terça-feira, dezembro 02, 2025

A política depois de Bolsonaro: o avanço da direita e a disputa por seu legado

Publicado em 2 de dezembro de 2025 por Tribuna da Internet


Planalto adia Cúpula do Mercosul para tentar fechar acordo com a União Europeia

Publicado em 2 de dezembro de 2025 por Tribuna da Internet


Jornal inglês diz que 'bolsonarismo está em crise' e que lobby de Eduardo nos EUA falhou

 

Por POLÍTICA JB
redacao@jb.com.br

Publicado em 02/12/2025 às 09:13

Alterado em 02/12/2025 às 09:17

                                         Eduardo Bolsonaro Agência Brasil


O jornal inglês "Financial Times" publicou nesta segunda-feira (1º) um texto no qual afirma que o bolsonarismo "está em crise", enquanto o lobby organizado por Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos falhou.

Conforme a notícia, o ex-presidente Jair Bolsonaro sofre com erros cometidos pelos filhos, como as ações organizadas por Eduardo nos EUA que "irritaram a classe empresarial brasileira" que teve o tarifaço como resultado.

"As tarifas de 50% impostas por Washington a produtos brasileiros não conseguiram levar o Supremo Tribunal Federal a arquivar o caso, enquanto [Donald] Trump suspendeu algumas delas neste mês, devido a preocupações com o aumento dos preços dos alimentos."

A publicação classificou a ida de Eduardo para os Estados Unidos como um "exílio autoimposto", e que agora o deputado federal teme enfrentar denúncias ao retornar ao Brasil.

Os jornalistas ingleses também destacaram o abatimento de Jair nas últimas semanas, em uma postura que contrasta com os atos públicos do ex-presidente quando "conseguia atrair multidões enormes para ouvir seus discursos inflamados e incutia medo nas instituições que o contrariavam".

A reportagem também cita o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), como a principal concorrente com chance de vencer a corrida presidencial diante de Luiz Inácio Lula da Silva.

"Tarcísio é o único candidato da direita capaz de enfrentar Lula", disse o analista político Thomas Traumann ao jornal. "Contra todos os outros, Lula é o favorito indiscutível. Se a eleição fosse daqui a dois meses, Lula venceria. Mas ainda falta quase um ano". (com Sputnik Brasil)

Maduro rechaça Trump e rejeita ordens do 'dono do mundo' em telefonema; situação é insustentável para o venezuelano, dizem as fontes não nominadas da Reuters

Por INFORME JB
redacao@jb.com.br

Publicado em 02/12/2025 às 06:05

Alterado em 02/12/2025 às 08:53


                                   Maduro meteu uns óculos à moda Oruam e partiu pra cima. Até quando? Foto: Ansa/AFP


Agora que até parlamentares republicanos andam contrariados com com algumas más-intenções de Donald Trump e seus bombardeios a barcos de "narcotraficantes" no mar do Caribe, Maduro se inspira na coragem de Lula, que não passou recibo do estardalhaço gerado pela direita bolsonarista depois do 'tarifaço' já enfraquecido, e disse não ao "dono do mundo", que deu ordem para o venezuelano deixar o governo e se abrigar no guarda- chuva da Casa Branca à guisa de "salvo-conduto". Não consta que Trump tenha gritado um "IMEDIATAMENTE", como gritou em vão com Lula.

Maduro parece ser daquela turma que morre atirando, e não se fez de borrado. Disse um sonoro "não" ao "laranjão", como Trump é carinhosamente chamado por alguns da esquerda brasileira, e "ligou o fd-se", com perdão da palavra cifrada, como se diz na gíria.

Encurralado pela maior potência do mundo, Maduro está ficando sem opções. "O bagulho é doido", disse um "analista" sentado no banco da barca que cruza a Baía de Guanabara, nesta manhã, talvez a única alma viva a portar um jornal impresso dentro do coletivo. "Maduro é loucão", enfatizou o preocupado leitor.

Após uma breve ligação com o presidente dos EUA, Donald Trump, no mês passado (só confirmada nessa segunda, 1/12, pelo próprio Trump), na qual o descabelado recusou uma série de contrapropostas do líder venezuelano para amainar a crise, Maduro estaria com os "dias contados", conta a Reuters, mas não envergou para o Luís XIV, o rei sol, dos novos tempos.

O telefonema, em 21 de novembro, ocorreu após meses de crescente pressão dos EUA sobre a Venezuela, incluindo ataques contra supostos barcos de "traficantes" no Caribe, repetidas ameaças de Trump de estender as operações militares para terra e a designação do "Cartel de los Soles", um grupo que o governo Trump diz ser liderado por Maduro, como uma "organização terrorista" estrangeira.

Maduro e seu governo sempre negaram todas as acusações criminais e dizem que os EUA estão buscando uma mudança de regime para assumir o controle dos vastos recursos naturais da Venezuela, incluindo o petróleo. O que de todo é perfeitamente possível, depois de que Trump quis se adonar de Gaza para transforma-la em destino turístico de luxo.

Maduro teria dito a Trump durante a ligação que está disposto a deixar a Venezuela desde que ele e seus familiares tenham anistia legal total, incluindo a remoção de todas as sanções dos EUA e o fim de um caso emblemático que ele enfrenta no Tribunal Penal Internacional, disseram três das fontes citadas pela agência Reuters.

Trump rejeitou e deu "uma semana" para Maduro deixar a Venezuela com sua família, tempo expirado na última sexta-feira com Maduro aumentando o tom dentro de casa, e reunindo milhares de milicianos nas ruas de Caracas, todos armados e dispostos a defender seu país e seu líder. 

Tempo passado, e Trump continua na mesma. Não fez o que ameaçou fazer.

O "Miami Herald" relatou anteriormente vários detalhes da ligação telefônica. O prazo de sexta-feira não havia sido divulgado anteriormente.

Trump confirmou no domingo que havia conversado com Maduro, sem fornecer detalhes. A Casa Branca não quis dar mais notícias, e o Ministério da Informação da Venezuela, que cuida de todas as consultas à imprensa para o governo daquele país, não respondeu imediatamente aos pedidos de comentários feitos pela agência Reuters.

O governo Trump disse que não reconhece Maduro, no poder desde 2013, como o presidente legítimo da Venezuela. Ele reivindicou a vitória da reeleição no ano passado em uma votação nacional que os EUA e outros governos ocidentais consideraram uma farsa e que observadores independentes disseram que a oposição venceu de forma esmagadora.

Falando a manifestantes, Maduro jurou nesta segunda-feira (1º) "lealdade absoluta" ao povo venezuelano.

Não está claro se Maduro ainda pode fazer uma nova proposta envolvendo uma passagem de bastão segura. Trump conversou nesta segunda-feira com os principais assessores para discutir a campanha de pressão sobre a Venezuela, entre outros tópicos, disse uma autoridade sênior dos EUA.

Não há registro de que tenha se aconselhado com a toda-toda da direita brasileira, Michele Bolso-naro

Uma fonte em Washington, informada sobre as discussões internas do governo Trump, não descartou a possibilidade de uma saída negociada para Maduro, mas ressaltou que ainda há divergências significativas e que detalhes importantes ainda não foram resolvidos.

O fato é que Trump tem com o que se preocupar, nesses recentes dias, agora que deputados republicanos andam rechaçando suas incursões a bomba sobre barcos no mar do Caribe, dizendo que são "crimes de guerra". Isso mesmo - deputados republicanos.

Os EUA aumentaram a recompensa por informações que levem à prisão de Maduro para US$50 milhões e têm recompensas de US$25 milhões para outros altos funcionários do governo, incluindo o ministro do Interior Diosdado Cabello, que foram indiciados nos EUA por suposto tráfico de drogas, entre outros crimes. Todos negam as acusações. E não há garantias de que o "laranjão" irá pagar o que promete.

O governo de Maduro teria solicitado outra ligação com Trump, de acordo com três fontes da mesma Reuters.

Aguardemos as cenas dos próximos capítulos.

(com Reuters)

 

Negócio com deputado do PL surge em apreensão da PF no caso Banco Master

 

Por JB POLÍCIA com Brasil 247
redacao@jb.com.br

Publicado em 01/12/2025 às 11:36

mmAlterado em


01/12/2025 às 11:36

João Carlos Bacelar Foto: Kayo Magalhães/Câmara


Por Guilherme Levorato - A operação da Polícia Federal que apura suspeitas envolvendo o Banco Master levou os investigadores a encontrar, em um dos endereços associados ao empresário Daniel Vorcaro, um envelope que mencionava o deputado federal João Carlos Bacelar (PL-BA). Dentro dele havia documentos relativos a uma negociação imobiliária na Bahia.

As informações foram reveladas pelo jornal "O Estado de S. Paulo", que teve acesso ao material apreendido. Os agentes ainda não concluíram a análise do conteúdo e, portanto, não há indícios de irregularidade relacionados ao parlamentar ou ao negócio citado...

Bacelar explicou que participou da criação de um fundo destinado à construção de um empreendimento imobiliário em Trancoso, distrito de Porto Seguro (BA). Segundo ele, Vorcaro demonstrou interesse na aquisição de parte desse projeto, motivo pelo qual recebeu a documentação. O deputado afirmou que a transação acabou não avançando. “Ele me fez uma consulta sobre um imóvel em Porto Seguro, que não se concretizou. Quando o banco começou a entrar em dificuldade, ele pediu mais um tempo para poder exercer a opção. Foi feito um documento dando a opção de compra a Daniel Vorcaro”, declarou.

A defesa do dono do Banco Master não se manifestou. Vorcaro deixou o presídio em Guarulhos no sábado (29), após permanecer detido por 11 dias por ordem da primeira instância da Justiça Federal. A libertação ocorreu depois de a desembargadora Solange Salgado, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), reconsiderar sua decisão e revogar as prisões preventivas dos cinco investigados

O documento referente ao negócio imobiliário passou a ser peça central de uma nova estratégia jurídica de Vorcaro. Na sexta-feira (28), sua defesa ingressou com um pedido no Supremo Tribunal Federal (STF) para transferir toda a investigação para a Corte, argumentando que o caso seria semelhante ao da Operação Overclean — encaminhada ao Supremo após a polícia apreender documentos de transação imobiliária envolvendo um deputado. O requerimento foi distribuído ao ministro Dias Toffoli.

Enquanto isso, a PF sustenta que não há indícios que justifiquem o envio do inquérito ao STF. Os agentes ainda analisam os materiais recolhidos na Operação Compliance Zero, deflagrada no último dia 18. Até o momento, a corporação avalia que o negócio encontrado não guarda relação com o foco principal da investigação: a operação de venda do Banco Master ao Banco de Brasília (BRB).

Além dos documentos, foram apreendidos celulares de diversos investigados, que agora passam por perícia. O ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, que estava fora do país quando a operação teve início, entregou voluntariamente seu aparelho à PF na semana passada.

https://www.jb.com.br/brasil/policia/2025/12/1057821-negocio-com-deputado-do-pl-surge-em-apreensao-da-pf-no-caso-banco-master.html

Sugestão | Bicentenário Dom Pedro II - Livro "Dom Pedro II por Dom Pedro II" traz citações inéditas do último imperador brasileiro

 

Juliana Sampaio juliana.sampaio@fsb.com.br 
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09:34 (há 0 minuto)
para mim


Olá, Jose. Tudo bem?

Gostaria de sugerir uma pauta sobre o lançamento do livro “Dom Pedro II por Dom Pedro II”, obra que reúne um acervo raro de cadernetas, cartas, diários, discursos e anotações do último imperador brasileiro - documentos que revelam sua voz autêntica, com reflexões surpreendentemente atuais sobre educação, política, saúde pública, escravidão, corrupção e administração do Estado.
 

Organizado por João de Orleans e Bragança, trineto do imperador, e pela pesquisadora Chiara Ciodarot, o livro oferece uma imersão direta no pensamento de Dom Pedro II, apresentando citações inéditas que mostram um líder curioso, inquieto, comprometido com o conhecimento e atento aos dilemas sociais do país. A obra chega ao público no ano em que se celebra o bicentenário de nascimento do imperador, reforçando sua relevância histórica e contemporânea.
 

Também de destaco que haverá dois eventos de lançamento, ambos com presença dos organizadores:
 

Rio de Janeiro
• 02 de dezembro, às 19h – Livraria Travessa de Ipanema
 

São Paulo
• 05 de dezembro, às 19h – Livraria Travessa do Shopping Iguatemi


Caso tenha interesse em entrevistar os organizadores ou em receber mais informações, estou à disposição para facilitar.

Estou à disposição.

Abs.
Juliana

 

 

Livro “Dom Pedro II por Dom Pedro II” traz citações inéditas do último imperador brasileiro
A história do Brasil ganha uma nova perspectiva em imersão profunda na mentalidade de Dom Pedro II
 

No bicentenário de nascimento de Dom Pedro II, surge, pela LVM Editora, uma obra que devolve ao imperador o que tantas vezes se diluiu em interpretações: sua voz autêntica. Organizado por João de Orleans e Bragança – trineto do imperador – e pela autora e pesquisadora Chiara Ciodarot, Dom Pedro II por Dom Pedro II apresenta ao leitor um acervo raro e precioso composto por cadernetas, diários, cartas, anotações e discursos. Documentos que registram o pensamento do imperador de forma direta, sem filtros e sem mediações.
 

Muito além da figura solene estampada nos livros de História, o imperador revela-se aqui em seu estado mais genuíno: curioso, inquieto, atento ao mundo e apaixonado pelo conhecimento. Suas reflexões escritas a mão, muitas vezes de modo quase íntimo, abordam tópicos que permanecem centrais no debate brasileiro: educação, saúde pública, escravidão, corrupção, política, administração do Estado, liberdade civil, entre outros temas que atravessam séculos.
 

Exemplos de seus pensamentos diretos e atuais, registrados em seus documentos, incluem reflexões sobre a educação e a política: “Sem educação generalizada nunca haverá boas eleições; portanto, é preciso atender, o mais possível (sic), a essa importantíssima consideração” e “Sempre procurei não sacrificar a administração à política”. O imperador também mostra preocupação com a administração e o uso de recursos públicos, como nesta citação: “Também entendo que despesa inútil é furto a nação”
 

Ao reunir esse conjunto documental de maneira orgânica e acessível, a obra permite que o leitor acompanhe Dom Pedro II pensando, questionando e analisando, quase como um diálogo entre passado e presente. Não se trata apenas de mais uma biografia do último imperador, mas de um encontro direto com sua consciência escrita — uma oportunidade excepcional de ver o Brasil do século XIX pelos olhos de quem o liderou. Dom Pedro II foi o líder que por mais tempo comandou o país, exercendo a liderança por 49 anos e conduzindo as grandes transformações institucionais do Brasil durante esse período.
 

Dom Pedro II por Dom Pedro II evidencia como essas cadernetas, diários, cartas, anotações e discursos revelam um homem surpreendentemente moderno, sensível aos dilemas sociais e comprometido com a construção de um país mais instruído, organizado e justo. Ao mesmo tempo, mostram como muitos dos desafios que ele registrou continuam a ecoar de maneira inquietante no século XXI.
 

Resultado de um mergulho profundo em fontes primárias, o livro convida a uma experiência rara: ouvir Dom Pedro II em primeira pessoa: nu, complexo, humano e intelectualmente vibrante. Uma obra indispensável para pesquisadores, leitores de História, educadores e todos os que desejam compreender as raízes de nossas questões contemporâneas.
 

O lançamento, com presença de convidados e seus organizadores, será realizado em duas cidades:
 

Livraria Travessa – Ipanema

Data: 02/12/2025 (terça-feira)

Horário: 19h

Endereço: Rua Visconde de Pirajá, 572 – Ipanema, Rio de Janeiro – RJ

 

Livraria Travessa – Shopping Iguatemi

Data: 05/12/2025 (sexta-feira)

Horário: 19h

Endereço: Avenida Brigadeiro Faria Lima, 2232, Piso 3 – Jardim Paulistano, São Paulo – SP

 

 

Juliana Sampaio

Atendimento - Área Privada_
Cel. 21 98751 3050

TJ-BA arquiva reclamação disciplinar contra desembargadora acusada de morosidade em processo

 

TJ-BA arquiva reclamação disciplinar contra desembargadora acusada de morosidade em processo

A decisão foi assinada pela presidente do TJ-BA, desembargadora Cynthia Maria Pina Resende, após análise técnica e manifestação prévia da Corregedoria Geral da Justiça

Por Redação

02/12/2025 às 08:34

Foto: Divulgação

Imagem de TJ-BA arquiva reclamação disciplinar contra desembargadora acusada de morosidade em processo

O Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) decidiu arquivar uma reclamação disciplinar apresentada por Taiane Carvalho Souza contra a desembargadora Joanice Maria Guimarães de Jesus. A autora alegava morosidade no andamento do processo nº 8020627-44.2018.8.05.0000, que estava sob relatoria da magistrada.

A decisão foi assinada pela presidente do TJ-BA, desembargadora Cynthia Maria Pina Resende, após análise técnica e manifestação prévia da Corregedoria Geral da Justiça. O caso chegou à Presidência após parecer do juiz auxiliar Marcos Adriano Silva Ledo, acolhido pelo corregedor-geral, desembargador Roberto Maynard Frank.

Segundo a fundamentação apresentada, o Regimento Interno do tribunal determina que representações por excesso de prazo devem considerar não apenas o tempo decorrido, mas também fatores como complexidade da causa, número de partes envolvidas, condições de trabalho da unidade judicial e eventual urgência do caso. Além disso, o Provimento nº 193/2025 da Corregedoria Nacional de Justiça estabelece como parâmetro o prazo de 120 dias para aferição de possível morosidade.

No caso em questão, o TJ-BA verificou que o mandado de segurança mencionado foi concluso à relatora em 6 de novembro de 2025, dentro do limite considerado razoável pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Dessa forma, a corte concluiu que não houve atraso injustificado e, portanto, não há indícios de infração disciplinar por parte da desembargadora.

A decisão destaca que medidas de natureza disciplinar não visam atender a interesses subjetivos das partes, mas sim apurar eventual conduta irregular de magistrados. Como não foram identificados elementos que configurassem falta funcional, o tribunal determinou o arquivamento sumário da reclamação.

Os envolvidos serão formalmente notificados, e a Corregedoria Nacional de Justiça será comunicada da decisão, conforme normas do CNJ. Encerrados os trâmites, o processo será definitivamente arquivado.

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