quinta-feira, março 27, 2025

Delação, penas, divergências; entenda julgamento de Bolsonaro no STF e próximos passos

 Foto: Saulo Cruz/Arquivo/Agência Senado

O ex-presidente Jair Bolsonaro27 de março de 2025 | 06:59

Delação, penas, divergências; entenda julgamento de Bolsonaro no STF e próximos passos

brasil

O STF (Supremo Tribunal Federal) tornou réus, por unanimidade, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outros sete acusados nesta quarta-feira (26) após a conclusão do julgamento da denúncia da trama golpista na Primeira Turma da corte.

Os cinco ministros do colegiado decidiram pela admissibilidade das acusações feitas pela PGR (Procuradoria-Geral da República), como pediu o relator do caso, Alexandre de Moraes. O magistrado argumentou haver materialidade e indícios razoáveis de que Bolsonaro liderou esforços para evitar a posse de Lula (PT) em 2022.

Apesar disso, Luiz Fux expressou divergência com o colega da corte mesmo votando pelo recebimento da denúncia. Ele diz que proporá uma revisão da dosimetria de penas dos condenados pelos ataques de 8 de janeiro e também opinou pela análise da ação penal no plenário, com todos os 11 ministros.

Entenda o julgamento e saiba quais são os próximos passos do processo contra Bolsonaro no STF:

Julgamento
O primeiro dia de análise do caso foi dedicado às sustentações orais das partes (30 minutos para a PGR e duas horas para as defesas) e a discussão de teses sobre o andamento do processo levantadas pelos advogados.

Todos os pontos apresentados foram negados: os principais eram a anulação do acordo de colaboração premiada do tenente-coronel Mauro Cid, a declaração de incompetência da Primeira Turma para julgar o caso, com redirecionando para o plenário.

Já o segundo dia ficou com o mérito das acusações, ou seja, se havia indícios suficientes para tornar os acusados em réus ou não. Os ministros avaliam se havia uma mínima evidência de participação dos denunciados que seja suficiente para a abertura de um processo.

Admissibilidade da denúncia
Os magistrados da corte acompanharam Moraes, que entendeu ver materialidade e indícios razoáveis na acusação.

O ministro argumenta que a denúncia narra a coordenação, por Bolsonaro, de integrantes do governo para construírem uma narrativa de desinformação e agressividade contra as instituições. Entendeu, também, que o ex-presidente tinha conhecimento da chamada “minuta do golpe”.

Além de Bolsonaro, serão tornados réus Alexandre Ramagem (deputado federal e ex-chefe da Abin), Almir Garnier (ex-comandante da Marinha), Anderson Torres (ex-ministro da Justiça), Augusto Heleno (ex-ministro do GSI), Mauro Cid (ex-ajudante de ordens de Bolsonaro), Paulo Sérgio Nogueira (ex-ministro da Defesa) e Walter Braga Netto (ex-ministro da Casa Civil e da Defesa).

Divergências de Fux
Apesar de a decisão sobre o caso ter sido tomada por unanimidade, Luiz Fux apresentou algumas divergências em relação à dosimetria de penas dos condenados pelo 8 de janeiro e a análise da denúncia pelo plenário da corte.

Ele afirmou ser necessário praticar o “exercício de humildade judicial” e disse que os casos dos ataques golpistas tem sido julgados com “violenta emoção”. Citando o caso de Débora Rodrigues dos Santos, que usou um batom para escrever “perdeu, mané” na estátua da Justiça, ele defendeu a revisão de penas dos denunciados.

Sobre a possibilidade da Primeira Turma julgar a trama golpista, Fux foi o único a discordar e pedir para o caso seja levado ao plenário. Quando o Supremo decidiu, em 2023, deixar as ações penais com as turmas, ele já tinha apresentado relutância com essa proposta.

Delação de Mauro Cid
Outro ponto de discordância entre os ministros envolveu a manutenção do acordo de delação premiada de Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro.

Fux, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin deram indícios de que a delação pode ser reavaliada diante do vaivém do militar em depoimentos. “Este não é o momento próprio, mas vejo com muita reserva nove delações de um mesmo colaborador, cada hora apresentando uma novidade”, afirmou Fux.

Próximos passos
Com a denúncia considerada admissível pela corte, inicia-se o andamento do processo penal propriamente dito —antes, ocorria apenas a fase de investigação, realizada pela PGR e pela Polícia Federal.

A primeira etapa é a instrutória, quando são colhidas mais provas e novos depoimentos, indicados tanto pela acusação quanto pela defesa, são realizados. Depois, a Primeira Turma da corte decidirá pela condenação ou absolvição. Isso deve acontecer até o final deste ano, para evitar que a decisão ocorra em ano de eleição.

Ao fim, as partes podem apresentar recursos à decisão. As penas previstas para Bolsonaro chegam a mais de 40 anos de reclusão.

Isso dificultaria ainda mais a situação eleitoral do ex-presidente, que já está inelegível até 2030 por decisão do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) por uso eleitoral do desfile de 7 de setembro e por difundir mentiras sobre a urna eletrônica em reunião com embaixadores.

O que disse Bolsonaro
O ex-presidente, que acompanhou o primeiro dia de julgamento na primeira fila da sessão, escreveu em rede social que a Justiça quer tirá-lo da disputa eleitoral em 2026 e que há um “teatro processual”.

“A julgar pelo que lemos na imprensa, estamos diante de um julgamento com data, alvo e resultado definidos de antemão. Algo que seria um teatro processual disfarçado de Justiça —não um processo penal, mas um projeto de poder que tem por objetivo interferir na dinâmica política e eleitoral do país.”

Folhapress

Aliados veem Bolsonaro com medo de prisão e eventual apoio a Tarcísio por anistia

 Foto: Pedro França/Arquivo/Agência Senado

O ex-presidente Jair Bolsonaro27 de março de 2025 | 11:19

Aliados veem Bolsonaro com medo de prisão e eventual apoio a Tarcísio por anistia

brasil

Integrantes do PL e aliados de Jair Bolsonaro veem nas últimas atitudes do ex-presidente um político com receio do processo do qual é alvo no Supremo Tribunal Federal (STF) por, supostamente, participar de uma organização criminosa que tentou dar um golpe de Estado no País. Esse medo, de acordo com aliados, poderia ter como consequência a escolha do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), como seu candidato à Presidência da República no ano que vem, isso dentro de uma articulação que poderia ter como resultado uma anistia, junto dos demais acusados do 8 de Janeiro de 2023.

O Broadcast Político, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado, colheu as informações em conversas com integrantes do PL e aliados de Bolsonaro realizadas desde a manifestação promovida pelo ex-presidente no Rio de Janeiro, em 16 de março.

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal aceitou nesta quarta-feira, 26, a denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e tornou Bolsonaro réu por tentativa de golpe de Estado. A denúncia envolve, ainda, outras sete pessoas, que também serão julgadas junto de Bolsonaro no Supremo.

Para além do discurso público de que Bolsonaro é alvo de uma perseguição por parte no Judiciário, especialmente pelo ministro da Corte Alexandre de Moraes, algumas atitudes do ex-presidente chamaram atenção de alguns integrantes de seu partido. A principal delas é a insistência em manter sua candidatura à Presidência no ano que vem. Eles admitem, reservadamente, que dificilmente Bolsonaro será inocentado ao final do processo no STF.

Bolsonaro tem evitado ao máximo falar sobre a possibilidade de não ser candidato nas eleições de 2026. Independentemente do processo no STF, o ex-presidente está inelegível por uma condenação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por abuso de poder político na campanha de 2022. Nos bastidores, porém, alguns políticos têm atuado para tentar convencer Bolsonaro a apontar, ainda neste ano, um eventual substituto na disputa presidencial do ano que vem. Essa articulação, até o momento, não surtiu efeito.

Em entrevista ao podcast Inteligência Ltda. na segunda-feira, 24, Bolsonaro e Tarcísio reforçaram, lado a lado, o plano de que o primeiro seja candidato à Presidência da República e o segundo, ao governo de São Paulo. “Eu não vou passar bastão para ninguém”, disse. “Eu só passo o bastão depois de morto”, completou.

O principal entrave para que o governador seja o candidato de Bolsonaro nas eleições do ano que vem é que ele teria de deixar o Palácio dos Bandeirantes em abril, no prazo de desincompatibilização exigido pela lei eleitoral. Isso seria um empecilho caso Bolsonaro opte por uma estratégia parecida com a de Luiz Inácio Lula da Silva em 2018, quando o petista, mesmo preso e inelegível, levou sua candidatura até o limite e só desistiu quando não havia mais possibilidade de recursos ao TSE, indicando o agora ministro da Fazenda, Fernando Haddad, como seu candidato no pleito.

Integrantes do PL, no entanto, dizem acreditar que o medo de ser preso – e permanecer na prisão – pode fazer com que o ex-presidente mude de ideia até o fim do ano, principalmente se a articulação em torno do projeto de lei de anistia pelo 8 de Janeiro de 2023 não for adiante. Tarcísio é visto, pelo núcleo de políticos mais experientes que auxiliam e aconselham Bolsonaro, como um dos melhores substitutos para o ex-presidente, caso ele não consiga ser candidato no ano que vem

A queda de popularidade do presidente Lula, registrada em pesquisas recentes, não engana integrantes do PL. Alegam que a força que a máquina pública tem nas eleições não pode ser desprezada. Tarcísio seria um dos nomes já testados politicamente com mais chance de vencer Lula no ano que vem, segundo avaliam fontes ouvidas pela reportagem. Em um cenário em que Bolsonaro esteja preso como punição pela articulação golpista de 2022, caberia a Tarcísio, caso eleito presidente, dar um indulto que beneficie seu aliado.

Outras decisões nas últimas semanas corroboram para essa interpretação de alguns dos aliados de Bolsonaro de que o ex-presidente está com medo de ser preso e tem cometido erros de avaliação política. A manifestação em Copacabana, no Rio, por exemplo, foi vista nos bastidores como um erro. Publicamente, aliados do ex-presidente dizem que o ato foi um sucesso, por mais que cálculos feitos por pesquisadores da USP mostrem a participação de cerca de 18 mil pessoas no ato. Limitar o evento à defesa da anistia para os condenados pelos atos golpistas do 8 de Janeiro foi encarado como um equívoco.

O assunto, no entendimento de integrantes do PL que evitam se classificar como “bolsonaristas”, não é unânime na sociedade. Para eles, muito menos pessoas vão se dispor a sair às ruas para pedir o perdão de pena de todos os envolvidos na depredação das sedes dos Três Poderes em Brasília. A insistência no tema por parte de Bolsonaro, que pediu que o movimento tivesse como pauta única o perdão das penas pelos atos golpistas, seria mais um sinal de que o ex-presidente tem como prioridade número um evitar sua prisão.

Outra atitude errática, ainda de acordo com integrantes do partido, foi a saída de Eduardo Bolsonaro do País nas últimas semanas. O deputado federal anunciou que pediria licença do cargo e que não retornaria ao Brasil, sob a alegação de que o STF promove uma perseguição contra ele e outros bolsonaristas. Eduardo é apontado como um possível substituto de seu pai na disputa presidencial do ano que vem. Sua saída para os Estados Unidos foi uma surpresa para vários integrantes de seu partido e, no entendimento de alguns aliados do ex-presidente, deixa o cenário ainda mais nublado para o ano que vem.

Gabriel Hirabahasi/Estadão Conteúdo

PL diz que 9 partidos já apoiam anistia e marca reunião com Hugo Motta


Cartum: quadrinhos, tirinhas e charges - 12/09/2024 | Folha

Charge do Laerte (Folha)

Victoria Abel
O Globo

O líder do PL na Câmara dos Deputados, Sóstenes Cavalcante (RJ), afirmou que o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), se reunirá na próxima terça-feira com líderes de nove partidos que estariam apoiando o projeto de lei da anistia aos acusados pela tentativa de golpe em 8 de janeiro de 2023.

Sóstenes afirmou que o objetivo é incluir a urgência da proposta na pauta da semana seguinte. Caso isso não ocorra, a legenda passará a realizar obstrução em plenário.

OBSTRUIR SESSÕES – Entre outras ações amparadas no regimento, a obstrução ocorre quando um partido ou grupo de partidos se nega a registrar presença de seus deputados, deixando o quorum da sessão abaixo do necessário e inviabilizando a sessão em plenário. O PL é a maior bancada da Casa, com 92 deputados.

— Sairemos da reunião de terça-feira com a decisão de colocar na pauta da reunião de líderes de quinta, com análise de urgência e mérito na semana seguinte — afirmou Sóstenes.

O líder do PL afirma que estão de acordo com a anistia as legendas União Brasil, PP, Republicanos, PSD, Podemos, Novo, PSDB e Solidariedade.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Os articuladores da anistia sabem que já têm número suficiente para aprová-la. Justamente por isso, querem aprovar a urgência para colocar o projeto logo em discussão. A briga é boa. Comprem pipocas. (C.N.)

Trama golpista: Bolsonaro e aliados já estão com as suas condenações em curso


Réus responderão a um processo criminal

Pedro do Coutto

Os ministros da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiram, por unanimidade, tornar o ex-presidente Jair Bolsonaro e mais sete aliados réus no processo que apura uma tentativa de golpe de Estado durante e depois das eleições de 2022. Votaram a favor do recebimento da denúncia os ministros Alexandre de Moraes (relator), Flávio Dino, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin, integrantes da Primeira Turma.

Com o aceite da denúncia, os investigados agora se tornarão réus e passarão a responder ao processo na Suprema Corte, onde poderão ser considerados culpados ou inocentes. Além do ex-presidente,  compõe a lista de acusados do “núcleo 1”, grupo crucial na suposta trama golpista, cuja denúncia foi recebida, Alexandre Ramagem, Almir Garnier, Anderson Torres, Augusto Heleno, Mauro Cid, Paulo Sérgio Nogueira, e Walter Braga Netto.

CRIMES – A denúncia aponta cinco crimes atribuídos aos acusados, todos relacionados a um plano para impedir a posse do ex-presidente Lula da Silva, vencedor do pleito: organização criminosa armada; tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito; golpe de Estado; dano qualificado pela violência e grave ameaça contra o patrimônio da União, e com considerável prejuízo para a vítima; e deterioração de patrimônio tombado. Bolsonaro também é acusado de liderar a organização criminosa.

Em seu voto, que durou uma hora e 50 minutos, o ministro e relator do caso, Alexandre de Moraes, afirmou não haver dúvida de que Bolsonaro tinha conhecimento sobre a existência do documento que ficou conhecido como “minuta do golpe”. O documento, segundo as investigações, consistia no planejamento de um golpe de Estado em 2022 que impediria a posse de Lula. O ministro acrescentou que o ex-presidente tinha conhecimento sobre o chamado “Punhal Verde-Amarelo”, o plano que previa o assassinato de autoridades.

Moraes também citou os atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023, afirmando que é necessário lembrar que houve tentativa de golpe de Estado.“É bom lembrar que tivemos tentativa de golpe de Estado violentíssima. Fogo, destruição de patrimônio público, dano qualificado. Uma violência selvagem, incivilidade total, com pedido de intervenção militar no golpe de Estado”, disse.

GUERRA CAMPAL – O relator declarou que os atos foram uma “verdadeira guerra campal” e que há “materialidade” comprovada sobre os crimes cometidos na ocasião, quando as sedes dos Três Poderes, em Brasília, foram invadidas e depredadas. “O que exige da denúncia é comprovação da materialidade dos delitos, e a materialidade dos delitos já foi reconhecida pelo STF em 474 denúncias. Os mesmos crimes narrados, com participação diversas de denunciados, mas os crimes são os mesmos. O STF reconheceu a materialidade desses delitos”, explicou Moraes.

Fica estabelecida a certeza de que os acusados da tentativa de golpe e do arrastão do 8 de janeiro estão com suas condenações em curso. As sentenças estão desenhadas nos votos dos ministros do STF e a tendência é uma só, a de que os réus estão em um caminho sem volta.


Justiça Eleitoral de Jeremoabo Mantém Rigor na Apuração de Supostas Candidaturas Fictícias

 

Brasão da República

JUSTIÇA ELEITORAL
 051ª ZONA ELEITORAL DE JEREMOABO BA
 

 

AÇÃO DE INVESTIGAÇÃO JUDICIAL ELEITORAL (11527) Nº 0600425-35.2024.6.05.0051 / 051ª ZONA ELEITORAL DE JEREMOABO BA

INVESTIGANTE: DIRETORIO MUNICIPAL DO PARTIDO SOCIAL DEMOCRATICO EM JEREMOABO -BA

Advogados do(a) INVESTIGANTE: MICHELLY DE CASTRO VARJAO - BA29819, ANTENOR IDALECIO LIMA SANTOS - BA43166

INVESTIGADO: DERISVALDO JOSÉ DOS SANTOS, CAMILA BARTILOTTI LIMA, JOSE RAIMUNDO DE JESUS REIS, JOSE MATOS PEREIRA, FLANILSON NASCIMENTO SANTANA, RITA DE CASSIA VARJAO DANTAS, JOSEFA ALBERTINA CARVALHO DOS SANTOS, JOSE VALTER DE OLIVEIRA SANTANA JUNIOR, LUCAS RAVEL SANTOS ANDRADE, JEFERSON ALMEIDA DOS SANTOS, OBERDAM ALVES DOS ANJOS, DAVID OLIVEIRA NOGUEIRA, MIZAEL ALMEIDA SILVA, APARECIDA MARIA PASSOS SILVA

Advogado do(a) INVESTIGADO: NATHALIA BATISTA MOTA BARRETO - BA73808
Advogado do(a) INVESTIGADO: MAICO CARLOS LINS OLIVEIRA - BA51866
Advogado do(a) INVESTIGADO: NATHALIA BATISTA MOTA BARRETO - BA73808
Advogado do(a) INVESTIGADO: NATHALIA BATISTA MOTA BARRETO - BA73808
Advogados do(a) INVESTIGADO: RAIMUNDO FREITAS ARAUJO JUNIOR - BA20950, NATHALIA BATISTA MOTA BARRETO - BA73808
Advogado do(a) INVESTIGADO: NATHALIA BATISTA MOTA BARRETO - BA73808
Advogado do(a) INVESTIGADO: NATHALIA BATISTA MOTA BARRETO - BA73808
Advogado do(a) INVESTIGADO: NATHALIA BATISTA MOTA BARRETO - BA73808
Advogado do(a) INVESTIGADO: FABRICIO EMANOEL DOS SANTOS SILVA - BA45707
Advogado do(a) INVESTIGADO: NATHALIA BATISTA MOTA BARRETO - BA73808
Advogado do(a) INVESTIGADO: NATHALIA BATISTA MOTA BARRETO - BA73808
Advogado do(a) INVESTIGADO: NATHALIA BATISTA MOTA BARRETO - BA73808
Advogado do(a) INVESTIGADO: NATHALIA BATISTA MOTA BARRETO - BA73808
Advogado do(a) INVESTIGADO: NATHALIA BATISTA MOTA BARRETO - BA73808

 

 

 

Nota da redação deste Blog -   Justiça Eleitoral de Jeremoabo Mantém Rigor na Apuração de Supostas Candidaturas Fictícias

No dia 25 de março de 2025, deveria ser realizada uma audiência no Fórum de Jeremoabo referente a uma investigação sobre supostas candidaturas fictícias. A Justiça Eleitoral do Brasil tem conduzido processos semelhantes com o máximo rigor da lei, e em Jeremoabo não poderia ser diferente. O titular da Justiça Eleitoral na cidade tem seguido com exatidão os trâmites do devido processo legal, garantindo transparência e imparcialidade no julgamento do caso.

Entretanto, no dia da audiência, a advogada dos réus não compareceu, apresentando um atestado médico como justificativa. Diante disso, o advogado dos investigantes, Idalécio Lima Santos, levantou questionamentos sobre a veracidade do documento apresentado. Ele se baseou em precedentes, especialmente em uma Ação de Impugnação de Mandato Eletivo (AIJE) envolvendo a candidatura de Anabel, caso que ainda hoje é amplamente comentado em Jeremoabo e região.

A argumentação de Idalécio Lima Santos, um jovem advogado reconhecido por sua credibilidade e postura firme, indica que há elementos concretos que justificam a contestação do atestado médico apresentado. A Justiça Eleitoral, em resposta, manteve sua decisão e oficiou o Conselho Regional de Medicina do Estado da Bahia (CREMEB) para verificar a validade do documento apresentado. O despacho do Juiz Eleitoral Leandro Ferreira de Moraes foi o seguinte:

DESPACHO

"Ante ao pleito do Id 127853815, mantenho a decisão.
Além de já ter sido oficiado o CREMEB (Id 127849235), já estão superados os motivos da remarcação da audiência.
Em sendo pertinente, as justificativas devem ser encaminhadas ao referido Conselho pela própria postulante.

Jeremoabo, datado e assinado eletronicamente.

Leandro Ferreira de Moraes
Juiz Eleitoral"

O desenrolar desse caso promete novas revelações e desdobramentos. A Justiça Eleitoral segue firme no compromisso de coibir irregularidades e garantir que as eleições ocorram de forma lícita e transparente. Resta aguardar os próximos capítulos dessa história política que movimenta Jeremoabo e região.

Comprem pipocas, porque a novela tem muitos capítulos. (C.N.)

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