domingo, fevereiro 22, 2026

Impulsionado por ação na Venezuela, Lula quer realizar operações da PF para prender brasileiros nos EUA

 

Impulsionado por ação na Venezuela, Lula quer realizar operações da PF para prender brasileiros nos EUA

Por Vicotira Damasceno / Folhapress

22/02/2026 às 09:45

Foto: Rovena Rosa / Agência Brasil

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que pretende realizar operações da Polícia Federal nos Estados Unidos para combater o crime organizado mediante a autorização do governo de Donald Trump.
"Eu não quero recebê-los, eu quero prendê-los", disse Lula, referindo-se aos criminosos brasileiros em solo americano.

A fala ocorreu durante entrevista coletiva neste domingo (22) em Nova Déli, na Índia, onde o presidente estava para participar de uma cúpula sobre inteligência artificial e uma visita de Estado a convite do primeiro-ministro, Narendra Modi.

A decisão é impulsionada pela recente invasão dos EUA à Venezuela, que resultou na prisão do ditador Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, sob a justificativa de combate ao narcotráfico e ao crime organizado.

A invasão gerou apreensão no governo brasileiro pelo temor de que novas ações americanas na Venezuela pudessem causar instabilidade na América Latina e, consequentemente, afetar o Brasil.

O petista afirma que o governo americano já recebeu nomes, fotos e documentos da Receita Federal de membros de organizações criminosas que residem nos EUA e são monitorados pelas autoridades brasileiras por suspeita de diversos crimes.

Lula não informou qual a resposta dos americanos em relação ao pedido, mas disse que o tema será um dos principais na reunião bilateral com Trump prevista para março. O presidente prevê a participação do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, do ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva, além de representantes da Receita Federal e da Polícia Federal.

"Qualquer coisa que puder colocar uns magnatas da corrupção na cadeia, nós estamos dispostos a trabalhar. E esses magnatas não moram na favela, não moram no térreo, eles moram em cobertura, moram nos bairros mais chiques do Brasil e nos bairros mais chiques dos Estados Unidos", declarou o presidente.

O diretor da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, acompanhou o presidente na viagem à Índia para a abertura do cargo de adido no país, voltado ao combate ao crime organizado entre as nações, embora membros da própria corporação tenham dito à Folha que o número não é expressivo.

O presidente afirmou que o diretor passará a integrar sua comitiva nas próximas viagens para expandir a atuação da PF em outros territórios mediante a autorização dos governos locais.

"Nós precisamos colocar adidos da Polícia Federal nos países, precisamos fazer convênios para combater o crime organizado, para combater o narcotráfico", declarou.

Fernandes segue com Lula para a Coreia do Sul, onde o presidente participará de uma visita de Estado e de reuniões com o presidente Lee Jae Myung, bem como de encontros com empresários.

A estratégia eleitoral de Lula e o cenário internacional em ebulição

 


Lula está disposto a uma partida decisiva em MG, SP E RJ

Pedro do Coutto

O tabuleiro político brasileiro se movimenta com intensidade à medida que se aproximam as eleições de 2026, e o presidente Lula da Silva parece disposto a jogar uma partida decisiva nos três maiores colégios eleitorais do país: Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro.

A aposta em candidaturas competitivas nesses estados não é casual, mas sim parte de uma estratégia calculada para consolidar bases regionais que, somadas, representam uma fatia expressiva do eleitorado nacional. O apoio a Rodrigo Pacheco em Minas, a Fernando Haddad em São Paulo e a Eduardo Paes no Rio de Janeiro revela a tentativa de fortalecer uma rede de aliados capazes de ampliar a capilaridade política do projeto lulista em regiões decisivas para qualquer ambição de continuidade no poder.

MOVIMENTOS – Essa engenharia eleitoral exige movimentos antecipados e, em alguns casos, sacrificiais. Haddad e Paes, por ocuparem cargos executivos, precisam deixar suas funções seis meses antes do pleito, um gesto que representa tanto risco político quanto demonstração de compromisso com a disputa. Já Pacheco, por ser parlamentar, possui maior flexibilidade institucional, o que o coloca em posição confortável para avaliar o momento mais adequado para formalizar sua candidatura.

Em Minas Gerais, tradicionalmente considerado o “fiel da balança” da política brasileira, a presença de Pacheco surge como tentativa de atrair eleitores moderados e construir uma ponte entre diferentes correntes ideológicas, algo essencial em um ambiente político cada vez mais polarizado.

Em São Paulo, o desafio é de outra natureza. Haddad carrega o peso de disputas anteriores e precisará transformar a visibilidade adquirida no Ministério da Fazenda em capital eleitoral concreto. A eleição paulista costuma extrapolar os limites estaduais e assumir dimensão nacional, funcionando como indicador do humor político do país. Um eventual embate com o governador Tarcísio de Freitas tende a acirrar narrativas e mobilizar debates que ultrapassam a esfera administrativa, tornando a disputa um verdadeiro termômetro da força política de Lula.

ALIADO – No Rio de Janeiro, Eduardo Paes aparece como um aliado consolidado, com experiência administrativa e base eleitoral relevante. Sua candidatura ao governo estadual, contudo, implicaria renunciar à prefeitura, decisão que carrega simbolismo e exige cálculo preciso. Ao mesmo tempo, Lula procura ampliar a base de sustentação no Senado, cogitando nomes como Marina Silva e Simone Tebet para fortalecer a presença governista em estados estratégicos, especialmente São Paulo.

A lógica é construir não apenas vitórias eleitorais pontuais, mas um arco de alianças capaz de sustentar governabilidade e projetar influência política para além do próximo mandato. Ainda assim, permanece a dúvida sobre o grau de transferência de votos que esses apoios podem gerar. A política brasileira é marcada por dinâmicas regionais próprias, nas quais o eleitor muitas vezes distingue entre lideranças locais e nacionais.

O apoio presidencial, embora relevante, não garante automaticamente adesão popular, o que torna essencial a construção de agendas convergentes com as demandas específicas de cada estado. O sucesso da estratégia dependerá, portanto, menos de declarações de apoio e mais da capacidade de traduzir alianças em propostas concretas que dialoguem com a realidade dos eleitores.

TENSÃO – Enquanto o Brasil organiza seu xadrez eleitoral, o cenário internacional adiciona camadas de tensão e imprevisibilidade. O ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump volta ao centro das atenções ao adotar uma retórica dura em relação ao Irã, sugerindo prazos e exigências ligados ao desarmamento nuclear e deixando implícita a possibilidade de ação militar.

A situação coloca em evidência o risco de uma escalada no Oriente Médio, região historicamente marcada por conflitos geopolíticos de alta complexidade. Para o governo iraniano, recuar pode significar fragilidade interna; para Trump, retroceder após ameaças públicas poderia ser interpretado como perda de autoridade política.

Nesse contexto delicado, a atuação de atores multilaterais torna-se crucial. Países como o Reino Unido, blocos como a União Europeia e potências como a China aparecem como possíveis mediadores capazes de evitar que a retórica se transforme em confronto direto. A história recente mostra que crises desse tipo dificilmente encontram solução duradoura pela via militar, reforçando a necessidade de negociações diplomáticas amplas e coordenadas.

FREIOS INSTITUCIONAIS – Ao mesmo tempo, a própria dinâmica institucional dos Estados Unidos revela limites ao poder unilateral. Decisões da Suprema Corte dos Estados Unidos sinalizam que mesmo lideranças com perfil assertivo enfrentam freios institucionais, demonstrando a importância do equilíbrio entre poderes em democracias consolidadas. Esse contraponto institucional serve como lembrete de que, tanto no plano doméstico quanto no internacional, o exercício do poder encontra limites na necessidade de legitimidade e consenso.

Assim, o momento político atual combina duas narrativas que se entrelaçam: de um lado, a estratégia eleitoral de Lula para consolidar sua força nos principais colégios eleitorais do Brasil; de outro, um cenário internacional tenso, em que discursos duros e riscos geopolíticos testam a capacidade de mediação das instituições e da diplomacia global.

Em ambos os casos, a política se mostra como arte de equilibrar ambição e prudência, estratégia e diálogo, força e negociação. O desfecho dessas movimentações, nas urnas brasileiras ou nas mesas de negociação internacionais, dependerá essencialmente da habilidade dos atores envolvidos em transformar poder potencial em estabilidade concreta — um desafio permanente das democracias contemporâneas.


Ibaneis tem de explicar ao STJ por que lutou tanto para comprar o banco Master

 


O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, contratou o advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, conhecido como Kakay, para atuar em sua defesa no Superior Tribunal de Justiça (STJ) em uma representaçãoVicente Limongi Netto

Ibaneis Rocha tenta de todas as maneiras disfarçar o pavor das investigações dos bancos Master/BRB. Depois da porta no chão, a desgraça se espalha para seus áulicos, que ainda tem esperanças em planos para limpar as sujeiras no Banco Regional de Brasília, quase desmoralizado por ele, no namoro, depois noivado e casamento nada republicano que promoveu entre o BRB com o Master.

O governador Ibaneis tem suado frio e agora também reza. Apega-se em citações bíblicas, como anuncia a colunista Ana Campos, na boa coluna “Eixo Capital”, do Correio Braziliense.

DIA DE REFLEXÃO – O encalacrado Ibaneis tenta desviar as atenções da sujeirada que enfiou o BRB com o Master. Disse na plataforma X que a quarta-feira de cinzas é dia de reflexão. hora de limpar as almas. Mas a dele é irrecuperável.  Está mais suja do que pau de galinheiro, como se diz no interior.

Ibaneis desonra o MDB, partido de brios e lutas democráticas. Acredita que vai se safar nos inquéritos no Superior Tribunal de Justiça (STJ), depois que contratou o advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, figura tarimbada cama e mesa do PT e de Lula.

Kakay é famoso por tirar leite de pedra e salvar das flechadas da Justiça algumas figuras com a alma mais preta do que as asas da graúna, como Ibaneis Rocha. Resta saber se os ministros do STJ vão se encantar com as argumentações defensivas do canto de sereia a ser entoado por Kakay.


PF recebe com satisfação escolha de Mendonça para conduzir caso Master


Ministro chegou dando “carta branca” para PF

Andréia Sadi
G1

Após a saída de Dias Toffoli da relatoria do caso do Banco Master, o clima nos bastidores da Polícia Federal (PF) e do próprio Supremo Tribunal Federal (STF) é de alívio. A escolha do ministro André Mendonça, sorteado para assumir o inquérito foi recebida com satisfação pelos investigadores da PF.

A principal preocupação dos policiais era de que o caso ficasse parado ou que houvesse uma interrupção na autonomia das investigações. O temor era de que a troca de relatoria pudesse significar um freio nos trabalhos que apuram fraudes bilionárias.

CARTA BRANCA – Na primeira conversa com os investigadores, André Mendonça enviou a ordem contrária ao que se temia: deu “carta branca” para a equipe. O ministro sinalizou que não haverá interferência e que o trabalho deve continuar com o ritmo necessário para esclarecer os fatos.

Mendonça precisou, primeiramente, tomar pé de toda a investigação, uma vez que o acesso ao processo era restrito ao antigo relator. O que os outros ministros conheciam até então era apenas o relatório da PF entregue pelo diretor-geral Andrei Rodrigues ao ministro Edson Fachin, distribuído em uma reunião secreta — cujos detalhes acabaram vazando e gerando mal-estar na Corte.

Não é apenas na polícia que o nome de Mendonça trouxe tranquilidade. Dentro do STF, outros ministros também expressaram alívio. O argumento é de que Mendonça é um perfil técnico e, diferentemente de outros nomes, não integra nenhuma “patota” ou grupo político específico dentro do tribunal, o que afasta o receio de perseguições ou protecionismos.

CONDUÇÃO TÉCNICA – Além disso, Mendonça passa a acumular o caso Master com a relatoria das investigações sobre fraudes no INSS. Até o momento, a atuação do ministro nesses processos não gerou reclamações do governo Lula no sentido de “perseguição política”. Pelo contrário, a avaliação é de que ele tem conduzido as medidas de forma técnica e equilibrada.

Para investigadores que viam em curso uma possível operação de obstrução de Justiça — em que a polícia não conseguia avançar ou sofria limitações de prazo —, a chegada de Mendonça é vista como o fim de um período de incertezas e o início de uma condução mais transparente e autônoma da investigação.

A Metafísica do Afeto: Por que a Presença Vale Mais que a Proximidade

A Metafísica do Afeto: Por que a Presença Vale Mais que a Proximidade

Por José Montalvão

Vivemos em uma era de corpos presentes e mentes ausentes. Nas salas de jantar de milhões de famílias, o brilho das telas de celular substitui o brilho do olhar, e o silêncio da indiferença é mais ruidoso que qualquer discussão. É nesse cenário que surge uma verdade desconfortável, mas libertadora: muitas vezes, a ausência física, ditada pelas circunstâncias da vida, é mais "presente" do que uma proximidade disfarçada.

O Equívoco da Presença Física

Estar junto é uma questão de geografia. Estar presente é uma questão de alma. Existe um fenômeno comum nas famílias que podemos chamar de "Presença Oca": o indivíduo está no sofá, ocupa um lugar à mesa, mas é incapaz de perceber a dor do filho, o cansaço do cônjuge ou a solidão do idoso. Essa "presença disfarçada" é, na verdade, uma forma de abandono silencioso. Ela gera uma expectativa que nunca se cumpre, criando um vazio muito mais doloroso do que a distância de quem viaja a trabalho, mas telefona todas as noites para ouvir como foi o dia.

A "Presença Crucial": O Oportunismo do Afeto

O texto nos alerta para um tipo específico de comportamento: aqueles que só aparecem em períodos cruciais. São os parentes que desaparecem na rotina, na labuta e nas pequenas crises, mas surgem "em destaque" no momento da herança, no grande evento social ou na tragédia pública.

Essa é a presença oportunista. Ela não se construiu no alicerce do dia a dia; ela tenta se validar pelo impacto do momento. No entanto, a família real, aquela que sobrevive às intempéries, sabe que o amor não é um evento, é um processo. Estar presente é, acima de tudo, não desaparecer quando o brilho acaba e os problemas começam a surgir.

A Ausência que se Faz Presente

Por outro lado, as circunstâncias da vida — como o trabalho, o estudo ou o dever — podem afastar fisicamente os membros de uma família. Mas a distância física não é capaz de romper o laço de quem escolhe estar presente.

  • A presença se manifesta na lembrança;

  • Manifesta-se no suporte financeiro e emocional enviado de longe;

  • Manifesta-se no conhecimento profundo do que o outro sente, mesmo sem tocá-lo.

Alguém que está a mil quilômetros de distância, mas que é o primeiro a ser acionado em uma crise e o primeiro a oferecer o ouvido atento, é muito mais "família" do que o parente que mora na casa ao lado e nem sequer sabe o nome dos dilemas que você enfrenta.

O Teste da Crise: Onde o Disfarce Cai

A crise é o grande filtro da verdade familiar. Quando os problemas surgem — seja uma doença, uma falência ou um erro moral — as "presenças disfarçadas" são as primeiras a recuar. Elas não suportam o peso da responsabilidade. Já a presença real se fortalece. Estar presente é ser o porto seguro quando o mar está revolto, e não apenas o convidado do banquete quando o mar está calmo.

Conclusão: A Qualidade do Olhar

Precisamos resgatar a virtude da atenção. Menos "estar junto" por obrigação e mais "estar presente" por eleição. Na família, a moeda de troca mais valiosa não é o dinheiro, nem o tempo bruto passado no mesmo teto, mas a qualidade do olhar.

Se você está longe, certifique-se de que sua voz chegue com força e amor. Se você está perto, certifique-se de que sua mente não esteja em outro lugar. Afinal, como diz a máxima, a presença é o único presente que realmente importa.

LÍDICE FALA DE SEGURANÇA



Nota da Redação Deste Blog -Em entrevista à Rádio Metrópole, o ex-prefeito de Salvador e vice-presidente nacional do União Brasil, ACM Neto, afirmou que para mudar a segurança pública na Bahia “tem que mexer no governador”. A declaração, forte e direta, segue uma linha de oposição ao atual governo estadual e tenta resgatar uma comparação com o passado, especialmente com a gestão de seu avô, Antônio Carlos Magalhães.

Segundo Neto, a Bahia vive hoje uma situação “insustentável”, marcada pelo avanço do crime organizado, perda de autoridade e fortalecimento das facções criminosas. Ele sustenta que, no período em que ACM governava, “bandido não se criava” e havia respeito — ou medo — da autoridade do Estado.

A narrativa, porém, merece ponderação histórica.

A violência na Bahia não surgiu nos últimos anos nem pode ser atribuída exclusivamente aos governos do PT. O próprio período em que Antônio Carlos Magalhães comandava o Estado não foi imune a episódios de criminalidade. Há registros, inclusive, de que a residência do então governador foi arrombada e roubada. Esse fato simbólico desmonta a ideia de que havia um paraíso da segurança pública no passado.

É evidente que o cenário da violência mudou ao longo das décadas. O crime organizado se nacionalizou, as facções se estruturaram em rede, o tráfico se interiorizou e a dinâmica urbana se transformou. O problema da segurança pública hoje envolve fatores muito mais complexos: desigualdade social, sistema prisional falido, tráfico internacional de drogas, fronteiras vulneráveis, armas ilegais e falta de integração entre União, estados e municípios.

Transformar essa discussão em uma simples equação — “basta mudar o governador” — pode até funcionar como discurso político, mas não resolve o problema estrutural.

Além disso, é preciso lembrar que segurança pública não é responsabilidade exclusiva do governador. A Constituição define competências compartilhadas entre União e estados. Políticas nacionais de controle de armas, combate ao tráfico internacional e inteligência federal também impactam diretamente a realidade local.

Quando ACM Neto evoca o passado como modelo, faz uso de uma memória seletiva. Todo governo enfrenta desafios de segurança. Nenhuma gestão foi totalmente blindada contra crimes, assaltos ou violência urbana. A diferença está na forma como se enfrentam esses desafios — com políticas públicas consistentes, investimento em inteligência, valorização policial, prevenção social e cooperação institucional.

O debate sobre segurança pública é legítimo e necessário. A população baiana quer respostas concretas, não apenas comparações nostálgicas. É preciso sair do discurso político e avançar para propostas objetivas, metas mensuráveis e integração real entre os entes federativos.

A violência na Bahia não começou ontem — e tampouco será resolvida apenas com a troca de um nome no Palácio de Ondina. O desafio é estrutural, histórico e exige responsabilidade de todos os atores políticos, independentemente de partido.

BlogDedeMontalvao: Onde a verdade não tem mordaça.

 José Montalvão -  Funcionário Federal Aposentado, Graduado e Pós-Graduado em Gestão Pública,  pós-graduação em Jornalismo proprietário do Blog DedeMontalvão, matrícula ABI C-002025

 


Ciro Nogueira reage a escolha de Bolsonaro sobre candidaturas ao Senado em SC

 

Ciro Nogueira reage a escolha de Bolsonaro sobre candidaturas ao Senado em SC

Por Folhapress

22/02/2026 às 08:00

Foto: Andressa Anholete / Agência Senado

Imagem de Ciro Nogueira reage a escolha de Bolsonaro sobre candidaturas ao Senado em SC

O senador Ciro Nogueira (PI), presidente do PP, se manifestou nas redes sociais neste sábado (21) sobre a movimentação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) de ter uma chapa para o Senado em Santa Catarina composta pelo filho Carlos Bolsonaro (PL), ex-vereador no Rio, e pela deputada federal Caroline de Toni (PL).

A escolha de Bolsonaro é uma mudança ao que tinha sido estabelecido anteriormente pelo partido. A direção do PL havia definido que os dois nomes ao Senado em Santa Catarina seriam Carlos e o senador Esperidião Amin (PP), o que foi comunicado a De Toni, que chegou a anunciar a sua saída do partido.

A deputada havia acertado se filiar ao Novo para concorrer ao Senado, o que arriscaria uma divisão de votos no bolsonarismo.

Em rede social, neste sábado, Ciro escreveu: "Nós do Progressistas somos do tempo em que acreditamos em palavra", ao compartilhar uma reportagem do site Metrópoles que dizia que De Toni queria uma carta de Bolsonaro para não deixar o PL.

De Toni é o nome preferido da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) para concorrer ao Senado em SC, onde o governador Jorginho Mello (PL) vai disputar a reeleição. A preferência de Michelle pela deputada pesou na decisão de Bolsonaro, dizem aliados.

A decisão de Bolsonaro provocou um racha na direita catarinense. Ao defender uma chapa pura na corrida pelo Senado, o ex-presidente vai de encontro ao governador Jorginho, que preferia apoiar a reeleição de Amin.

Apesar de Amin ser um aliado fiel do bolsonarismo no estado, a opção de Bolsonaro se baseou em pesquisas que mostram a deputada melhor posicionada do que o senador.

Politica Livre

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