradora não interferiu na administração da justiça no Reino Unido e anula a ação movida pelos municípios
 

A Corte de Apelação Inglesa acolheu o recurso da BHP, resultando na anulação do processo de desacato que havia sido movido contra a mineradora pelo Pogust Goodhead (PG) em nome de alguns municípios brasileiros em 2024. O processo foi instaurado sob a alegação de que a mineradora teria interferido na administração da justiça britânica, ao promover e financiar as ações da ADPF 1178 do Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM), uma ação constitucional que questiona o direito dos municípios brasileiros participarem de processos no exterior.
 

A Corte de Apelação confirmou que a BHP não agiu de forma inadequada nem interferiu na administração da justiça no Reino Unido, determinando a anulação do processo criminal de desacato.
 

A BHP reitera sua posição de que o Brasil é o local apropriado e oferece a solução mais eficaz para reparar os atingidos pelo rompimento da barragem de Fundão. O Novo Acordo do Rio Doce assegurou R$ 170 bilhões para o processo de reparação. Ao todo, mais de 625.000 pessoas já receberam cerca de R$ 34,7 bilhões em indenizações e auxílios financeiros desde o rompimento da barragem, em 2015.

 


Senador comenta possível processo do escritório da família de Moraes

 Informação publicada pelo jornal Folha de S.Paulo aponta que o escritório pretende ingressar com uma ação judicial contra o senador Alessandro após declarações que teriam associado recursos do PCC ao escritório

O senador Alessandro Vieira (MDB-SE) é relator da CPI do Crime Organizado no Senado. (Foto: Pedro França/Agência Senado)

O senador Alessandro Vieira (MDB-SE) comentou nesta segunda-feira, 16, a informação publicada pelo jornal Folha de S.Paulo de que o escritório de advocacia Barci de Moraes, ligado à família do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), pretende ingressar com uma ação judicial contra ele por supostos crimes contra a honra.

Segundo a publicação, a banca deverá pedir indenização por danos morais após declarações do parlamentar que teriam associado recursos do Primeiro Comando da Capital (PCC) ao escritório. A firma tem como sócia a advogada Viviane Barci, esposa do ministro, e também é composta pelos filhos do magistrado.

A possível ação ocorre após declarações do parlamentar envolvendo pagamentos do Banco Master ao escritório. O banco tem sido citado em discussões e investigações recentes no país, e a relação comercial com a banca ligada à família do ministro ampliou a repercussão política do caso.

Em vídeo divulgado nas redes sociais após a repercussão do caso, Vieira afirmou que tomou conhecimento da possível ação judicial pela imprensa e classificou a medida como uma tentativa de intimidação. “Eu recebo agora a notícia, na capa da Folha de São Paulo, de que o escritório de advocacia da família do ministro Alexandre de Moraes vai me processar, supostamente por crime contra a honra. Infelizmente não é uma surpresa. A gente já esperava esse tipo de ataque, essa tentativa de intimidação”, declarou.

Durante a gravação, o parlamentar negou ter afirmado que recursos do Primeiro Comando da Capital (PCC) teriam circulado em contas de familiares do ministro. De acordo com Alessandro, o que foi mencionado em entrevistas foi a existência de pagamentos do Banco Master ao escritório de advocacia ligado à família de Moraes.

“O que eu falei, e tenho que repetir, é que a família do ministro, através do escritório de advocacia da Viviane Barci e dos filhos, recebeu recursos do Banco Master. E o Banco Master, hoje todos nós sabemos, os brasileiros sabem, era uma organização criminosa”, declarou.

“A intimidação não vai funcionar com a gente. Vamos continuar fazendo nosso trabalho sério, e isso mostra cada vez mais a importância de uma comissão parlamentar de inquérito específica para investigar a atuação deste e de outros ministros que possam ter envolvimento com essa situação. A gente não antecipa condenação, não acusa ninguém, mas faz o nosso trabalho com responsabilidade”, disse.

Por Aline Souto e Verlane Estácio

 

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segunda-feira, março 16, 2026

Fé e Tradição no Sertão: Povoado Riacho de São José Celebra seu Padroeiro com a Noite dos Vaqueiros

Fé e Tradição no Sertão: Povoado Riacho de São José Celebra seu Padroeiro com a Noite dos Vaqueiros


Por José Montalvão

Jeremoabo é uma terra onde a política dá lugar à força das tradições e à devoção popular. No coração da zona rural, o Povoado Riacho de São José viveu uma noite especial dentro do novenário em honra ao seu padroeiro. Foi a Noite dos Vaqueiros e Produtores de Leite, um momento que une o sagrado ao cotidiano daqueles que tiram da terra e do gado o sustento de suas famílias.

O evento contou com a presença do presidente da Câmara de Vereadores, Neguinho de Lié, e da Secretária de Governo, Anabel de Tista. Mais do que representantes públicos, eles estiveram ali como cidadãos, integrando-se à comunidade para prestigiar a cultura e a religiosidade que pulsam no interior do nosso município.


A Identidade de um Povo que Reza e Trabalha

A novena no Povoado Riacho de São José não é apenas um rito religioso, mas um símbolo de resistência e identidade sertaneja. Ver o gibão de couro dividindo espaço com o altar é reafirmar que nossas raízes continuam vivas.

  • Homenagem aos Fortes: A noite dedicada aos vaqueiros e produtores de leite celebra a coragem do homem do campo. É a fé em São José que sustenta esses trabalhadores nos desafios da lida diária.

  • Presença e Devoção: Para Neguinho de Lié e Anabel, participar desses momentos é uma forma de renovar o compromisso com as pessoas. Estar no Riacho de São José, ouvindo as preces e compartilhando a alegria da festa, é o que mantém as lideranças conectadas com o "Brasil real".

Além dos Gabinetes: O Valor do Encontro

Momentos assim nos lembram que a vida no município não se resume a debates administrativos. O novenário do padroeiro do Povoado é um ponto de encontro, de abraços e de renovação da esperança. Como bem destacou o presidente da Câmara, é essa fé comum que nos mantém firmes no caminho.

"Nossa fé nos sustenta, nos fortalece e nos mantém firmes no caminho sempre", refletiu Neguinho de Lié, em tom de gratidão pela acolhida da comunidade.

Conclusão

O Blog do Montalvão parabeniza os moradores do Povoado Riacho de São José pela belíssima organização do novenário. Que São José continue intercedendo por chuvas fartas, estradas boas e, acima de tudo, pela união de todo o povo jeremoabense.


Blog do Montalvão: Onde a cultura e a fé do nosso povo têm voz.🤎

José Montalvão Funcionário Federal Aposentado, Graduado e Pós-Graduado em Gestão Pública, Pós-Graduado em Jornalismo. Membro da ABI (C-002025)

'Não existe mais aposentadoria compulsória como punição a magistrados', decretou Flavio Dino em liminar

 A decisão é monocrática e deverá ser ou não confirmada pelo Plenário

Por JB JURÍDICO
redacao@jb.com.br

Publicado em 16/03/2026 às 14:00

Alterado em 16/03/2026 às 17:28

                              Ministro Flavio Dino Agência Brasil

Abra este LinK e Leia Matéria completa:
https://www.jb.com.br/brasil/justica/2026/03/1058986-nao-existe-mais-aposentadoria-compulsoria-como-punicao-a-magistrados-decretou-flavio-dino-em-liminar.html


Caiado assinará acordo entre governo dos Estados Unidos e Goiás sobre minerais críticos

 

Caiado assinará acordo entre governo dos Estados Unidos e Goiás sobre minerais críticos

Estado têm a única mineradora de terras raras em operação no Brasil e abriga outros projetos

Por Pedro Lovisi/Folhapress

16/03/2026 às 19:31

Foto: Divulgação

Imagem de Caiado assinará acordo entre governo dos Estados Unidos e Goiás sobre minerais críticos

Mina da Serra Verde, em Goiás, mineradora de terras raras que recebeu investimento dos EUA

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), vai assinar na próxima quarta-feira (18) um memorando de entendimento com o governo de Donald Trump sobre minerais críticos. O estado abriga a única mineradora em operação de terras raras no Brasil, além de outros projetos do mineral, e é visto como essencial na política minerária do país.

Ainda são incertas as condições do memorando a ser assinado por Caiado, mas o texto divulgação do evento ao qual o jornal Folha de São Paulo teve acesso diz que o acordo "visa fortalecer a cooperação em minerais críticos e terras raras, promovendo pesquisa, capacitação e um ambiente regulatório transparente e competitivo, além de estimular parcerias entre instituições governamentais, acadêmicas e do setor privado e apoiar o desenvolvimento de processamento e manufatura de maior valor agregado em Goiás".

A assinatura vai acontecer no Consulado-Geral dos EUA, em São Paulo, antes de um evento organizado pela Amcham (Câmara Americana de Comércio para o Brasil) sobre o tema, com autoridades brasileiras e americanas, além de executivos de empresas de minerais críticos.

Darren Beattie, conselheiro de Trump, participaria do evento, mas teve sua entrada barrada no Brasil, de acordo com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O bloqueio foi uma resposta ao cancelamento do visto do ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

Desde o ano passado, os governos de Lula e Trump vinham se reunindo para estabelecer condições para um acordo entre os dois países sobre o fornecimento de minerais críticos. Resistências do governo brasileiro sobre onde deveria ser feito o processamento mineral, no entanto, atrasaram as discussões.

As conversas com o governo de Caiado, por outro lado, avançaram nos últimos meses. No início de fevereiro, o governador de Goiás esteve em Washington, durante um evento em que os americanos anunciaram alianças com países da União Europeia, além de Japão e México, para reforçar a segurança e a resiliência das cadeias de suprimento de minerais críticos. O chanceler do Brasil, Mauro Vieira, foi convidado para o evento, mas resolveu enviar um oficial de menor hierarquia lotado na embaixada brasileira.

Um dia depois da visita de Caiado aos Estados Unidos, a Serra Verde, única mineradora de terras raras em operação no Brasil, anunciou que o DFC, um banco estatal dos Estados Unidos, havia aumentado para US$ 565 milhões o financiamento concedido à empresa. A operação inclui ainda o direito de o governo americano adquirir uma participação acionária minoritária na mineradora.

Além da Serra Verde, Goiás abriga um projeto da mineradora Aclara, que também tem planos de extrair terras raras no estado. A empresa também já recebeu aportes do DFC (US$ 5 milhões), e os recursos podem ser convertidos em ações da empresa no futuro. Além de uma mina em Goiás, a mineradora tem planos de construir uma refinaria nos EUA até 2028.

A atuação de um estado na política minerária do país é limitada, assim como as vantagens econômicas que um governo estadual pode conceder a outro país. Welber Barral, fundador da consultoria BMJ e ex-secretário de Comércio Exterior, diz que governos estaduais podem assinar acordos de cooperação com governos estrangeiros, mas não acordos internacionais mais formais, que são de exclusividade da União.

Além disso, como a concessão de direitos de pesquisa e lavra de minerais cabe à Agência Nacional de Mineração, ligada ao governo federal, o governo goiano não tem autoridade para favorecer empresas americanas nesse caso. Por outro lado, compete a órgãos estaduais o licenciamento ambiental na maior parte das áreas do estado, assim como a isenção de alguns tributos e taxas.

"Mas se o governo estadual falar que vai dar prioridade para empresas americanas, poderia haver contestações na OMC (Organização Mundial do Comércio)", afirma Barral.

É esperado que a extração e o processamento de minerais críticos no Brasil sejam um dos temas abordados por Trump e Lula na provável visita do brasileiro a Washington nas próximas semanas. Inicialmente, a visita estava marcada para março, mas agendas do presidente americano com a guerra do Irã podem adiar os planos.

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